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Foram encontradas 30 questões.

719740 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Pedra-PE
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Leia as afirmativas a seguir:

I. A empresa LLL Serviços faturou R$ 123.580 no mês 1. Se no mês 2 seu faturamento foi de R$ 139.398, então verifica-se um crescimento de 12,8%, aproximadamente, na sua receita entre os meses considerados.

II. A percepção mais comum sobre o significado de ensinar é a de repassar a alguém os ensinamentos sobre algo ou sobre como fazer algo. Em geral, é sinônimo de doutrinar ou lecionar. Atualmente, nas instituições de ensino, o papel do educador é mais amplo e envolve contribuir para o desenvolvimento dos educandos e para a realização dos objetivos educacionais.

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719729 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Pedra-PE
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Leia as afirmativas a seguir:

I. Se S for o conjunto dos números naturais menores do que 6, podemos escrever o conjunto S como: {1, 2, 3, 4, 5}, pois um par de chaves usadas para delimitar palavras ou símbolos pode descrever um conjunto.

II. Um tanque de gasolina em um posto de combustível possui altura igual a 1,8m, largura igual a 6m e comprimento igual a 9,4m. Se atualmente esse tanque possui 64% do seu volume preenchido, então menos de 72,5m³ estão preenchidos.

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719722 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Pedra-PE
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Leia as afirmativas a seguir:

I. Nos arranjos, em Análise Combinatória, os agrupamentos dos elementos não dependem da ordem ou da natureza dos mesmos. Assim, considera-se um arranjo qualquer conjunto indeterminado de elementos indistintos.

II. Um terreno retangular de 360 m² pode ser dividido em 3 partes iguais de 152 m², cada.

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719721 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Pedra-PE
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Leia as afirmativas a seguir:

I. Para cercar completamente um galpão localizado em um terreno retangular com largura igual a 24 metros e comprimento igual a 42 metros será necessária uma cerca com comprimento superior a 108 metros.

II. O educador, no ambiente escolar, não deve limitar a sua atuação à transmissão de conhecimentos tradicionais (matemática, línguas, história etc.). É necessário à instituição de ensino estimular o trabalho com temas atuais, contemporâneos e transversais. O trabalho de orientação sexual na escola, por exemplo, deve permitir ao aluno conhecer seu corpo, valorizar e cuidar de sua saúde como condição necessária para usufruir de prazer sexual.

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GRAMÁTICA BRASILEIRA

“O português brasileiro precisa ser reconhecido como uma nova língua. E isso é uma decisão política”

(trecho de entrevista com o professor Marcos Bagno)

Por que o sr. defende uma gramática brasileira?

Pela necessidade que vimos detectando, há muito tempo, de que tenhamos no Brasil instrumentos descritivos, e até mesmo normativos, que apresentem, da maneira mais honesta e real possível, a nossa língua: o português brasileiro. Mesmo as variedades urbanas de prestígio são muito diferentes da norma padrão veiculada pela tradição gramatical da língua. Faço a citação de um linguista português, o professor Ivo Castro [da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com doutorado em Linguística Portuguesa]. Ele diz o seguinte (lendo): “Minha opinião de que a separação estrutural entre a língua de Portugal e a do Brasil é um fenômeno lento e de águas profundas, que é fácil e, a muitos, desejável não observar, assenta-se no convencimento de que a fratura do sistema linguístico existe, mas não é aparente a todos os observadores nem é agradável a todos os saudosistas.”

Muitas vezes quando nós, brasileiros, falamos sobre a necessidade de reconhecer o português brasileiro como uma língua autônoma e com um sistema linguístico próprio, ouvimos que isso é nacionalismo, maluquice ou desvario de “gente de esquerda”. Mas aqui eu trago a palavra de um especialista português que reconhece que, de fato, já existe uma “fratura”, como ele diz, que separa as duas línguas. São línguas muito próximas, claro, aparentadas. Mas já com características muito evidentes que nos permitem, de fato, fazer uma descrição mais própria do português brasileiro – inclusive usando esse nome.

(Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2KODpno)

Com base no texto 'GRAMÁTICA BRASILEIRA', leia as afirmativas a seguir:

I. Segundo o texto, o português brasileiro possui características muito próprias no léxico e na estrutura sintática, justapostas à língua lusitana, o que permite, de fato, dizer que aquela existe autonomamente.

II. A fala do professor Ivo Castro ratifica a ideia defendida pelo entrevistado em relação à existência do português brasileiro. Isso porque o especialista português reconhece que, em tese, existe uma “fratura” do sistema linguístico que separa as duas línguas (português de Portugal e português brasileiro).

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GRAMÁTICA BRASILEIRA
“O português brasileiro precisa ser reconhecido como uma nova língua. E isso é uma decisão política”
(trecho de entrevista com o professor Marcos Bagno)
Por que o sr. defende uma gramática brasileira?
Pela necessidade que vimos detectando, há muito tempo, de que tenhamos no Brasil instrumentos descritivos, e até mesmo normativos, que apresentem, da maneira mais honesta e real possível, a nossa língua: o português brasileiro. Mesmo as variedades urbanas de prestígio são muito diferentes da norma padrão veiculada pela tradição gramatical da língua. Faço a citação de um linguista português, o professor Ivo Castro [da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com doutorado em Linguística Portuguesa]. Ele diz o seguinte (lendo): “Minha opinião de que a separação estrutural entre a língua de Portugal e a do Brasil é um fenômeno lento e de águas profundas, que é fácil e, a muitos, desejável não observar, assenta-se no convencimento de que a fratura do sistema linguístico existe, mas não é aparente a todos os observadores nem é agradável a todos os saudosistas.”
Muitas vezes quando nós, brasileiros, falamos sobre a necessidade de reconhecer o português brasileiro como uma língua autônoma e com um sistema linguístico próprio, ouvimos que isso é nacionalismo, maluquice ou desvario de “gente de esquerda”. Mas aqui eu trago a palavra de um especialista português que reconhece que, de fato, já existe uma “fratura”, como ele diz, que separa as duas línguas. São línguas muito próximas, claro, aparentadas. Mas já com características muito evidentes que nos permitem, de fato, fazer uma descrição mais própria do português brasileiro – inclusive usando esse nome.
(Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2KODpno)

Com base no texto 'GRAMÁTICA BRASILEIRA', leia as afirmativas a seguir:

I. Embora haja uma fratura no sistema linguístico do português lusitano e do brasileiro, é possível inferir que as duas são línguas muito próximas, análogas.

II. A concepção de que o português brasileiro possui características muito peculiares, no tocante ao português lusitano, está assentada nos usos das variedades urbanas de prestígio. Por conseguinte, é fulcral realizar apenas uma descrição mais própria do português brasileiro.

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GRAMÁTICA BRASILEIRA


“O português brasileiro precisa ser reconhecido como uma nova língua. E isso é uma decisão política”

(trecho de entrevista com o professor Marcos Bagno)

Por que o sr. defende uma gramática brasileira?

Pela necessidade que vimos detectando, há muito tempo, de que tenhamos no Brasil instrumentos descritivos, e até mesmo normativos, que apresentem, da maneira mais honesta e real possível, a nossa língua: o português brasileiro. Mesmo as variedades urbanas de prestígio são muito diferentes da norma padrão veiculada pela tradição gramatical da língua. Faço a citação de um linguista português, o professor Ivo Castro [da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com doutorado em Linguística Portuguesa]. Ele diz o seguinte (lendo): “Minha opinião de que a separação estrutural entre a língua de Portugal e a do Brasil é um fenômeno lento e de águas profundas, que é fácil e, a muitos, desejável não observar, assenta-se no convencimento de que a fratura do sistema linguístico existe, mas não é aparente a todos os observadores nem é agradável a todos os saudosistas.”

Muitas vezes quando nós, brasileiros, falamos sobre a necessidade de reconhecer o português brasileiro como uma língua autônoma e com um sistema linguístico próprio, ouvimos que isso é nacionalismo, maluquice ou desvario de “gente de esquerda”. Mas aqui eu trago a palavra de um especialista português que reconhece que, de fato, já existe uma “fratura”, como ele diz, que separa as duas línguas. São línguas muito próximas, claro, aparentadas. Mas já com características muito evidentes que nos permitem, de fato, fazer uma descrição mais própria do português brasileiro – inclusive usando esse nome.

(Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2KODpno)

Com base no texto 'GRAMÁTICA BRASILEIRA', leia as afirmativas a seguir:


I. As marcas ideológicas estão presentes no texto para sustentar a tese do entrevistado. Elas ficam evidentes, por exemplo, no trecho: “ouvimos que isso é nacionalismo, maluquice ou desvario de ‘gente de esquerda’”.

II. A ideia de que o português brasileiro existe está arraigada na concepção de uma língua autônoma e com um sistema linguístico próprio. Ou seja, as variedades de uso da língua mais prestigiadas divergem da norma padrão veiculada pela tradição gramatical da língua, que é inspirada no idioma de origem.

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GRAMÁTICA BRASILEIRA
“O português brasileiro precisa ser reconhecido como uma nova língua. E isso é uma decisão política”
(trecho de entrevista com o professor Marcos Bagno)
Por que o sr. defende uma gramática brasileira?
Pela necessidade que vimos detectando, há muito tempo, de que tenhamos no Brasil instrumentos descritivos, e até mesmo normativos, que apresentem, da maneira mais honesta e real possível, a nossa língua: o português brasileiro. Mesmo as variedades urbanas de prestígio são muito diferentes da norma padrão veiculada pela tradição gramatical da língua. Faço a citação de um linguista português, o professor Ivo Castro [da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com doutorado em Linguística Portuguesa]. Ele diz o seguinte (lendo): “Minha opinião de que a separação estrutural entre a língua de Portugal e a do Brasil é um fenômeno lento e de águas profundas, que é fácil e, a muitos, desejável não observar, assenta-se no convencimento de que a fratura do sistema linguístico existe, mas não é aparente a todos os observadores nem é agradável a todos os saudosistas.”
Muitas vezes quando nós, brasileiros, falamos sobre a necessidade de reconhecer o português brasileiro como uma língua autônoma e com um sistema linguístico próprio, ouvimos que isso é nacionalismo, maluquice ou desvario de “gente de esquerda”. Mas aqui eu trago a palavra de um especialista português que reconhece que, de fato, já existe uma “fratura”, como ele diz, que separa as duas línguas. São línguas muito próximas, claro, aparentadas. Mas já com características muito evidentes que nos permitem, de fato, fazer uma descrição mais própria do português brasileiro – inclusive usando esse nome.
(Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2KODpno)

Com base no texto 'GRAMÁTICA BRASILEIRA', leia as afirmativas a seguir:

I. Apesar de não citar pesquisas, no trecho seguinte, o entrevistado lança um argumento aparentemente inspirado em um saber científico: “Mesmo as variedades urbanas de prestígio são muito diferentes da norma padrão veiculada pela tradição gramatical da língua”.

II. A fala do professor Ivo Castro retifica a tese defendida pelo entrevistado em relação à existência do português brasileiro, pois considera que as variedades urbanas de prestígio em terras canarinhas são muito diferentes da norma padrão veiculada pela tradição gramatical da língua, inspirada nos padrões portugueses.

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GRAMÁTICA BRASILEIRA


“O português brasileiro precisa ser reconhecido como uma nova língua. E isso é uma decisão política”

(trecho de entrevista com o professor Marcos Bagno)

Por que o sr. defende uma gramática brasileira?

Pela necessidade que vimos detectando, há muito tempo, de que tenhamos no Brasil instrumentos descritivos, e até mesmo normativos, que apresentem, da maneira mais honesta e real possível, a nossa língua: o português brasileiro. Mesmo as variedades urbanas de prestígio são muito diferentes da norma padrão veiculada pela tradição gramatical da língua. Faço a citação de um linguista português, o professor Ivo Castro [da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com doutorado em Linguística Portuguesa]. Ele diz o seguinte (lendo): “Minha opinião de que a separação estrutural entre a língua de Portugal e a do Brasil é um fenômeno lento e de águas profundas, que é fácil e, a muitos, desejável não observar, assenta-se no convencimento de que a fratura do sistema linguístico existe, mas não é aparente a todos os observadores nem é agradável a todos os saudosistas.”

Muitas vezes quando nós, brasileiros, falamos sobre a necessidade de reconhecer o português brasileiro como uma língua autônoma e com um sistema linguístico próprio, ouvimos que isso é nacionalismo, maluquice ou desvario de “gente de esquerda”. Mas aqui eu trago a palavra de um especialista português que reconhece que, de fato, já existe uma “fratura”, como ele diz, que separa as duas línguas. São línguas muito próximas, claro, aparentadas. Mas já com características muito evidentes que nos permitem, de fato, fazer uma descrição mais própria do português brasileiro – inclusive usando esse nome.

(Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2KODpno)

Com base no texto 'GRAMÁTICA BRASILEIRA', leia as afirmativas a seguir:


I. O entrevistado parece fenecer o desejo de criação de uma gramática brasileira, devido à ausência de instrumentos descritivos, e até mesmo normativos, que apresentem, da maneira mais honesta e real possível, a tese do português brasileiro.

II. Apesar de conceber a ideia de que há variações urbanas de prestígio e são elas que definem a gramática do português brasileiro, o entrevistado corrobora com a tese de que a existência dessa língua é apenas uma teoria capciosa.

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719590 Ano: 2019
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Pedra-PE
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Leia as afirmativas a seguir:

I. Luíza realizou um investimento no valor de R$ 1.700 em uma aplicação financeira. Após 1 ano, Luíza observou que o seu investimento apresentou rendimentos da ordem de 2%, acumulando, assim, um montante de R$ 1.734.

II. A psicologia da educação estuda os processos de mudança que ocorrem nas pessoas em consequência de sua participação nas atividades educacionais com o objetivo de tolher a diversidade de comportamentos humanos. Assim, essa área de conhecimento pode contribuir positivamente para o trabalho dos educadores e demais profissionais que atuam no ambiente escolar, seja público ou privado.

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