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Foram encontradas 296 questões.

2075823 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE

TEXTO 01

Gravidez e lactação

O omeprazol sódico não deve ser administrado quando houver gravidez suspeita ou confirmada ou durante a lactação, a não ser que, a critério médico, os benefícios do tratamento superem os riscos potenciais para o feto.

Estudos realizados evidenciaram que a administração de omeprazol sódico a mulheres grávidas em trabalho de parto, em doses de até 80 mg durante 24 (vinte e quatro) horas não acarretou qualquer efeito adverso para a criança. Além disso, estudos em animais de laboratório não demonstraram evidências de risco com a administração de omeprazol durante a gravidez e lactação e não se observaram toxicidade fetal, ou efeitos teratogênicos.

Categoria de risco na gravidez B: os estudos em animais não demonstraram risco fetal, mas também não há estudos controlados em mulheres grávidas. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Disponível em: https://consultaremedios.com.br/

omeprazol/pa#leafletdescription.

Sabe-se que, para a realização da comunicação, existem elementos fundamentais, como, por exemplo, emissor, receptor, canal, código, mensagem e contexto. Para atingir a finalidade pretendida no contexto comunicativo em questão (uma bula medicamentosa – Texto 01), recorreuse, predominantemente, à seguinte função da linguagem:
 

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2075822 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
TEXTO 03

Pouco depois de ver o convite para o enterro do Vidigal no jornal e comentar com a mulher “acho que esse Vidigal eu conheci”, Rubens recebeu um telefonema. Da viúva do Vidigal. Enquanto Rubens fazia uma careta de espanto para a mulher, a viúva do Vidigal se identificava, dizia que o Vidigal falava muito nele, e perguntava se podia lhe pedir um favor. Na mesma guilhotina. Na mesma guilhotina
— Claro, claro.
A viúva então disse que um dos últimos pedidos do Vidigal fora que ele, Rubens, cantasse no seu enterro.
— Que eu?
— Cantasse no enterro dele.
— Mas eu...
— Ele disse que você saberia o que cantar. Que era só dizer “aquela música” e você saberia.
— Bom, eu...
— Posso contar com você? O enterro é às cinco.
(VERÍSSIMO, L.F. Diálogos impossíveis. Ano:
Objetiva, p.15 O maior mico do mundo).
No Texto 03, o uso das aspas em “acho que esse Vidigal eu conheci” se justifica pela seguinte razão:
 

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2075821 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
TEXTO 03

Pouco depois de ver o convite para o enterro do Vidigal no jornal e comentar com a mulher “acho que esse Vidigal eu conheci”, Rubens recebeu um telefonema. Da viúva do Vidigal. Enquanto Rubens fazia uma careta de espanto para a mulher, a viúva do Vidigal se identificava, dizia que o Vidigal falava muito nele, e perguntava se podia lhe pedir um favor. Na mesma guilhotina. Na mesma guilhotina
— Claro, claro.
A viúva então disse que um dos últimos pedidos do Vidigal fora que ele, Rubens, cantasse no seu enterro.
— Que eu?
— Cantasse no enterro dele.
— Mas eu...
— Ele disse que você saberia o que cantar. Que era só dizer “aquela música” e você saberia.
— Bom, eu...
— Posso contar com você? O enterro é às cinco.
(VERÍSSIMO, L.F. Diálogos impossíveis. Ano:
Objetiva, p.15 O maior mico do mundo).
Passando essa sentença “Rubens recebeu um telefonema” para a voz passiva analítica, a opção correta é:
 

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2075820 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
TEXTO 04
Leitura e escola

As situações de ensino, no formato oficinas de leitura, círculos literários, projetos de narrativas de ficção, sequências didáticas com diferentes gêneros na escola, dentre outras atividades, permitem, ou deveriam permitir a comunicação, o estar com o outro, a interlocução, a dialogia da leitura (Bakhtin, 1995 e 2003), o fazer-ser leitor em seus modos de ler, conhecendo seus princípios e operações ao/para ler variados escritos. O que representa um modo de sair de seu cotidiano e retornar a ele mais enriquecido, pois pleno de possibilidades de um ensino desenvolvente, que permita a humanização do indivíduo (Davidov, 1986; Libâneo, 2004).
Para Davidov (1986), crianças e jovens vão à escola para aprender a cultura e internalizar os meios cognitivos de compreender o mundo e transformá-lo. Para isso, é necessário pensar - estimular a capacidade de raciocínio e julgamento, melhorar a capacidade reflexiva. Nessa direção, Libâneo (2004) aponta que a "didática", hoje, precisa comprometer-se com a qualidade cognitiva das aprendizagens e esta, por sua vez, está associada à aprendizagem do pensar. Cabe-lhe investigar como se pode ajudar os alunos a se constituírem como sujeitos pensantes, capazes de pensar e lidar com conceitos, argumentar, resolver problemas, para se defrontarem com dilemas e dificuldades da vida prática. A razão pedagógica está também, associada, inerentemente, ao valor, a um valor intrínseco, que é a formação humana, visando ajudar os outros a se constituírem como sujeitos, a se educarem, a serem pessoas dignas, justas, cultas.
Para adequar-se às necessidades contemporâneas relacionadas com as formas de aprendizagem, a "didática" precisa fortalecer a investigação sobre o papel mediador do professor na preparação dos alunos para o pensar - problematiza Libâneo (2004). Mais precisamente: será fundamental entender que o conhecimento supõe o desenvolvimento do pensamento e que desenvolver o pensamento supõe metodologia e procedimentos sistemáticos do pensar. Para essa empreitada, a teoria do ensino desenvolvente é oportuna. Nesse caso, a questão está em como o ensino pode impulsionar o desenvolvimento das capacidades cognitivas mediante a formação de conceitos teóricos. Ou, em outras palavras, o que fazer para estimular as capacidades investigadoras dos alunos ajudando-os a desenvolver habilidades mentais (Libâneo, 2004, p.1-4).
Assim, falamos do sujeito aprendiz na constituição de si mesmo, como agente de sua personalidade, já na relação com as diversas conquistas humanas, no processo de confrontação com as obras de arte (Snyders, 1993) - em nossa delimitação de estudo, o tornar-se membro efetivo de uma comunidade de leitores em vista de uma "cultura em si, para uma cultura para si", de uma "literatura em si para uma literatura para si", de um "leitor em si' para um leitor para si" (...)

GIROTTO, CGGS., SOUZA, RJ., and DAVIS, CL. Metodologias de ensino – Educação literária e o ensino da leitura: a abordagem das estratégias de leitura na formação de professores e crianças. In: DAVID, CM., et al., orgs. Desafios contemporâneos da educação [online]. São Paulo: Editora UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015. Desafios contemporâneos collection, pp. 277-308.
“A razão pedagógica está também, associada, inerentemente, ao valor, a um valor intrínseco, que é a formação humana, visando ajudar os outros a se constituírem como sujeitos, a se educarem, a serem pessoas dignas, justas, cultas.” O termo destacado tem como sinônimo:
 

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2075819 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
TEXTO 04
Leitura e escola

As situações de ensino, no formato oficinas de leitura, círculos literários, projetos de narrativas de ficção, sequências didáticas com diferentes gêneros na escola, dentre outras atividades, permitem, ou deveriam permitir a comunicação, o estar com o outro, a interlocução, a dialogia da leitura (Bakhtin, 1995 e 2003), o fazer-ser leitor em seus modos de ler, conhecendo seus princípios e operações ao/para ler variados escritos. O que representa um modo de sair de seu cotidiano e retornar a ele mais enriquecido, pois pleno de possibilidades de um ensino desenvolvente, que permita a humanização do indivíduo (Davidov, 1986; Libâneo, 2004).
Para Davidov (1986), crianças e jovens vão à escola para aprender a cultura e internalizar os meios cognitivos de compreender o mundo e transformá-lo. Para isso, é necessário pensar - estimular a capacidade de raciocínio e julgamento, melhorar a capacidade reflexiva. Nessa direção, Libâneo (2004) aponta que a "didática", hoje, precisa comprometer-se com a qualidade cognitiva das aprendizagens e esta, por sua vez, está associada à aprendizagem do pensar. Cabe-lhe investigar como se pode ajudar os alunos a se constituírem como sujeitos pensantes, capazes de pensar e lidar com conceitos, argumentar, resolver problemas, para se defrontarem com dilemas e dificuldades da vida prática. A razão pedagógica está também, associada, inerentemente, ao valor, a um valor intrínseco, que é a formação humana, visando ajudar os outros a se constituírem como sujeitos, a se educarem, a serem pessoas dignas, justas, cultas.
Para adequar-se às necessidades contemporâneas relacionadas com as formas de aprendizagem, a "didática" precisa fortalecer a investigação sobre o papel mediador do professor na preparação dos alunos para o pensar - problematiza Libâneo (2004). Mais precisamente: será fundamental entender que o conhecimento supõe o desenvolvimento do pensamento e que desenvolver o pensamento supõe metodologia e procedimentos sistemáticos do pensar. Para essa empreitada, a teoria do ensino desenvolvente é oportuna. Nesse caso, a questão está em como o ensino pode impulsionar o desenvolvimento das capacidades cognitivas mediante a formação de conceitos teóricos. Ou, em outras palavras, o que fazer para estimular as capacidades investigadoras dos alunos ajudando-os a desenvolver habilidades mentais (Libâneo, 2004, p.1-4).
Assim, falamos do sujeito aprendiz na constituição de si mesmo, como agente de sua personalidade, já na relação com as diversas conquistas humanas, no processo de confrontação com as obras de arte (Snyders, 1993) - em nossa delimitação de estudo, o tornar-se membro efetivo de uma comunidade de leitores em vista de uma "cultura em si, para uma cultura para si", de uma "literatura em si para uma literatura para si", de um "leitor em si' para um leitor para si" (...)

GIROTTO, CGGS., SOUZA, RJ., and DAVIS, CL. Metodologias de ensino – Educação literária e o ensino da leitura: a abordagem das estratégias de leitura na formação de professores e crianças. In: DAVID, CM., et al., orgs. Desafios contemporâneos da educação [online]. São Paulo: Editora UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015. Desafios contemporâneos collection, pp. 277-308.
Observe o trecho a seguir (extraído e adaptado do Texto 04):
“Para Davidov, crianças e jovens vão à escola para aprender a cultura e internalizar os meios cognitivos de compreender o mundo e transformálo. Para isso, é necessário pensar - estimular a capacidade de raciocínio e julgamento, melhorar a capacidade reflexiva. Nessa direção, Libâneo aponta que a "didática", hoje, precisa comprometer-se com a qualidade cognitiva das aprendizagens e esta, por sua vez, está associada à aprendizagem do pensar. Cabe-lhe investigar como se pode ajudar os alunos a se constituírem como sujeitos pensantes, capazes de pensar e lidar com conceitos, argumentar, resolver problemas, para se defrontarem com dilemas e dificuldades da vida prática. A razão pedagógica está também, associada, inerentemente, ao valor, a um valor intrínseco, que é a formação humana, visando ajudar os outros a se constituírem como sujeitos, a se educarem, a serem pessoas dignas, justas, cultas.”
Sabe-se que, em língua portuguesa, há expressões que funcionam como elementos de conexão (coesão), além de contribuírem para a construção de sentido no texto. Nesse sentido, as palavras em destaque contribuem para dar os seguintes sentidos, respectivamente:
 

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2075650 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
Provas:
TEXTO 04

enunciado 1286662-1
https://www.google.com/search?q=tirinhas+sobre+p reconceito+lingu%C3%ADstico&tbm=isch&source=i u&ictx=1&fir=9UBmcHWJiNhvYM%252C2eB3iB4fK 5ya6M%252C_&vet=1&usg=AI4_-kQvDXu1xWr3p2 YnyqbkLAjiiqVI0A&sa=X&ved=2ahUKEwjg0P6i-KD wAhWkB9QKHZlCC90Q9QF6BAgREAE&biw=1242 &bih=597#imgrc=yhyy3symHHKpFM.
Acesso em 28/4/2021.
O efeito de humor nesse Texto 04 é produzido, entre outros aspectos, pelo uso repetitivo da palavra “tipo”. No plano coesivo, isso se chama:
 

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2075649 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
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TEXTO 03

enunciado 1286648-1
Na parte escrita do Texto 03 (AVISO: proibida a entrada de pessoas não autorizadas), percebe-se:
 

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2075648 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
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TEXTO 05 - PARA A QUESTÃO

enunciado 1286646-1

https://www.google.com/search?q=tirinhas+sobre+p reconceito+lingu%C3%ADstico&tbm=isch&source=i u&ictx=1&fir=9UBmcHWJiNhvYM%252C2eB3iB4fK 5ya6M%252C_&vet=1&usg=AI4_-kQvDXu1xWr3p2 YnyqbkLAjiiqVI0A&sa=X&ved=2ahUKEwjg0P6i-KD wAhWkB9QKHZlCC90Q9QF6BAgREAE&biw=1242 &bih=597#imgrc=yhyy3symHHKpFM. Acesso em 28/4/2021.

O efeito de humor nesse Texto 05 é produzido, entre outros aspectos, pelo uso repetitivo da palavra “tipo”. No plano coesivo, isso se chama:
 

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2075647 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
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TEXTO 07 - PARA A QUESTÃO

enunciado 1286643-1
https://www.google.com/search?q=gosto+de%2C+ mas&tbm=isch&ved=2ahUKEwj3saX_i6HwAhXhBrk GHSf_CQ8Q2-cCegQIABAA&oq=gosto+de%2C+m as&gs_lcp=CgNpbWcQAzIGCAAQCBAeMgYIABAI EB4yBggAEAgQHjIGCAAQCBAeMgYIABAIEB4yBg gAEAgQHjIGCAAQCBAeMgYIABAIEB4yBggAEAg QHjIGCAAQCBAeOggIABCxAxCDAToFCAAQsQM 6AggAOgQIABAYOgQIABBDOgcIABCxAxBDOgYI ABAFEB5Q96qDAVip94QBYJT-hAFoJnAAeACAA agCiAHmcpIBBDItNjWYAQCgAQGqAQtnd3Mtd2l6L WltZ7ABAMABAQ&sclient=img&ei=n2mJYLfmC-G N5OUPp_6neA&bih=597&biw=1242#imgrc=QgHpf D9HmuwP1M. Acesso em 28/4/2021.
É exemplo de operador argumentativo a seguinte palavra usada nesse texto:
 

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2075639 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
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TEXTO 01 - PARA A QUESTÃO
BBB mostra insensibilidade com início festivo e sem menção a Paulo Gustavo
A Globo teve o dia inteiro para pensar como noticiaria a morte de Paulo Gustavo caso ela ocorresse antes do início da final do "BBB 21". Desde o "Jornal Nacional", pelo menos, já se sabia que quadro do ator era irreversível (sic). A confirmação da morte ocorreu cerca de 30 minutos antes do início do programa - e foi feita numa entrada jornalística no intervalo de "Império", sem o uso sequer da famigerada vinheta do Plantão da Globo. A direção do "BBB" fez a pior opção. Ignorou o assunto na abertura. Tiago Leifert entrou em cena em clima de festa, num tom totalmente inadequado para a situação. Insensível, para dizer o mínimo.
Mauricio Stycer. https://www.uol.com.br/splash/colu nas/mauricio-stycer/2021/05/05/bbb-mostra-insensi bilidade-com-inicio-festivo-e-sem-mencao-a-paulogustavo.htm?cmpid. Acesso em 5/4/2021.
Na interpretação do Texto 01, pode-se afirmar que:
 

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