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- EscritórioMicrosoft OfficeWordVersões do WordWord 2016 e 365Microsoft Word 2016
- EscritórioMicrosoft OfficeWordInterface Gráfica do WordGuias do Word
No MS- Word 2016, ao clicar no menu “Inserir” são exibidas várias ferramentas para os usuários. O símbolo abaixo se refere a qual dessas ferramentas:
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- Sistemas OperacionaisWindowsVersões do WindowsWindows 7
- Sistemas OperacionaisWindowsVersões do WindowsWindows 8
- Sistemas OperacionaisWindowsFuncionalidades do WindowsTeclas de Atalhos do Windows
No MS-Windows 7 e 10, a combinação de teclas Ctrl + Shift +Esc está associada à abertura do:
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- EscritórioMicrosoft OfficeExcelVersões do ExcelExcel 2016
- EscritórioMicrosoft OfficeExcelFórmulas e Funções do Excel
Pode-se afirmar que a função pré-definida do MS-Excel 2016, versão português, denominada SEGUNDO pertence à categoria:
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- EscritórioMicrosoft OfficeExcelVersões do ExcelExcel 2016
- EscritórioMicrosoft OfficeExcelFórmulas e Funções do Excel
O MS-Excel 2016 fornece diversas funções pré-definidas para ajudar na elaboração de uma planilha. Assinale a alternativa que apresenta uma função pertencente à categoria TEXTO, na versão em Português:
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Brio das estrelas
Quanto mais escuro o céu, maior a possibilidade de se ouvir estrelas. Ora, direis... Quantas vezes não conseguimos ver uma saída para os desafios da vida. Aos nossos olhos parece impossível. Mas talvez não aos nossos ouvidos.
Ainda que o momento seja engolido pela escuridão do desespero, adentrando-se, cada vez mais, à treva da melancolia, há um insólito tinir que aguarda o ouvido atento. Quando estamos cabisbaixos, olhando só para o fundo do poço, talvez não escutemos o que retine no imo do escuro e tenebroso. Assim nos tornamos escravos do abismo e nos afundamos em nós mesmos.
Todavia, somente a ousadia e o querer mudar nos permitirá olhar para cima e escutar a imensidão de estrelas que aguardam nossa atenção. E é nesse escuro que devemos fixar a mente para percebermos a sinfonia de possibilidades que ecoam. Basta armar-se da intrepidez e novamente crer no céu. Nenhuma nebulosidade será suficiente para demover quem percebe o brilho mais intenso: aquele que refulge no silêncio de nós mesmos.
E o brio de novas estrelas se fará ouvir, engendrando noites mais serenas, trevas mais sonoras. Então perceberemos que todo dia precisa de uma noite e que toda noite tem estrelas, mesmo que não as enxerguemos, à espera apenas da vontade para apreciá-las.
(MENDONÇA, Tulius – Livro Entreatos – Páginas Editora – p.33)
“Então perceberemos que todo dia precisa de uma noite e que toda noite tem estrelas, mesmo que não as enxerguemos, à espera apenas da vontade para apreciá-las.” Em relação à palavra destacada, o acento indicador de crase, pode-se afirmar:
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- MorfologiaVerbosCorrelação Verbal
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de TempoEmprego dos Tempos Verbais
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de TempoTempos Compostos
Brio das estrelas
Quanto mais escuro o céu, maior a possibilidade de se ouvir estrelas. Ora, direis... Quantas vezes não conseguimos ver uma saída para os desafios da vida. Aos nossos olhos parece impossível. Mas talvez não aos nossos ouvidos.
Ainda que o momento seja engolido pela escuridão do desespero, adentrando-se, cada vez mais, à treva da melancolia, há um insólito tinir que aguarda o ouvido atento. Quando estamos cabisbaixos, olhando só para o fundo do poço, talvez não escutemos o que retine no imo do escuro e tenebroso. Assim nos tornamos escravos do abismo e nos afundamos em nós mesmos.
Todavia, somente a ousadia e o querer mudar nos permitirá olhar para cima e escutar a imensidão de estrelas que aguardam nossa atenção. E é nesse escuro que devemos fixar a mente para percebermos a sinfonia de possibilidades que ecoam. Basta armar-se da intrepidez e novamente crer no céu. Nenhuma nebulosidade será suficiente para demover quem percebe o brilho mais intenso: aquele que refulge no silêncio de nós mesmos.
E o brio de novas estrelas se fará ouvir, engendrando noites mais serenas, trevas mais sonoras. Então perceberemos que todo dia precisa de uma noite e que toda noite tem estrelas, mesmo que não as enxerguemos, à espera apenas da vontade para apreciá-las.
(MENDONÇA, Tulius – Livro Entreatos – Páginas Editora – p.33)
“E o brio de novas estrelas se fará ouvir, engendrando noites mais serenas, trevas mais sonoras”. Levando em consideração o verbo destacado, é CORRETO afirmar:
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- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemEufemismo
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemHipérbole
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemMetáfora
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemProsopopeia/Personificação
Brio das estrelas
Quanto mais escuro o céu, maior a possibilidade de se ouvir estrelas. Ora, direis... Quantas vezes não conseguimos ver uma saída para os desafios da vida. Aos nossos olhos parece impossível. Mas talvez não aos nossos ouvidos.
Ainda que o momento seja engolido pela escuridão do desespero, adentrando-se, cada vez mais, à treva da melancolia, há um insólito tinir que aguarda o ouvido atento. Quando estamos cabisbaixos, olhando só para o fundo do poço, talvez não escutemos o que retine no imo do escuro e tenebroso. Assim nos tornamos escravos do abismo e nos afundamos em nós mesmos.
Todavia, somente a ousadia e o querer mudar nos permitirá olhar para cima e escutar a imensidão de estrelas que aguardam nossa atenção. E é nesse escuro que devemos fixar a mente para percebermos a sinfonia de possibilidades que ecoam. Basta armar-se da intrepidez e novamente crer no céu. Nenhuma nebulosidade será suficiente para demover quem percebe o brilho mais intenso: aquele que refulge no silêncio de nós mesmos.
E o brio de novas estrelas se fará ouvir, engendrando noites mais serenas, trevas mais sonoras. Então perceberemos que todo dia precisa de uma noite e que toda noite tem estrelas, mesmo que não as enxerguemos, à espera apenas da vontade para apreciá-las.
(MENDONÇA, Tulius – Livro Entreatos – Páginas Editora – p.33)
“Nenhuma nebulosidade será suficiente para demover quem percebe o brilho mais intenso: aquele que refulge no silêncio de nós mesmos.” As palavras destacadas, estilisticamente são:
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- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
- MorfologiaPronomesPronomes Possessivos
Brio das estrelas
Quanto mais escuro o céu, maior a possibilidade de se ouvir estrelas. Ora, direis... Quantas vezes não conseguimos ver uma saída para os desafios da vida. Aos nossos olhos parece impossível. Mas talvez não aos nossos ouvidos.
Ainda que o momento seja engolido pela escuridão do desespero, adentrando-se, cada vez mais, à treva da melancolia, há um insólito tinir que aguarda o ouvido atento. Quando estamos cabisbaixos, olhando só para o fundo do poço, talvez não escutemos o que retine no imo do escuro e tenebroso. Assim nos tornamos escravos do abismo e nos afundamos em nós mesmos.
Todavia, somente a ousadia e o querer mudar nos permitirá olhar para cima e escutar a imensidão de estrelas que aguardam nossa atenção. E é nesse escuro que devemos fixar a mente para percebermos a sinfonia de possibilidades que ecoam. Basta armar-se da intrepidez e novamente crer no céu. Nenhuma nebulosidade será suficiente para demover quem percebe o brilho mais intenso: aquele que refulge no silêncio de nós mesmos.
E o brio de novas estrelas se fará ouvir, engendrando noites mais serenas, trevas mais sonoras. Então perceberemos que todo dia precisa de uma noite e que toda noite tem estrelas, mesmo que não as enxerguemos, à espera apenas da vontade para apreciá-las.
(MENDONÇA, Tulius – Livro Entreatos – Páginas Editora – p.33)
“Todavia, somente a ousadia e o querer mudar nos permitirá olhar para cima e escutar a imensidão de estrelas que aguardam nossa atenção.” As palavras destacadas são respectivamente:
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Brio das estrelas
Quanto mais escuro o céu, maior a possibilidade de se ouvir estrelas. Ora, direis... Quantas vezes não conseguimos ver uma saída para os desafios da vida. Aos nossos olhos parece impossível. Mas talvez não aos nossos ouvidos.
Ainda que o momento seja engolido pela escuridão do desespero, adentrando-se, cada vez mais, à treva da melancolia, há um insólito tinir que aguarda o ouvido atento. Quando estamos cabisbaixos, olhando só para o fundo do poço, talvez não escutemos o que retine no imo do escuro e tenebroso. Assim nos tornamos escravos do abismo e nos afundamos em nós mesmos.
Todavia, somente a ousadia e o querer mudar nos permitirá olhar para cima e escutar a imensidão de estrelas que aguardam nossa atenção. E é nesse escuro que devemos fixar a mente para percebermos a sinfonia de possibilidades que ecoam. Basta armar-se da intrepidez e novamente crer no céu. Nenhuma nebulosidade será suficiente para demover quem percebe o brilho mais intenso: aquele que refulge no silêncio de nós mesmos.
E o brio de novas estrelas se fará ouvir, engendrando noites mais serenas, trevas mais sonoras. Então perceberemos que todo dia precisa de uma noite e que toda noite tem estrelas, mesmo que não as enxerguemos, à espera apenas da vontade para apreciá-las.
(MENDONÇA, Tulius – Livro Entreatos – Páginas Editora – p.33)
“Todavia, somente a ousadia e o querer mudar nos permitirá olhar para cima e escutar a imensidão de estrelas que aguardam nossa atenção.” Os termos destacados exprimem, respectivamente, funções:
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- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções CoordenativasConjunções coordenativas adversativas
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoEquivalência
Brio das estrelas
Quanto mais escuro o céu, maior a possibilidade de se ouvir estrelas. Ora, direis... Quantas vezes não conseguimos ver uma saída para os desafios da vida. Aos nossos olhos parece impossível. Mas talvez não aos nossos ouvidos.
Ainda que o momento seja engolido pela escuridão do desespero, adentrando-se, cada vez mais, à treva da melancolia, há um insólito tinir que aguarda o ouvido atento. Quando estamos cabisbaixos, olhando só para o fundo do poço, talvez não escutemos o que retine no imo do escuro e tenebroso. Assim nos tornamos escravos do abismo e nos afundamos em nós mesmos.
Todavia, somente a ousadia e o querer mudar nos permitirá olhar para cima e escutar a imensidão de estrelas que aguardam nossa atenção. E é nesse escuro que devemos fixar a mente para percebermos a sinfonia de possibilidades que ecoam. Basta armar-se da intrepidez e novamente crer no céu. Nenhuma nebulosidade será suficiente para demover quem percebe o brilho mais intenso: aquele que refulge no silêncio de nós mesmos.
E o brio de novas estrelas se fará ouvir, engendrando noites mais serenas, trevas mais sonoras. Então perceberemos que todo dia precisa de uma noite e que toda noite tem estrelas, mesmo que não as enxerguemos, à espera apenas da vontade para apreciá-las.
(MENDONÇA, Tulius – Livro Entreatos – Páginas Editora – p.33)
“Todavia, somente a ousadia e o querer mudar nos permitirá olhar para cima e escutar a imensidão de estrelas que aguardam nossa atenção.” A palavra destacada pode ser substituída sem prejuízo de sentido por:
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