Foram encontradas 50 questões.
O Paço Municipal deve ser pintado. Para isso, estima-se que gastaria 12 dias se fossem utilizados 8 servidores da área de manutenção predial. Se forem utilizados dois servidores a menos, mas todos com a mesma eficácia citada, em quantos dias a obra ficaria pronta?
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O número de pessoas atendidas em uma clínica municipal de ortodontia em quatro dias seguidos foi: 4, 6, x e 12. Se esses números formam, nessa ordem, uma proporção, é correto afirmar que o valor de x é
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Ao dividir o número de servidores homens pelo número de mulheres de determinada repartição da prefeitura, obtemos o número 0,777777..., que pode ser transformado em uma fração irredutível do tipo !$ \dfrac{a}{b} !$. Qual alternativa indica o valor de a + b?
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Em um terreno da Prefeitura de Pinhais, será construída uma creche. Esse terreno tem a forma de um triângulo cujos lados medem 6, 8 e 10 metros. Qual é a área, em metros quadrados, desse terreno?
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Em uma escola municipal de Pinhais, trabalham x servidores. Essa escola funciona em dois turnos. 36 servidores trabalham no período matutino, 42 servidores trabalham no período vespertino e 22 servidores trabalham nos dois turnos. Qual é o número x de servidores que trabalham nessa escola municipal?
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Em uma pesquisa recente, foi constatado que o número de famílias atendidas por certo programa assistencialista do município era 624. No mês de julho, a razão entre o número de famílias que não receberam a visita de um agente municipal e o número de famílias que receberam a visita de um agente municipal era de !$ \dfrac{1}{5} !$. Quantas famílias ainda não receberam a visita de um agente municipal de assistência social nesse mês?
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Entre os servidores municipais de Pinhais, foi realizada uma pesquisa para saber o nível de escolaridade. A pergunta feita a 120 servidores foi: “Você possui Ensino Médio completo?” e 75 responderam “sim”. Qual é a probabilidade de escolher um servidor ao acaso e ele ter Ensino Médio completo, sabendo que participou da mencionada pesquisa?
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A AMIZADE É UMA REVOLUÇÃO SILENCIOSA
Thays Pretti
Na nossa sociedade, tendemos a valorizar mais as interações românticas e os laços sanguíneos do que as relações de amizade. Colocamos muita expectativa naquelas relações e, talvez por isso, elas por vezes nos frustram. Além disso, com a idealização, também acabamos tolerando coisas que não deveriam ser toleradas. Vale lembrar, nesse sentido, que a maioria das violências contra a mulher e a criança, por exemplo, ocorrem dentro desses dois espaços – o das interações românticas e o familiar.
No caso das amizades, se, por um lado, nós nem sempre as valorizamos o suficiente por supervalorizarmos esses outros tipos de relação, por outro, a amizade não é um espaço em que aceitamos tão facilmente a presença da violência (de qualquer tipo). Uma “mancada” de um amigo ou amiga – especialmente quando envolve traição ou violência – pode ser muito mais difícil de perdoar do que a de um interesse romântico, por exemplo.
Tenho conversado muito com minhas amigas sobre a importância das amizades e o quanto é fundamental que essas relações sejam mais centrais na nossa vida. A ideia de que “os amigos são a família que escolhemos” faz cada vez mais sentido para mim, até porque, mesmo quando temos muito afeto pela nossa família de sangue, os laços com os amigos se dão a partir de um nível mais sutil de identificação. É uma conexão afetiva, intelectual e – por que não dizer? – espiritual. A ligação com os amigos é uma ligação que envolve decisão, ação ativa. A relação consanguínea acontece à nossa revelia: não é uma busca, ela existe fora do nosso espaço de escolha.
Não quero dizer com isso que as relações familiares não podem ser sinceras e profundas. Frequentemente, elas também carregam muita identificação e afeto, o que é lindo. Mas nem sempre é assim, e é importante normalizar que podemos não nos dar tão bem com nossa família como nos damos com nosso círculo de amigos – e tudo bem. Partir desse princípio também nos ajuda a evitar dores e traumas nascidos dessa idealização da relação familiar.
Valorizar as amizades é valorizar esse ninho, esse abrigo que fazemos uns para os outros de modo tão despretensioso e livre. E, repito: a amizade é uma revolução silenciosa. Muito do que eu sou hoje vem das minhas interações, do meu aprendizado amoroso com os amigos e amigas que passaram e, principalmente, os que permaneceram.
Adaptado de: https://www.dicasdemulher.com.br/colunistas/aamizade-e-uma-revolucao-silenciosa/. Acesso em 3 jun. 2022.
Em “Tenho conversado muito com minhas amigas [...]”, a locução verbal expressa uma ação que
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A AMIZADE É UMA REVOLUÇÃO SILENCIOSA
Thays Pretti
Na nossa sociedade, tendemos a valorizar mais as interações românticas e os laços sanguíneos do que as relações de amizade. Colocamos muita expectativa naquelas relações e, talvez por isso, elas por vezes nos frustram. Além disso, com a idealização, também acabamos tolerando coisas que não deveriam ser toleradas. Vale lembrar, nesse sentido, que a maioria das violências contra a mulher e a criança, por exemplo, ocorrem dentro desses dois espaços – o das interações românticas e o familiar.
No caso das amizades, se, por um lado, nós nem sempre as valorizamos o suficiente por supervalorizarmos esses outros tipos de relação, por outro, a amizade não é um espaço em que aceitamos tão facilmente a presença da violência (de qualquer tipo). Uma “mancada” de um amigo ou amiga – especialmente quando envolve traição ou violência – pode ser muito mais difícil de perdoar do que a de um interesse romântico, por exemplo.
Tenho conversado muito com minhas amigas sobre a importância das amizades e o quanto é fundamental que essas relações sejam mais centrais na nossa vida. A ideia de que “os amigos são a família que escolhemos” faz cada vez mais sentido para mim, até porque, mesmo quando temos muito afeto pela nossa família de sangue, os laços com os amigos se dão a partir de um nível mais sutil de identificação. É uma conexão afetiva, intelectual e – por que não dizer? – espiritual. A ligação com os amigos é uma ligação que envolve decisão, ação ativa. A relação consanguínea acontece à nossa revelia: não é uma busca, ela existe fora do nosso espaço de escolha.
Não quero dizer com isso que as relações familiares não podem ser sinceras e profundas. Frequentemente, elas também carregam muita identificação e afeto, o que é lindo. Mas nem sempre é assim, e é importante normalizar que podemos não nos dar tão bem com nossa família como nos damos com nosso círculo de amigos – e tudo bem. Partir desse princípio também nos ajuda a evitar dores e traumas nascidos dessa idealização da relação familiar.
Valorizar as amizades é valorizar esse ninho, esse abrigo que fazemos uns para os outros de modo tão despretensioso e livre. E, repito: a amizade é uma revolução silenciosa. Muito do que eu sou hoje vem das minhas interações, do meu aprendizado amoroso com os amigos e amigas que passaram e, principalmente, os que permaneceram.
Adaptado de: https://www.dicasdemulher.com.br/colunistas/aamizade-e-uma-revolucao-silenciosa/. Acesso em 3 jun. 2022.
Sobre o item destacado em “A relação consanguínea acontece à nossa revelia [...]”, assinale a alternativa correta.
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A AMIZADE É UMA REVOLUÇÃO SILENCIOSA
Thays Pretti
Na nossa sociedade, tendemos a valorizar mais as interações românticas e os laços sanguíneos do que as relações de amizade. Colocamos muita expectativa naquelas relações e, talvez por isso, elas por vezes nos frustram. Além disso, com a idealização, também acabamos tolerando coisas que não deveriam ser toleradas. Vale lembrar, nesse sentido, que a maioria das violências contra a mulher e a criança, por exemplo, ocorrem dentro desses dois espaços – o das interações românticas e o familiar.
No caso das amizades, se, por um lado, nós nem sempre as valorizamos o suficiente por supervalorizarmos esses outros tipos de relação, por outro, a amizade não é um espaço em que aceitamos tão facilmente a presença da violência (de qualquer tipo). Uma “mancada” de um amigo ou amiga – especialmente quando envolve traição ou violência – pode ser muito mais difícil de perdoar do que a de um interesse romântico, por exemplo.
Tenho conversado muito com minhas amigas sobre a importância das amizades e o quanto é fundamental que essas relações sejam mais centrais na nossa vida. A ideia de que “os amigos são a família que escolhemos” faz cada vez mais sentido para mim, até porque, mesmo quando temos muito afeto pela nossa família de sangue, os laços com os amigos se dão a partir de um nível mais sutil de identificação. É uma conexão afetiva, intelectual e – por que não dizer? – espiritual. A ligação com os amigos é uma ligação que envolve decisão, ação ativa. A relação consanguínea acontece à nossa revelia: não é uma busca, ela existe fora do nosso espaço de escolha.
Não quero dizer com isso que as relações familiares não podem ser sinceras e profundas. Frequentemente, elas também carregam muita identificação e afeto, o que é lindo. Mas nem sempre é assim, e é importante normalizar que podemos não nos dar tão bem com nossa família como nos damos com nosso círculo de amigos – e tudo bem. Partir desse princípio também nos ajuda a evitar dores e traumas nascidos dessa idealização da relação familiar.
Valorizar as amizades é valorizar esse ninho, esse abrigo que fazemos uns para os outros de modo tão despretensioso e livre. E, repito: a amizade é uma revolução silenciosa. Muito do que eu sou hoje vem das minhas interações, do meu aprendizado amoroso com os amigos e amigas que passaram e, principalmente, os que permaneceram.
Adaptado de: https://www.dicasdemulher.com.br/colunistas/aamizade-e-uma-revolucao-silenciosa/. Acesso em 3 jun. 2022.
Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal empregada no excerto “[...] a maioria das violências contra a mulher e a criança, por exemplo, ocorrem dentro desses dois espaços [...]”.
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