Foram encontradas 40 questões.
JCD, sexo masculino, 82 anos, portador de diabetes mellitus tipo 2, admitido no Hospital Municipal da
sua Cidade, com história de hiperemia conjuntival e irritação ocular há 7 dias, seguidos por exantema macular
pruriginoso difuso e hiporexia associada a odinofagia e
úlceras orais há 5 dias. Evoluiu durante a internação com
edema palpebral, lesões vesiculares em lábios e mucosa
oral, e lesões bolhosas cutâneas. Estas se iniciaram em
face, região escrotal e tórax progredindo para todo o corpo, com posterior desnudamento epidérmico.
O agente etiológico mais provável é:
O agente etiológico mais provável é:
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KLG, 23 anos, sexo feminino, ingeria ovo mole
diariamente pela manhã. Procurou assistência médica
queixando-se de febre de 39ºC, duas a três vezes ao dia,
sem outros sintomas. Ao exame físico, corada, hidratada, acianótica, anictérica, febril (temperatura axilar
39ºC) sem linfonodos palpáveis ou visceromegalias. Foi
feita a hipótese diagnóstica de sinusite com prescrição de
Amoxicilina + clavulanato via oral. Após 7 dias de evolução do quadro, retornou à UBS apresentando astenia e
persistência da febre mesmo em uso do antibiótico anteriormente prescrito sem nenhuma outra sintomatologia.
Optou-se pela suspensão do medicamento, internação e
investigação do quadro de Febre de origem indeterminada. Na internação, realizou-se rastreio infeccioso com
Hemograma completo e proteína C reativa-PCR, sorologia para Toxoplasmose, EVB, Rubéola, Citomegalovírus, vírus Herpes simples e Sífilis, raio X de tórax e face,
pesquisa anti-HCV, sorologia para sarampo, HIV 1 e 2
e VDRL, ultrassom abdominal, exame parasitológico
de fezes (EPF) e PPD. Foram encontrados os seguintes
resultados: ultrassom abdominal evidenciando hepatomegalia discreta de etiologia inespecífica; PPD e exame
parasitológico de fezes negativos; IgG e IgM para toxoplasmose reagentes; as demais sorologias e exames não
apresentaram alterações. O quadro febril se mantinha
após 13 dias de evolução clínica. A partir dos dados da
história da paciente KLG podemos concluir:
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A perfuração da epiderme por S. scabiei, assim
como os produtos resultantes do seu metabolismo, detritos (cascas dos ovos, ácaros adultos mortos) e a ação
da sua saliva, levam a um forte prurido e eritema/exantema (erupção cutânea), sendo frequente o aparecimento
de vesículas e pápulas muitas vezes acompanhadas de
placas eczematosas. Este prurido é manifestamente irritante à noite, devido ao facto do hospedeiro se encontrar coberto e, consequentemente, mais aquecido e após
banhos quentes (o incremento da temperatura auxilia a
deslocação do parasita na superfície cutânea).
Assinale entre as proposições abaixo sobre a doença referida no texto quais são consideradas corretas.
I. São evidencias de escabiose: erupção cutânea e distribuição generalizada de pápulas inflamadas como , também, na localização das lesões polimórficas simétricas com prurido, este com maior intensidade à noite e, ainda, na história clínica de contactos com outros doentes infestados.
II. Caso o prurido persista por 01 semana após o tratamento, principalmente se associado ao surgimento de novas lesões, considerar as seguintes possibilidades: irritação da pele pelo uso da permetrina, falha terapêutica, reinfestação ou diagnóstico alternativo
III. Os pacientes podem retornar para a escola/trabalho na semana seguinte ao termino do tratamento. Nos raros casos de escabiose crostosa, é necessário um período mais prolongado de afastamento, aproximadamente 04 semanas
IV. Entre os cuidados ambientais para evitar reinfestação e contribuir para pleno sucesso terapêutico o paciente deve cortar as unhas das mãos, a fim de reduzir a quantidade de ácaros que se acumulam nesse local.
V. Caso a lavagem com àgua quente (55° a 60°) das roupas do paciente e roupas de cama por pelo menos 20 minutos não seja possível: deixar os itens em sacos plásticos fechados por pelo menos 30 dias (estendendo-se esse período para 70 dias em casos de escabiose).
Assinale entre as proposições abaixo sobre a doença referida no texto quais são consideradas corretas.
I. São evidencias de escabiose: erupção cutânea e distribuição generalizada de pápulas inflamadas como , também, na localização das lesões polimórficas simétricas com prurido, este com maior intensidade à noite e, ainda, na história clínica de contactos com outros doentes infestados.
II. Caso o prurido persista por 01 semana após o tratamento, principalmente se associado ao surgimento de novas lesões, considerar as seguintes possibilidades: irritação da pele pelo uso da permetrina, falha terapêutica, reinfestação ou diagnóstico alternativo
III. Os pacientes podem retornar para a escola/trabalho na semana seguinte ao termino do tratamento. Nos raros casos de escabiose crostosa, é necessário um período mais prolongado de afastamento, aproximadamente 04 semanas
IV. Entre os cuidados ambientais para evitar reinfestação e contribuir para pleno sucesso terapêutico o paciente deve cortar as unhas das mãos, a fim de reduzir a quantidade de ácaros que se acumulam nesse local.
V. Caso a lavagem com àgua quente (55° a 60°) das roupas do paciente e roupas de cama por pelo menos 20 minutos não seja possível: deixar os itens em sacos plásticos fechados por pelo menos 30 dias (estendendo-se esse período para 70 dias em casos de escabiose).
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Assinale entre as alternativas abaixo aquela que só
contem situações que requerem notificação compulsória
para a Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Estadual de saúde e Ministério da Saúde simultaneamente.
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O diagnóstico etiológico da doença de Chagas no
Brasil deve ser realizado em todos os casos suspeitos,
tanto na fase aguda quanto na fase crônica. Para tanto, é
fundamental integrar evidências epidemiológicas, clínicas e laboratoriais, a fim de se aumentar o grau de predição e a acurácia do diagnóstico. Assinale “V” quando
verdadeiro e “F” quando falso no auxilio diagnostico do
laboratório na fase crônica da doença.
( ) Devido à parasitemia subpatente na fase crônica da doença de Chagas, os métodos parasitológicos de enriquecimento/multiplicação, hemocultura e xenodiagnóstico apresentam comprovadamente baixa sensibilidade, o que implica a ausência de valor diagnóstico quando o resultado for negativo.
( ) Na fase crônica, o diagnóstico é essencialmente sorológico, e deve ser realizado utilizando-se um teste com elevada sensibilidade em conjunto com outro de alta especificidade.
( ) Considera-se indivíduo infectado na fase crônica aquele que apresenta anticorpos anti-T. cruzi da classe IgG detectados por meio de dois testes sorológicos com princípios/métodos distintos ou que possuam diferentes preparações antigênicas.
( ) Na fase crônica o diagnóstico diferencial com outras doenças (por exemplo, leishmaniose visceral, hanseníase na forma clínica virchowiana, doenças autoimunes, entre outras) deve ser considerado.
( ) Na fase crônica, o número de parasitos no sangue periférico é elevado. Recomenda-se que, diante de um caso suspeito de doença de Chagas na fase crônica, sejam utilizados diferentes métodos de exames parasitológicos diretos, para leitura imediata e repetida, com a finalidade de esclarecimento diagnóstico.
( ) A reação de Guerreiro e Machado (ou fixação de complemento) para doença de Chagas não atende aos padrões exigidos atualmente, além de não estar disponível no mercado, não sendo, portanto, indicada.
( ) Devido à parasitemia subpatente na fase crônica da doença de Chagas, os métodos parasitológicos de enriquecimento/multiplicação, hemocultura e xenodiagnóstico apresentam comprovadamente baixa sensibilidade, o que implica a ausência de valor diagnóstico quando o resultado for negativo.
( ) Na fase crônica, o diagnóstico é essencialmente sorológico, e deve ser realizado utilizando-se um teste com elevada sensibilidade em conjunto com outro de alta especificidade.
( ) Considera-se indivíduo infectado na fase crônica aquele que apresenta anticorpos anti-T. cruzi da classe IgG detectados por meio de dois testes sorológicos com princípios/métodos distintos ou que possuam diferentes preparações antigênicas.
( ) Na fase crônica o diagnóstico diferencial com outras doenças (por exemplo, leishmaniose visceral, hanseníase na forma clínica virchowiana, doenças autoimunes, entre outras) deve ser considerado.
( ) Na fase crônica, o número de parasitos no sangue periférico é elevado. Recomenda-se que, diante de um caso suspeito de doença de Chagas na fase crônica, sejam utilizados diferentes métodos de exames parasitológicos diretos, para leitura imediata e repetida, com a finalidade de esclarecimento diagnóstico.
( ) A reação de Guerreiro e Machado (ou fixação de complemento) para doença de Chagas não atende aos padrões exigidos atualmente, além de não estar disponível no mercado, não sendo, portanto, indicada.
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CCM, 50 anos, procura serviço de emergência
com cefaleia, febre, vômitos e dificuldade de mover o
pescoço há um dia. Antecedente patológico: iniciou
tratamento para otite media a dois dias. Antecedentes
pessoais: DM2 desde os 40 anos com controle irregular.
Exame físico: regular estado geral, eupneico; T 38,8°C;
PA 145x95 mmHg; FC 100 bpm. Exame segmentar normal, rigidez de nuca presente. Exames laboratoriais:
hemoglobina 13 g/dL; leucócitos 15.600/mm3
(12% bastões, 82% segmentados). Liquor: leucócitos: 1.454/mm3
(88% neutrófilos), proteína 140 mg/dL; glicose 64mg/
dL para glicemia de 220 mg/dL. Bacterioscopia: presença de diplococos gram positivos. Como deve ser conduzido o tratamento de CCM?
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MAP, sexo feminino, 38 anos de idade, com queixa de letargia, intolerância ao frio, constipação, pele seca
e aumento de peso. Ao exame apresenta reflexos lentos e
bócio discreto. Qual o primeiro exame que deveria ser
solicitado neste caso?
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JJS, homem, 74 anos, com diabetes mellitus tipo 2
e hipertensão arterial sistêmica há 18 anos com acometimento coronariano multiarterial e indicação de revascularização miocárdica. Faz uso regular de metformina
2.000 mg/dia, gliclazida 120 mg/dia, enalapril 10 mg de
12/12 horas, sinvastatina 80 mg/dia, e hidroclorotiazida 50 mg/dia. Apresenta taxa de filtração glomerular
(CKD-EPI) de 55 mL/min/1,73m2
, HbA1c 9,1% (método
HPLC -cromatografia líquida de alta performance). Sobre o tratamento do diabetes mellitus tipo 2, assinale a
afirmativa correta.
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BGT, sexo feminino, eurocaucasiana, 24 anos,
procedente e residente em Goiânia, procura o pronto
atendimento localizado em seu bairro com quando de
febre (39 °C ), prostração, anorexia , cefaleia holocraniana , artralgia e erupção eritematosa mosqueada de face,
pescoço e tórax observados logo antes do início da febre;
vômitos persistentes e dor abdominal intensa. Ao exame
físico observamos: fígado a 3 cm do rebordo costal direito doloroso à palpação. Considerando a hipótese diagnóstica de dengue, qual a melhor conduta?
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DER, 16 anos, sexo feminino, apresenta alopecia
não cicatricial, úlcera oral diagnosticada pelo médico e
artrite metacarpo falangeana no terceiro dedo da mão
esquerda. Não faz uso de medicações regularmente. Alimentação quantitativamente e qualitativamente adequada. No hemograma apresentava anemia normocítica normocrômica sem anisocitose, leucócitos dentro do limite
de normalidade. EAS dentro do limite de normalidade.
IFI Hep-2(FAN) negativo. C3 = 80 (VR 90 – 180 mg/dL),
teste de Coombs direto positivo.
Esse relato clinico laboratorial sugere que:
Esse relato clinico laboratorial sugere que:
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