Foram encontradas 50 questões.
Para participar de um treinamento funcional, 24 funcionários do departamento A, 32 do departamento B e 48 do departamento C devem formar equipes. Pretende-se que cada equipe tenha somente funcionários de um mesmo departamento, e que todas as equipes tenham o mesmo número de pessoas, de modo que o número de equipes formadas seja o menor possível e não reste nenhum funcionário fora de uma equipe.
Nessas condições, o número total de equipes formadas para esse treinamento será igual a
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Um painel retangular ABCD foi dividido em duas regiões retangulares, R1 e R2, conforme mostra a figura, com dimensões indicadas em centímetros.

Sabendo-se que a área de R2 é 16 200 cm2, que corresponde a !$ \dfrac {3} {4} !$ da área do painel ABCD, é correto afirmar que o perímetro da região R2 é igual a
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Do valor total pago por uma geladeira, sabe-se que Andreia contribuiu com !$ \dfrac {2} {5} !$, que Letícia contribuiu com !$ \dfrac {1} {3} !$ e que Carol contribuiu com o valor restante.
Sabendo-se que Carol contribuiu com R$ 960,00, conclui-se que a contribuição de Andreia foi de
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A tabela mostra a distribuição percentual, por tipo de propulsão do motor, do número total de veículos vendidos por uma concessionária em certo período.
| Propulsão | Participação |
| Combustão | 97,0% |
| Híbrido | 2,3% |
| Elétrico | 0,7% |
Sabendo-se que foram vendidos 46 veículos de propulsão híbrida, é correto afirmar, de acordo com os dados da tabela, que o número de veículos totalmente elétricos vendidos por essa concessionária nesse período foi igual a
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Sabe-se que a Estação Sé do Metrô de São Paulo tem x escadas fixas e 2x + 10 escadas rolantes. Se a razão entre o número de escadas fixas e o número de escadas rolantes é igual a !$ \dfrac {7} {19} !$, então o número total de escadas (fixas mais rolantes) da Estação Sé do Metrô é igual a
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O rei da boca-livre
– Preste atenção naquele homem.
Tinha pouco mais de 50 anos, altura mediana, atitudes discretas e trajes bem passadinhos. Tipo de pessoa que, mesmo com um guarda-roupa reduzido, não faz feio em reuniões sociais. O referido comia delicadamente um bolinho.
Na direita segurava um copo de uísque.
– Quem é a figura?
– O maior frequentador de coquetéis da cidade. Já investiguei. Ninguém sabe o nome.
– Ora, quem manda os convites deve saber.
– Nunca foi convidado. Lê a notícia dos coquetéis nos jornais. E numa noite de autógrafos ou vernissage*, quem vai barrar a entrada de prováveis compradores?
Estávamos na Livraria Teixeira. O homem de identidade misteriosa armazenara outro uísque numa estante. Colocado num lugar em que o garçom teria obrigatoriamente de passar, abastecia-se também de salgadinhos. Não bebia nem comia afobadamente, portando-se como um verdadeiro cavalheiro.
Não comprou o livro de lançamento, mas o vi cumprimentar o autor à distância revelando infinita admiração.
Semanas depois vou a uma exposição de pinturas e quem estava lá, observando as obras de arte? Ele, claro. O interesse artístico não o impedia de beber uísque e comer deliciosos pasteizinhos.
Desta vez, a bela festinha era em minha homenagem.
Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. Recebi um objeto pequeno como troféu e um cheque ainda menor. Em compensação, quiseram que eu, diante do fotógrafo, erguesse vitorioso uma taça de champagne.
Pose exibicionista demais. Preferível brindando simplesmente com alguém. Qualquer um. Vamos lá? Vamos.
Tintim. Choque espumante de duas taças. O primeiro tim foi meu. O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! Com um sorriso e uma taça, aproximara-se:
– Não comprei seu livro porque, imagine, recebi dois de presente.
(Marcos Rey. O coração roubado. Global. Adaptado)
* vernissage: inauguração de uma exposição de arte
Assinale a alternativa que, em conformidade com o sentido do texto e com a correta relação entre os tempos verbais, completa o trecho a seguir:
Decidiu-se que
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O rei da boca-livre
– Preste atenção naquele homem.
Tinha pouco mais de 50 anos, altura mediana, atitudes discretas e trajes bem passadinhos. Tipo de pessoa que, mesmo com um guarda-roupa reduzido, não faz feio em reuniões sociais. O referido comia delicadamente um bolinho.
Na direita segurava um copo de uísque.
– Quem é a figura?
– O maior frequentador de coquetéis da cidade. Já investiguei. Ninguém sabe o nome.
– Ora, quem manda os convites deve saber.
– Nunca foi convidado. Lê a notícia dos coquetéis nos jornais. E numa noite de autógrafos ou vernissage*, quem vai barrar a entrada de prováveis compradores?
Estávamos na Livraria Teixeira. O homem de identidade misteriosa armazenara outro uísque numa estante. Colocado num lugar em que o garçom teria obrigatoriamente de passar, abastecia-se também de salgadinhos. Não bebia nem comia afobadamente, portando-se como um verdadeiro cavalheiro.
Não comprou o livro de lançamento, mas o vi cumprimentar o autor à distância revelando infinita admiração.
Semanas depois vou a uma exposição de pinturas e quem estava lá, observando as obras de arte? Ele, claro. O interesse artístico não o impedia de beber uísque e comer deliciosos pasteizinhos.
Desta vez, a bela festinha era em minha homenagem.
Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. Recebi um objeto pequeno como troféu e um cheque ainda menor. Em compensação, quiseram que eu, diante do fotógrafo, erguesse vitorioso uma taça de champagne.
Pose exibicionista demais. Preferível brindando simplesmente com alguém. Qualquer um. Vamos lá? Vamos.
Tintim. Choque espumante de duas taças. O primeiro tim foi meu. O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! Com um sorriso e uma taça, aproximara-se:
– Não comprei seu livro porque, imagine, recebi dois de presente.
(Marcos Rey. O coração roubado. Global. Adaptado)
* vernissage: inauguração de uma exposição de arte
A frase reescrita com base no parágrafo está corretamente pontuada em:
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O rei da boca-livre
– Preste atenção naquele homem.
Tinha pouco mais de 50 anos, altura mediana, atitudes discretas e trajes bem passadinhos. Tipo de pessoa que, mesmo com um guarda-roupa reduzido, não faz feio em reuniões sociais. O referido comia delicadamente um bolinho.
Na direita segurava um copo de uísque.
– Quem é a figura?
– O maior frequentador de coquetéis da cidade. Já investiguei. Ninguém sabe o nome.
– Ora, quem manda os convites deve saber.
– Nunca foi convidado. Lê a notícia dos coquetéis nos jornais. E numa noite de autógrafos ou vernissage*, quem vai barrar a entrada de prováveis compradores?
Estávamos na Livraria Teixeira. O homem de identidade misteriosa armazenara outro uísque numa estante. Colocado num lugar em que o garçom teria obrigatoriamente de passar, abastecia-se também de salgadinhos. Não bebia nem comia afobadamente, portando-se como um verdadeiro cavalheiro.
Não comprou o livro de lançamento, mas o vi cumprimentar o autor à distância revelando infinita admiração.
Semanas depois vou a uma exposição de pinturas e quem estava lá, observando as obras de arte? Ele, claro. O interesse artístico não o impedia de beber uísque e comer deliciosos pasteizinhos.
Desta vez, a bela festinha era em minha homenagem.
Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. Recebi um objeto pequeno como troféu e um cheque ainda menor. Em compensação, quiseram que eu, diante do fotógrafo, erguesse vitorioso uma taça de champagne.
Pose exibicionista demais. Preferível brindando simplesmente com alguém. Qualquer um. Vamos lá? Vamos.
Tintim. Choque espumante de duas taças. O primeiro tim foi meu. O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! Com um sorriso e uma taça, aproximara-se:
– Não comprei seu livro porque, imagine, recebi dois de presente.
(Marcos Rey. O coração roubado. Global. Adaptado)
* vernissage: inauguração de uma exposição de arte
Atendendo à norma-padrão de emprego e colocação dos pronomes, assinale a alternativa em que o trecho destacado na frase está corretamente substituído pelo trecho indicado entre parênteses.
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O rei da boca-livre
– Preste atenção naquele homem.
Tinha pouco mais de 50 anos, altura mediana, atitudes discretas e trajes bem passadinhos. Tipo de pessoa que, mesmo com um guarda-roupa reduzido, não faz feio em reuniões sociais. O referido comia delicadamente um bolinho.
Na direita segurava um copo de uísque.
– Quem é a figura?
– O maior frequentador de coquetéis da cidade. Já investiguei. Ninguém sabe o nome.
– Ora, quem manda os convites deve saber.
– Nunca foi convidado. Lê a notícia dos coquetéis nos jornais. E numa noite de autógrafos ou vernissage*, quem vai barrar a entrada de prováveis compradores?
Estávamos na Livraria Teixeira. O homem de identidade misteriosa armazenara outro uísque numa estante. Colocado num lugar em que o garçom teria obrigatoriamente de passar, abastecia-se também de salgadinhos. Não bebia nem comia afobadamente, portando-se como um verdadeiro cavalheiro.
Não comprou o livro de lançamento, mas o vi cumprimentar o autor à distância revelando infinita admiração.
Semanas depois vou a uma exposição de pinturas e quem estava lá, observando as obras de arte? Ele, claro. O interesse artístico não o impedia de beber uísque e comer deliciosos pasteizinhos.
Desta vez, a bela festinha era em minha homenagem.
Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. Recebi um objeto pequeno como troféu e um cheque ainda menor. Em compensação, quiseram que eu, diante do fotógrafo, erguesse vitorioso uma taça de champagne.
Pose exibicionista demais. Preferível brindando simplesmente com alguém. Qualquer um. Vamos lá? Vamos.
Tintim. Choque espumante de duas taças. O primeiro tim foi meu. O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! Com um sorriso e uma taça, aproximara-se:
– Não comprei seu livro porque, imagine, recebi dois de presente.
(Marcos Rey. O coração roubado. Global. Adaptado)
* vernissage: inauguração de uma exposição de arte
Considere os trechos do texto.
!$ \bullet !$ Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance.
!$ \bullet !$ Pose exibicionista demais.
!$ \bullet !$ O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre!
As expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente e preservando o sentido do texto, por:
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O rei da boca-livre
– Preste atenção naquele homem.
Tinha pouco mais de 50 anos, altura mediana, atitudes discretas e trajes bem passadinhos. Tipo de pessoa que, mesmo com um guarda-roupa reduzido, não faz feio em reuniões sociais. O referido comia delicadamente um bolinho.
Na direita segurava um copo de uísque.
– Quem é a figura?
– O maior frequentador de coquetéis da cidade. Já investiguei. Ninguém sabe o nome.
– Ora, quem manda os convites deve saber.
– Nunca foi convidado. Lê a notícia dos coquetéis nos jornais. E numa noite de autógrafos ou vernissage*, quem vai barrar a entrada de prováveis compradores?
Estávamos na Livraria Teixeira. O homem de identidade misteriosa armazenara outro uísque numa estante. Colocado num lugar em que o garçom teria obrigatoriamente de passar, abastecia-se também de salgadinhos. Não bebia nem comia afobadamente, portando-se como um verdadeiro cavalheiro.
Não comprou o livro de lançamento, mas o vi cumprimentar o autor à distância revelando infinita admiração.
Semanas depois vou a uma exposição de pinturas e quem estava lá, observando as obras de arte? Ele, claro. O interesse artístico não o impedia de beber uísque e comer deliciosos pasteizinhos.
Desta vez, a bela festinha era em minha homenagem.
Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. Recebi um objeto pequeno como troféu e um cheque ainda menor. Em compensação, quiseram que eu, diante do fotógrafo, erguesse vitorioso uma taça de champagne.
Pose exibicionista demais. Preferível brindando simplesmente com alguém. Qualquer um. Vamos lá? Vamos.
Tintim. Choque espumante de duas taças. O primeiro tim foi meu. O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! Com um sorriso e uma taça, aproximara-se:
– Não comprei seu livro porque, imagine, recebi dois de presente.
(Marcos Rey. O coração roubado. Global. Adaptado)
* vernissage: inauguração de uma exposição de arte
Com relação à festa de premiação, é correto afirmar que
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