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Figura 1

Figura 2

Com base nas figuras 1 e 2, o melhor manejo pré-natal para a paciente é:
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Paciente com IG de 12 semanas pela DUM veio à medicina fetal para realização de seu primeiro ultrassom obstétrico. Identificadas as figuras 1 e 2 (em ângulos e posições diferentes), conforme ilustrado.
Figura 1

Figura 2

Com base nas imagens em conjunto, assinale o diagnóstico correto é:
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T.O.S., 33 anos, GII PI 1N A0, IG usg precoce: 37 semanas, com feto com diagnóstico de esquizencefalia (malformação rara do desenvolvimento cortical, caracterizada por uma fenda delineada por substância cinzenta que conecta a superfície cortical ao lúmen do ventrículo lateral), com ventrículo lateral posterior medindo 20 mm, bilateralmente, deu entrada no PSO com diagnóstico de RPMO há 3 horas. Ao exame: DU presente, TV 4 cm, médio, medianizado, BR, LCCG, apresentação cefálica. Ao ultrassom pelo PSO: FUV, ap cefálica, placenta posterior GIII, MBV: 3,7 cm, DBP: 110 mm e CC (circunferência cefálica 415 mm). Neonatologia alega prognóstico incerto. Doppler fetal normal.
Diante do caso, assinale a alternativa que contém a conduta obstétrica mais adequada.
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A.C.O.M., 28 anos, primigesta, IG usg precoce: 38 sem 6 dias, deu entrada no PSO com ultrassonografia de serviço externo demostrando ILA 4,7 cm. Sem queixas, nega comorbidades. Ao ultrassom obstétrico do PSO: FUV (feto único e vivo), apresentação cefálica, placenta anterior grau II/III de Grannum, peso fetal 2 800 g, percentil 11, CA (circunferência abdominal) no percentil 1. Doppler de artéria umbilical: diástole zero intermitente. ACM com IP: 0,98. ILA: 4 cm; MBV (maior bolsão vertical): 1,8 cm. Última ultrassonografia do pré-natal com 28 semanas de IG, sem alterações.
Assinale a alternativa que apresenta aconduta adequada.
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A.C.O.M., 28 anos, primigesta, IG usg precoce: 38 sem 6 dias, deu entrada no PSO com ultrassonografia de serviço externo demostrando ILA 4,7 cm. Sem queixas, nega comorbidades. Ao ultrassom obstétrico do PSO: FUV (feto único e vivo), apresentação cefálica, placenta anterior grau II/III de Grannum, peso fetal 2 800 g, percentil 11, CA (circunferência abdominal) no percentil 1. Doppler de artéria umbilical: diástole zero intermitente. ACM com IP: 0,98. ILA: 4 cm; MBV (maior bolsão vertical): 1,8 cm. Última ultrassonografia do pré-natal com 28 semanas de IG, sem alterações.
Com relação ao estudo doppler fetal, é correto afirmar:
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A.C.O.M., 28 anos, primigesta, IG usg precoce: 38 sem 6 dias, deu entrada no PSO com ultrassonografia de serviço externo demostrando ILA 4,7 cm. Sem queixas, nega comorbidades. Ao ultrassom obstétrico do PSO: FUV (feto único e vivo), apresentação cefálica, placenta anterior grau II/III de Grannum, peso fetal 2 800 g, percentil 11, CA (circunferência abdominal) no percentil 1. Doppler de artéria umbilical: diástole zero intermitente. ACM com IP: 0,98. ILA: 4 cm; MBV (maior bolsão vertical): 1,8 cm. Última ultrassonografia do pré-natal com 28 semanas de IG, sem alterações.
Diante do caso, assinale a alternativa que contém o diagnóstico correto.
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C.S.S., 26 anos, primigesta, IG cronológica de 7 semanas e 5 dias, deu entrada no PSO com quadro de sangramento vermelho vivo em pequena quantidade. Nega ultrassonografia prévia. Refere tipagem sanguínea Rh negativo. Ao exame físico: especular: colo uterino sem lesões, pequena quantidade de sangue vermelho vivo coletado em fórnice posterior. Ao toque vaginal bimanual: colo impérvio, grosso e posterior. Fundo uterino intrapélvico, anexos não palpáveis, DB negativo, leve dor à palpação profunda de hipogástrio e à mobilização do colo uterino.
Em um determinado momento, foi realizado ultrassom obstétrico que identificou: gestação única, intrauterina, CCN (comprimento cabeça-nádega): 23 mm, VV (vesícula vitelínica): 2,1 mm; DMSG (diâmetro médio do saco gestacional): 56,6 mm, contornos regulares, batimentos cardioembrionários ausentes, volume uterino 220 cc, ovários parauterinos, sem alterações.
Diante do laudo, assinale a alternativa correta.
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C.S.S., 26 anos, primigesta, IG cronológica de 7 semanas e 5 dias, deu entrada no PSO com quadro de sangramento vermelho vivo em pequena quantidade. Nega ultrassonografia prévia. Refere tipagem sanguínea Rh negativo. Ao exame físico: especular: colo uterino sem lesões, pequena quantidade de sangue vermelho vivo coletado em fórnice posterior. Ao toque vaginal bimanual: colo impérvio, grosso e posterior. Fundo uterino intrapélvico, anexos não palpáveis, DB negativo, leve dor à palpação profunda de hipogástrio e à mobilização do colo uterino.
Assinale a alternativa que contém os principais diagnósticos diferenciais.
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C.S.S., 26 anos, primigesta, IG cronológica de 7 semanas e 5 dias, deu entrada no PSO com quadro de sangramento vermelho vivo em pequena quantidade. Nega ultrassonografia prévia. Refere tipagem sanguínea Rh negativo. Ao exame físico: especular: colo uterino sem lesões, pequena quantidade de sangue vermelho vivo coletado em fórnice posterior. Ao toque vaginal bimanual: colo impérvio, grosso e posterior. Fundo uterino intrapélvico, anexos não palpáveis, DB negativo, leve dor à palpação profunda de hipogástrio e à mobilização do colo uterino.
Após a primeira conduta, deve-se:
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C.S.S., 26 anos, primigesta, IG cronológica de 7 semanas e 5 dias, deu entrada no PSO com quadro de sangramento vermelho vivo em pequena quantidade. Nega ultrassonografia prévia. Refere tipagem sanguínea Rh negativo. Ao exame físico: especular: colo uterino sem lesões, pequena quantidade de sangue vermelho vivo coletado em fórnice posterior. Ao toque vaginal bimanual: colo impérvio, grosso e posterior. Fundo uterino intrapélvico, anexos não palpáveis, DB negativo, leve dor à palpação profunda de hipogástrio e à mobilização do colo uterino.
Diante do caso, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada.
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