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Assinale a alternativa em que a concordância verbal está de acordo com a norma-padrão.
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Assinale a alternativa em que o trecho em destaque foi substituído de acordo com as regras de emprego e colocação de pronomes estabelecidas pela norma-padrão.
A Semana de Arte Moderna é, hoje, uma pauta cultural e midiática que rememora a eclosão de cenas de modernismo explícito em fevereiro de 1922...
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A Semana de Arte Moderna é, hoje, uma pauta cultural e midiática que rememora a eclosão de cenas de modernismo explícito em fevereiro de 1922 no Theatro Municipal de São Paulo. Neste domingo (13/02), a inauguração da Semana completa cem anos.
A cidade explodia na condição de polo do comércio mundial do café, passando em ritmo acelerado de província à miragem da metrópole.
Nela, o peso tradicional das oligarquias contracenava com a presença de multidões, de imigrantes de variada proveniência e de movimentos operários incipientes mas já organizados, como se viu na greve geral de 1917, cujo impacto paralisou a cidade por vários dias.
A frenética expansão urbana se dava atrelada a interesses privados, sem projeto que não fosse o da aliança do monopólio dos serviços de transporte, de água, de gás e de luz (controlados pela Light) com a especulação imobiliária. O pai de Oswald de Andrade, por exemplo, ficou mais rico do que já era loteando o bairro de Cerqueira César.
A profusão de estilos arquitetônicos importados e misturados dava à paisagem urbana um quê de miscelânea e de pastiche, em um clima de hibridismo polifônico e “arlequinal”.
O antropólogo Claude Lévi-Strauss, que foi professor da USP nos seus inícios, nos anos 1930, disse mais tarde que a metrópole dos tristes trópicos ostentava uma vida intelectual novidadeira até o limite da inconsequência mas, no extremo, surpreendente; que ladeava arranha-céus com terrenos baldios e quase selvagens; e que a metamorfose indômita que nela se vivia contribuiu mais, em poucos anos, para a sua própria chegada ao pensamento estruturalista que a longa convivência com as seculares e sedimentadas cidades europeias.
(José Miguel Wisnik. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ ilustrissima/2022/02/ semana-de- 22- ainda-
diz-muito-sobre-a-grandeza-e-a- -barbarie-do-brasil-de-hoje.shtml. Acesso em 15.03.2022. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a circunstância adverbial das expressões destacadas nos trechos.
!$ \bullet !$ A cidade explodia na condição de polo do comércio mundial do café, passando em ritmo acelerado de província à miragem da metrópole.
!$ \bullet !$ A profusão de estilos arquitetônicos importados e misturados dava à paisagem urbana um quê de miscelânea e de pastiche, em um clima de hibridismo polifônico e “arlequinal”.
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A Semana de Arte Moderna é, hoje, uma pauta cultural e midiática que rememora a eclosão de cenas de modernismo explícito em fevereiro de 1922 no Theatro Municipal de São Paulo. Neste domingo (13/02), a inauguração da Semana completa cem anos.
A cidade explodia na condição de polo do comércio mundial do café, passando em ritmo acelerado de província à miragem da metrópole.
Nela, o peso tradicional das oligarquias contracenava com a presença de multidões, de imigrantes de variada proveniência e de movimentos operários incipientes mas já organizados, como se viu na greve geral de 1917, cujo impacto paralisou a cidade por vários dias.
A frenética expansão urbana se dava atrelada a interesses privados, sem projeto que não fosse o da aliança do monopólio dos serviços de transporte, de água, de gás e de luz (controlados pela Light) com a especulação imobiliária. O pai de Oswald de Andrade, por exemplo, ficou mais rico do que já era loteando o bairro de Cerqueira César.
A profusão de estilos arquitetônicos importados e misturados dava à paisagem urbana um quê de miscelânea e de pastiche, em um clima de hibridismo polifônico e “arlequinal”.
O antropólogo Claude Lévi-Strauss, que foi professor da USP nos seus inícios, nos anos 1930, disse mais tarde que a metrópole dos tristes trópicos ostentava uma vida intelectual novidadeira até o limite da inconsequência mas, no extremo, surpreendente; que ladeava arranha-céus com terrenos baldios e quase selvagens; e que a metamorfose indômita que nela se vivia contribuiu mais, em poucos anos, para a sua própria chegada ao pensamento estruturalista que a longa convivência com as seculares e sedimentadas cidades europeias.
(José Miguel Wisnik. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ ilustrissima/2022/02/ semana-de- 22- ainda-
diz-muito-sobre-a-grandeza-e-a- -barbarie-do-brasil-de-hoje.shtml. Acesso em 15.03.2022. Adaptado)
Assinale a alternativa que substitui, correta, respectivamente e sem alteração de sentido, as expressões destacadas nos trechos:
!$ \bullet !$ A profusão de estilos arquitetônicos importados e misturados...
!$ \bullet !$ A frenética expansão urbana se dava atrelada a interesses privados...
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A Semana de Arte Moderna é, hoje, uma pauta cultural e midiática que rememora a eclosão de cenas de modernismo explícito(a) em fevereiro de 1922 no Theatro Municipal de São Paulo. Neste domingo (13/02), a inauguração da Semana completa cem anos.
A cidade explodia na condição de polo do comércio mundial do café,(b) passando em ritmo acelerado de província à miragem da metrópole.
Nela, o peso tradicional das oligarquias contracenava com a presença de multidões, de imigrantes de variada proveniência e de movimentos operários incipientes mas já organizados, como se viu na greve geral de 1917, cujo impacto paralisou a cidade por vários dias.
A frenética expansão urbana se dava atrelada a interesses privados,(c) sem projeto que não fosse o da aliança do monopólio dos serviços de transporte, de água, de gás e de luz (controlados pela Light) com a especulação imobiliária. O pai de Oswald de Andrade, por exemplo, ficou mais rico do que já era loteando o bairro de Cerqueira César.
A profusão de estilos arquitetônicos importados e misturados dava à paisagem urbana um quê de miscelânea(d) e de pastiche, em um clima de hibridismo polifônico e “arlequinal”.
O antropólogo Claude Lévi-Strauss, que foi professor da USP nos seus inícios, nos anos 1930, disse mais tarde que a metrópole dos tristes trópicos ostentava uma vida intelectual novidadeira até o limite da inconsequência mas, no extremo, surpreendente; que ladeava arranha-céus com terrenos baldios e quase selvagens;(e) e que a metamorfose indômita que nela se vivia contribuiu mais, em poucos anos, para a sua própria chegada ao pensamento estruturalista que a longa convivência com as seculares e sedimentadas cidades europeias.
(José Miguel Wisnik. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ ilustrissima/2022/02/ semana-de- 22- ainda-
diz-muito-sobre-a-grandeza-e-a- -barbarie-do-brasil-de-hoje.shtml. Acesso em 15.03.2022. Adaptado)
Assinale o trecho que apresenta uma contradição da São Paulo dos anos 1920.
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A Semana de Arte Moderna é, hoje, uma pauta cultural e midiática que rememora a eclosão de cenas de modernismo explícito em fevereiro de 1922 no Theatro Municipal de São Paulo. Neste domingo (13/02), a inauguração da Semana completa cem anos.
A cidade explodia na condição de polo do comércio mundial do café, passando em ritmo acelerado de província à miragem da metrópole.
Nela, o peso tradicional das oligarquias contracenava com a presença de multidões, de imigrantes de variada proveniência e de movimentos operários incipientes mas já organizados, como se viu na greve geral de 1917, cujo impacto paralisou a cidade por vários dias.
A frenética expansão urbana se dava atrelada a interesses privados, sem projeto que não fosse o da aliança do monopólio dos serviços de transporte, de água, de gás e de luz (controlados pela Light) com a especulação imobiliária. O pai de Oswald de Andrade, por exemplo, ficou mais rico do que já era loteando o bairro de Cerqueira César.
A profusão de estilos arquitetônicos importados e misturados dava à paisagem urbana um quê de miscelânea e de pastiche, em um clima de hibridismo polifônico e “arlequinal”.
O antropólogo Claude Lévi-Strauss, que foi professor da USP nos seus inícios, nos anos 1930, disse mais tarde que a metrópole dos tristes trópicos ostentava uma vida intelectual novidadeira até o limite da inconsequência mas, no extremo, surpreendente; que ladeava arranha-céus com terrenos baldios e quase selvagens; e que a metamorfose indômita que nela se vivia contribuiu mais, em poucos anos, para a sua própria chegada ao pensamento estruturalista que a longa convivência com as seculares e sedimentadas cidades europeias.
(José Miguel Wisnik. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ ilustrissima/2022/02/ semana-de- 22- ainda-
diz-muito-sobre-a-grandeza-e-a- -barbarie-do-brasil-de-hoje.shtml. Acesso em 15.03.2022. Adaptado)
De acordo com o texto, é possível afirmar que a cidade de São Paulo dos anos 1920
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Ainda avaliamos a inteligência animal tendo como base a nossa. Isso é um problema?
De certa forma, não podemos evitá-lo. Expressamos as capacidades humanas através da linguagem humana, e aí aplicamos essa mesma linguagem aos animais, mesmo quando não é o mais apropriado. É o que temos. Portanto, a comparação é lógica, mas um tanto injusta, porque estamos medindo todos os organismos do mundo de acordo com nossos padrões. E aí, por vezes, questionamos se eles conseguem se comunicar, como se esse fosse o único critério possível para medir inteligência. Se você não sabe falar, não pode ser inteligente nem ter sentimentos. Houve um tempo em que se acreditava que bebês humanos não tinham sentimentos nem sentiam dor, a ponto de se poder fazer cirurgias neles sem anestesia. Então, até para humanos a ausência de linguagem pode ser vista como um problema. Julgamos animais exclusivamente pela linguagem e o uso de ferramentas, duas coisas em que somos muito bons, mas eles têm muitas outras capacidades. Por exemplo, a ecolocalização, que é muito complexa. Pergunte a qualquer engenheiro que desenha sistemas de radar para aeronaves. Só que isso não nos impressiona porque não temos essa capacidade, não é uma coisa humana. Medimos a inteligência animal numa escala em que humanos estão sempre no topo. Polvos e alguns moluscos podem mudar de cor e se camuflar, que também é uma coisa bastante complexa, mas não catalogamos isso como um sinal de inteligência, e sim como outra coisa, porque não se relaciona com o nosso tipo de inteligência.
(Disponível em: https://gamarevista.uol.com.br/formato/conversas/medimos-a-inteligencia-
animal-numa-escala-em-que-humanosestao-sempre-no-topo/. Acesso em 15.03.2022)
Assinale a alternativa em que se substitui, correta e respectivamente, as expressões em destaque no trecho – Portanto, a comparação é lógica, mas um tanto injusta, porque estamos medindo todos os organismos do mundo de acordo com nossos padrões.
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Ainda avaliamos a inteligência animal tendo como base a nossa. Isso é um problema?
De certa forma, não podemos evitá-lo. Expressamos as capacidades humanas através da linguagem humana, e aí aplicamos essa mesma linguagem aos animais, mesmo quando não é o mais apropriado. É o que temos. Portanto, a comparação é lógica, mas um tanto injusta, porque estamos medindo todos os organismos do mundo de acordo com nossos padrões. E aí, por vezes, questionamos se eles conseguem se comunicar, como se esse fosse o único critério possível para medir inteligência. Se você não sabe falar, não pode ser inteligente nem ter sentimentos. Houve um tempo em que se acreditava que bebês humanos não tinham sentimentos nem sentiam dor, a ponto de se poder fazer cirurgias neles sem anestesia. Então, até para humanos a ausência de linguagem pode ser vista como um problema. Julgamos animais exclusivamente pela linguagem e o uso de ferramentas, duas coisas em que somos muito bons, mas eles têm muitas outras capacidades. Por exemplo, a ecolocalização, que é muito complexa. Pergunte a qualquer engenheiro que desenha sistemas de radar para aeronaves. Só que isso não nos impressiona porque não temos essa capacidade, não é uma coisa humana. Medimos a inteligência animal numa escala em que humanos estão sempre no topo. Polvos e alguns moluscos podem mudar de cor e se camuflar, que também é uma coisa bastante complexa, mas não catalogamos isso como um sinal de inteligência, e sim como outra coisa, porque não se relaciona com o nosso tipo de inteligência.
(Disponível em: https://gamarevista.uol.com.br/formato/conversas/medimos-a-inteligencia-
animal-numa-escala-em-que-humanosestao-sempre-no-topo/. Acesso em 15.03.2022)
Por meio do trecho – Se você não sabe falar, não pode ser inteligente nem ter sentimentos –, o autor
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Ainda avaliamos a inteligência animal tendo como base a nossa. Isso é um problema?
De certa forma, não podemos evitá-lo. Expressamos as capacidades humanas através da linguagem humana, e aí aplicamos essa mesma linguagem aos animais, mesmo quando não é o mais apropriado. É o que temos. Portanto, a comparação é lógica, mas um tanto injusta, porque estamos medindo todos os organismos do mundo de acordo com nossos padrões. E aí, por vezes, questionamos se eles conseguem se comunicar, como se esse fosse o único critério possível para medir inteligência. Se você não sabe falar, não pode ser inteligente nem ter sentimentos. Houve um tempo em que se acreditava que bebês humanos não tinham sentimentos nem sentiam dor, a ponto de se poder fazer cirurgias neles sem anestesia. Então, até para humanos a ausência de linguagem pode ser vista como um problema. Julgamos animais exclusivamente pela linguagem e o uso de ferramentas, duas coisas em que somos muito bons, mas eles têm muitas outras capacidades. Por exemplo, a ecolocalização, que é muito complexa. Pergunte a qualquer engenheiro que desenha sistemas de radar para aeronaves. Só que isso não nos impressiona porque não temos essa capacidade, não é uma coisa humana. Medimos a inteligência animal numa escala em que humanos estão sempre no topo. Polvos e alguns moluscos podem mudar de cor e se camuflar, que também é uma coisa bastante complexa, mas não catalogamos isso como um sinal de inteligência, e sim como outra coisa, porque não se relaciona com o nosso tipo de inteligência.
(Disponível em: https://gamarevista.uol.com.br/formato/conversas/medimos-a-inteligencia-
animal-numa-escala-em-que-humanosestao-sempre-no-topo/. Acesso em 15.03.2022)
De acordo com o texto, é possível afirmar, corretamente, que
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(Laerte. Disponível em: https://laerte.art.br/manual-do-minotauro/. Acesso em 15.03.2022)
O efeito de humor da tira decorre principalmente do fato de
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