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Foram encontradas 15 questões.

1846563 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Portalegre-RN
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Texto – Para responder a questão.
Apresentamos, abaixo, trechos da entrevista concedida pela assistente social Ângela Maria Pereira, por telefone, em relação à violência sofrida pela mulher, particularmente sobre a realidade do Rio Grande do Sul. Após a leitura, responda às três questões que se seguem:
IHU On-Line - A cada 2 horas uma mulher é assassinada no Brasil. Que regiões sofrem mais com o problema da violência contra a mulher?
Ângela Maria Pereira da Silva – Eu atribuo esta realidade a questão da impunidade do homem que está em situação de violência. A aplicabilidade da Lei Maria da Penha, neste sentido, faz muita diferença. Além da impunidade, outro aspecto importante neste contexto é a questão sócio-cultural da violência entre homens em relação às mulheres.
IHU On-Line – Existe um perfil deste homem?
Ângela Maria Pereira da Silva – Não tem como caracterizá-lo. Na realidade, há uma série de fatores que conspiram e que contribuem para uma postura mais agressiva por parte do homem, o que não justifica a prática de violência. Percebemos que muitos dos homens que estão cometendo atos violentos já passaram por situações de violência nas suas próprias vidas, já vêm de lares aonde houve situações de violência contra a mulher e acabam perpetuando isto em suas próprias famílias.
Então, na verdade, esses homens não conseguem ressignificar esta relação de sofrimento e acabam reproduzindo isto com suas companheiras. Também temos um número crescente de pessoas que acabam se vinculando às substâncias psicoativas, o que desperta um comportamento mais agressivo em algumas pessoas. Além disso, o quadro da pobreza e da miserabilidade também afeta o nível de estresse das pessoas e muitas delas buscam a força para fazer valer os seus desejos sobre o outro. IHU On-Line – Por que as mulheres têm medo de denunciar?
Ângela Maria Pereira da Silva – Há um número cada vez mais ampliado de mulheres que estão rompendo com este silêncio. Aqui no Centro Jacobina, constatamos que ainda existem fatores que interferem nesse rompimento do silêncio, tais como a dependência econômico-financeira, a questão de não ter uma rede de apoio afetiva, onde a mulher possa recorrer em um episódio de violência. [...] (Adaptado)
O gênero “entrevista” caracteriza-se pela trama conversacional. A entrevista supracitada evidencia uma situação de interlocução em que se mesclam dois registros - oral e escrito, por se tratar de uma conversa telefônica que passou por editoração. Dadas essas considerações, analise as proposições abaixo, para chegar a um diagnóstico sobre a linguagem utilizada.
I - Por se tratar de uma entrevista, e, como toda entrevista é formal, justifica-se a desobediência às regras estabelecidas nas gramáticas.
II - Os usos dos pronomes relativos e demonstrativos evidenciados no texto denunciam, segundo os linguistas, o processo de renovação da língua, e, sendo próprios da oralidade, não implicam erro, mas uma outra norma linguística.
III - A ausência do sinal de crase na primeira frase do texto “atribuo esta realidade a questão da impunidade” e o uso da vírgula em “... muitas delas, buscam a força para fazer valer os seu desejos” caracterizam erro, por serem marcas do registro escrito.
IV - Todos os fatos linguísticos sob análise no texto (uso dos pronomes, da crase e da pontuação) devem ser avaliados sob um mesmo parâmetro, desconsiderando o tipo de registro, sob pena de prejudicar a compreensão da norma gramatical.
Do exposto, conclui-se que apenas
 

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1846562 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Portalegre-RN
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Texto – Para responder a questão.
Apresentamos, abaixo, trechos da entrevista concedida pela assistente social Ângela Maria Pereira, por telefone, em relação à violência sofrida pela mulher, particularmente sobre a realidade do Rio Grande do Sul. Após a leitura, responda às três questões que se seguem:
IHU On-Line - A cada 2 horas uma mulher é assassinada no Brasil. Que regiões sofrem mais com o problema da violência contra a mulher?
Ângela Maria Pereira da Silva – Eu atribuo esta realidade a questão da impunidade do homem que está em situação de violência. A aplicabilidade da Lei Maria da Penha, neste sentido, faz muita diferença. Além da impunidade, outro aspecto importante neste contexto é a questão sócio-cultural da violência entre homens em relação às mulheres.
IHU On-Line – Existe um perfil deste homem?
Ângela Maria Pereira da Silva – Não tem como caracterizá-lo. Na realidade, há uma série de fatores que conspiram e que contribuem para uma postura mais agressiva por parte do homem, o que não justifica a prática de violência. Percebemos que muitos dos homens que estão cometendo atos violentos já passaram por situações de violência nas suas próprias vidas, já vêm de lares aonde houve situações de violência contra a mulher e acabam perpetuando isto em suas próprias famílias.
Então, na verdade, esses homens não conseguem ressignificar esta relação de sofrimento e acabam reproduzindo isto com suas companheiras. Também temos um número crescente de pessoas que acabam se vinculando às substâncias psicoativas, o que desperta um comportamento mais agressivo em algumas pessoas. Além disso, o quadro da pobreza e da miserabilidade também afeta o nível de estresse das pessoas e muitas delas buscam a força para fazer valer os seus desejos sobre o outro. IHU On-Line – Por que as mulheres têm medo de denunciar?
Ângela Maria Pereira da Silva – Há um número cada vez mais ampliado de mulheres que estão rompendo com este silêncio. Aqui no Centro Jacobina, constatamos que ainda existem fatores que interferem nesse rompimento do silêncio, tais como a dependência econômico-financeira, a questão de não ter uma rede de apoio afetiva, onde a mulher possa recorrer em um episódio de violência. [...] (Adaptado)
Nos dois períodos transcritos a seguir, retirados da entrevista, o emprego do pronome relativo fere as normas do registro escrito padrão.
“[...] muitos dos homens que estão cometendo atos violentos já passaram por situações de violência nas suas próprias vidas, já vêm de lares aonde houve situações de violência contra a mulher [...]”
“[...] a questão de não ter uma rede de apoio afetiva, onde a mulher possa recorrer em um episódio de violência. [...]”
Assim, dentre as versões de reescrita sugeridas de I a III, identifique a(s) que atende(m) às prescrições da tradição gramatical:
I - ... de lares onde houve situações de violência contra a mulher e ... / ... uma rede de apoio afetiva, a que a mulher possa recorrer em um episódio de violência.
II - ... de lares em que houve situações de violência contra a mulher e ... / ... uma rede de apoio afetiva, na qual a mulher possa recorrer em um episódio de violência.
III - ... de lares nos quais houve situações de violência contra a mulher e ... / ... uma rede de apoio afetiva, para a qual a mulher possa recorrer em um episódio de violência.
Está(ão) CORRETA(S) apenas
 

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1846561 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Portalegre-RN
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Texto – Para responder a questão.
Apresentamos, abaixo, trechos da entrevista concedida pela assistente social Ângela Maria Pereira, por telefone, em relação à violência sofrida pela mulher, particularmente sobre a realidade do Rio Grande do Sul. Após a leitura, responda às três questões que se seguem:
IHU On-Line - A cada 2 horas uma mulher é assassinada no Brasil. Que regiões sofrem mais com o problema da violência contra a mulher?
Ângela Maria Pereira da Silva Eu atribuo esta realidade a questão da impunidade do homem que está em situação de violência. A aplicabilidade da Lei Maria da Penha, neste sentido, faz muita diferença. Além da impunidade, outro aspecto importante neste contexto é a questão sócio-cultural da violência entre homens em relação às mulheres.
IHU On-Line – Existe um perfil deste homem?
Ângela Maria Pereira da Silva – Não tem como caracterizá-lo. Na realidade, há uma série de fatores que conspiram e que contribuem para uma postura mais agressiva por parte do homem, o que não justifica a prática de violência. Percebemos que muitos dos homens que estão cometendo atos violentos já passaram por situações de violência nas suas próprias vidas, já vêm de lares aonde houve situações de violência contra a mulher e acabam perpetuando isto em suas próprias famílias.
Então, na verdade, esses homens não conseguem ressignificar esta relação de sofrimento e acabam reproduzindo isto com suas companheiras. Também temos um número crescente de pessoas que acabam se vinculando às substâncias psicoativas, o que desperta um comportamento mais agressivo em algumas pessoas. Além disso, o quadro da pobreza e da miserabilidade também afeta o nível de estresse das pessoas e muitas delas buscam a força para fazer valer os seus desejos sobre o outro. IHU On-Line – Por que as mulheres têm medo de denunciar?
Ângela Maria Pereira da Silva – Há um número cada vez mais ampliado de mulheres que estão rompendo com este silêncio. Aqui no Centro Jacobina, constatamos que ainda existem fatores que interferem nesse rompimento do silêncio, tais como a dependência econômico-financeira, a questão de não ter uma rede de apoio afetiva, onde a mulher possa recorrer em um episódio de violência. [...] (Adaptado)
Pelo menos três situações justificam o emprego dos pronomes demonstrativos este/a; isto, segundo a gramática normativa: a) na remissão
a um período de tempo presente; b) na remissão textual, em indicação de fato passado; ou c) na remissão a termos próximos. Julgue as
explicações fornecidas a seguir sobre o emprego desses pronomes no texto, assinalando V (Verdadeiro) ou F (Falso):
( ) O uso do pronome em “eu atribuo esta realidade” atende à primeira regra, já que, no processo enunciativo, atualiza-se o fato experienciado pelas mulheres, no caso a violência.
( ) A remissão por meio de “isto” em “acabam perpetuando isto em suas famílias” fere a segunda regra, visto que “resumir/encapsular” a ideia expressa no período precedente favoreceria o uso anafórico do pronome, logo “isso”.
( ) Na frase: “esses homens não conseguem ressignificar esta relação de sofrimento”, embora o sintagma em destaque faça remissão a uma informação do período anterior, deve ter prioridade, na aplicação da regra, a relação de proximidade entre os referentes, daí seria inadequado o uso de “essa”.
( ) Em “ainda existem fatores que interferem nesse rompimento do silêncio” há uma falha no uso do demonstrativo, uma vez que foi desconsiderada a proximidade entre “rompendo com este silêncio” e “nesse rompimento do silêncio”, sendo mais apropriado o uso de “este”.
( ) O sintagma “este silêncio” sumariza o conteúdo da pergunta relativa ao “medo de denunciar”, evidenciando que a função de retomada não é exclusiva do pronome e que o processo de referenciação não se limita à remissão a “termos”.
Feita a análise das proposições, a sequência que corresponde CORRETAMENTE à questão é
 

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1846560 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Portalegre-RN
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Texto – Para responder a questão.
O texto publicitário caracteriza-se pela busca de convencimento, pela qualificação dos produtos ou serviços que oferece à clientela alvo; nessa arte, o modo de organizar as informações e explorar a linguagem de forma talentosa é crucial para o êxito da atividade, como demonstra o texto que segue:
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FILHO. POR ISSO, É
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Da análise do texto, assinado pela instituição Santander (Veja, 28/10/17), é possível fazer algumas asserções CORRETAS, com uma única
EXCEÇÃO, aquela que deve ser identificada:
 

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1846565 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Portalegre-RN
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Preceitua a gramática que, na oração, sujeito e verbo devem estar em harmonia. Logo, sujeito singular leva o verbo para o singular, e sujeito plural leva o verbo para o plural. Mas a gramática admite variação na concordância verbal em alguns casos de sujeito composto, sobretudo se posposto ao verbo. Caso ilustrativo é o da frase exposta na capa de Veja (25/01/17), publicada após a morte do ministro Teori Zavascki, que aceitaria o uso do verbo no singular:
Perdem o país, o judiciário e a lava-jato.”
Tomando como referência o raciocínio acima expresso, indique a alternativa que representa caso variável de concordância, em que as duas formas verbais podem ser permutadas sem que constitua falha gramatical:
Questão Anulada e Desatualizada

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