Foram encontradas 80 questões.
Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
Sebastião Salgado deixa para nós os seus olhos pesados de lágrimas
1 Os olhos azuis oceânicos, debaixo de tufos de
2 sobrancelhas grisalhas, quase ruivas, caracterizavam
3 a gente humana mais majestosa e universal que já
4 existiu na fotografia mundial. O mineiro de Aimorés,
5 Sebastião Salgado, fez o mundo piscar de modo
6 distinto depois de suas pálpebras.
7 Ele se despede, aos 81 anos, com um trabalho
8 documental que conseguiu a proeza de ser, ao mesmo
9 tempo, transgressor e clássico. Trouxe ______ fotografia
10 o projeto coletivo dos murais de Candido Portinari. Na
11 essência, era um Caravaggio da gelatina de prata, do
12 papel fotográfico, mestre do claro-escuro, instaurando
13 o barroco na captação crua das cenas.
14 Assim como em Caravaggio, ______ luz recai sobre
15 os invisíveis – os pobres, os errantes, os exilados, os
16 esquecidos – com uma expressividade humanista e
17 dramática.
18 Sua única professora foi a realidade, com seus
19 contrastes e exuberâncias, suas misérias e rostos
20 impregnados de compaixão. Formado em Economia,
21 mas autodidata na arte, começou ______ fotografar em
22 1973, aos quase 30 anos, misturando-se em um e
23 carne aos seus fotografados.
24 Seu olhar não era de fora, mas de dentro. Não
25 agia como um observador distante, neutro, que clica e
26 desaparece. Daí a explicação para seus registros
27 íntimos, como se fossem autorretratos dos excluídos.
28 Sua afinidade existencial tornou-se sua estética. Não
29 explorava o outro, adaptava-se ______ convivência
30 fundia-se ao outro. Não se resumia a um fantasma
31 entre os vivos, era um vivo que mandava notícias do
32 reino dos fantasmas da sociedade.
33 Abordou as migrações, as profundas
34 desigualdades financeiras, a dizimação dos povos
35 originários, a devastação das florestas, o colapso
36 climático, a escalada desenfreada do consumo e do
37 processo industrial.
38 Não procurava apontar as diferenças folclóricas
39 entre as mais remotas culturas, mas identificar o que
40 havia de comum entre todas elas: a dignidade apesar
41 da desolação. Ele converteu as cores gritantes e
44 insuportáveis da dor na suavidade bíblica do preto e
43 branco. Denunciou o apocalipse e a extinção da nossa
44 espécie pela ganância e soberba.
45 Suas imagens já integram o nosso inconsciente
46 coletivo: o verdadeiro formigueiro humano da mina de
47 ouro de Serra Pelada, no Estado do Pará
48 (Curionópolis); os três jovens trabalhadores rurais com
49 as faces escurecidas de lama; os pescadores de atum
50 na região da Sicília com as cestas vazias na cabeça;
51 os garimpeiros nas minas de enxofre da Indonésia; os
52 refugiados de origem africana acampados em
53 condições precárias e outras obras.
54 Percorreu mais de 130 países, criando exposições
55 e livros que marcaram a história: Trabalhadores,
56 Gênesis e Êxodos.
57 Deixa para nós os seus olhos pesados de
58 lágrimas. Sangue de nosso sangue, águas de nossas
59 águas.
Autor: Fabrício Carpinejar (com adaptações).
No trecho O mineiro de Aimorés, Sebastião Salgado, fez o mundo piscar de modo distinto depois de suas pálpebras (l.4-6), o autor utiliza uma linguagem metafórica para caracterizar o impacto da obra do fotógrafo. Com base nessa construção, assinale a alternativa que melhor expressa o sentido da frase.
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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
Sebastião Salgado deixa para nós os seus olhos pesados de lágrimas
1 Os olhos azuis oceânicos, debaixo de tufos de
2 sobrancelhas grisalhas, quase ruivas, caracterizavam
3 a gente humana mais majestosa e universal que já
4 existiu na fotografia mundial. O mineiro de Aimorés,
5 Sebastião Salgado, fez o mundo piscar de modo
6 distinto depois de suas pálpebras.
7 Ele se despede, aos 81 anos, com um trabalho
8 documental que conseguiu a proeza de ser, ao mesmo
9 tempo, transgressor e clássico. Trouxe ______ fotografia
10 o projeto coletivo dos murais de Candido Portinari. Na
11 essência, era um Caravaggio da gelatina de prata, do
12 papel fotográfico, mestre do claro-escuro, instaurando
13 o barroco na captação crua das cenas.
14 Assim como em Caravaggio, ______ luz recai sobre
15 os invisíveis – os pobres, os errantes, os exilados, os
16 esquecidos – com uma expressividade humanista e
17 dramática.
18 Sua única professora foi a realidade, com seus
19 contrastes e exuberâncias, suas misérias e rostos
20 impregnados de compaixão. Formado em Economia,
21 mas autodidata na arte, começou ______ fotografar em
22 1973, aos quase 30 anos, misturando-se em um e
23 carne aos seus fotografados.
24 Seu olhar não era de fora, mas de dentro. Não
25 agia como um observador distante, neutro, que clica e
26 desaparece. Daí a explicação para seus registros
27 íntimos, como se fossem autorretratos dos excluídos.
28 Sua afinidade existencial tornou-se sua estética. Não
29 explorava o outro, adaptava-se ______ convivência
30 fundia-se ao outro. Não se resumia a um fantasma
31 entre os vivos, era um vivo que mandava notícias do
32 reino dos fantasmas da sociedade.
33 Abordou as migrações, as profundas
34 desigualdades financeiras, a dizimação dos povos
35 originários, a devastação das florestas, o colapso
36 climático, a escalada desenfreada do consumo e do
37 processo industrial.
38 Não procurava apontar as diferenças folclóricas
39 entre as mais remotas culturas, mas identificar o que
40 havia de comum entre todas elas: a dignidade apesar
41 da desolação. Ele converteu as cores gritantes e
44 insuportáveis da dor na suavidade bíblica do preto e
43 branco. Denunciou o apocalipse e a extinção da nossa
44 espécie pela ganância e soberba.
45 Suas imagens já integram o nosso inconsciente
46 coletivo: o verdadeiro formigueiro humano da mina de
47 ouro de Serra Pelada, no Estado do Pará
48 (Curionópolis); os três jovens trabalhadores rurais com
49 as faces escurecidas de lama; os pescadores de atum
50 na região da Sicília com as cestas vazias na cabeça;
51 os garimpeiros nas minas de enxofre da Indonésia; os
52 refugiados de origem africana acampados em
53 condições precárias e outras obras.
54 Percorreu mais de 130 países, criando exposições
55 e livros que marcaram a história: Trabalhadores,
56 Gênesis e Êxodos.
57 Deixa para nós os seus olhos pesados de
58 lágrimas. Sangue de nosso sangue, águas de nossas
59 águas.
Autor: Fabrício Carpinejar (com adaptações).
Considerando o emprego correto do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche CORRETA e respectivamente as lacunas das linhas 9, 14, 21 e 29 do texto:
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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
Sebastião Salgado deixa para nós os seus olhos pesados de lágrimas
1 Os olhos azuis oceânicos, debaixo de tufos de
2 sobrancelhas grisalhas, quase ruivas, caracterizavam
3 a gente humana mais majestosa e universal que já
4 existiu na fotografia mundial. O mineiro de Aimorés,
5 Sebastião Salgado, fez o mundo piscar de modo
6 distinto depois de suas pálpebras.
7 Ele se despede, aos 81 anos, com um trabalho
8 documental que conseguiu a proeza de ser, ao mesmo
9 tempo, transgressor e clássico. Trouxe ______ fotografia
10 o projeto coletivo dos murais de Candido Portinari. Na
11 essência, era um Caravaggio da gelatina de prata, do
12 papel fotográfico, mestre do claro-escuro, instaurando
13 o barroco na captação crua das cenas.
14 Assim como em Caravaggio, ______ luz recai sobre
15 os invisíveis – os pobres, os errantes, os exilados, os
16 esquecidos – com uma expressividade humanista e
17 dramática.
18 Sua única professora foi a realidade, com seus
19 contrastes e exuberâncias, suas misérias e rostos
20 impregnados de compaixão. Formado em Economia,
21 mas autodidata na arte, começou ______ fotografar em
22 1973, aos quase 30 anos, misturando-se em um e
23 carne aos seus fotografados.
24 Seu olhar não era de fora, mas de dentro. Não
25 agia como um observador distante, neutro, que clica e
26 desaparece. Daí a explicação para seus registros
27 íntimos, como se fossem autorretratos dos excluídos.
28 Sua afinidade existencial tornou-se sua estética. Não
29 explorava o outro, adaptava-se ______ convivência
30 fundia-se ao outro. Não se resumia a um fantasma
31 entre os vivos, era um vivo que mandava notícias do
32 reino dos fantasmas da sociedade.
33 Abordou as migrações, as profundas
34 desigualdades financeiras, a dizimação dos povos
35 originários, a devastação das florestas, o colapso
36 climático, a escalada desenfreada do consumo e do
37 processo industrial.
38 Não procurava apontar as diferenças folclóricas
39 entre as mais remotas culturas, mas identificar o que
40 havia de comum entre todas elas: a dignidade apesar
41 da desolação. Ele converteu as cores gritantes e
44 insuportáveis da dor na suavidade bíblica do preto e
43 branco. Denunciou o apocalipse e a extinção da nossa
44 espécie pela ganância e soberba.
45 Suas imagens já integram o nosso inconsciente
46 coletivo: o verdadeiro formigueiro humano da mina de
47 ouro de Serra Pelada, no Estado do Pará
48 (Curionópolis); os três jovens trabalhadores rurais com
49 as faces escurecidas de lama; os pescadores de atum
50 na região da Sicília com as cestas vazias na cabeça;
51 os garimpeiros nas minas de enxofre da Indonésia; os
52 refugiados de origem africana acampados em
53 condições precárias e outras obras.
54 Percorreu mais de 130 países, criando exposições
55 e livros que marcaram a história: Trabalhadores,
56 Gênesis e Êxodos.
57 Deixa para nós os seus olhos pesados de
58 lágrimas. Sangue de nosso sangue, águas de nossas
59 águas.
Autor: Fabrício Carpinejar (com adaptações).
No trecho Seu olhar não era de fora, mas de dentro (l.24), o autor faz uma afirmação essencial sobre a postura de Sebastião Salgado em relação aos sujeitos que fotografava. Com base nessa perspectiva, analise as assertivas a seguir:
I. A frase indica que o fotógrafo procurava se inserir nas realidades retratadas, vivendo e convivendo com os sujeitos, o que o afastava da postura de mero observador.
Il. A expressão reforça que suas fotografias tinham um caráter construído artificialmente, priorizando a encenação e a manipulação estética das imagens.
III. A frase sugere que ele mantinha um posicionamento distante e objetivo em relação às pessoas, garantindo neutralidade jornalística nas imagens.
Está(ão) CORRETA(S):
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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
Sebastião Salgado deixa para nós os seus olhos pesados de lágrimas
1 Os olhos azuis oceânicos, debaixo de tufos de
2 sobrancelhas grisalhas, quase ruivas, caracterizavam
3 a gente humana mais majestosa e universal que já
4 existiu na fotografia mundial. O mineiro de Aimorés,
5 Sebastião Salgado, fez o mundo piscar de modo
6 distinto depois de suas pálpebras.
7 Ele se despede, aos 81 anos, com um trabalho
8 documental que conseguiu a proeza de ser, ao mesmo
9 tempo, transgressor e clássico. Trouxe ______ fotografia
10 o projeto coletivo dos murais de Candido Portinari. Na
11 essência, era um Caravaggio da gelatina de prata, do
12 papel fotográfico, mestre do claro-escuro, instaurando
13 o barroco na captação crua das cenas.
14 Assim como em Caravaggio, ______ luz recai sobre
15 os invisíveis – os pobres, os errantes, os exilados, os
16 esquecidos – com uma expressividade humanista e
17 dramática.
18 Sua única professora foi a realidade, com seus
19 contrastes e exuberâncias, suas misérias e rostos
20 impregnados de compaixão. Formado em Economia,
21 mas autodidata na arte, começou ______ fotografar em
22 1973, aos quase 30 anos, misturando-se em um e
23 carne aos seus fotografados.
24 Seu olhar não era de fora, mas de dentro. Não
25 agia como um observador distante, neutro, que clica e
26 desaparece. Daí a explicação para seus registros
27 íntimos, como se fossem autorretratos dos excluídos.
28 Sua afinidade existencial tornou-se sua estética. Não
29 explorava o outro, adaptava-se ______ convivência
30 fundia-se ao outro. Não se resumia a um fantasma
31 entre os vivos, era um vivo que mandava notícias do
32 reino dos fantasmas da sociedade.
33 Abordou as migrações, as profundas
34 desigualdades financeiras, a dizimação dos povos
35 originários, a devastação das florestas, o colapso
36 climático, a escalada desenfreada do consumo e do
37 processo industrial.
38 Não procurava apontar as diferenças folclóricas
39 entre as mais remotas culturas, mas identificar o que
40 havia de comum entre todas elas: a dignidade apesar
41 da desolação. Ele converteu as cores gritantes e
44 insuportáveis da dor na suavidade bíblica do preto e
43 branco. Denunciou o apocalipse e a extinção da nossa
44 espécie pela ganância e soberba.
45 Suas imagens já integram o nosso inconsciente
46 coletivo: o verdadeiro formigueiro humano da mina de
47 ouro de Serra Pelada, no Estado do Pará
48 (Curionópolis); os três jovens trabalhadores rurais com
49 as faces escurecidas de lama; os pescadores de atum
50 na região da Sicília com as cestas vazias na cabeça;
51 os garimpeiros nas minas de enxofre da Indonésia; os
52 refugiados de origem africana acampados em
53 condições precárias e outras obras.
54 Percorreu mais de 130 países, criando exposições
55 e livros que marcaram a história: Trabalhadores,
56 Gênesis e Êxodos.
57 Deixa para nós os seus olhos pesados de
58 lágrimas. Sangue de nosso sangue, águas de nossas
59 águas.
Autor: Fabrício Carpinejar (com adaptações).
O texto menciona várias temáticas presentes na obra de Sebastião Salgado. A partir dessas menções, é possível inferir que sua produção fotográfica se caracteriza principalmente por:
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Sebastião Salgado deixa para nós os seus olhos pesados de lágrimas
1 Os olhos azuis oceânicos, debaixo de tufos de
2 sobrancelhas grisalhas, quase ruivas, caracterizavam
3 a gente humana mais majestosa e universal que já
4 existiu na fotografia mundial. O mineiro de Aimorés,
5 Sebastião Salgado, fez o mundo piscar de modo
6 distinto depois de suas pálpebras.
7 Ele se despede, aos 81 anos, com um trabalho
8 documental que conseguiu a proeza de ser, ao mesmo
9 tempo, transgressor e clássico. Trouxe ______ fotografia
10 o projeto coletivo dos murais de Candido Portinari. Na
11 essência, era um Caravaggio da gelatina de prata, do
12 papel fotográfico, mestre do claro-escuro, instaurando
13 o barroco na captação crua das cenas.
14 Assim como em Caravaggio, ______ luz recai sobre
15 os invisíveis – os pobres, os errantes, os exilados, os
16 esquecidos – com uma expressividade humanista e
17 dramática.
18 Sua única professora foi a realidade, com seus
19 contrastes e exuberâncias, suas misérias e rostos
20 impregnados de compaixão. Formado em Economia,
21 mas autodidata na arte, começou ______ fotografar em
22 1973, aos quase 30 anos, misturando-se em um e
23 carne aos seus fotografados.
24 Seu olhar não era de fora, mas de dentro. Não
25 agia como um observador distante, neutro, que clica e
26 desaparece. Daí a explicação para seus registros
27 íntimos, como se fossem autorretratos dos excluídos.
28 Sua afinidade existencial tornou-se sua estética. Não
29 explorava o outro, adaptava-se ______ convivência
30 fundia-se ao outro. Não se resumia a um fantasma
31 entre os vivos, era um vivo que mandava notícias do
32 reino dos fantasmas da sociedade.
33 Abordou as migrações, as profundas
34 desigualdades financeiras, a dizimação dos povos
35 originários, a devastação das florestas, o colapso
36 climático, a escalada desenfreada do consumo e do
37 processo industrial.
38 Não procurava apontar as diferenças folclóricas
39 entre as mais remotas culturas, mas identificar o que
40 havia de comum entre todas elas: a dignidade apesar
41 da desolação. Ele converteu as cores gritantes e
44 insuportáveis da dor na suavidade bíblica do preto e
43 branco. Denunciou o apocalipse e a extinção da nossa
44 espécie pela ganância e soberba.
45 Suas imagens já integram o nosso inconsciente
46 coletivo: o verdadeiro formigueiro humano da mina de
47 ouro de Serra Pelada, no Estado do Pará
48 (Curionópolis); os três jovens trabalhadores rurais com
49 as faces escurecidas de lama; os pescadores de atum
50 na região da Sicília com as cestas vazias na cabeça;
51 os garimpeiros nas minas de enxofre da Indonésia; os
52 refugiados de origem africana acampados em
53 condições precárias e outras obras.
54 Percorreu mais de 130 países, criando exposições
55 e livros que marcaram a história: Trabalhadores,
56 Gênesis e Êxodos.
57 Deixa para nós os seus olhos pesados de
58 lágrimas. Sangue de nosso sangue, águas de nossas
59 águas.
Autor: Fabrício Carpinejar (com adaptações).
O texto apresenta uma reflexão profunda e sensível sobre a trajetória artística de Sebastião Salgado. Considerando a linguagem empregada e os recursos expressivos utilizados, é CORRETO afirmar que o tom predominante do texto é:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Portão-RS
Em maio de 2025, a Igreja Católica Romana vivenciou um momento histórico com a eleição do cardeal Robert Francis Prevost como novo pontífice, que adotou o nome de Papa Leão XIV. Sobre sua nacionalidade, pode-se afirmar que ele possui cidadania:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Portão-RS
Leia atentamente a notícia a seguir:
Aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) identificaram dragas, embarcações usadas pelo garimpo ilegal, em um trecho do rio Japurá, no interior do estado do Amazonas. As imagens mostram as estruturas em meio à floresta amazônica.
Fonte: CNN Brasil (2025)
Com base na notícia e em seus conhecimentos sobre os impactos socioambientais do garimpo ilegal no Brasil, analise as assertivas a seguir:
I. O uso de dragas e retroescavadeiras provoca assoreamento, desmatamento e destruição de habitats.
Il. Comunidades tradicionais e povos indígenas estão entre os mais afetados pelo garimpo, sofrendo impactos ambientais, sociais e sanitários.
III. O garimpo polui os rios com mercúrio e sedimentos, melhorando a qualidade da água.
Está(ão) CORRETA(S):
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Portão-RS
Com base nos dados disponibilizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística acerca do município de Portão, assinale a alternativa CORRETA.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Portão-RS
Considerando os aspectos climáticos e geomorfológicos, a formação vegetal original do território correspondente ao município de Portão é a mata latifoliada, pertencente ao bioma Mata Atlântica. Acerca das características gerais desse bioma, analise as assertivas:
I. Atualmente, a Mata Atlântica encontra-se preservada, com mais de 70% de sua cobertura original intacta.
Il. A vegetação da Mata Atlântica é densa, com presença de árvores de grande porte, folhas largas e perenes, adaptadas à elevada umidade.
III. A Mata Atlântica caracteriza-se por apresentar perda acentuada de folhas no inverno, típica de regiões com clima semiárido.
Está(ão) CORRETA(S):
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Determinada aplicação financeira é regida por juros compostos, sendo que sua periodicidade de aplicação da taxa de juros é semanal. Considere um capital de R$ 200.000,00, e a taxa semanal de 0,1%. Sendo que um mês possui 4 semanas, qual das alternativas apresenta os juros aproximados no final da 4ª semana? (Considere critérios de arredondamento e duas casas decimais a cada semana de aplicação da taxa).
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Caderno Container