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Cinema: Quando a posse é poder e prisão
“Propriedade”, o mais recente lançamento do cinema brasileiro pelas mãos de Daniel
Bandeira, encerra o ano cinematográfico de maneira marcante. O filme, caracterizado por sua
intensidade, violência e representação impiedosa da disparidade social, mergulha os
espectadores em um mundo conturbado desde as primeiras cenas.
A trama se desenrola em uma decadente fazenda no interior de Pernambuco, prestes a ser
convertida em um hotel. O enredo intricado revela surpresas e reviravoltas, explorando as
profundas contradições sociais moldadas pela complexa história brasileira.
“Propriedade” alinha-se ao melhor do cinema pernambucano contemporâneo, revelando a
persistência de estruturas arcaicas de dominação em um contexto moderno, onde tecnologia e
cultura global coexistem. O filme, como um teorema implacável, examina uma luta de classes
multissecular em meio a dispositivos tecnológicos e carros blindados.
A narrativa, fiel ao título, amarra os conflitos em torno da ideia de propriedade, destacando
a posse como garantia de poder, mas também como uma prisão. O filme é permeado por imagens
poderosas, como a de um carro tecnológico sendo arrastado por um carro de bois, simbolizando
o embate entre o arcaico e o moderno.
A dicotomia entre dois mundos sociais inconciliáveis é expressa na dificuldade de
comunicação entre patrões e empregados. A tragédia se desenha nas dissensões dentro do grupo
de trabalhadores, cada um com suas razões e perspectivas.
“Propriedade” é a segunda obra de Daniel Bandeira, lançada quinze anos após seu primeiro
filme. Com um elenco vigoroso e uma cinematografia envolvente, o filme destaca-se por sua
abordagem realista e a exploração profunda das tensões sociais. Em contraste com obras como
“Bacurau”, o filme de Bandeira oferece sufoco e incerteza, proporcionando ao espectador a
satisfação de ter experimentado uma obra marcante.
(Resumo de “Cinema: “Quando a posse é poder e prisão”. Disponível em: https://outraspalavras.net/poeticas/cinemaquando-a-posse-e-poder-e-prisao/. Acesso em: 29 dez. 2023)
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Cinema: Quando a posse é poder e prisão
“Propriedade”, o mais recente lançamento do cinema brasileiro pelas mãos de Daniel
Bandeira, encerra o ano cinematográfico de maneira marcante. O filme, caracterizado por sua
intensidade, violência e representação impiedosa da disparidade social, mergulha os
espectadores em um mundo conturbado desde as primeiras cenas.
A trama se desenrola em uma decadente fazenda no interior de Pernambuco, prestes a ser
convertida em um hotel. O enredo intricado revela surpresas e reviravoltas, explorando as
profundas contradições sociais moldadas pela complexa história brasileira.
“Propriedade” alinha-se ao melhor do cinema pernambucano contemporâneo, revelando a
persistência de estruturas arcaicas de dominação em um contexto moderno, onde tecnologia e
cultura global coexistem. O filme, como um teorema implacável, examina uma luta de classes
multissecular em meio a dispositivos tecnológicos e carros blindados.
A narrativa, fiel ao título, amarra os conflitos em torno da ideia de propriedade, destacando
a posse como garantia de poder, mas também como uma prisão. O filme é permeado por imagens
poderosas, como a de um carro tecnológico sendo arrastado por um carro de bois, simbolizando
o embate entre o arcaico e o moderno.
A dicotomia entre dois mundos sociais inconciliáveis é expressa na dificuldade de
comunicação entre patrões e empregados. A tragédia se desenha nas dissensões dentro do grupo
de trabalhadores, cada um com suas razões e perspectivas.
“Propriedade” é a segunda obra de Daniel Bandeira, lançada quinze anos após seu primeiro
filme. Com um elenco vigoroso e uma cinematografia envolvente, o filme destaca-se por sua
abordagem realista e a exploração profunda das tensões sociais. Em contraste com obras como
“Bacurau”, o filme de Bandeira oferece sufoco e incerteza, proporcionando ao espectador a
satisfação de ter experimentado uma obra marcante.
(Resumo de “Cinema: “Quando a posse é poder e prisão”. Disponível em: https://outraspalavras.net/poeticas/cinemaquando-a-posse-e-poder-e-prisao/. Acesso em: 29 dez. 2023)
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“Propriedade”, o mais recente lançamento do cinema brasileiro pelas mãos de Daniel
Bandeira, encerra o ano cinematográfico de maneira marcante. O filme, caracterizado por sua
intensidade, violência e representação impiedosa da disparidade social, mergulha os
espectadores em um mundo conturbado desde as primeiras cenas.
A trama se desenrola em uma decadente fazenda no interior de Pernambuco, prestes a ser
convertida em um hotel. O enredo intricado revela surpresas e reviravoltas, explorando as
profundas contradições sociais moldadas pela complexa história brasileira.
“Propriedade” alinha-se ao melhor do cinema pernambucano contemporâneo, revelando a
persistência de estruturas arcaicas de dominação em um contexto moderno, onde tecnologia e
cultura global coexistem. O filme, como um teorema implacável, examina uma luta de classes
multissecular em meio a dispositivos tecnológicos e carros blindados.
A narrativa, fiel ao título, amarra os conflitos em torno da ideia de propriedade, destacando
a posse como garantia de poder, mas também como uma prisão. O filme é permeado por imagens
poderosas, como a de um carro tecnológico sendo arrastado por um carro de bois, simbolizando
o embate entre o arcaico e o moderno.
A dicotomia entre dois mundos sociais inconciliáveis é expressa na dificuldade de
comunicação entre patrões e empregados. A tragédia se desenha nas dissensões dentro do grupo
de trabalhadores, cada um com suas razões e perspectivas.
“Propriedade” é a segunda obra de Daniel Bandeira, lançada quinze anos após seu primeiro
filme. Com um elenco vigoroso e uma cinematografia envolvente, o filme destaca-se por sua
abordagem realista e a exploração profunda das tensões sociais. Em contraste com obras como
“Bacurau”, o filme de Bandeira oferece sufoco e incerteza, proporcionando ao espectador a
satisfação de ter experimentado uma obra marcante.
(Resumo de “Cinema: “Quando a posse é poder e prisão”. Disponível em: https://outraspalavras.net/poeticas/cinemaquando-a-posse-e-poder-e-prisao/. Acesso em: 29 dez. 2023)
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Na frase: “Imagino que jamais experimentei um prato tão exótico”, a oração subordinada é:
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Das orações abaixo, há pleonasmo na alternativa:
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Leia o texto para responder à questão.
O avanço tecnológico transformou radicalmente a forma como nos comunicamos e, com a
popularização da internet, as redes sociais tornaram-se uma parte fundamental do nosso
cotidiano. No entanto, é preciso refletir sobre os impactos desse fenômeno na sociedade,
especialmente no que diz respeito à privacidade e à disseminação de informações.
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O avanço tecnológico transformou radicalmente a forma como nos comunicamos e, com a
popularização da internet, as redes sociais tornaram-se uma parte fundamental do nosso
cotidiano. No entanto, é preciso refletir sobre os impactos desse fenômeno na sociedade,
especialmente no que diz respeito à privacidade e à disseminação de informações.
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Identifique o antônimo da palavra “efêmero” na seguinte frase: “A felicidade proporcionada por
esse momento é efêmera.”
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“A sociedade sempre se esquece de que a violência contra a mulher é inaceitável.” A oração
destacada é:
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Naquela cidade, as diferenças linguísticas eram evidentes. Os moradores mais antigos
preservavam expressões e palavras que remontavam a tempos passados, enquanto os jovens,
influenciados pela cultura digital, incorporavam gírias e neologismos em seu vocabulário. Além
disso, as classes sociais também se refletiam na linguagem, com algumas áreas adotando um
discurso mais formal e outras mantendo uma linguagem coloquial característica.
Qual aspecto da variação linguística é evidenciado no texto?
Qual aspecto da variação linguística é evidenciado no texto?
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