Foram encontradas 458 questões.
3673716
Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Porto Amazonas-PR
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Porto Amazonas-PR
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A sequência 18 , 27 , 36 , 45 , ... obedece um padrão lógico e desta forma o seu SEXTO
elemento é igual a:
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3673715
Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Porto Amazonas-PR
Disciplina: Matemática
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Porto Amazonas-PR
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Um cozinheiro sabe que quando faz um risoto como prato principal em um jantar a
medida de arroz é de 80 gramas por pessoa. Se em um jantar a quantidade de arroz que
utilizou no preparo do risoto foi de 3,2 quilos. O número de pessoas convidadas para este
jantar é igual a:
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3673714
Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Porto Amazonas-PR
Disciplina: Matemática
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Porto Amazonas-PR
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A mensalidade de uma academia de musculação teve um reajuste do ano de 2024 para
2025 de 6%. Se o valor em 2024 da mensalidade era de R$ 150,00, agora em 2025 o valor
passou para:
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3673713
Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Porto Amazonas-PR
Disciplina: Matemática
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Porto Amazonas-PR
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A secretaria de Educação organizou uma excursão para os colaboradores do setor, dos
85 colaboradores, 42 participaram da excursão, sabendo que todos pagaram o mesmo
valor para participar e que o total arrecadado foi de R$ 10.080,00, o valor pago por cada
participante é igual a:
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3673712
Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Porto Amazonas-PR
Disciplina: Matemática
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Porto Amazonas-PR
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Devido ao calor excessivo Dona Marcia consome todos os dias 1,5 litros de água todos
os dias. Considerando que o consumo foi de exatamente 1,5 litros no período de uma
semana a quantidade de água consumida por Dona Marcia é igual a:
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Memorial Brumadinho: conheça homenagem às vítimas do rompimento da barragem
A cidade de Brumadinho, em Minas Gerais, ganhou um memorial para homenagear as 272
vítimas do rompimento da barragem Mina Córrego do Feijão, que ocorreu em 2019. Com
assinatura do escritório de arquitetura Gustavo Penna Arquitetos Associados (GPAA), o espaço no
local da tragédia está aberto ao público desde janeiro deste ano e tem entrada gratuita.
A ideia do Memorial Brumadinho, segundo o arquiteto responsável pelo projeto, nasceu a
partir da mobilização das famílias das vítimas, que desenvolveram o memorial em parceria com o
escritório. Por meio da reflexão e do aprendizado, o objetivo do espaço é preservar as histórias e
ressignificar o local da tragédia. “É um memorial para ser conhecido e visitado como um gesto de
superação”, disse o arquiteto Gustavo Penna ao CNN Viagem&Gastronomia.
Com 1.220 metros quadrados, o Memorial Brumadinho foi construído sob a gestão da
Fundação Memorial de Brumadinho e abriga diferentes espaços dedicados às vítimas, como
uma área retorcida e fragmentada, que representa o impacto do rompimento. Logo em seguida, é
possível observar uma drusa de cristais, um monumento que faz referência à maneira como os
familiares das vítimas se referem a elas: “joias”. Em cada aniversário do desastre, às 12h28 do dia
25 de janeiro, um feixe de luz ilumina as pedras, “simbolizando a escuridão que marcou aquele
momento trágico”.
O espaço apresenta uma fenda escavada nas paredes laterais, com os nomes das vítimas
gravados nelas. Com vista limitada apenas para o horizonte distante, essa seção do percurso, que
se estende por 230 metros, tem como propósito induzir à introspecção e à reflexão sobre a
fragilidade humana diante de tragédias. “Não é uma construção colocada em um único lugar: o
memorial é um território, onde tem o bloco central de recepção. Depois, estende-se pela fenda
que aponta o local do rompimento”, explicou Penna.
Ao final da fenda, os visitantes encontram os espaços Memória e Testemunho, que
homenageiam às vítimas por meio de fotos e objetos pessoais. A área é criação da
cenógrafa Júlia Peregrino. Além disso, o Memorial Brumadinho conta com um mirante e um
bosque, por onde a lama passou. No local, foram plantados 272 ipês amarelos — um para cada
vítima. “É um parque para passeio, mas também um território de memória”, concluiu o arquiteto.
Fonte: Memorial Brumadinho: conheça homenagem às vítimas do rompimento da barragem | CNN
Brasil
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Memorial Brumadinho: conheça homenagem às vítimas do rompimento da barragem
A cidade de Brumadinho, em Minas Gerais, ganhou um memorial para homenagear as 272
vítimas do rompimento da barragem Mina Córrego do Feijão, que ocorreu em 2019. Com
assinatura do escritório de arquitetura Gustavo Penna Arquitetos Associados (GPAA), o espaço no
local da tragédia está aberto ao público desde janeiro deste ano e tem entrada gratuita.
A ideia do Memorial Brumadinho, segundo o arquiteto responsável pelo projeto, nasceu a
partir da mobilização das famílias das vítimas, que desenvolveram o memorial em parceria com o
escritório. Por meio da reflexão e do aprendizado, o objetivo do espaço é preservar as histórias e
ressignificar o local da tragédia. “É um memorial para ser conhecido e visitado como um gesto de
superação”, disse o arquiteto Gustavo Penna ao CNN Viagem&Gastronomia.
Com 1.220 metros quadrados, o Memorial Brumadinho foi construído sob a gestão da
Fundação Memorial de Brumadinho e abriga diferentes espaços dedicados às vítimas, como
uma área retorcida e fragmentada, que representa o impacto do rompimento. Logo em seguida, é
possível observar uma drusa de cristais, um monumento que faz referência à maneira como os
familiares das vítimas se referem a elas: “joias”. Em cada aniversário do desastre, às 12h28 do dia
25 de janeiro, um feixe de luz ilumina as pedras, “simbolizando a escuridão que marcou aquele
momento trágico”.
O espaço apresenta uma fenda escavada nas paredes laterais, com os nomes das vítimas
gravados nelas. Com vista limitada apenas para o horizonte distante, essa seção do percurso, que
se estende por 230 metros, tem como propósito induzir à introspecção e à reflexão sobre a
fragilidade humana diante de tragédias. “Não é uma construção colocada em um único lugar: o
memorial é um território, onde tem o bloco central de recepção. Depois, estende-se pela fenda
que aponta o local do rompimento”, explicou Penna.
Ao final da fenda, os visitantes encontram os espaços Memória e Testemunho, que
homenageiam às vítimas por meio de fotos e objetos pessoais. A área é criação da
cenógrafa Júlia Peregrino. Além disso, o Memorial Brumadinho conta com um mirante e um
bosque, por onde a lama passou. No local, foram plantados 272 ipês amarelos — um para cada
vítima. “É um parque para passeio, mas também um território de memória”, concluiu o arquiteto.
Fonte: Memorial Brumadinho: conheça homenagem às vítimas do rompimento da barragem | CNN
Brasil
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Memorial Brumadinho: conheça homenagem às vítimas do rompimento da barragem
A cidade de Brumadinho, em Minas Gerais, ganhou um memorial para homenagear as 272
vítimas do rompimento da barragem Mina Córrego do Feijão, que ocorreu em 2019. Com
assinatura do escritório de arquitetura Gustavo Penna Arquitetos Associados (GPAA), o espaço no
local da tragédia está aberto ao público desde janeiro deste ano e tem entrada gratuita.
A ideia do Memorial Brumadinho, segundo o arquiteto responsável pelo projeto, nasceu a
partir da mobilização das famílias das vítimas, que desenvolveram o memorial em parceria com o
escritório. Por meio da reflexão e do aprendizado, o objetivo do espaço é preservar as histórias e
ressignificar o local da tragédia. “É um memorial para ser conhecido e visitado como um gesto de
superação”, disse o arquiteto Gustavo Penna ao CNN Viagem&Gastronomia.
Com 1.220 metros quadrados, o Memorial Brumadinho foi construído sob a gestão da
Fundação Memorial de Brumadinho e abriga diferentes espaços dedicados às vítimas, como
uma área retorcida e fragmentada, que representa o impacto do rompimento. Logo em seguida, é
possível observar uma drusa de cristais, um monumento que faz referência à maneira como os
familiares das vítimas se referem a elas: “joias”. Em cada aniversário do desastre, às 12h28 do dia
25 de janeiro, um feixe de luz ilumina as pedras, “simbolizando a escuridão que marcou aquele
momento trágico”.
O espaço apresenta uma fenda escavada nas paredes laterais, com os nomes das vítimas
gravados nelas. Com vista limitada apenas para o horizonte distante, essa seção do percurso, que
se estende por 230 metros, tem como propósito induzir à introspecção e à reflexão sobre a
fragilidade humana diante de tragédias. “Não é uma construção colocada em um único lugar: o
memorial é um território, onde tem o bloco central de recepção. Depois, estende-se pela fenda
que aponta o local do rompimento”, explicou Penna.
Ao final da fenda, os visitantes encontram os espaços Memória e Testemunho, que
homenageiam às vítimas por meio de fotos e objetos pessoais. A área é criação da
cenógrafa Júlia Peregrino. Além disso, o Memorial Brumadinho conta com um mirante e um
bosque, por onde a lama passou. No local, foram plantados 272 ipês amarelos — um para cada
vítima. “É um parque para passeio, mas também um território de memória”, concluiu o arquiteto.
Fonte: Memorial Brumadinho: conheça homenagem às vítimas do rompimento da barragem | CNN
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Memorial Brumadinho: conheça homenagem às vítimas do rompimento da barragem
A cidade de Brumadinho, em Minas Gerais, ganhou um memorial para homenagear as 272
vítimas do rompimento da barragem Mina Córrego do Feijão, que ocorreu em 2019. Com
assinatura do escritório de arquitetura Gustavo Penna Arquitetos Associados (GPAA), o espaço no
local da tragédia está aberto ao público desde janeiro deste ano e tem entrada gratuita.
A ideia do Memorial Brumadinho, segundo o arquiteto responsável pelo projeto, nasceu a
partir da mobilização das famílias das vítimas, que desenvolveram o memorial em parceria com o
escritório. Por meio da reflexão e do aprendizado, o objetivo do espaço é preservar as histórias e
ressignificar o local da tragédia. “É um memorial para ser conhecido e visitado como um gesto de
superação”, disse o arquiteto Gustavo Penna ao CNN Viagem&Gastronomia.
Com 1.220 metros quadrados, o Memorial Brumadinho foi construído sob a gestão da
Fundação Memorial de Brumadinho e abriga diferentes espaços dedicados às vítimas, como
uma área retorcida e fragmentada, que representa o impacto do rompimento. Logo em seguida, é
possível observar uma drusa de cristais, um monumento que faz referência à maneira como os
familiares das vítimas se referem a elas: “joias”. Em cada aniversário do desastre, às 12h28 do dia
25 de janeiro, um feixe de luz ilumina as pedras, “simbolizando a escuridão que marcou aquele
momento trágico”.
O espaço apresenta uma fenda escavada nas paredes laterais, com os nomes das vítimas
gravados nelas. Com vista limitada apenas para o horizonte distante, essa seção do percurso, que
se estende por 230 metros, tem como propósito induzir à introspecção e à reflexão sobre a
fragilidade humana diante de tragédias. “Não é uma construção colocada em um único lugar: o
memorial é um território, onde tem o bloco central de recepção. Depois, estende-se pela fenda
que aponta o local do rompimento”, explicou Penna.
Ao final da fenda, os visitantes encontram os espaços Memória e Testemunho, que
homenageiam às vítimas por meio de fotos e objetos pessoais. A área é criação da
cenógrafa Júlia Peregrino. Além disso, o Memorial Brumadinho conta com um mirante e um
bosque, por onde a lama passou. No local, foram plantados 272 ipês amarelos — um para cada
vítima. “É um parque para passeio, mas também um território de memória”, concluiu o arquiteto.
Fonte: Memorial Brumadinho: conheça homenagem às vítimas do rompimento da barragem | CNN
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Memorial Brumadinho: conheça homenagem às vítimas do rompimento da barragem
A cidade de Brumadinho, em Minas Gerais, ganhou um memorial para homenagear as 272
vítimas do rompimento da barragem Mina Córrego do Feijão, que ocorreu em 2019. Com
assinatura do escritório de arquitetura Gustavo Penna Arquitetos Associados (GPAA), o espaço no
local da tragédia está aberto ao público desde janeiro deste ano e tem entrada gratuita.
A ideia do Memorial Brumadinho, segundo o arquiteto responsável pelo projeto, nasceu a
partir da mobilização das famílias das vítimas, que desenvolveram o memorial em parceria com o
escritório. Por meio da reflexão e do aprendizado, o objetivo do espaço é preservar as histórias e
ressignificar o local da tragédia. “É um memorial para ser conhecido e visitado como um gesto de
superação”, disse o arquiteto Gustavo Penna ao CNN Viagem&Gastronomia.
Com 1.220 metros quadrados, o Memorial Brumadinho foi construído sob a gestão da
Fundação Memorial de Brumadinho e abriga diferentes espaços dedicados às vítimas, como
uma área retorcida e fragmentada, que representa o impacto do rompimento. Logo em seguida, é
possível observar uma drusa de cristais, um monumento que faz referência à maneira como os
familiares das vítimas se referem a elas: “joias”. Em cada aniversário do desastre, às 12h28 do dia
25 de janeiro, um feixe de luz ilumina as pedras, “simbolizando a escuridão que marcou aquele
momento trágico”.
O espaço apresenta uma fenda escavada nas paredes laterais, com os nomes das vítimas
gravados nelas. Com vista limitada apenas para o horizonte distante, essa seção do percurso, que
se estende por 230 metros, tem como propósito induzir à introspecção e à reflexão sobre a
fragilidade humana diante de tragédias. “Não é uma construção colocada em um único lugar: o
memorial é um território, onde tem o bloco central de recepção. Depois, estende-se pela fenda
que aponta o local do rompimento”, explicou Penna.
Ao final da fenda, os visitantes encontram os espaços Memória e Testemunho, que
homenageiam às vítimas por meio de fotos e objetos pessoais. A área é criação da
cenógrafa Júlia Peregrino. Além disso, o Memorial Brumadinho conta com um mirante e um
bosque, por onde a lama passou. No local, foram plantados 272 ipês amarelos — um para cada
vítima. “É um parque para passeio, mas também um território de memória”, concluiu o arquiteto.
Fonte: Memorial Brumadinho: conheça homenagem às vítimas do rompimento da barragem | CNN
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