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Foram encontradas 50 questões.

3959080 Ano: 2019
Disciplina: Física
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO
As nuvens estão entre os principais responsáveis pela existência da Meteorologia. Considere as afirmativas sobre constituição e sobre formação das nuvens.
I. A formação das nuvens acontece quando ocorre a condensação da água, devido ao aumento da temperatura do ar. II. A formação das nuvens envolve mudanças de estados físicos da água. III. As nuvens são constituídas por partículas de água ou de gelo ou de ambos. IV. As nuvens são formadas somente por água visível no estado gasoso.
São corretos apenas os itens:
 

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3959079 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO
CHUVA
Agosto chegou ao fim. Setembro entrou feio, seco de águas; o Sol peneirando chispas num céu cor de cinza; a luminosidade tão intensa que trespassava as montanhas, descoloria-as, fundia-as na atmosfera espessa e vibrante. Os homens espiavam, de cabeça erguida, interrogavam-se em silêncio. Com ansiedade, jogavam os seus pensamentos, como pedras das fundas, para o alto. Nem um fiapo de nuvem pairava nos espaços. Não se enxergava um único sinal, desses indícios que os velhos sabem ver apontando o dedo indicador, o braço estendido para o céu, e se revelavam aos homens como palavras escritas.”
In: LOPES, Manuel. Flagelados do Vento Leste. Portugal, Vega, 1991.
O trecho do romance de Manuel Lopes faz parte de uma narrativa. Textos narrativos se caracterizam pelo emprego dos verbos no passado. Considerando os tempos verbais empregados com mais frequência no texto, o Pretérito Imperfeito indica:
 

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3959078 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO
CHUVA
Agosto chegou ao fim. Setembro entrou feio, seco de águas; o Sol peneirando chispas num céu cor de cinza; a luminosidade tão intensa que trespassava as montanhas, descoloria-as, fundia-as na atmosfera espessa e vibrante. Os homens espiavam, de cabeça erguida, interrogavam-se em silêncio. Com ansiedade, jogavam os seus pensamentos, como pedras das fundas, para o alto. Nem um fiapo de nuvem pairava nos espaços. Não se enxergava um único sinal, desses indícios que os velhos sabem ver apontando o dedo indicador, o braço estendido para o céu, e se revelavam aos homens como palavras escritas.”
In: LOPES, Manuel. Flagelados do Vento Leste. Portugal, Vega, 1991.
O trecho utiliza linguagem conotativa, criando imagens e sentidos a partir de associações. Uma dessas imagens é construída por meio de uma comparação. A passagem que exemplifica tal recurso é:
 

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3959077 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO
CHUVA
Agosto chegou ao fim. Setembro entrou feio, seco de águas; o Sol peneirando chispas num céu cor de cinza; a luminosidade tão intensa que trespassava as montanhas, descoloria-as, fundia-as na atmosfera espessa e vibrante. Os homens espiavam, de cabeça erguida, interrogavam-se em silêncio. Com ansiedade, jogavam os seus pensamentos, como pedras das fundas, para o alto. Nem um fiapo de nuvem pairava nos espaços. Não se enxergava um único sinal, desses indícios que os velhos sabem ver apontando o dedo indicador, o braço estendido para o céu, e se revelavam aos homens como palavras escritas.”
In: LOPES, Manuel. Flagelados do Vento Leste. Portugal, Vega, 1991.
O trecho se refere a “um único sinal”, que vem a ser o anúncio de:
 

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3959076 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO
A Floresta Amazônica é considerada a maior floresta tropical do mundo e concentra enorme biodiversidade. Ela corresponde a 53% das florestas tropicais ainda existentes. Por isso, a sua conservação é debatida em âmbito internacional, em virtude de sua dimensão e de sua importância ecológica. Em geral, as estações do ano na floresta distinguem-se por dois períodos: o seco e o chuvoso. O solo da floresta amazônica é considerado pobre com uma fina camada de nutrientes. Porém, o húmus formado pela decomposição da matéria orgânica, ou seja, folhas, flores, animais e frutos é rica em nutrientes utilizados para o desenvolvimento das espécies e da vegetação da floresta.
Ao apresentar o mapa da Amazônia Legal aos seus alunos do 4º ano, um professor sugeriu pesquisas, algumas análises e a turma fez alguns registros.
Enunciado 4307343-1
CONCLUSÕES DA TURMA SOBRE A AMAZÔNIA LEGAL
I- A Floresta Amazônica, no território nacional, abrange os estados do Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima, Pará, Amapá e partes do Maranhão e do Mato Grosso.
II- Além da grande parte localizada em território brasileiro, a Floresta Amazônica também abrange partes do Peru, da Colômbia, da Venezuela, do Equador, da Bolívia, da Guiana, do Suriname e da Guiana Francesa.
III- A preservação e a conservação da biodiversidade da Amazônia são responsabilidades exclusivas do Brasil, porque a maior parte da sua extensão se encontra em território nacional.
IV- Os estados brasileiros em cujo território se localiza a floresta têm as estações do ano bem marcadas, por estarem próximos à linha do Equador.
No PPP de uma escola dos Anos Iniciais, incluiu-se um grande projeto sobre o estado de Rondônia. Coube ao 5º ano estudar a história do estado e a turma, coletivamente, decidiu organizar um jornal online, com notícias atuais e histórias de outras épocas, além de um linha do tempo a ser exposta no mural do colégio. Entre as inúmeras vantagens desse trabalho, NÃO está:
 

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3959074 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO
A Floresta Amazônica é considerada a maior floresta tropical do mundo e concentra enorme biodiversidade. Ela corresponde a 53% das florestas tropicais ainda existentes. Por isso, a sua conservação é debatida em âmbito internacional, em virtude de sua dimensão e de sua importância ecológica. Em geral, as estações do ano na floresta distinguem-se por dois períodos: o seco e o chuvoso. O solo da floresta amazônica é considerado pobre com uma fina camada de nutrientes. Porém, o húmus formado pela decomposição da matéria orgânica, ou seja, folhas, flores, animais e frutos é rica em nutrientes utilizados para o desenvolvimento das espécies e da vegetação da floresta.
Ao apresentar o mapa da Amazônia Legal aos seus alunos do 4º ano, um professor sugeriu pesquisas, algumas análises e a turma fez alguns registros.
Enunciado 4307341-1
CONCLUSÕES DA TURMA SOBRE A AMAZÔNIA LEGAL
I- A Floresta Amazônica, no território nacional, abrange os estados do Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima, Pará, Amapá e partes do Maranhão e do Mato Grosso.
II- Além da grande parte localizada em território brasileiro, a Floresta Amazônica também abrange partes do Peru, da Colômbia, da Venezuela, do Equador, da Bolívia, da Guiana, do Suriname e da Guiana Francesa.
III- A preservação e a conservação da biodiversidade da Amazônia são responsabilidades exclusivas do Brasil, porque a maior parte da sua extensão se encontra em território nacional.
IV- Os estados brasileiros em cujo território se localiza a floresta têm as estações do ano bem marcadas, por estarem próximos à linha do Equador.
Entre as anotações feitas pela turma, estão corretas, apenas:
 

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3959073 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO
RONDÔNIA – UM ESTADO ATÍPICO
    A não dependência direta do rio, mas, sim, da rodovia BR-364 para sua sobrevivência, faz de Rondônia um Estado atípico na Amazônia. Levando-se em conta sua formação, oriundo de dois outros Estados (partes do Amazonas e do Mato Grosso) e, além disso, única Unidade da Federação fruto de um tratado internacional, o de Petrópolis – que permitiu ao Brasil ficar com as terras do Acre em troca da construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, somando-se ao fato de ter sido antes Território Federal, faz com que Rondônia seja em realidade um Estado diferente em relação ao próprio país.
    Porta de entrada da Amazônia brasileira pela BR-364, a formação do povo rondoniense é outro diferencial: o Estado foi sendo constituído em ciclos econômicos. Na época da construção da Estrada de Ferro MadeiraMamoré, trabalhadores de dezenas de lugares vieram trabalhar na obra e muitos deles, depois da estrada pronta, ficaram por essas terras. Nesse período, acontecia a corrida pelo “ouro negro”, a borracha. Vinham, então, desde o final do século XIX, levas de nordestinos para os seringais; depois o novo ciclo da borracha, na década de 40, quando a Amazônia abasteceu desse produto as tropas Aliadas na II Guerra Mundial e mais milhares de nordestinos, os “soldados da borracha”, foram chegando. Em seguida, os ciclos de garimpagem de diamante, de cassiterita e de ouro para, finalmente, entre as décadas de 60 à metade da de 80, ter ocorrido a maior corrida de famílias de todos Estados brasileiros em busca do novo Eldorado, as férteis terras de Rondônia.
    Quatro estágios marcam sua História: o da MadeiraMamoré (1912/1972), o do Território (1943/1981) do Guaporé (em 1956 Rondônia), o da abertura da rodovia BR-364 (1961) – no traçado da linha telegráfica implantada pelo Marechal Cândido Rondon e o Estado, criado a 22 de dezembro de 1981 pela Lei Complementar 41 assinada pelo presidente João Figueiredo.
In: http://www.rondonia.ro.gov.br/diof/sobre/historia/ (adaptado para fins pedagógicos). Acessado em junho de 2019.
A área do Estado de Rondônia é de aproximadamente 240.000 km². Essa área corresponde à área de um retângulo com as seguintes dimensões:
 

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3959072 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO
RONDÔNIA – UM ESTADO ATÍPICO
    A não dependência direta do rio, mas, sim, da rodovia BR-364 para sua sobrevivência, faz de Rondônia um Estado atípico na Amazônia. Levando-se em conta sua formação, oriundo de dois outros Estados (partes do Amazonas e do Mato Grosso) e, além disso, única Unidade da Federação fruto de um tratado internacional, o de Petrópolis – que permitiu ao Brasil ficar com as terras do Acre em troca da construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, somando-se ao fato de ter sido antes Território Federal, faz com que Rondônia seja em realidade um Estado diferente em relação ao próprio país.
    Porta de entrada da Amazônia brasileira pela BR-364, a formação do povo rondoniense é outro diferencial: o Estado foi sendo constituído em ciclos econômicos. Na época da construção da Estrada de Ferro MadeiraMamoré, trabalhadores de dezenas de lugares vieram trabalhar na obra e muitos deles, depois da estrada pronta, ficaram por essas terras. Nesse período, acontecia a corrida pelo “ouro negro”, a borracha. Vinham, então, desde o final do século XIX, levas de nordestinos para os seringais; depois o novo ciclo da borracha, na década de 40, quando a Amazônia abasteceu desse produto as tropas Aliadas na II Guerra Mundial e mais milhares de nordestinos, os “soldados da borracha”, foram chegando. Em seguida, os ciclos de garimpagem de diamante, de cassiterita e de ouro para, finalmente, entre as décadas de 60 à metade da de 80, ter ocorrido a maior corrida de famílias de todos Estados brasileiros em busca do novo Eldorado, as férteis terras de Rondônia.
    Quatro estágios marcam sua História: o da MadeiraMamoré (1912/1972), o do Território (1943/1981) do Guaporé (em 1956 Rondônia), o da abertura da rodovia BR-364 (1961) – no traçado da linha telegráfica implantada pelo Marechal Cândido Rondon e o Estado, criado a 22 de dezembro de 1981 pela Lei Complementar 41 assinada pelo presidente João Figueiredo.
In: http://www.rondonia.ro.gov.br/diof/sobre/historia/ (adaptado para fins pedagógicos). Acessado em junho de 2019.
O Ciclo da Borracha corresponde ao período da história brasileira em que a extração e comercialização de látex para produção da borracha foram atividades basilares da economia. De fato, ocorreram na região central da floresta amazônica, entre os anos de 1879 e 1912, revigorando-se por pouco tempo entre 1942 e 1945. Neste período, conhecido como “Belle Époque Amazônica” que vai de 1890 a 1920, cidades como Manaus, Porto Velho e Belém, tornaram-se as capitais brasileiras mais desenvolvidas, com eletricidade, sistema de água encanada e esgotos, museus e cinemas, construídos sob influência europeia.
(In:https://www.todamateria.com.br/ciclo-da-borracha/ - Acessado em junho de 2019)

Assim como na História do Brasil, os ciclos econômicos foram determinantes para a história de Rondônia. Depois da segunda época de desenvolvimento da região impulsionada pela borracha, a economia do estado foi marcada pela:
 

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3959071 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Porto Velho-RO
RONDÔNIA – UM ESTADO ATÍPICO
    A não dependência direta do rio, mas, sim, da rodovia BR-364 para sua sobrevivência, faz de Rondônia um Estado atípico na Amazônia. Levando-se em conta sua formação, oriundo de dois outros Estados (partes do Amazonas e do Mato Grosso) e, além disso, única Unidade da Federação fruto de um tratado internacional, o de Petrópolis – que permitiu ao Brasil ficar com as terras do Acre em troca da construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, somando-se ao fato de ter sido antes Território Federal, faz com que Rondônia seja em realidade um Estado diferente em relação ao próprio país.
    Porta de entrada da Amazônia brasileira pela BR-364, a formação do povo rondoniense é outro diferencial: o Estado foi sendo constituído em ciclos econômicos. Na época da construção da Estrada de Ferro MadeiraMamoré, trabalhadores de dezenas de lugares vieram trabalhar na obra e muitos deles, depois da estrada pronta, ficaram por essas terras. Nesse período, acontecia a corrida pelo “ouro negro”, a borracha. Vinham, então, desde o final do século XIX, levas de nordestinos para os seringais; depois o novo ciclo da borracha, na década de 40, quando a Amazônia abasteceu desse produto as tropas Aliadas na II Guerra Mundial e mais milhares de nordestinos, os “soldados da borracha”, foram chegando. Em seguida, os ciclos de garimpagem de diamante, de cassiterita e de ouro para, finalmente, entre as décadas de 60 à metade da de 80, ter ocorrido a maior corrida de famílias de todos Estados brasileiros em busca do novo Eldorado, as férteis terras de Rondônia.
    Quatro estágios marcam sua História: o da MadeiraMamoré (1912/1972), o do Território (1943/1981) do Guaporé (em 1956 Rondônia), o da abertura da rodovia BR-364 (1961) – no traçado da linha telegráfica implantada pelo Marechal Cândido Rondon e o Estado, criado a 22 de dezembro de 1981 pela Lei Complementar 41 assinada pelo presidente João Figueiredo.
In: http://www.rondonia.ro.gov.br/diof/sobre/historia/ (adaptado para fins pedagógicos). Acessado em junho de 2019.
Considerando os estágios da história de Rondônia e o período republicano no Brasil, pode-se afirmar que:
 

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Passagem pela adolescência
    "Filho criado, trabalho redobrado." Esse conhecido ditado popular ganha sentido quando chega a adolescência. Nessa fase, o filho já não precisa dos cuidados que os pais dedicam à criança, tão dependente. Mas, por outro lado, o que ele ganha de liberdade para viver a própria vida resulta em diversas e sérias preocupações aos pais. Temos a tendência a considerar a adolescência mais problemática para os pais do que para os filhos. É que, como eles já gozam de liberdade para sair, festejar e comemorar sempre que possível com colegas e amigos de mesma idade e estão sempre prontos a isso, parece que a vida deles é uma eterna festa. Mas vamos com calma porque não é bem assim.
    Se a vida com os filhos adolescentes, que alguns teimam em considerar um fato aborrecedor, é complexa e delicada, a vida deles também o é. Na verdade, o fenômeno da adolescência, principalmente no mundo contemporâneo, é bem mais complicado de ser vivido pelos próprios jovens do que por seus pais. Vejamos dois motivos importantes.
    Em primeiro lugar, deixar de ser criança é se defrontar com inúmeros problemas da vida que, antes, pareciam não existir: eles permaneciam camuflados ou ignorados porque eram da responsabilidade só dos pais. Hoje, esse quadro é mais agudo ainda, já que muitos pais escolheram tutelar integralmente a vida dos filhos por muito mais tempo.
    Quando o filho, ainda na infância, enfrenta dissabores na convivência com colegas ou pena para construir relações na escola, quando se afasta das dificuldades que surgem na vida escolar - sua primeira e exclusiva responsabilidade -, quando se envolve em conflitos, comete erros, não dá conta do recado etc., os pais logo se colocam em cena. Dessa forma, poupam o filho de enfrentar seus problemas no presente, é claro, mas também passam a ideia de que eles não existem por muito mais tempo.
    É bom lembrar que a escola - no ciclo fundamental - deveria ser a primeira grande batalha da vida que o filho teria de enfrentar sozinho, apenas com seus recursos, como experiência de aprender a se conhecer, a viver em comunidade e a usar seu potencial com disciplina para dar conta de dar os passos com suas próprias pernas.
    Em segundo lugar, o contexto sociocultural globalizado atual, com ideais como consumo, felicidade e juventude eterna, por exemplo, compromete de largada o processo de amadurecimento típico da adolescência, que exige certa dose de solidão para a estruturação de tantas vivências e, principalmente, interlocução. E com quem os adolescentes contam para conversar?
    Eles precisam, nessa época de passagem para a vida adulta, de pessoas dispostas a assumir o lugar da maturidade e da experiência com olhar crítico sobre as questões existenciais e da vida em sociedade para estabelecer com eles um diálogo interrogador. Várias pesquisas já mostraram que os jovens dão grande valor aos pais e aos professores em suas vidas. Entretanto, parece que estamos muito mais comprometidos com a juventude do que eles mesmos.
    Quem leva a sério questões importantes para eles em temas como política, sexualidade, drogas, ética, depressão e suicídio, vida em família, vida escolar, violência, relações amorosas e fidelidade, racismo, trabalho etc.? Quando digo levar a sério me refiro a considerar o que eles dizem e dialogar com propriedade, e não com moralismo ou com excesso de jovialidade. E, desse mal, padecem muitos pais e professores que com eles convivem.
     Os adolescentes não conseguem desfrutar da solidão necessária nessa época da vida, mas parece que se encontram sozinhos na aventura de aprender a se tornarem adultos. Bem que merecem nossa companhia, não?
SAYÃO, Rosely. “As melhores crônicas do Brasil”. In cronicasbrasil.blogspot.com/search/label/Adolescência.
No fragmento “É que, como eles já gozam de liberdade para sair, festejar e comemorar” (1º §), o conectivo “como” está exprimindo sentido:
 

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