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3017524
Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Provas:
Um motorista de ônibus faz 4 viagens por dia, cada uma
com 3/4 de sua capacidade total de 40 passageiros. Quantos
passageiros ele transporta ao todo em um dia?
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3017523
Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Provas:
Um motorista precisa calcular o custo total do combustível
para uma viagem. Se o preço do litro de combustível é R$ 5,50
e seu veículo consome 1 litro a cada 12 km, qual será o custo
do combustível para uma viagem de 480 km?
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3017511
Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Provas:
Estado de SC reduz desmatamento da Mata Atlântica em 66%
Um novo boletim do Sistema de Alertas de
Desmatamento (SAD) Mata Atlântica, divulgado em
novembro, mostrou que, nos primeiros oito meses de 2023,
houve uma redução de 66% no desmatamento da Mata
Atlântica em Santa Catarina, percentual mais expressivo do
que o registrado em todo o Brasil, que foi de 59%.
Os dados – consolidados na plataforma MapBiomas
Alerta, a partir de uma parceria entre a Fundação SOS Mata
Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas, – apontam que a área
desmatada no Brasil, entre janeiro e agosto deste ano, foi de
9.216 hectares, uma queda de 59% em comparação com o
mesmo período de 2022. Em Santa Catarina, a redução representa diminuição de 1.816 para 600 hectares desmatados.
Esse declínio não é uma novidade isolada. O boletim
de julho da SAD Mata Atlântica já havia registrado uma
diminuição de 46% no desmatamento desse bioma no estado.
Os bons números se justificam pela intensificação no
combate ao desmate no estado, na fiscalização preventiva e
repressiva, além do investimento em estratégias com alta
tecnologia. “Estamos colhendo os frutos de um trabalho
intenso de ações preventivas e repressivas, que envolvem
utilização de tecnologias avançadas de fiscalização e ações
conjuntas com demais órgãos e instituições para combater de
forma efetiva os crimes de desmatamento ilegal no estado”,
analisa a presidente do IMA, Sheila Meirelles.
Atualmente, o IMA conta com o Sistema Integrado de
Monitoramento e Alertas de Desmatamento, o SIMAD, que foi
desenvolvido pelos técnicos do Instituto, e auxilia o serviço de
fiscalização. O SIMAD é um programa dos mais inovadores do
país, por utilizar imagens de satélite para comparar locais em
diferentes períodos, mostrando o histórico da vegetação. Se
há supressão de vegetação, por exemplo, o próprio sistema
verifica se aquela supressão possui autorização de corte ou se
foi clandestina.
O sistema identifica, por meio de imagens orbitais de
alta resolução, a diferença de cobertura vegetal ocorrida de
forma periódica em todo território catarinense. São avaliados
mosaicos com até 4,7 centímetros de resolução espacial
disponibilizados pelo programa NICFI, em parceria com o
governo da Noruega.
O alerta é gerado por meio de programas
computacionais de código aberto e, portanto, sem custos para
o Estado. São analisados se houve autorização para supressão
incluindo informações de responsabilidade do IMA e as
disponibilizadas pelo SINAFLOR por meio do IBAMA, além de
outras informações da área, como histórico de uso do solo,
informações do Cadastro Ambiental Rural, entre outros.
O SIMAD é o único monitoramento deste gênero,
disponível em Santa Catarina, que realiza o cruzamento
automatizado com outros sistemas, como de licenciamento,
autos de infração, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e espaços
territoriais especialmente protegidos (APP, Reserva Legal,
unidades de conservação), entre outras camadas.
A Mata Atlântica representa um dos 6 biomas
presentes no território brasileiro. Localizada na faixa litorânea,
abrange uma área habitada por mais de 50% da população
brasileira.
Fonte: https://estado.sc.gov.br/noticias/estado-de-santa-catarina-reduz-
desmatamento-da-mata-atlantica-em-66/ (adaptado).
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3017510
Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Provas:
Estado de SC reduz desmatamento da Mata Atlântica em 66%
Um novo boletim do Sistema de Alertas de
Desmatamento (SAD) Mata Atlântica, divulgado em
novembro, mostrou que, nos primeiros oito meses de 2023,
houve uma redução de 66% no desmatamento da Mata
Atlântica em Santa Catarina, percentual mais expressivo do
que o registrado em todo o Brasil, que foi de 59%.
Os dados – consolidados na plataforma MapBiomas
Alerta, a partir de uma parceria entre a Fundação SOS Mata
Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas, – apontam que a área
desmatada no Brasil, entre janeiro e agosto deste ano, foi de
9.216 hectares, uma queda de 59% em comparação com o
mesmo período de 2022. Em Santa Catarina, a redução representa diminuição de 1.816 para 600 hectares desmatados.
Esse declínio não é uma novidade isolada. O boletim
de julho da SAD Mata Atlântica já havia registrado uma
diminuição de 46% no desmatamento desse bioma no estado.
Os bons números se justificam pela intensificação no
combate ao desmate no estado, na fiscalização preventiva e
repressiva, além do investimento em estratégias com alta
tecnologia. “Estamos colhendo os frutos de um trabalho
intenso de ações preventivas e repressivas, que envolvem
utilização de tecnologias avançadas de fiscalização e ações
conjuntas com demais órgãos e instituições para combater de
forma efetiva os crimes de desmatamento ilegal no estado”,
analisa a presidente do IMA, Sheila Meirelles.
Atualmente, o IMA conta com o Sistema Integrado de
Monitoramento e Alertas de Desmatamento, o SIMAD, que foi
desenvolvido pelos técnicos do Instituto, e auxilia o serviço de
fiscalização. O SIMAD é um programa dos mais inovadores do
país, por utilizar imagens de satélite para comparar locais em
diferentes períodos, mostrando o histórico da vegetação. Se
há supressão de vegetação, por exemplo, o próprio sistema
verifica se aquela supressão possui autorização de corte ou se
foi clandestina.
O sistema identifica, por meio de imagens orbitais de
alta resolução, a diferença de cobertura vegetal ocorrida de
forma periódica em todo território catarinense. São avaliados
mosaicos com até 4,7 centímetros de resolução espacial
disponibilizados pelo programa NICFI, em parceria com o
governo da Noruega.
O alerta é gerado por meio de programas
computacionais de código aberto e, portanto, sem custos para
o Estado. São analisados se houve autorização para supressão
incluindo informações de responsabilidade do IMA e as
disponibilizadas pelo SINAFLOR por meio do IBAMA, além de
outras informações da área, como histórico de uso do solo,
informações do Cadastro Ambiental Rural, entre outros.
O SIMAD é o único monitoramento deste gênero,
disponível em Santa Catarina, que realiza o cruzamento
automatizado com outros sistemas, como de licenciamento,
autos de infração, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e espaços
territoriais especialmente protegidos (APP, Reserva Legal,
unidades de conservação), entre outras camadas.
A Mata Atlântica representa um dos 6 biomas
presentes no território brasileiro. Localizada na faixa litorânea,
abrange uma área habitada por mais de 50% da população
brasileira.
Fonte: https://estado.sc.gov.br/noticias/estado-de-santa-catarina-reduz-
desmatamento-da-mata-atlantica-em-66/ (adaptado).
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3017509
Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Provas:
Estado de SC reduz desmatamento da Mata Atlântica em 66%
Um novo boletim do Sistema de Alertas de
Desmatamento (SAD) Mata Atlântica, divulgado em
novembro, mostrou que, nos primeiros oito meses de 2023,
houve uma redução de 66% no desmatamento da Mata
Atlântica em Santa Catarina, percentual mais expressivo do
que o registrado em todo o Brasil, que foi de 59%.
Os dados – consolidados na plataforma MapBiomas
Alerta, a partir de uma parceria entre a Fundação SOS Mata
Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas, – apontam que a área
desmatada no Brasil, entre janeiro e agosto deste ano, foi de
9.216 hectares, uma queda de 59% em comparação com o
mesmo período de 2022. Em Santa Catarina, a redução representa diminuição de 1.816 para 600 hectares desmatados.
Esse declínio não é uma novidade isolada. O boletim
de julho da SAD Mata Atlântica já havia registrado uma
diminuição de 46% no desmatamento desse bioma no estado.
Os bons números se justificam pela intensificação no
combate ao desmate no estado, na fiscalização preventiva e
repressiva, além do investimento em estratégias com alta
tecnologia. “Estamos colhendo os frutos de um trabalho
intenso de ações preventivas e repressivas, que envolvem
utilização de tecnologias avançadas de fiscalização e ações
conjuntas com demais órgãos e instituições para combater de
forma efetiva os crimes de desmatamento ilegal no estado”,
analisa a presidente do IMA, Sheila Meirelles.
Atualmente, o IMA conta com o Sistema Integrado de
Monitoramento e Alertas de Desmatamento, o SIMAD, que foi
desenvolvido pelos técnicos do Instituto, e auxilia o serviço de
fiscalização. O SIMAD é um programa dos mais inovadores do
país, por utilizar imagens de satélite para comparar locais em
diferentes períodos, mostrando o histórico da vegetação. Se
há supressão de vegetação, por exemplo, o próprio sistema
verifica se aquela supressão possui autorização de corte ou se
foi clandestina.
O sistema identifica, por meio de imagens orbitais de
alta resolução, a diferença de cobertura vegetal ocorrida de
forma periódica em todo território catarinense. São avaliados
mosaicos com até 4,7 centímetros de resolução espacial
disponibilizados pelo programa NICFI, em parceria com o
governo da Noruega.
O alerta é gerado por meio de programas
computacionais de código aberto e, portanto, sem custos para
o Estado. São analisados se houve autorização para supressão
incluindo informações de responsabilidade do IMA e as
disponibilizadas pelo SINAFLOR por meio do IBAMA, além de
outras informações da área, como histórico de uso do solo,
informações do Cadastro Ambiental Rural, entre outros.
O SIMAD é o único monitoramento deste gênero,
disponível em Santa Catarina, que realiza o cruzamento
automatizado com outros sistemas, como de licenciamento,
autos de infração, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e espaços
territoriais especialmente protegidos (APP, Reserva Legal,
unidades de conservação), entre outras camadas.
A Mata Atlântica representa um dos 6 biomas
presentes no território brasileiro. Localizada na faixa litorânea,
abrange uma área habitada por mais de 50% da população
brasileira.
Fonte: https://estado.sc.gov.br/noticias/estado-de-santa-catarina-reduz-
desmatamento-da-mata-atlantica-em-66/ (adaptado).
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3017508
Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Provas:
Estado de SC reduz desmatamento da Mata Atlântica em 66%
Um novo boletim do Sistema de Alertas de
Desmatamento (SAD) Mata Atlântica, divulgado em
novembro, mostrou que, nos primeiros oito meses de 2023,
houve uma redução de 66% no desmatamento da Mata
Atlântica em Santa Catarina, percentual mais expressivo do
que o registrado em todo o Brasil, que foi de 59%.
Os dados – consolidados na plataforma MapBiomas
Alerta, a partir de uma parceria entre a Fundação SOS Mata
Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas, – apontam que a área
desmatada no Brasil, entre janeiro e agosto deste ano, foi de
9.216 hectares, uma queda de 59% em comparação com o
mesmo período de 2022. Em Santa Catarina, a redução representa diminuição de 1.816 para 600 hectares desmatados.
Esse declínio não é uma novidade isolada. O boletim
de julho da SAD Mata Atlântica já havia registrado uma
diminuição de 46% no desmatamento desse bioma no estado.
Os bons números se justificam pela intensificação no
combate ao desmate no estado, na fiscalização preventiva e
repressiva, além do investimento em estratégias com alta
tecnologia. “Estamos colhendo os frutos de um trabalho
intenso de ações preventivas e repressivas, que envolvem
utilização de tecnologias avançadas de fiscalização e ações
conjuntas com demais órgãos e instituições para combater de
forma efetiva os crimes de desmatamento ilegal no estado”,
analisa a presidente do IMA, Sheila Meirelles.
Atualmente, o IMA conta com o Sistema Integrado de
Monitoramento e Alertas de Desmatamento, o SIMAD, que foi
desenvolvido pelos técnicos do Instituto, e auxilia o serviço de
fiscalização. O SIMAD é um programa dos mais inovadores do
país, por utilizar imagens de satélite para comparar locais em
diferentes períodos, mostrando o histórico da vegetação. Se
há supressão de vegetação, por exemplo, o próprio sistema
verifica se aquela supressão possui autorização de corte ou se
foi clandestina.
O sistema identifica, por meio de imagens orbitais de
alta resolução, a diferença de cobertura vegetal ocorrida de
forma periódica em todo território catarinense. São avaliados
mosaicos com até 4,7 centímetros de resolução espacial
disponibilizados pelo programa NICFI, em parceria com o
governo da Noruega.
O alerta é gerado por meio de programas
computacionais de código aberto e, portanto, sem custos para
o Estado. São analisados se houve autorização para supressão
incluindo informações de responsabilidade do IMA e as
disponibilizadas pelo SINAFLOR por meio do IBAMA, além de
outras informações da área, como histórico de uso do solo,
informações do Cadastro Ambiental Rural, entre outros.
O SIMAD é o único monitoramento deste gênero,
disponível em Santa Catarina, que realiza o cruzamento
automatizado com outros sistemas, como de licenciamento,
autos de infração, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e espaços
territoriais especialmente protegidos (APP, Reserva Legal,
unidades de conservação), entre outras camadas.
A Mata Atlântica representa um dos 6 biomas
presentes no território brasileiro. Localizada na faixa litorânea,
abrange uma área habitada por mais de 50% da população
brasileira.
Fonte: https://estado.sc.gov.br/noticias/estado-de-santa-catarina-reduz-
desmatamento-da-mata-atlantica-em-66/ (adaptado).
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3017507
Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Provas:
Estado de SC reduz desmatamento da Mata Atlântica em 66%
Um novo boletim do Sistema de Alertas de
Desmatamento (SAD) Mata Atlântica, divulgado em
novembro, mostrou que, nos primeiros oito meses de 2023,
houve uma redução de 66% no desmatamento da Mata
Atlântica em Santa Catarina, percentual mais expressivo do
que o registrado em todo o Brasil, que foi de 59%.
Os dados – consolidados na plataforma MapBiomas
Alerta, a partir de uma parceria entre a Fundação SOS Mata
Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas, – apontam que a área
desmatada no Brasil, entre janeiro e agosto deste ano, foi de
9.216 hectares, uma queda de 59% em comparação com o
mesmo período de 2022. Em Santa Catarina, a redução representa diminuição de 1.816 para 600 hectares desmatados.
Esse declínio não é uma novidade isolada. O boletim
de julho da SAD Mata Atlântica já havia registrado uma
diminuição de 46% no desmatamento desse bioma no estado.
Os bons números se justificam pela intensificação no
combate ao desmate no estado, na fiscalização preventiva e
repressiva, além do investimento em estratégias com alta
tecnologia. “Estamos colhendo os frutos de um trabalho
intenso de ações preventivas e repressivas, que envolvem
utilização de tecnologias avançadas de fiscalização e ações
conjuntas com demais órgãos e instituições para combater de
forma efetiva os crimes de desmatamento ilegal no estado”,
analisa a presidente do IMA, Sheila Meirelles.
Atualmente, o IMA conta com o Sistema Integrado de
Monitoramento e Alertas de Desmatamento, o SIMAD, que foi
desenvolvido pelos técnicos do Instituto, e auxilia o serviço de
fiscalização. O SIMAD é um programa dos mais inovadores do
país, por utilizar imagens de satélite para comparar locais em
diferentes períodos, mostrando o histórico da vegetação. Se
há supressão de vegetação, por exemplo, o próprio sistema
verifica se aquela supressão possui autorização de corte ou se
foi clandestina.
O sistema identifica, por meio de imagens orbitais de
alta resolução, a diferença de cobertura vegetal ocorrida de
forma periódica em todo território catarinense. São avaliados
mosaicos com até 4,7 centímetros de resolução espacial
disponibilizados pelo programa NICFI, em parceria com o
governo da Noruega.
O alerta é gerado por meio de programas
computacionais de código aberto e, portanto, sem custos para
o Estado. São analisados se houve autorização para supressão
incluindo informações de responsabilidade do IMA e as
disponibilizadas pelo SINAFLOR por meio do IBAMA, além de
outras informações da área, como histórico de uso do solo,
informações do Cadastro Ambiental Rural, entre outros.
O SIMAD é o único monitoramento deste gênero,
disponível em Santa Catarina, que realiza o cruzamento
automatizado com outros sistemas, como de licenciamento,
autos de infração, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e espaços
territoriais especialmente protegidos (APP, Reserva Legal,
unidades de conservação), entre outras camadas.
A Mata Atlântica representa um dos 6 biomas
presentes no território brasileiro. Localizada na faixa litorânea,
abrange uma área habitada por mais de 50% da população
brasileira.
Fonte: https://estado.sc.gov.br/noticias/estado-de-santa-catarina-reduz-
desmatamento-da-mata-atlantica-em-66/ (adaptado).
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Questão presente nas seguintes provas
3017500
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Provas:
O ano de 2022 foi marcado por um avanço significativo no
campo da energia renovável, refletindo o crescente
compromisso global com a sustentabilidade e a luta contra as
mudanças climáticas. Neste contexto, um projeto ambicioso foi
concluído, estabelecendo um novo recorde mundial. Trata-se
do maior parque eólico offshore já construído, uma verdadeira
façanha da engenharia moderna que simboliza a transição
energética em direção a fontes mais limpas e sustentáveis. Este
parque eólico, localizado em uma região conhecida por seus
ventos fortes e condições marítimas favoráveis, representa um
marco na geração de energia eólica em escala industrial. Em
qual região geográfica este impressionante parque eólico
offshore foi inaugurado?
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Questão presente nas seguintes provas
3017499
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Provas:
O ano de 2021 foi marcante na área de ciência e tecnologia,
com um foco particular na exploração espacial. Uma missão
histórica capturou a imaginação do público ao pousar em um
local nunca antes explorado por humanos ou robôs, abrindo
novas fronteiras na nossa compreensão do sistema solar. Esta
missão foi notável por sua complexidade técnica e potencial
para descobertas científicas. Qual foi o destino desta missão?
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Questão presente nas seguintes provas
3017498
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Provas:
Durante o ano de 2021, o mundo testemunhou um avanço
significativo na luta contra a mudança climática. Uma das
iniciativas mais notáveis foi o compromisso de várias nações
em reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Este
compromisso foi formalizado em um evento internacional de
grande importância. Qual foi esse evento?
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Cadernos
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