Foram encontradas 1.140 questões.
- Gêneros Jornalísticos
- Notícia
- Técnicas Jornalísticas
- Produção da Notícia
- Ética Jornalística
- Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros
- Apuração
- Fontes
- Checagem
Em 2012, Carlos Brickmann escreveu um artigo para o
“Observatório da Imprensa” afirmando que “se algum
jornalista utiliza uma inside information para proveito
pessoal, pode tê-la obtido até com o Dalai Lama, que isso
não o absolve. Se recebe uma informação que leve a uma
boa matéria, pode tê-la obtido até com criminosos desprezíveis, que isso não estará errado”. Inside information é
uma
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Ao comentar um dos preceitos mais importantes da
redação jornalística, o Manual da Redação da Folha de
S.Paulo afirma que o profissional precisa incorporar uma
dinâmica ao texto para torná-lo “no dia a dia sintético,
ágil, interessante, aprofundado e abrangente em reduzido espaço. É importante partir do princípio de que o
leitor pode não conhecer, necessariamente, fatos que
precederam a notícia que se divulga”. Para que a matéria
consiga esse nível, ela deve trazer perspectiva histórica
recente dos acontecimentos, isto é, o tema precisa
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Assinale a alternativa que aponte a composição que usa
tipos gráficos da família romana.
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Para fotografar detalhes de um objeto, a objetiva mais
adequada é a
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São exemplos de rochas metamórficas:
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A informação correta entre atributo de textura do solo e
implicações de manejo está correta em:
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O farmacêutico tem um importante papel no controle de
infecções hospitalares. Entre suas funções está a de identificar a contaminação de medicamentos. Existem dificuldades para a identificação de surtos por contaminação
de medicamentos, em decorrência de suas características epidemiológicas e, principalmente, da inexistência
de protocolos específicos que permitam a caracterização
e o estudo. Em relação a esse tipo de contaminação, é
correto afirmar que
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Para assegurar a administração de doses corretas, cada
unidade do lote de um medicamento deve conter quantidade do componente ativo próxima da quantidade declarada. Os testes permitem avaliar a quantidade de componente ativo em unidades individuais do lote e verificar
se essa quantidade é uniforme nas unidades testadas.
Assinale a alternativa que descreve corretamente o método usado de acordo com a forma farmacêutica.
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No desenvolvimento e preparo de cápsulas de gelatina
dura, deve-se
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Considere a notícia.
“A USP não desenvolveu estudos sobre a ação do produto nos seres vivos, muito menos estudos clínicos controlados em humanos”, afirma o comunicado. “Não há registro e autorização de uso dessa substância pela Anvisa e, portanto, ela não pode ser classificada como medicamento, tanto que não tem bula.”
(www.G1.com)
A notícia é uma das tantas que recentemente têm-se visto na mídia sobre o uso da substância fosfoetanolamina como medicamento para o tratamento do câncer. No site da Universidade, há um esclarecimento ao público sobre esse fato:
“Em vista da necessidade de se observar o que dispõe a legislação federal (Lei nº 6.360, de 23/09/1976 e regulamentações) sobre drogas com a finalidade medicamentosa ou sanitária, medicamentos, insumos farmacêuticos e seus correlatos, foi editada em junho de 2014 a Portaria IQSC nº 1.389/2014, que determina que tais tipos de substâncias só poderão ser produzidas e distribuídas pelos pesquisadores do IQSC mediante a prévia apresentação das devidas licenças e registros expedidos pelos órgãos competentes determinados na legislação (Ministério da Saúde e Anvisa). (...) Desde a edição da citada Portaria, o Grupo de Química Analítica e Tecnologia de Polímeros não apresentou as licenças e registros que permitam a produção da fosfoetanolamina para fins medicamentosos. Sendo assim, a distribuição dessa substância fere a legislação federal”.
(http://www5.iqsc.usp.br/esclarecimentos-a-sociedade/. Adaptado)
O controverso problema que envolve essa substância é decorrente do fato de que
“A USP não desenvolveu estudos sobre a ação do produto nos seres vivos, muito menos estudos clínicos controlados em humanos”, afirma o comunicado. “Não há registro e autorização de uso dessa substância pela Anvisa e, portanto, ela não pode ser classificada como medicamento, tanto que não tem bula.”
(www.G1.com)
A notícia é uma das tantas que recentemente têm-se visto na mídia sobre o uso da substância fosfoetanolamina como medicamento para o tratamento do câncer. No site da Universidade, há um esclarecimento ao público sobre esse fato:
“Em vista da necessidade de se observar o que dispõe a legislação federal (Lei nº 6.360, de 23/09/1976 e regulamentações) sobre drogas com a finalidade medicamentosa ou sanitária, medicamentos, insumos farmacêuticos e seus correlatos, foi editada em junho de 2014 a Portaria IQSC nº 1.389/2014, que determina que tais tipos de substâncias só poderão ser produzidas e distribuídas pelos pesquisadores do IQSC mediante a prévia apresentação das devidas licenças e registros expedidos pelos órgãos competentes determinados na legislação (Ministério da Saúde e Anvisa). (...) Desde a edição da citada Portaria, o Grupo de Química Analítica e Tecnologia de Polímeros não apresentou as licenças e registros que permitam a produção da fosfoetanolamina para fins medicamentosos. Sendo assim, a distribuição dessa substância fere a legislação federal”.
(http://www5.iqsc.usp.br/esclarecimentos-a-sociedade/. Adaptado)
O controverso problema que envolve essa substância é decorrente do fato de que
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