Foram encontradas 30 questões.
3441356
Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
Disciplina: Matemática
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
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Para remover o entulho de uma demolição, 12
operários, trabalhando 8 horas por dia, concluiriam
a limpeza em 6 dias.
Por motivos internos, a remoção do entulho deverá ser realizada por uma equipe de apenas 3 operários, com a mesma jornada de trabalho diária. Considerando-se que a eficiência de cada operário dessa empresa é equivalente, a limpeza do entulho será concluída em:
Por motivos internos, a remoção do entulho deverá ser realizada por uma equipe de apenas 3 operários, com a mesma jornada de trabalho diária. Considerando-se que a eficiência de cada operário dessa empresa é equivalente, a limpeza do entulho será concluída em:
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3441355
Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
Disciplina: Matemática
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
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A seguir, estão representados os tempos, em minutos (’) segundos (”) e centésimos de segundos que cada candidato à Prefeitura de João Pessoa terá no guia eleitoral 2024.

Os candidatos Yuri Ezequiel (UP) e Camilo Duarte (PCO) não tiveram tempo na propaganda por questões legais.
A diferença entre o maior e o menor tempos de propaganda, de acordo com a tabela, é de:
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3441354
Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
Disciplina: Matemática
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
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O candidato ao cargo de vereador, Leão, desejando
melhorar sua campanha, encomenda, pelo Mercado
Free, 5.000 santinhos de dimensões 7cm X 10 cm,
no valor de R$ 245,00, conforme o anúncio a
seguir:
Para a fabricação desse material de campanha, a empresa utiliza o papel reciclado (mais econômico e sustentável). Sabe-se que a área de cada santinho mede 70 cm2 e que 1 m2 equivale a uma área de 100 cm x 100 cm. Nessas condições, o valor cobrado, por metro quadrado de santinhos, para a produção dessa encomenda, de acordo com os dados do anúncio, é:
Para a fabricação desse material de campanha, a empresa utiliza o papel reciclado (mais econômico e sustentável). Sabe-se que a área de cada santinho mede 70 cm2 e que 1 m2 equivale a uma área de 100 cm x 100 cm. Nessas condições, o valor cobrado, por metro quadrado de santinhos, para a produção dessa encomenda, de acordo com os dados do anúncio, é:
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3441348
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
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Sobre os incêndios no bioma do pantanal, analise
os pontos a seguir:
I - Cerca de 95% das queimadas no Pantanal, em 2024, tiveram origem em propriedades privadas, com um registro recorde de 3.372 focos de incêndio de 1º de janeiro até 25 de junho de 2024.
II - No primeiro semestre deste de 2024, o Pantanal bateu recordes de queimadas. Entre 1 de janeiro de 30 de junho foram detectados 3.538 focos de queimadas, um número mais de 20 vezes acima que o registrado no mesmo período no ano passado (+2.018%), sendo o maior número da série histórica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), iniciada em 1998. Os números oficiais apontam que as atuais queimadas no bioma estão completamente fora do padrão da dinâmica natural do fogo no bioma.
III - Apenas 189 dos incêndios foram registrados em Terras Indígenas e Unidades de Conservação em 2024. E quase nenhum incêndio tem indício de ter sido iniciado por causas naturais, como raios, o que torna a ação humana o principal vetor do fogo.
É correto afirmar:
I - Cerca de 95% das queimadas no Pantanal, em 2024, tiveram origem em propriedades privadas, com um registro recorde de 3.372 focos de incêndio de 1º de janeiro até 25 de junho de 2024.
II - No primeiro semestre deste de 2024, o Pantanal bateu recordes de queimadas. Entre 1 de janeiro de 30 de junho foram detectados 3.538 focos de queimadas, um número mais de 20 vezes acima que o registrado no mesmo período no ano passado (+2.018%), sendo o maior número da série histórica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), iniciada em 1998. Os números oficiais apontam que as atuais queimadas no bioma estão completamente fora do padrão da dinâmica natural do fogo no bioma.
III - Apenas 189 dos incêndios foram registrados em Terras Indígenas e Unidades de Conservação em 2024. E quase nenhum incêndio tem indício de ter sido iniciado por causas naturais, como raios, o que torna a ação humana o principal vetor do fogo.
É correto afirmar:
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3441347
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
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Em relação a Divisão Internacional do Trabalho, o
Brasil:
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3441346
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
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O Brasil participa juntamente com a Argentina,
Paraguai e Uruguai do seguinte Bloco Econômico:
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3441345
Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
Disciplina: Geografia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
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Marque a alternativa que apresenta dois biomas do
Estado da Paraíba:
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3441344
Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
Disciplina: História
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Princesa Isabel-PB
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Em Princesa Isabel ocorreu em 1930 um episódio
conhecido como Revolta de Princesa. Marque V
para Verdadeiro e F para Falso:
( ) Houve proclamação de independência do município de Princesa, deixando o mesmo de fazer parte do Estado da Paraíba.
( ) O Coronel João Dantas foi o principal organizador da Revolta em Princesa Isabel.
( ) As divergências tem origens econômicas, uma vez que o presidente da Paraíba, João Pessoa, elevou os impostos entre os estados com o objetivo da escoar a produção a partir do porto de Cabedelo.
( ) Houve proclamação de independência do município de Princesa, deixando o mesmo de fazer parte do Estado da Paraíba.
( ) O Coronel João Dantas foi o principal organizador da Revolta em Princesa Isabel.
( ) As divergências tem origens econômicas, uma vez que o presidente da Paraíba, João Pessoa, elevou os impostos entre os estados com o objetivo da escoar a produção a partir do porto de Cabedelo.
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Leia o texto adiante e, em seguida, responda:
Solidariedade
(Ferreira Gullar)
Décio, poeta e filósofo radical, vive desde menino as
contradições da condição humana. No quintal de sua
casa, no Andaraí, observou uma turma de saúvas
devastando uma planta. Com pena da planta, tratou de
espantar as saúvas, mas com cuidado, para também
não machucá-las. Pegava-as uma por uma e ia
arrancando-as da pobre planta já bastante mutilada. Só
que as saúvas eram muitas e não estavam dispostas a
desistir de sua tarefa: enquanto tirava esta, aquela
subia pelo caule, outra decepava um talo, outra fugia
carregando um pedaço de folha, e a que ele tirara
antes já voltava à planta. Nervoso e já perdendo a
paciência, Décio compreendeu que a única maneira de
salvar a planta era matar as saúvas. Diante dessa
constatação, desistiu: por que haveria de salvar uma
vida e eliminar muitas outras? Abandonou a planta à
sanha das saúvas que, com mais rapidez ainda, a
devastaram. É, pensou Décio, não tenho que intervir
nesse processo natural, as saúvas também precisam de
comer e, se não comerem plantas, morrerão de fome.
Esse incidente contribuiu para mostrar-lhe a dura
realidade da vida: um comendo o outro.
Mas isso não o tornou menos solidário com as pessoas
e os seres que necessitam de ajuda. Ou seja, em lugar
de fugir das contradições, Décio mergulha nelas,
enfrenta-as como um Quixote, e sofre-lhes as
consequências. Assim é que, numa viagem de ônibus
do Rio para São Paulo, sentado no último banco,
suportou sem reclamar a companhia de um bêbado que
ora roncava, ora jogava-se sobre seu ombro, ora caía
em seu colo e terminou por vomitá-lo todo. Finda a
viagem, Décio, preocupado com seu incômodo
companheiro de viagem, desceu com ele do ônibus,
perguntou-lhe o endereço e o pôs atenciosamente num
táxi.
Certa tarde, a mãe lhe pediu que fosse à rua fazer
algumas compras para o jantar. Na esquina adiante,
Décio vê caído na calçada um homem que ele, dias
atrás, levara até o pronto-socorro do hospital Moncorvo
Filho, ali perto: bêbado, ele sangrava com a testa
quebrada. Agora, estava ali outra vez, de porre, o
esparadrapo na testa. Décio aproximou-se, ajudou-o a
se erguer e o aconselhou a ir para casa. O homem, que
mal se mantinha em pé, apoiou-se no ombro de Décio.
– Onde mora? – perguntou ele ao bêbado. – Ali. – Vou
levar você lá – disse Décio, agarrando o homem demodo a poder conduzi-lo. Mal atravessaram a rua, o
homem quis entrar no boteco em frente. Décio cedeu,
ele pediu duas cachaças, sendo que uma era para o
Décio, que não bebe nem chope. – Vai beber,
compadre, ou não é meu amigo! Que remédio! Décio
deu uma bicada na cachaça ordinária, cuspiu, esperou
que o outro engolisse a sua dose e o arrastou para fora
do botequim, depois de pagar a bebida com o dinheiro
das compras, que, de seu, não tinha um tostão no
bolso.
Para encurtar a conversa, chegaram na casa
assobradada e velha onde morava o bêbado. Subiu
com ele por uma escada íngreme como o Monte Santo,
num esforço sobre-humano para evitar que seu
protegido rolasse escada abaixo. Ao final da subida,
deparou com um cômodo todo dividido por tabiques,
lençóis estendidos e folhas de jornal, constituindo os
diversos “quartos” onde moravam os hóspedes. Mas,
no momento, quase todos em cuecas ou nus da cintura
pra cima, formavam rodas de jogo: baralho, dama ou
dominó. E o bêbado entendeu de apresentar o Décio a
todos os presentes, interrompendo-lhes a jogatina. Era
repelido com palavrões. Décio, constrangido, pedia
desculpas pelo outro. Até que, não se sabe ao certo por
quê, a casa foi invadida por policiais armados que
levaram todo mundo em cana, inclusive Décio, que não
pôde explicar o que fazia naquele antro de marginais.
GULLAR, Ferreira. Crônicas para jovens / seleção,
prefácio e notas bibliográficas Antonieta Cunha. – 1ª
ed. – São Paulo: Global, 2011. (Coleção Crônicas para
jovens).
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Leia o texto adiante e, em seguida, responda:
Solidariedade
(Ferreira Gullar)
Décio, poeta e filósofo radical, vive desde menino as
contradições da condição humana. No quintal de sua
casa, no Andaraí, observou uma turma de saúvas
devastando uma planta. Com pena da planta, tratou de
espantar as saúvas, mas com cuidado, para também
não machucá-las. Pegava-as uma por uma e ia
arrancando-as da pobre planta já bastante mutilada. Só
que as saúvas eram muitas e não estavam dispostas a
desistir de sua tarefa: enquanto tirava esta, aquela
subia pelo caule, outra decepava um talo, outra fugia
carregando um pedaço de folha, e a que ele tirara
antes já voltava à planta. Nervoso e já perdendo a
paciência, Décio compreendeu que a única maneira de
salvar a planta era matar as saúvas. Diante dessa
constatação, desistiu: por que haveria de salvar uma
vida e eliminar muitas outras? Abandonou a planta à
sanha das saúvas que, com mais rapidez ainda, a
devastaram. É, pensou Décio, não tenho que intervir
nesse processo natural, as saúvas também precisam de
comer e, se não comerem plantas, morrerão de fome.
Esse incidente contribuiu para mostrar-lhe a dura
realidade da vida: um comendo o outro.
Mas isso não o tornou menos solidário com as pessoas
e os seres que necessitam de ajuda. Ou seja, em lugar
de fugir das contradições, Décio mergulha nelas,
enfrenta-as como um Quixote, e sofre-lhes as
consequências. Assim é que, numa viagem de ônibus
do Rio para São Paulo, sentado no último banco,
suportou sem reclamar a companhia de um bêbado que
ora roncava, ora jogava-se sobre seu ombro, ora caía
em seu colo e terminou por vomitá-lo todo. Finda a
viagem, Décio, preocupado com seu incômodo
companheiro de viagem, desceu com ele do ônibus,
perguntou-lhe o endereço e o pôs atenciosamente num
táxi.
Certa tarde, a mãe lhe pediu que fosse à rua fazer
algumas compras para o jantar. Na esquina adiante,
Décio vê caído na calçada um homem que ele, dias
atrás, levara até o pronto-socorro do hospital Moncorvo
Filho, ali perto: bêbado, ele sangrava com a testa
quebrada. Agora, estava ali outra vez, de porre, o
esparadrapo na testa. Décio aproximou-se, ajudou-o a
se erguer e o aconselhou a ir para casa. O homem, que
mal se mantinha em pé, apoiou-se no ombro de Décio.
– Onde mora? – perguntou ele ao bêbado. – Ali. – Vou
levar você lá – disse Décio, agarrando o homem demodo a poder conduzi-lo. Mal atravessaram a rua, o
homem quis entrar no boteco em frente. Décio cedeu,
ele pediu duas cachaças, sendo que uma era para o
Décio, que não bebe nem chope. – Vai beber,
compadre, ou não é meu amigo! Que remédio! Décio
deu uma bicada na cachaça ordinária, cuspiu, esperou
que o outro engolisse a sua dose e o arrastou para fora
do botequim, depois de pagar a bebida com o dinheiro
das compras, que, de seu, não tinha um tostão no
bolso.
Para encurtar a conversa, chegaram na casa
assobradada e velha onde morava o bêbado. Subiu
com ele por uma escada íngreme como o Monte Santo,
num esforço sobre-humano para evitar que seu
protegido rolasse escada abaixo. Ao final da subida,
deparou com um cômodo todo dividido por tabiques,
lençóis estendidos e folhas de jornal, constituindo os
diversos “quartos” onde moravam os hóspedes. Mas,
no momento, quase todos em cuecas ou nus da cintura
pra cima, formavam rodas de jogo: baralho, dama ou
dominó. E o bêbado entendeu de apresentar o Décio a
todos os presentes, interrompendo-lhes a jogatina. Era
repelido com palavrões. Décio, constrangido, pedia
desculpas pelo outro. Até que, não se sabe ao certo por
quê, a casa foi invadida por policiais armados que
levaram todo mundo em cana, inclusive Décio, que não
pôde explicar o que fazia naquele antro de marginais.
GULLAR, Ferreira. Crônicas para jovens / seleção,
prefácio e notas bibliográficas Antonieta Cunha. – 1ª
ed. – São Paulo: Global, 2011. (Coleção Crônicas para
jovens).
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