Foram encontradas 330 questões.
A escrita conforme a norma culta da Língua Portuguesa
é fundamental para a clareza textual em contextos
formais. Analise atentamente as afirmativas a seguir e identifique aquela em que há erro ortográfico,
considerando os padrões estabelecidos pela ortografia
oficial.
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- OrtografiaPontuaçãoDois-pontos
- OrtografiaPontuaçãoVírgula
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
Considere o uso adequado dos sinais de pontuação na
língua portuguesa, tendo em vista que esses elementos
são fundamentais para a organização sintática e para a
clareza do enunciado. A pontuação contribui para a
coesão textual, delimitando orações, introduzindo
explicações e organizando enumerações, além de evitar
ambiguidades. Analise atentamente as alternativas a
seguir, observando a aplicação dos sinais de pontuação
em cada caso, e identifique aquela em que a pontuação
está corretamente empregada segundo a norma culta.
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Considerando as classes de palavras na língua
portuguesa, analise a oração a seguir, observando a
função desempenhada pelos termos no contexto.
"Alguém comentou que os resultados da pesquisa poderiam ser revistos com mais cuidado."
Assinale a alternativa que identifica corretamente a classe de palavra do termo destacado:
"Alguém comentou que os resultados da pesquisa poderiam ser revistos com mais cuidado."
Assinale a alternativa que identifica corretamente a classe de palavra do termo destacado:
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Considere as relações de sentido estabelecidas entre
palavras na língua portuguesa, especialmente no que se
refere à sinonímia e à antonímia. A correta identificação
dessas relações depende da análise semântica do
enunciado em que estão inseridas. Leia atentamente as
sentenças da Coluna 01 e observe os pares destacados
em cada uma delas. Em seguida, relacione com a
classificação adequada apresentada na Coluna 02.
Coluna 01:
(_) O feliz aluno ficou ainda mais contente com o resultado da avaliação final.
(_) A sala estava clara durante o dia e escura no período da noite.
(_) O pesquisador apresentou um argumento válido e aceitável no debate acadêmico.
(_) O ambiente era silencioso, mas tornou-se barulhento com a chegada do público.
(_) O professor fez uma explicação simples para a fácil compreensão dos alunos.
Coluna 02:
I. Sinônimos
II. Antônimos
Correlacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta:
Coluna 01:
(_) O feliz aluno ficou ainda mais contente com o resultado da avaliação final.
(_) A sala estava clara durante o dia e escura no período da noite.
(_) O pesquisador apresentou um argumento válido e aceitável no debate acadêmico.
(_) O ambiente era silencioso, mas tornou-se barulhento com a chegada do público.
(_) O professor fez uma explicação simples para a fácil compreensão dos alunos.
Coluna 02:
I. Sinônimos
II. Antônimos
Correlacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta:
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Leia atentamente as afirmativas a seguir, considerando
as regras de acentuação gráfica da língua portuguesa:
I.O aluno afirmou que o conteúdo era gratuito, mas exigia dedicação constante para compreensão adequada.
II.Os documentos mantém informações relevantes que devem ser analisadas com atenção pelos pesquisadores.
III.A professora explicou que os papéis estavam organizados corretamente na mesa do laboratório.
IV.Ele disse que poderia por os dados no sistema antes da reunião prevista para aquela tarde.
V.O relatório indicava que o material possuía alto nível de higiene durante o processo produtivo.
Em quais afirmativas há erro de acentuação gráfica?
I.O aluno afirmou que o conteúdo era gratuito, mas exigia dedicação constante para compreensão adequada.
II.Os documentos mantém informações relevantes que devem ser analisadas com atenção pelos pesquisadores.
III.A professora explicou que os papéis estavam organizados corretamente na mesa do laboratório.
IV.Ele disse que poderia por os dados no sistema antes da reunião prevista para aquela tarde.
V.O relatório indicava que o material possuía alto nível de higiene durante o processo produtivo.
Em quais afirmativas há erro de acentuação gráfica?
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Por que os cachorros são tão amigáveis? A ciência
explica
Para Marla, a sheepdog inglesa de 11 meses da Bridgett
von Holdt, o mundo inteiro é um amigo que ela ainda não
conheceu.
"Ela é hipersociável. Eu até tive que fazer um exame de
genótipo", admite von Holdt.
O interesse de Von Holdt não é mera curiosidade. A
biólogo evolutiva de Princeton e alguns colegas
passaram os últimos três anos estudando a base
genética responsável pelo comportamento social em
cães e lobos.
Estudos mostram que os cães são mais sociáveis do que
os lobos criados em circunstâncias semelhantes − eles
geralmente prestam mais atenção aos seres humanos e
seguem nossas diretrizes e comandos de forma mais
eficaz.
A experiência de Von Holdt em genética evolutiva fez
com que ela se perguntasse sobre a potencial base
genética dessas diferenças.
O estudo, publicado no periódico Ciências Avançadas,
fornece uma dica interessante: cães hipersociáveis,
como a Marla, carregam variantes de dois genes
chamados de GTF2I e GTF2IRD1. A exclusão desses
genes nas pessoas causa a síndrome de Williams,
caracterizada por aparência facial "élfica", dificuldades
cognitivas e tendência a amar todos.
Von Holdt suspeita que as variantes dos genes em cães
inibam sua função normal, levando aos mesmos
problemas observados em humanos com a síndrome de
Williams.
"Nós podemos ter criado uma síndrome comportamental
em um animal de companhia", diz ela.
Para o novo estudo, Von Holdt realizou análises
genéticas adicionais da parte do genoma envolvendo o
gene WBSCR17 alterado em uma amostra maior de
cachorros e lobos.
Além de confirmar suas descobertas iniciais de que
WBSCR17 variou em cachorros e lobos, ela encontrou
dois genes próximos, GTF2I e GTF2IRD1, também
diferentes.
A combinação dos dados genéticos e comportamentais
mostrou à von Holdt que as mudanças nesta região do
genoma ajudaram a transformar lobos em cachorros que
amavam os seres humanos.
Karen Overall, da Universidade da Pensilvânia, observa
que a amostragem do estudo era pequena, o que limita a
força das descobertas. Mas elogiou a análise genética.
"Estamos agora selecionando cachorros que são fáceis
de lidar, que podem passar longos períodos de tempo
em pequenos apartamentos," observa Overall.
"Estamos mudando o comportamento de cachorros a
cada ano".
https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2018/01/por-que-oscachorros-sao-tao-amigaveis-a-ciencia-explica
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Por que os cachorros são tão amigáveis? A ciência
explica
Para Marla, a sheepdog inglesa de 11 meses da Bridgett
von Holdt, o mundo inteiro é um amigo que ela ainda não
conheceu.
"Ela é hipersociável. Eu até tive que fazer um exame de
genótipo", admite von Holdt.
O interesse de Von Holdt não é mera curiosidade. A
biólogo evolutiva de Princeton e alguns colegas
passaram os últimos três anos estudando a base
genética responsável pelo comportamento social em
cães e lobos.
Estudos mostram que os cães são mais sociáveis do que
os lobos criados em circunstâncias semelhantes − eles
geralmente prestam mais atenção aos seres humanos e
seguem nossas diretrizes e comandos de forma mais
eficaz.
A experiência de Von Holdt em genética evolutiva fez
com que ela se perguntasse sobre a potencial base
genética dessas diferenças.
O estudo, publicado no periódico Ciências Avançadas,
fornece uma dica interessante: cães hipersociáveis,
como a Marla, carregam variantes de dois genes
chamados de GTF2I e GTF2IRD1. A exclusão desses
genes nas pessoas causa a síndrome de Williams,
caracterizada por aparência facial "élfica", dificuldades
cognitivas e tendência a amar todos.
Von Holdt suspeita que as variantes dos genes em cães
inibam sua função normal, levando aos mesmos
problemas observados em humanos com a síndrome de
Williams.
"Nós podemos ter criado uma síndrome comportamental
em um animal de companhia", diz ela.
Para o novo estudo, Von Holdt realizou análises
genéticas adicionais da parte do genoma envolvendo o
gene WBSCR17 alterado em uma amostra maior de
cachorros e lobos.
Além de confirmar suas descobertas iniciais de que
WBSCR17 variou em cachorros e lobos, ela encontrou
dois genes próximos, GTF2I e GTF2IRD1, também
diferentes.
A combinação dos dados genéticos e comportamentais
mostrou à von Holdt que as mudanças nesta região do
genoma ajudaram a transformar lobos em cachorros que
amavam os seres humanos.
Karen Overall, da Universidade da Pensilvânia, observa
que a amostragem do estudo era pequena, o que limita a
força das descobertas. Mas elogiou a análise genética.
"Estamos agora selecionando cachorros que são fáceis
de lidar, que podem passar longos períodos de tempo
em pequenos apartamentos," observa Overall.
"Estamos mudando o comportamento de cachorros a
cada ano".
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Por que os cachorros são tão amigáveis? A ciência
explica
Para Marla, a sheepdog inglesa de 11 meses da Bridgett
von Holdt, o mundo inteiro é um amigo que ela ainda não
conheceu.
"Ela é hipersociável. Eu até tive que fazer um exame de
genótipo", admite von Holdt.
O interesse de Von Holdt não é mera curiosidade. A
biólogo evolutiva de Princeton e alguns colegas
passaram os últimos três anos estudando a base
genética responsável pelo comportamento social em
cães e lobos.
Estudos mostram que os cães são mais sociáveis do que
os lobos criados em circunstâncias semelhantes − eles
geralmente prestam mais atenção aos seres humanos e
seguem nossas diretrizes e comandos de forma mais
eficaz.
A experiência de Von Holdt em genética evolutiva fez
com que ela se perguntasse sobre a potencial base
genética dessas diferenças.
O estudo, publicado no periódico Ciências Avançadas,
fornece uma dica interessante: cães hipersociáveis,
como a Marla, carregam variantes de dois genes
chamados de GTF2I e GTF2IRD1. A exclusão desses
genes nas pessoas causa a síndrome de Williams,
caracterizada por aparência facial "élfica", dificuldades
cognitivas e tendência a amar todos.
Von Holdt suspeita que as variantes dos genes em cães
inibam sua função normal, levando aos mesmos
problemas observados em humanos com a síndrome de
Williams.
"Nós podemos ter criado uma síndrome comportamental
em um animal de companhia", diz ela.
Para o novo estudo, Von Holdt realizou análises
genéticas adicionais da parte do genoma envolvendo o
gene WBSCR17 alterado em uma amostra maior de
cachorros e lobos.
Além de confirmar suas descobertas iniciais de que
WBSCR17 variou em cachorros e lobos, ela encontrou
dois genes próximos, GTF2I e GTF2IRD1, também
diferentes.
A combinação dos dados genéticos e comportamentais
mostrou à von Holdt que as mudanças nesta região do
genoma ajudaram a transformar lobos em cachorros que
amavam os seres humanos.
Karen Overall, da Universidade da Pensilvânia, observa
que a amostragem do estudo era pequena, o que limita a
força das descobertas. Mas elogiou a análise genética.
"Estamos agora selecionando cachorros que são fáceis
de lidar, que podem passar longos períodos de tempo
em pequenos apartamentos," observa Overall.
"Estamos mudando o comportamento de cachorros a
cada ano".
https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2018/01/por-que-oscachorros-sao-tao-amigaveis-a-ciencia-explica
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Por que os cachorros são tão amigáveis? A ciência
explica
Para Marla, a sheepdog inglesa de 11 meses da Bridgett
von Holdt, o mundo inteiro é um amigo que ela ainda não
conheceu.
"Ela é hipersociável. Eu até tive que fazer um exame de
genótipo", admite von Holdt.
O interesse de Von Holdt não é mera curiosidade. A
biólogo evolutiva de Princeton e alguns colegas
passaram os últimos três anos estudando a base
genética responsável pelo comportamento social em
cães e lobos.
Estudos mostram que os cães são mais sociáveis do que
os lobos criados em circunstâncias semelhantes − eles
geralmente prestam mais atenção aos seres humanos e
seguem nossas diretrizes e comandos de forma mais
eficaz.
A experiência de Von Holdt em genética evolutiva fez
com que ela se perguntasse sobre a potencial base
genética dessas diferenças.
O estudo, publicado no periódico Ciências Avançadas,
fornece uma dica interessante: cães hipersociáveis,
como a Marla, carregam variantes de dois genes
chamados de GTF2I e GTF2IRD1. A exclusão desses
genes nas pessoas causa a síndrome de Williams,
caracterizada por aparência facial "élfica", dificuldades
cognitivas e tendência a amar todos.
Von Holdt suspeita que as variantes dos genes em cães
inibam sua função normal, levando aos mesmos
problemas observados em humanos com a síndrome de
Williams.
"Nós podemos ter criado uma síndrome comportamental
em um animal de companhia", diz ela.
Para o novo estudo, Von Holdt realizou análises
genéticas adicionais da parte do genoma envolvendo o
gene WBSCR17 alterado em uma amostra maior de
cachorros e lobos.
Além de confirmar suas descobertas iniciais de que
WBSCR17 variou em cachorros e lobos, ela encontrou
dois genes próximos, GTF2I e GTF2IRD1, também
diferentes.
A combinação dos dados genéticos e comportamentais
mostrou à von Holdt que as mudanças nesta região do
genoma ajudaram a transformar lobos em cachorros que
amavam os seres humanos.
Karen Overall, da Universidade da Pensilvânia, observa
que a amostragem do estudo era pequena, o que limita a
força das descobertas. Mas elogiou a análise genética.
"Estamos agora selecionando cachorros que são fáceis
de lidar, que podem passar longos períodos de tempo
em pequenos apartamentos," observa Overall.
"Estamos mudando o comportamento de cachorros a
cada ano".
https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2018/01/por-que-oscachorros-sao-tao-amigaveis-a-ciencia-explica
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Questão presente nas seguintes provas
Por que os cachorros são tão amigáveis? A ciência
explica
Para Marla, a sheepdog inglesa de 11 meses da Bridgett
von Holdt, o mundo inteiro é um amigo que ela ainda não
conheceu.
"Ela é hipersociável. Eu até tive que fazer um exame de
genótipo", admite von Holdt.
O interesse de Von Holdt não é mera curiosidade. A
biólogo evolutiva de Princeton e alguns colegas
passaram os últimos três anos estudando a base
genética responsável pelo comportamento social em
cães e lobos.
Estudos mostram que os cães são mais sociáveis do que
os lobos criados em circunstâncias semelhantes − eles
geralmente prestam mais atenção aos seres humanos e
seguem nossas diretrizes e comandos de forma mais
eficaz.
A experiência de Von Holdt em genética evolutiva fez
com que ela se perguntasse sobre a potencial base
genética dessas diferenças.
O estudo, publicado no periódico Ciências Avançadas,
fornece uma dica interessante: cães hipersociáveis,
como a Marla, carregam variantes de dois genes
chamados de GTF2I e GTF2IRD1. A exclusão desses
genes nas pessoas causa a síndrome de Williams,
caracterizada por aparência facial "élfica", dificuldades
cognitivas e tendência a amar todos.
Von Holdt suspeita que as variantes dos genes em cães
inibam sua função normal, levando aos mesmos
problemas observados em humanos com a síndrome de
Williams.
"Nós podemos ter criado uma síndrome comportamental
em um animal de companhia", diz ela.
Para o novo estudo, Von Holdt realizou análises
genéticas adicionais da parte do genoma envolvendo o
gene WBSCR17 alterado em uma amostra maior de
cachorros e lobos.
Além de confirmar suas descobertas iniciais de que
WBSCR17 variou em cachorros e lobos, ela encontrou
dois genes próximos, GTF2I e GTF2IRD1, também
diferentes.
A combinação dos dados genéticos e comportamentais
mostrou à von Holdt que as mudanças nesta região do
genoma ajudaram a transformar lobos em cachorros que
amavam os seres humanos.
Karen Overall, da Universidade da Pensilvânia, observa
que a amostragem do estudo era pequena, o que limita a
força das descobertas. Mas elogiou a análise genética.
"Estamos agora selecionando cachorros que são fáceis
de lidar, que podem passar longos períodos de tempo
em pequenos apartamentos," observa Overall.
"Estamos mudando o comportamento de cachorros a
cada ano".
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