Foram encontradas 40 questões.
Leia o fragmento da música “Águas de março” de Tom Jobim e responda a seguir.
"É o pau, é a pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol [...]”
Considerando-se as palavras destacadas, a alternativa que apresenta a figura de linguagem presente nesse trecho é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Veja uma das definições que o Dicionário Houaiss traz para a palavra corrupção:
“Oferta de dinheiro ou vantagem em troca de um benefício, geralmente ilegal; suborno”.
Nesse enunciado do dicionário, a função da linguagem que se realiza é a:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa em que todas as palavras da frase estão grafadas CORRETAMENTE.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
O que podemos aprender com o PISA para melhorar a educação no Brasil
Currículos simples e com foco, implementados por professores instrumentalizados de forma adequada:
caminhos com pouca chance de erro para a nossa educação.
Por João Batista Oliveira
Publicado em 23 dez 2019
No 10º e último post desta série, ressaltamos algumas lições que podemos aprender com base na experiência de países que experimentaram grandes avanços em seus sistemas educacionais.
Não há segredo sobre o que precisa ser feito. Mas, infelizmente, não há entendimento claro a respeito disso em nosso país. Num trabalho que publiquei recentemente (“Para desatar os nós da educação – uma nova agenda”), procuro mostrar que o elevado grau de consenso a respeito dos problemas e as soluções propostas para a educação no Brasil passam ao largo da experiência internacional e até mesmo do conhecimento mais adequado de nossa realidade.
Dentre os vários “nós” que nos impedem de avançar, o mais importante deles é a ideia de que só se avança com “mais” – mais recursos, mais escolas, mais salários para professores, maior titulação para professores, mais anos de escolaridade obrigatória, mais tempo na escola – a última moda é que a salvação virá da implantação do tempo integral. Ou seja: se dermos mais da mesma qualidade do ensino, as coisas vão melhorar. Não vão – só os custos irão aumentar.
Um outro nó reside no vago conceito de “valorização do professor”, e que, na prática, se reflete na luta – legítima – por melhores salários, condições de trabalho para os professores e infindáveis “capacitações”. Nada de errado nisso. O problema é que, dado o nível de formação dos atuais professores, essas estratégias, por mais justas que sejam, não provocam melhoria no ensino. O nível de preparo dos nossos professores requer estratégias diferentes de meras melhorias salariais. E o salto de qualidade de que a educação precisa requer professores com um perfil diferenciado.
Um terceiro nó reside na ideia de que todos podem, devem e vão ingressar no ensino superior. Essa ideia distorce a função da escola, prejudica os currículos e penaliza a maioria dos alunos – que não irão entrar ou não irão concluir o curso superior. A forma de seleção dos alunos para as universidades (ENEM e vestibulares) e a falta de um ensino médio diversificado constituem um enorme fator de atraso da educação brasileira. É algo que tanto pune os alunos menos preparados quanto prejudica o bom preparo de nossas elites.
Um quarto nó reside na convicção de que tudo deve vir de Brasília e que precisamos de uma política nacional única e igual para todos. Ora, o Brasil é muito diferente e desigual. Tratar igualmente os desiguais nem respeita o princípio da isonomia nem contribui para melhorar a educação. Mesmo porque precisamos experimentar e testar muitas ideias e práticas antes de adotá-las em escala.
No entanto, a experiência de outros países, revista ao longo dessa série de posts, sugere alguns caminhos com pouca chance de erro: currículos simples e com foco, e professores instrumentalizados de forma adequada para implementarem o currículo. Alguns países usam sistemas de incentivos associados ao desempenho. Em princípio, a ideia é boa e faz sentido, mas, na prática, são poucas as reformas em que o uso de incentivos desempenhou um papel fundamental.
Existem conhecimentos, experiências e instrumentos que permitiriam aos estados e municípios realizar profundas reformas educativas num espaço de tempo relativamente curto. As mudanças demográficas, se forem aproveitadas nos próximos anos, podem facilitar a implementação dessas reformas. A experiência do PISA mostra que, por trás da diversidade e da cor locais, há um conjunto central de ideais que, se perseguidas com insistência e consistência, podem dar resultados significativos. E em prazos relativamente curtos.
https://veja.abril.com.br/blog/educacao-em-evidencia/o-que-podemos-
aprender-com-o-pisa-para-melhorar-a-educacao-no-brasil/
“No entanto, a experiência de outros países, revista ao longo dessa série de posts, sugere [...].”.
Assinale a alternativa em que a substituição da palavra destacada não altera seu sentido nessa frase.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
O que podemos aprender com o PISA para melhorar a educação no Brasil
Currículos simples e com foco, implementados por professores instrumentalizados de forma adequada:
caminhos com pouca chance de erro para a nossa educação.
Por João Batista Oliveira
Publicado em 23 dez 2019
No 10º e último post desta série, ressaltamos algumas lições que podemos aprender com base na experiência de países que experimentaram grandes avanços em seus sistemas educacionais.
Não há segredo sobre o que precisa ser feito. Mas, infelizmente, não há entendimento claro a respeito disso em nosso país. Num trabalho que publiquei recentemente (“Para desatar os nós da educação – uma nova agenda”), procuro mostrar que o elevado grau de consenso a respeito dos problemas e as soluções propostas para a educação no Brasil passam ao largo da experiência internacional e até mesmo do conhecimento mais adequado de nossa realidade.
Dentre os vários “nós” que nos impedem de avançar, o mais importante deles é a ideia de que só se avança com “mais” – mais recursos, mais escolas, mais salários para professores, maior titulação para professores, mais anos de escolaridade obrigatória, mais tempo na escola – a última moda é que a salvação virá da implantação do tempo integral. Ou seja: se dermos mais da mesma qualidade do ensino, as coisas vão melhorar. Não vão – só os custos irão aumentar.
Um outro nó reside no vago conceito de “valorização do professor”, e que, na prática, se reflete na luta – legítima – por melhores salários, condições de trabalho para os professores e infindáveis “capacitações”. Nada de errado nisso. O problema é que, dado o nível de formação dos atuais professores, essas estratégias, por mais justas que sejam, não provocam melhoria no ensino. O nível de preparo dos nossos professores requer estratégias diferentes de meras melhorias salariais. E o salto de qualidade de que a educação precisa requer professores com um perfil diferenciado.
Um terceiro nó reside na ideia de que todos podem, devem e vão ingressar no ensino superior. Essa ideia distorce a função da escola, prejudica os currículos e penaliza a maioria dos alunos – que não irão entrar ou não irão concluir o curso superior. A forma de seleção dos alunos para as universidades (ENEM e vestibulares) e a falta de um ensino médio diversificado constituem um enorme fator de atraso da educação brasileira. É algo que tanto pune os alunos menos preparados quanto prejudica o bom preparo de nossas elites.
Um quarto nó reside na convicção de que tudo deve vir de Brasília e que precisamos de uma política nacional única e igual para todos. Ora, o Brasil é muito diferente e desigual. Tratar igualmente os desiguais nem respeita o princípio da isonomia nem contribui para melhorar a educação. Mesmo porque precisamos experimentar e testar muitas ideias e práticas antes de adotá-las em escala.
No entanto, a experiência de outros países, revista ao longo dessa série de posts, sugere alguns caminhos com pouca chance de erro: currículos simples e com foco, e professores instrumentalizados de forma adequada para implementarem o currículo. Alguns países usam sistemas de incentivos associados ao desempenho. Em princípio, a ideia é boa e faz sentido, mas, na prática, são poucas as reformas em que o uso de incentivos desempenhou um papel fundamental.
Existem conhecimentos, experiências e instrumentos que permitiriam aos estados e municípios realizar profundas reformas educativas num espaço de tempo relativamente curto. As mudanças demográficas, se forem aproveitadas nos próximos anos, podem facilitar a implementação dessas reformas. A experiência do PISA mostra que, por trás da diversidade e da cor locais, há um conjunto central de ideais que, se perseguidas com insistência e consistência, podem dar resultados significativos. E em prazos relativamente curtos.
https://veja.abril.com.br/blog/educacao-em-evidencia/o-que-podemos-
aprender-com-o-pisa-para-melhorar-a-educacao-no-brasil/
“[...] nem respeita o princípio da isonomia nem contribui para melhorar a educação.”. Apresentam o mesmo sentido da palavra sublinhada, EXCETO:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo para responder a questão.
Cada um na sua
Camisetas mostram nosso espírito e falam de nossas paixões. E podem ajudar a contar a história do mundo em que
vivemos
Levante a mão quem nunca teve uma camiseta preferida. Já que você não se mexeu, é melhor sentar-se confortavelmente para ler esta reportagem. Afinal, é sobre aquele delicioso pedaço de pano que você veste sempre que quer se sentir bem – e sobre as histórias que ele conta – que estamos falando.
Quase dois bilhões de camisetas são vendidas no mundo todos os anos. Mas o que torna essa peça de roupa um item tão imprescindível? “A camiseta é uma tela em branco”, diz a consultora de moda Constanza Pascolato. E parece ser justamente a possibilidade de pintar essa tela como quisermos que nos fascina. Pela camiseta, descobrimos se fulano foi a um show de rock, se estudou numa universidade da Califórnia, se toma aquele refrigerante tão pop, se é contra a caça às baleias ou a favor da prevenção do câncer. Elas servem de passaporte para entrar (camiseta virou convite para eventos e festas) e também para sair (experimente entrar na arquibancada do Atlético Mineiro com uma camiseta do Cruzeiro). (...)
Ao longo do último século, vestiu sonhos, paixões, revoltas e protestos. E, enquanto cada um de nós estampava no peito sua história pessoal, nem percebíamos que estávamos pintando também um pouco da história do mundo em que vivemos.
Antes do começo – Antes do século 20
A história da camiseta costuma ser contada a partir da década de 1950, quando a juventude americana colocou para fora as peças que até então só eram usadas como roupa de baixo. Mas há um prólogo bem comprido na biografia da peça de roupa mais democrática de todos os tempos.
Em 1516, Michelangelo finalizou O Escravo Moribundo. A estátua mostrava um homem completamente nu, com exceção de uma peça que ele levantava acima do peito e que em nada lembrava as roupas empoladas usadas na época. “Na história da arte, esse pode não ser o único nem o primeiro exemplo de uma camiseta, mas é certamente o mais triunfante”, escreveu o crítico de arte Olney Krüser no livro A História da Camiseta.
A ousadia de Michelangelo não ditou moda. Ainda iriam se passar centenas de anos antes que a camiseta pudesse ser vista com naturalidade sobre o corpo de homens e mulheres.
Saindo do armário – Até os anos 50
Até o começo do século 20, a maior pretensão de uma camiseta era proteger os homens de incômodos como a transpiração. Se elas se exibiam, era no corpo de trabalhadores: verdureiros, jornaleiros e operários em geral.
Foram os imigrantes europeus que trouxeram a moda para o Brasil, por volta de 1895. Muitos inclusive usavam a versão sem mangas, mais apropriada para o clima tropical com o qual não estavam acostumados. Na época, a peça era conhecida por um nome mais comprido: “camisa-de-meia”, uma referência ao algodão, tecido nada nobre e restrito às peças íntimas.
A moda acabou fazendo sucesso nas praias cariocas. Comparada às roupas de banho da época, largas camisas sobre shorts compridos, a camiseta, mais justa ao corpo, era uma experiência sem precedentes de liberdade.
Essa ligação com a ideia de liberdade e conforto esteve sempre presente na história da camiseta.
A falta de um ideal coletivo é mesmo a marca do mundo em que vivemos. Diferentes sonhos, projetos e modos de pensar formam a sociedade heterogênea de hoje e aparecem refletidos no peito de cada um de nós. Como diz o lema, estamos cada um na sua. Mas todos de camiseta.
Juliana Lopes, Superinteressante, 31 mar 2005 (fragmento com adaptações).
Analise as seguintes afirmações:
I. A palavra destacada em: “Mas o que torna essa peça de roupa um item tão imprescindível?” pode ser substituída, sem prejuízo de sentido no contexto, por supérfluo.
II. De acordo com o texto, a camiseta revela um pouco a respeito da maneira de ser e de pensar de quem a veste.
III. O conectivo destacado em “... mas é certamente o mais triunfante” indica relação de adversidade.
IV. O título da reportagem apenas quer mostrar as características da camiseta, por isso utiliza uma gíria para mostrar o nosso modo de vida.
V. Segundo o texto, as camisetas não servem apenas para serem vestidas, elas constituem verdadeiras peças de comunicação.
Estão CORRETAS, apenas:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa em que as palavras são formadas pelo processo de composição por aglutinação.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia as placas abaixo:

De acordo com as regras de concordância nominal da norma culta, é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
De acordo com as regras de ocorrência da crase, assinale a alternativa que preenche CORRETA e RESPECTIVAMENTE as lacunas das seguintes frases.
I. O candidato recorreu justiça para fazer valer o seu direito.
II. Fui Lisboa visitar meus parentes que moram lá.
III. Pouco pouco, o local da exposição ficou lotado de visitantes.
IV. Estou procura de um lugar tranquilo para passar alguns dias de férias.
V. partir de amanhã haverá aumento no preço da gasolina.
VI. Nós recomeçamos hoje a caminhada montanha.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A relação de sentido estabelecida pelas orações destacadas NÃO está correta na alternativa:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container