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Foram encontradas 118 questões.

311799 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Quixeré-CE
João está no hospital e a enfermeira programou para ele receber 25 gotas de soro por minuto. Se o procedimento se estendeu por 2 horas e 12 minutos, e cada gota injeta 0,1 ml de soro, quantos litros de soro João recebeu?
 

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311798 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Quixeré-CE

CÍRCULO VICIOSO

Bailando no ar, gemia inquieto vaga-lume:

“Quem dera que fosse aquela loura estrela,

Que arde no eterno azul, como uma eterna vela!”

Mas a estrela, fitando a lua, com ciúme:

– “Pudesse eu copiar o transparente lume,

Que da grega coluna à gótica janela,

Contemplou, suspirosa, a fronte amada e bela!”

Mas a lua, fitando o sol, com azedume:

– “Mísera! Tivesse eu aquela enorme, aquela

Claridade imortal, que toda luz resume!”

Mas o sol, inclinando a rútila capela:

– ”Pesa-me esta brilhante auréola de nume ...

Enfara-me esta azul e desmedida umbela...

Por que não nasci eu um simples vaga-lume?”

Machado de Assis

O sentido de um par de homônimos está trocado em
 

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311797 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Quixeré-CE

CÍRCULO VICIOSO

Bailando no ar, gemia inquieto vaga-lume:

“Quem dera que fosse aquela loura estrela,

Que arde no eterno azul, como uma eterna vela!”

Mas a estrela, fitando a lua, com ciúme:

– “Pudesse eu copiar o transparente lume,

Que da grega coluna à gótica janela,

Contemplou, suspirosa, a fronte amada e bela!”

Mas a lua, fitando o sol, com azedume:

– “Mísera! Tivesse eu aquela enorme, aquela

Claridade imortal, que toda luz resume!”

Mas o sol, inclinando a rútila capela:

– ”Pesa-me esta brilhante auréola de nume ...

Enfara-me esta azul e desmedida umbela...

Por que não nasci eu um simples vaga-lume?”

Machado de Assis

O vaga-lume deseja ser uma estrela porque
 

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311796 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Quixeré-CE

CÍRCULO VICIOSO

Bailando no ar, gemia inquieto vaga-lume:

“Quem dera que fosse aquela loura estrela,

Que arde no eterno azul, como uma eterna vela!”

Mas a estrela, fitando a lua, com ciúme:

– “Pudesse eu copiar o transparente lume,

Que da grega coluna à gótica janela,

Contemplou, suspirosa, a fronte amada e bela!”

Mas a lua, fitando o sol, com azedume:

– “Mísera! Tivesse eu aquela enorme, aquela

Claridade imortal, que toda luz resume!”

Mas o sol, inclinando a rútila capela:

– ”Pesa-me esta brilhante auréola de nume ...

Enfara-me esta azul e desmedida umbela...

Por que não nasci eu um simples vaga-lume?”

Machado de Assis

Azedume – lume – enfarar e umbela, no texto, são sinônimos respectivos de
 

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311795 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Quixeré-CE
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Iracema

José de Alencar

Iracema cantava docemente, embalando a rede para acalentar o filho.

A areia da praia crepitou sob o pé forte e rijo do guerreiro tabajara, que vinha das bordas do mar depois da abundante pesca.

A jovem mãe cruzou as franjas da rede, para que as moscas não inquietassem o filho acalentado, e foi ao encontro do irmão:

- Caubi vai tornar às montanhas dos tabajaras! disse ela com brandura. O guerreiro anuviou-se:

- Tu despedes teu irmão da cabana para que ele não veja a tristeza que a enche.

- Araquém teve muitos filhos em sua mocidade; uns a guerra levou e morreram como valentes; outros escolheram uma esposa e geraram por sua vez numerosa prole; filhos de sua velhice, Araquém só teve dois. Iracema é a rola que o caçador tirou do ninho. Só resta o guerreiro Caubi ao velho Pajé, para suster seu corpo vergado e guiar seu passo trêmulo.

- Caubi partirá quando a sombra deixar o rosto de Iracema. - Como a estrela que só brilha de noite, vive Iracema em sua tristeza. Só os olhos do esposo podem apagar a sombra em seu rosto. Parte, para que eles não se turvem com tua vista.

- Teu irmão parte para te fazer a vontade; mas ele voltará todas as vezes que o cajueiro florescer para sentir em seu coração o filho de teu ventre.

Entrou na cabana. Iracema tirou da rede a criança, e ambos, mãe e filho, palpitaram sobre o peito do guerreiro tabajara. Depois Caubi passou a porta e sumiu-se entre as árvores.

Iracema, arrastando o passo trêmulo, o acompanhou de longe até que o perdeu de vista na orla da mata. Aí parou, quando o grito de jandaia, de envolta com o choro infantil, a chamou à cabana, a areia fria, onde esteve sentada, guardou o segredo do pranto que embebera.

A jovem mãe suspendeu o filho à teta; mas a boca infantil não emudeceu. O leite escasso não apojava o peito.

O sangue da infeliz diluía-se todo nas lágrimas incessantes que não lhe estancavam nos olhos; pouco chegava aos seios, onde se forma o primeiro licor da vida.

Ela dissolveu a alva carimã e preparou ao fogo o mingau para nutrir o filho. Quando o sol dourou a crista dos montes, partiu para a mata, levando ao colo a criança adormecida.

Na espessura do bosque estava o leito da irara ausente; os tenros cachorrinhos grunhem enrolando-se uns sobre os outros. A formosa tabajara aproxima-se de manso.

Prepara para o filho um berço da macia rama do maracujá e senta-se perto.

Põe no regaço um por um os filhos da irara e lhes abandona os seios mimosos, cuja teta rubra como a pitanga ungia do mel da abelha. Os cachorrinhos famintos sugam os peitos avaros de leite.

Iracema curte dor, como nunca sentiu; parece que lhe exaurem a vida; mas os seios vão-se intumescendo; apojaram afinal, e o leite, ainda rubro do sangue de que se formou, esguicha.

A feliz mãe arroja de si os cachorrinhos, e, cheia de júbilo, mata a fome ao filho. Ele é agora duas vezes filho de sua dor, nascido dela e também nutrido.

A filha de Araquém sentiu afinal que suas veias se estancavam; e, contudo, o lábio amargo de tristeza recusava o alimento que devia restaurar-lhe as forças.

O gemido e o suspiro tinham crestado o sorriso e o sabor em sua boca formosa.

De acordo com a leitura do texto, é CORRETO afirmar que
 

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311794 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Quixeré-CE
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Marque a opção em que o verbo foi classificado CORRETAMENTE.
 

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311793 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Quixeré-CE
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Iracema

José de Alencar

Iracema cantava docemente, embalando a rede para acalentar o filho.

A areia da praia crepitou sob o pé forte e rijo do guerreiro tabajara, que vinha das bordas do mar depois da abundante pesca.

A jovem mãe cruzou as franjas da rede, para que as moscas não inquietassem o filho acalentado, e foi ao encontro do irmão:

- Caubi vai tornar às montanhas dos tabajaras! disse ela com brandura. O guerreiro anuviou-se:

- Tu despedes teu irmão da cabana para que ele não veja a tristeza que a enche.

- Araquém teve muitos filhos em sua mocidade; uns a guerra levou e morreram como valentes; outros escolheram uma esposa e geraram por sua vez numerosa prole; filhos de sua velhice, Araquém só teve dois. Iracema é a rola que o caçador tirou do ninho. Só resta o guerreiro Caubi ao velho Pajé, para suster seu corpo vergado e guiar seu passo trêmulo.

- Caubi partirá quando a sombra deixar o rosto de Iracema. - Como a estrela que só brilha de noite, vive Iracema em sua tristeza. Só os olhos do esposo podem apagar a sombra em seu rosto. Parte, para que eles não se turvem com tua vista.

- Teu irmão parte para te fazer a vontade; mas ele voltará todas as vezes que o cajueiro florescer para sentir em seu coração o filho de teu ventre.

Entrou na cabana. Iracema tirou da rede a criança, e ambos, mãe e filho, palpitaram sobre o peito do guerreiro tabajara. Depois Caubi passou a porta e sumiu-se entre as árvores.

Iracema, arrastando o passo trêmulo, o acompanhou de longe até que o perdeu de vista na orla da mata. Aí parou, quando o grito de jandaia, de envolta com o choro infantil, a chamou à cabana, a areia fria, onde esteve sentada, guardou o segredo do pranto que embebera.

A jovem mãe suspendeu o filho à teta; mas a boca infantil não emudeceu. O leite escasso não apojava o peito.

O sangue da infeliz diluía-se todo nas lágrimas incessantes que não lhe estancavam nos olhos; pouco chegava aos seios, onde se forma o primeiro licor da vida.

Ela dissolveu a alva carimã e preparou ao fogo o mingau para nutrir o filho. Quando o sol dourou a crista dos montes, partiu para a mata, levando ao colo a criança adormecida.

Na espessura do bosque estava o leito da irara ausente; os tenros cachorrinhos grunhem enrolando-se uns sobre os outros. A formosa tabajara aproxima-se de manso.

Prepara para o filho um berço da macia rama do maracujá e senta-se perto.

Põe no regaço um por um os filhos da irara e lhes abandona os seios mimosos, cuja teta rubra como a pitanga ungia do mel da abelha. Os cachorrinhos famintos sugam os peitos avaros de leite.

Iracema curte dor, como nunca sentiu; parece que lhe exaurem a vida; mas os seios vão-se intumescendo; apojaram afinal, e o leite, ainda rubro do sangue de que se formou, esguicha.

A feliz mãe arroja de si os cachorrinhos, e, cheia de júbilo, mata a fome ao filho. Ele é agora duas vezes filho de sua dor, nascido dela e também nutrido.

A filha de Araquém sentiu afinal que suas veias se estancavam; e, contudo, o lábio amargo de tristeza recusava o alimento que devia restaurar-lhe as forças.

O gemido e o suspiro tinham crestado o sorriso e o sabor em sua boca formosa.

Para Caubi, Iracema deseja que ele parta para
 

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Questão presente nas seguintes provas
311792 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Quixeré-CE

CÍRCULO VICIOSO

Bailando no ar, gemia inquieto vaga-lume:

“Quem dera que fosse aquela loura estrela,

Que arde no eterno azul, como uma eterna vela!”

Mas a estrela, fitando a lua, com ciúme:

– “Pudesse eu copiar o transparente lume,

Que da grega coluna à gótica janela,

Contemplou, suspirosa, a fronte amada e bela!”

Mas a lua, fitando o sol, com azedume:

– “Mísera! Tivesse eu aquela enorme, aquela

Claridade imortal, que toda luz resume!”

Mas o sol, inclinando a rútila capela:

– ”Pesa-me esta brilhante auréola de nume ...

Enfara-me esta azul e desmedida umbela...

Por que não nasci eu um simples vaga-lume?”

Machado de Assis

Fazem o superlativo absoluto sintético culto como “mísera”, todos os adjetivos da alternativa
 

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311791 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Quixeré-CE
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Iracema

José de Alencar

Iracema cantava docemente, embalando a rede para acalentar o filho.

A areia da praia crepitou sob o pé forte e rijo do guerreiro tabajara, que vinha das bordas do mar depois da abundante pesca.

A jovem mãe cruzou as franjas da rede, para que as moscas não inquietassem o filho acalentado, e foi ao encontro do irmão:

- Caubi vai tornar às montanhas dos tabajaras! disse ela com brandura. O guerreiro anuviou-se:

- Tu despedes teu irmão da cabana para que ele não veja a tristeza que a enche.

- Araquém teve muitos filhos em sua mocidade; uns a guerra levou e morreram como valentes; outros escolheram uma esposa e geraram por sua vez numerosa prole; filhos de sua velhice, Araquém só teve dois. Iracema é a rola que o caçador tirou do ninho. Só resta o guerreiro Caubi ao velho Pajé, para suster seu corpo vergado e guiar seu passo trêmulo.

- Caubi partirá quando a sombra deixar o rosto de Iracema. - Como a estrela que só brilha de noite, vive Iracema em sua tristeza. Só os olhos do esposo podem apagar a sombra em seu rosto. Parte, para que eles não se turvem com tua vista.

- Teu irmão parte para te fazer a vontade; mas ele voltará todas as vezes que o cajueiro florescer para sentir em seu coração o filho de teu ventre.

Entrou na cabana. Iracema tirou da rede a criança, e ambos, mãe e filho, palpitaram sobre o peito do guerreiro tabajara. Depois Caubi passou a porta e sumiu-se entre as árvores.

Iracema, arrastando o passo trêmulo, o acompanhou de longe até que o perdeu de vista na orla da mata. Aí parou, quando o grito de jandaia, de envolta com o choro infantil, a chamou à cabana, a areia fria, onde esteve sentada, guardou o segredo do pranto que embebera.

A jovem mãe suspendeu o filho à teta; mas a boca infantil não emudeceu. O leite escasso não apojava o peito.

O sangue da infeliz diluía-se todo nas lágrimas incessantes que não lhe estancavam nos olhos; pouco chegava aos seios, onde se forma o primeiro licor da vida.

Ela dissolveu a alva carimã e preparou ao fogo o mingau para nutrir o filho. Quando o sol dourou a crista dos montes, partiu para a mata, levando ao colo a criança adormecida.

Na espessura do bosque estava o leito da irara ausente; os tenros cachorrinhos grunhem enrolando-se uns sobre os outros. A formosa tabajara aproxima-se de manso.

Prepara para o filho um berço da macia rama do maracujá e senta-se perto.

Põe no regaço um por um os filhos da irara e lhes abandona os seios mimosos, cuja teta rubra como a pitanga ungia do mel da abelha. Os cachorrinhos famintos sugam os peitos avaros de leite.

Iracema curte dor, como nunca sentiu; parece que lhe exaurem a vida; mas os seios vão-se intumescendo; apojaram afinal, e o leite, ainda rubro do sangue de que se formou, esguicha.

A feliz mãe arroja de si os cachorrinhos, e, cheia de júbilo, mata a fome ao filho. Ele é agora duas vezes filho de sua dor, nascido dela e também nutrido.

A filha de Araquém sentiu afinal que suas veias se estancavam; e, contudo, o lábio amargo de tristeza recusava o alimento que devia restaurar-lhe as forças.

O gemido e o suspiro tinham crestado o sorriso e o sabor em sua boca formosa.

Marque a opção INCORRETA de acordo com o texto.
 

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311790 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Quixeré-CE

CÍRCULO VICIOSO

Bailando no ar, gemia inquieto vaga-lume:

“Quem dera que fosse aquela loura estrela,

Que arde no eterno azul, como uma eterna vela!”

Mas a estrela, fitando a lua, com ciúme:

– “Pudesse eu copiar o transparente lume,

Que da grega coluna à gótica janela,

Contemplou, suspirosa, a fronte amada e bela!”

Mas a lua, fitando o sol, com azedume:

– “Mísera! Tivesse eu aquela enorme, aquela

Claridade imortal, que toda luz resume!”

Mas o sol, inclinando a rútila capela:

– ”Pesa-me esta brilhante auréola de nume ...

Enfara-me esta azul e desmedida umbela...

Por que não nasci eu um simples vaga-lume?”

Machado de Assis

O último verso mostra
 

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