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Mosca na comida? Inseto pode trazer riscos, mas nem sempre
Depois de preparar a comida é normal e natural a visita de algumas moscas na cozinha ou até mesmo na sala durante as refeições. Elas gostam de sobrevoar os pratos e, muitas vezes, até pousar em cima deles. Mas esse breve contato é capaz de contaminar a comida e fazer mal à saúde das pessoas? Segundo cientistas, de um modo geral, o risco de adoecer é relativamente baixo, mas há alguns fatores a serem considerados como, por exemplo, o tempo que as moscas permanecem sobre a comida e a quantidade delas.
Se uma grande quantidade de moscas ficarem durante horas em cima da comida, é melhor jogar o alimento fora. Porém, se um inseto pousar por poucos segundos, especialistas garantem que não há maiores riscos. Isso porque esses bichos depositam secreção na comida quando estão em contato com ela. Como as moscas não têm dentes e mandíbulas para mastigar a comida, elas cospem um pouco de saliva rica em enzimas para dissolver parcialmente aquele alimento e sugá-lo pela boca em forma de focinho. Elas passam a maior parte de suas curtas vidas se alimentando de material orgânico em decomposição, que inclui vegetação podre, carne crua e fezes.
Acredita-se que as moscas abriguem cerca de 130 patógenos, incluindo fungos, vírus, parasitas e bactérias, como Salmonella, Escherichia coli, Staphylococcus aureus, Bacillus cereus e Bacillus subtilis. Esses germes estão associados a intoxicação alimentar, vômito, náuseas, dor de estômago, diarreia e febre. Em partes do mundo onde as doenças tropicais são mais frequentes, é bom observar que o nível de ameaça é maior. As moscas domésticas podem abrigar patógenos de dejetos humanos e transmitir doenças mais mortais, como cólera e shigelose, um tipo de disenteria, por vários dias.
Fonte: Jornal O Globo, edição de 20 de abril de 2023.
Assinale a alternativa que apresente um sinônimo para o termo em destaque no período: Elas passam a maior parte de suas curtas vidas se alimentando de material orgânico em decomposição, que inclui vegetação podre, carne crua e fezes.
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Mosca na comida? Inseto pode trazer riscos, mas nem sempre
Depois de preparar a comida é normal e natural a visita de algumas moscas na cozinha ou até mesmo na sala durante as refeições. Elas gostam de sobrevoar os pratos e, muitas vezes, até pousar em cima deles. Mas esse breve contato é capaz de contaminar a comida e fazer mal à saúde das pessoas? Segundo cientistas, de um modo geral, o risco de adoecer é relativamente baixo, mas há alguns fatores a serem considerados como, por exemplo, o tempo que as moscas permanecem sobre a comida e a quantidade delas.
Se uma grande quantidade de moscas ficarem durante horas em cima da comida, é melhor jogar o alimento fora. Porém, se um inseto pousar por poucos segundos, especialistas garantem que não há maiores riscos. Isso porque esses bichos depositam secreção na comida quando estão em contato com ela. Como as moscas não têm dentes e mandíbulas para mastigar a comida, elas cospem um pouco de saliva rica em enzimas para dissolver parcialmente aquele alimento e sugá-lo pela boca em forma de focinho. Elas passam a maior parte de suas curtas vidas se alimentando de material orgânico em decomposição, que inclui vegetação podre, carne crua e fezes.
Acredita-se que as moscas abriguem cerca de 130 patógenos, incluindo fungos, vírus, parasitas e bactérias, como Salmonella, Escherichia coli, Staphylococcus aureus, Bacillus cereus e Bacillus subtilis. Esses germes estão associados a intoxicação alimentar, vômito, náuseas, dor de estômago, diarreia e febre. Em partes do mundo onde as doenças tropicais são mais frequentes, é bom observar que o nível de ameaça é maior. As moscas domésticas podem abrigar patógenos de dejetos humanos e transmitir doenças mais mortais, como cólera e shigelose, um tipo de disenteria, por vários dias.
Fonte: Jornal O Globo, edição de 20 de abril de 2023.
Assinale a alternativa cuja palavra poderia substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto: Porém, se um inseto pousar por poucos segundos, especialistas garantem que não há maiores riscos.
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Mosca na comida? Inseto pode trazer riscos, mas nem sempre
Depois de preparar a comida é normal e natural a visita de algumas moscas na cozinha ou até mesmo na sala durante as refeições. Elas gostam de sobrevoar os pratos e, muitas vezes, até pousar em cima deles. Mas esse breve contato é capaz de contaminar a comida e fazer mal à saúde das pessoas? Segundo cientistas, de um modo geral, o risco de adoecer é relativamente baixo, mas há alguns fatores a serem considerados como, por exemplo, o tempo que as moscas permanecem sobre a comida e a quantidade delas.
Se uma grande quantidade de moscas ficarem durante horas em cima da comida, é melhor jogar o alimento fora. Porém, se um inseto pousar por poucos segundos, especialistas garantem que não há maiores riscos. Isso porque esses bichos depositam secreção na comida quando estão em contato com ela. Como as moscas não têm dentes e mandíbulas para mastigar a comida, elas cospem um pouco de saliva rica em enzimas para dissolver parcialmente aquele alimento e sugá-lo pela boca em forma de focinho. Elas passam a maior parte de suas curtas vidas se alimentando de material orgânico em decomposição, que inclui vegetação podre, carne crua e fezes.
Acredita-se que as moscas abriguem cerca de 130 patógenos, incluindo fungos, vírus, parasitas e bactérias, como Salmonella, Escherichia coli, Staphylococcus aureus, Bacillus cereus e Bacillus subtilis. Esses germes estão associados a intoxicação alimentar, vômito, náuseas, dor de estômago, diarreia e febre. Em partes do mundo onde as doenças tropicais são mais frequentes, é bom observar que o nível de ameaça é maior. As moscas domésticas podem abrigar patógenos de dejetos humanos e transmitir doenças mais mortais, como cólera e shigelose, um tipo de disenteria, por vários dias.
Fonte: Jornal O Globo, edição de 20 de abril de 2023.
Assinale a alternativa que apresente o termo ao qual o pronome em destaque se refere no texto: Elas passam a maior parte de suas curtas vidas se alimentando de material orgânico em decomposição, que inclui vegetação podre, carne crua e fezes.
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Mosca na comida? Inseto pode trazer riscos, mas nem sempre
Depois de preparar a comida é normal e natural a visita de algumas moscas na cozinha ou até mesmo na sala durante as refeições. Elas gostam de sobrevoar os pratos e, muitas vezes, até pousar em cima deles. Mas esse breve contato é capaz de contaminar a comida e fazer mal à saúde das pessoas? Segundo cientistas, de um modo geral, o risco de adoecer é relativamente baixo, mas há alguns fatores a serem considerados como, por exemplo, o tempo que as moscas permanecem sobre a comida e a quantidade delas.
Se uma grande quantidade de moscas ficarem durante horas em cima da comida, é melhor jogar o alimento fora. Porém, se um inseto pousar por poucos segundos, especialistas garantem que não há maiores riscos. Isso porque esses bichos depositam secreção na comida quando estão em contato com ela. Como as moscas não têm dentes e mandíbulas para mastigar a comida, elas cospem um pouco de saliva rica em enzimas para dissolver parcialmente aquele alimento e sugá-lo pela boca em forma de focinho. Elas passam a maior parte de suas curtas vidas se alimentando de material orgânico em decomposição, que inclui vegetação podre, carne crua e fezes.
Acredita-se que as moscas abriguem cerca de 130 patógenos, incluindo fungos, vírus, parasitas e bactérias, como Salmonella, Escherichia coli, Staphylococcus aureus, Bacillus cereus e Bacillus subtilis. Esses germes estão associados a intoxicação alimentar, vômito, náuseas, dor de estômago, diarreia e febre. Em partes do mundo onde as doenças tropicais são mais frequentes, é bom observar que o nível de ameaça é maior. As moscas domésticas podem abrigar patógenos de dejetos humanos e transmitir doenças mais mortais, como cólera e shigelose, um tipo de disenteria, por vários dias.
Fonte: Jornal O Globo, edição de 20 de abril de 2023.
Assinale a alternativa cuja palavra apresente mais de três sílabas:
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Mosca na comida? Inseto pode trazer riscos, mas nem sempre
Depois de preparar a comida é normal e natural a visita de algumas moscas na cozinha ou até mesmo na sala durante as refeições. Elas gostam de sobrevoar os pratos e, muitas vezes, até pousar em cima deles. Mas esse breve contato é capaz de contaminar a comida e fazer mal à saúde das pessoas? Segundo cientistas, de um modo geral, o risco de adoecer é relativamente baixo, mas há alguns fatores a serem considerados como, por exemplo, o tempo que as moscas permanecem sobre a comida e a quantidade delas.
Se uma grande quantidade de moscas ficarem durante horas em cima da comida, é melhor jogar o alimento fora. Porém, se um inseto pousar por poucos segundos, especialistas garantem que não há maiores riscos. Isso porque esses bichos depositam secreção na comida quando estão em contato com ela. Como as moscas não têm dentes e mandíbulas para mastigar a comida, elas cospem um pouco de saliva rica em enzimas para dissolver parcialmente aquele alimento e sugá-lo pela boca em forma de focinho. Elas passam a maior parte de suas curtas vidas se alimentando de material orgânico em decomposição, que inclui vegetação podre, carne crua e fezes.
Acredita-se que as moscas abriguem cerca de 130 patógenos, incluindo fungos, vírus, parasitas e bactérias, como Salmonella, Escherichia coli, Staphylococcus aureus, Bacillus cereus e Bacillus subtilis. Esses germes estão associados a intoxicação alimentar, vômito, náuseas, dor de estômago, diarreia e febre. Em partes do mundo onde as doenças tropicais são mais frequentes, é bom observar que o nível de ameaça é maior. As moscas domésticas podem abrigar patógenos de dejetos humanos e transmitir doenças mais mortais, como cólera e shigelose, um tipo de disenteria, por vários dias.
Fonte: Jornal O Globo, edição de 20 de abril de 2023.
Assinale a alternativa CORRETA de acordo com o texto:
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Fóssil gaúcho mostra ‘saco aéreo’ que empoderou dinos
Quando surgiram, há quase 300 milhões de anos, os dinossauros tinham tamanhos que variavam entre alguns centímetros e poucos metros. Uma inovação nas suas evoluções foi o segredo para que gerações seguintes alcançassem até 40 metros de altura, enquanto outros conseguiam voar: o “saco aéreo”, estrutura que permitia a entrada de mais oxigênio nos ossos.
Um grupo de paleontólogos brasileiros descobriu no Rio Grande do Sul o fóssil mais antigo de dinossauro beneficiado por esse recurso. O Macrocollum itaquii, descrito em um artigo na revista Anatomical Record, viveu no período Triássico, há cerca de 225 milhões de anos. Ele possuía 3 metros de comprimento e era o maior do seu tempo. A descoberta foi feita no sítio paleontológico de Agudo (RS).
Primeiro autor do artigo, tema de sua tese de doutorado, Tito Aureliano explicou que a ciência já sabia da existência dos sacos aéreos. Mas essa foi a primeira vez que se localizou a origem dessa estrutura. “Foi uma inovação da evolução, que permitiu os dois caminhos: o gigantismo de alguns grupos, e o voo, no caso dos pterossauros” explicou o paleontólogo da Unicamp. “Era uma vantagem evolutiva. Em algum momento, surgiram os sacos aéreos, que serviram para ampliar a quantidade de oxigênio dentro dos bichos. O dinossauro tinha maiores condições para ser mais explosivo, caçar e correr.”
O Macrocollum itaquii surgiu cerca de 8 milhões de anos após o início da existência dos dinossauros. Aureliano explica que, por muito tempo, havia um grande enigma sobre se havia um ancestral comum com saco aéreo para as três linhagens destes animais (dinossauros carnívoros, pescoçudos e pterossauros), ou esse traço evolutivo ocorreu independentemente em cada linhagem. Com essa descoberta, confirmouse a hipótese de que as evoluções aconteceram de forma independente. O Macrocollum está na origem evolutiva dos dinossauros dos tipos pescoçudos, que englobam os titanossauros, herbívoros que chegaram a ter até 40 metros de altura nos períodos Jurássico e Cretáceo, e viveram principalmente, no Hemisfério Sul, como no Sudeste brasileiro. Segundo Aureliano, as próximas pesquisas devem ser sobre as origens das outras duas linhagens. “Falta descobrir as linhagens dos carnívoros e dos pterossauros” diz , lembrando de outra lacuna: “Algo aconteceu que os dinossauros gigantes foram se dando melhor nessas regiões tropicais e subtropicais do Hemisfério Sul”.
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pela oração subordinada em destaque no período: Primeiro autor do artigo, tema de sua tese de doutorado, Tito Aureliano explicou que a ciência já sabia da existência dos sacos aéreos.
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Fóssil gaúcho mostra ‘saco aéreo’ que empoderou dinos
Quando surgiram, há quase 300 milhões de anos, os dinossauros tinham tamanhos que variavam entre alguns centímetros e poucos metros. Uma inovação nas suas evoluções foi o segredo para que gerações seguintes alcançassem até 40 metros de altura, enquanto outros conseguiam voar: o “saco aéreo”, estrutura que permitia a entrada de mais oxigênio nos ossos.
Um grupo de paleontólogos brasileiros descobriu no Rio Grande do Sul o fóssil mais antigo de dinossauro beneficiado por esse recurso. O Macrocollum itaquii, descrito em um artigo na revista Anatomical Record, viveu no período Triássico, há cerca de 225 milhões de anos. Ele possuía 3 metros de comprimento e era o maior do seu tempo. A descoberta foi feita no sítio paleontológico de Agudo (RS).
Primeiro autor do artigo, tema de sua tese de doutorado, Tito Aureliano explicou que a ciência já sabia da existência dos sacos aéreos. Mas essa foi a primeira vez que se localizou a origem dessa estrutura. “Foi uma inovação da evolução, que permitiu os dois caminhos: o gigantismo de alguns grupos, e o voo, no caso dos pterossauros” explicou o paleontólogo da Unicamp. “Era uma vantagem evolutiva. Em algum momento, surgiram os sacos aéreos, que serviram para ampliar a quantidade de oxigênio dentro dos bichos. O dinossauro tinha maiores condições para ser mais explosivo, caçar e correr.”
O Macrocollum itaquii surgiu cerca de 8 milhões de anos após o início da existência dos dinossauros. Aureliano explica que, por muito tempo, havia um grande enigma sobre se havia um ancestral comum com saco aéreo para as três linhagens destes animais (dinossauros carnívoros, pescoçudos e pterossauros), ou esse traço evolutivo ocorreu independentemente em cada linhagem. Com essa descoberta, confirmouse a hipótese de que as evoluções aconteceram de forma independente. O Macrocollum está na origem evolutiva dos dinossauros dos tipos pescoçudos, que englobam os titanossauros, herbívoros que chegaram a ter até 40 metros de altura nos períodos Jurássico e Cretáceo, e viveram principalmente, no Hemisfério Sul, como no Sudeste brasileiro. Segundo Aureliano, as próximas pesquisas devem ser sobre as origens das outras duas linhagens. “Falta descobrir as linhagens dos carnívoros e dos pterossauros” diz , lembrando de outra lacuna: “Algo aconteceu que os dinossauros gigantes foram se dando melhor nessas regiões tropicais e subtropicais do Hemisfério Sul”.
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pelo termo em destaque no período: Ele possuía 3 metros de comprimento e era o maior do seu tempo.
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Fóssil gaúcho mostra ‘saco aéreo’ que empoderou dinos
Quando surgiram, há quase 300 milhões de anos, os dinossauros tinham tamanhos que variavam entre alguns centímetros e poucos metros. Uma inovação nas suas evoluções foi o segredo para que gerações seguintes alcançassem até 40 metros de altura, enquanto outros conseguiam voar: o “saco aéreo”, estrutura que permitia a entrada de mais oxigênio nos ossos.
Um grupo de paleontólogos brasileiros descobriu no Rio Grande do Sul o fóssil mais antigo de dinossauro beneficiado por esse recurso. O Macrocollum itaquii, descrito em um artigo na revista Anatomical Record, viveu no período Triássico, há cerca de 225 milhões de anos. Ele possuía 3 metros de comprimento e era o maior do seu tempo. A descoberta foi feita no sítio paleontológico de Agudo (RS).
Primeiro autor do artigo, tema de sua tese de doutorado, Tito Aureliano explicou que a ciência já sabia da existência dos sacos aéreos. Mas essa foi a primeira vez que se localizou a origem dessa estrutura. “Foi uma inovação da evolução, que permitiu os dois caminhos: o gigantismo de alguns grupos, e o voo, no caso dos pterossauros” explicou o paleontólogo da Unicamp. “Era uma vantagem evolutiva. Em algum momento, surgiram os sacos aéreos, que serviram para ampliar a quantidade de oxigênio dentro dos bichos. O dinossauro tinha maiores condições para ser mais explosivo, caçar e correr.”
O Macrocollum itaquii surgiu cerca de 8 milhões de anos após o início da existência dos dinossauros. Aureliano explica que, por muito tempo, havia um grande enigma sobre se havia um ancestral comum com saco aéreo para as três linhagens destes animais (dinossauros carnívoros, pescoçudos e pterossauros), ou esse traço evolutivo ocorreu independentemente em cada linhagem. Com essa descoberta, confirmouse a hipótese de que as evoluções aconteceram de forma independente. O Macrocollum está na origem evolutiva dos dinossauros dos tipos pescoçudos, que englobam os titanossauros, herbívoros que chegaram a ter até 40 metros de altura nos períodos Jurássico e Cretáceo, e viveram principalmente, no Hemisfério Sul, como no Sudeste brasileiro. Segundo Aureliano, as próximas pesquisas devem ser sobre as origens das outras duas linhagens. “Falta descobrir as linhagens dos carnívoros e dos pterossauros” diz , lembrando de outra lacuna: “Algo aconteceu que os dinossauros gigantes foram se dando melhor nessas regiões tropicais e subtropicais do Hemisfério Sul”.
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelos termos em destaque no período: Um grupo de paleontólogos brasileiros descobriu no Rio Grande do Sul o fóssil mais antigo de dinossauro beneficiado por esse recurso.
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Fóssil gaúcho mostra ‘saco aéreo’ que empoderou dinos
Quando surgiram, há quase 300 milhões de anos, os dinossauros tinham tamanhos que variavam entre alguns centímetros e poucos metros. Uma inovação nas suas evoluções foi o segredo para que gerações seguintes alcançassem até 40 metros de altura, enquanto outros conseguiam voar: o “saco aéreo”, estrutura que permitia a entrada de mais oxigênio nos ossos.
Um grupo de paleontólogos brasileiros descobriu no Rio Grande do Sul o fóssil mais antigo de dinossauro beneficiado por esse recurso. O Macrocollum itaquii, descrito em um artigo na revista Anatomical Record, viveu no período Triássico, há cerca de 225 milhões de anos. Ele possuía 3 metros de comprimento e era o maior do seu tempo. A descoberta foi feita no sítio paleontológico de Agudo (RS).
Primeiro autor do artigo, tema de sua tese de doutorado, Tito Aureliano explicou que a ciência já sabia da existência dos sacos aéreos. Mas essa foi a primeira vez que se localizou a origem dessa estrutura. “Foi uma inovação da evolução, que permitiu os dois caminhos: o gigantismo de alguns grupos, e o voo, no caso dos pterossauros” explicou o paleontólogo da Unicamp. “Era uma vantagem evolutiva. Em algum momento, surgiram os sacos aéreos, que serviram para ampliar a quantidade de oxigênio dentro dos bichos. O dinossauro tinha maiores condições para ser mais explosivo, caçar e correr.”
O Macrocollum itaquii surgiu cerca de 8 milhões de anos após o início da existência dos dinossauros. Aureliano explica que, por muito tempo, havia um grande enigma sobre se havia um ancestral comum com saco aéreo para as três linhagens destes animais (dinossauros carnívoros, pescoçudos e pterossauros), ou esse traço evolutivo ocorreu independentemente em cada linhagem. Com essa descoberta, confirmouse a hipótese de que as evoluções aconteceram de forma independente. O Macrocollum está na origem evolutiva dos dinossauros dos tipos pescoçudos, que englobam os titanossauros, herbívoros que chegaram a ter até 40 metros de altura nos períodos Jurássico e Cretáceo, e viveram principalmente, no Hemisfério Sul, como no Sudeste brasileiro. Segundo Aureliano, as próximas pesquisas devem ser sobre as origens das outras duas linhagens. “Falta descobrir as linhagens dos carnívoros e dos pterossauros” diz , lembrando de outra lacuna: “Algo aconteceu que os dinossauros gigantes foram se dando melhor nessas regiões tropicais e subtropicais do Hemisfério Sul”.
Assinale a alternativa cuja palavra apresente prefixo:
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Fóssil gaúcho mostra ‘saco aéreo’ que empoderou dinos
Quando surgiram, há quase 300 milhões de anos, os dinossauros tinham tamanhos que variavam entre alguns centímetros e poucos metros. Uma inovação nas suas evoluções foi o segredo para que gerações seguintes alcançassem até 40 metros de altura, enquanto outros conseguiam voar: o “saco aéreo”, estrutura que permitia a entrada de mais oxigênio nos ossos.
Um grupo de paleontólogos brasileiros descobriu no Rio Grande do Sul o fóssil mais antigo de dinossauro beneficiado por esse recurso. O Macrocollum itaquii, descrito em um artigo na revista Anatomical Record, viveu no período Triássico, há cerca de 225 milhões de anos. Ele possuía 3 metros de comprimento e era o maior do seu tempo. A descoberta foi feita no sítio paleontológico de Agudo (RS).
Primeiro autor do artigo, tema de sua tese de doutorado, Tito Aureliano explicou que a ciência já sabia da existência dos sacos aéreos. Mas essa foi a primeira vez que se localizou a origem dessa estrutura. “Foi uma inovação da evolução, que permitiu os dois caminhos: o gigantismo de alguns grupos, e o voo, no caso dos pterossauros” explicou o paleontólogo da Unicamp. “Era uma vantagem evolutiva. Em algum momento, surgiram os sacos aéreos, que serviram para ampliar a quantidade de oxigênio dentro dos bichos. O dinossauro tinha maiores condições para ser mais explosivo, caçar e correr.”
O Macrocollum itaquii surgiu cerca de 8 milhões de anos após o início da existência dos dinossauros. Aureliano explica que, por muito tempo, havia um grande enigma sobre se havia um ancestral comum com saco aéreo para as três linhagens destes animais (dinossauros carnívoros, pescoçudos e pterossauros), ou esse traço evolutivo ocorreu independentemente em cada linhagem. Com essa descoberta, confirmouse a hipótese de que as evoluções aconteceram de forma independente. O Macrocollum está na origem evolutiva dos dinossauros dos tipos pescoçudos, que englobam os titanossauros, herbívoros que chegaram a ter até 40 metros de altura nos períodos Jurássico e Cretáceo, e viveram principalmente, no Hemisfério Sul, como no Sudeste brasileiro. Segundo Aureliano, as próximas pesquisas devem ser sobre as origens das outras duas linhagens. “Falta descobrir as linhagens dos carnívoros e dos pterossauros” diz , lembrando de outra lacuna: “Algo aconteceu que os dinossauros gigantes foram se dando melhor nessas regiões tropicais e subtropicais do Hemisfério Sul”.
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecia pelo termo em destaque no período: Quando surgiram, há quase 300 milhões de anos, os dinossauros tinham tamanhos que variavam entre alguns centímetros e poucos metros.
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