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Algumas condições sistêmicas acabam por influenciar no planejamento e na adaptação das próteses dentárias totais. Sobre esse assunto, analise e julgue:
I – Nos pacientes com osteoporose, há uma tendência de estreitamento da crista óssea maxilar e alargamento da crista mandibular, por isso, deve-se evitar a redução da distância interoclusal.
II – Nos pacientes submetidos à terapia por radiação, o uso de próteses totais fica limitado devido: a xerostomia, a impossibilidade de sobreextensão da área basal (na tentativa de evitar ulcerações) e a osteorradionecrose.
III - nos pacientes com anemia perniciosa, deverá haver um constante controle sobre a oclusão, no intuito de minimizar as áreas de pressão, e a deficiência de saliva acaba por ocasionar prejuízo na retenção das próteses totais.
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São vantagens das próteses dentárias totais imediatas:
I – Proteção ao trauma cirúrgico e as infecções externas.
II - Controle da hemorragia, pós-cirúrgica.
III – Reembasamento, para compensar a retração gengival.
IV – Baixo custo.
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Existem algumas técnicas que são utilizadas para a determinação do eixo ou da via de inserção de uma prótese parcial removível, dentre elas a técnica da conveniência. São situações clínicas, em que esta deve ser a técnica de escolha:
I – Quando regiões retentivas do rebordo residual, a serem recobertas pela base da prótese, apresentam áreas de interferência à livre entrada e saída da prótese.
II – Quando remanesçam apenas dentes do grupo anterior (de canino a canino), especialmente na arcada inferior.
III – Quando os dentes suportes apresentam excessivas inclinações e desordens.
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O preparo do arco facial, durante a montagem dos modelos no articulador parcialmente adaptável, para a confecção de uma prótese parcial removível, deverá obedecer à seguinte sequência de passos:
1- Adaptação do ponto násio.
2- Teste do assentamento do modelo de gesso, na marca das pontas das cúspides registradas na godiva, a fim de verificar a inexistência de movimentos de báscula.
3- Levar a forquilha à boca do paciente, que deverá morde-la de maneira centralizada, assim, o arco facial deverá ser colocado e as olivas adaptadas nos condutos auditivos externos, através de uma pressão, realizada para dentro e para frente.
4- Envolver a forquilha do arco facial com godiva e, enquanto esta ainda estiver plástica, levá-la a boca do paciente para que ele oclua, de maneira a estabilizar a forquilha na boca.
5- Verificação da distância intercondilar, assinalada no arco facial.
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Sobre as relações maxilo – mandibulares, analise e julgue as afirmativas:
I – A relação cêntrica é uma posição crânio – mandibular e independe da presença de dentes. Pode ser usada para análise oclusal, além de diagnóstico e planejamento, utilizando os modelos de estudo, montados em articulador semi-ajustável.
II – A máxima intercuspidação habitual é uma posição dentária fisiológica e, em 90 % dos pacientes, não coincidente com a relação cêntrica.
III – A dimensão vertical de oclusão pode ser estabelecida através do método que subtrai 3-4mm do valor da dimensão vertical de repouso, obtido através do compasso de Willis.
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