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Foram encontradas 382 questões.

1451885 Ano: 2017
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Riacho Cruz-RN
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A Lei nº Lei nº 8.069, de 13 de Julho de 1990, assegura a crianças e adolescentes direitos relativos à liberdade, ao respeito e à dignidade. Assinale a alternativa que NÃO REPRESENTA um direito desse público.
 

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1451884 Ano: 2017
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Riacho Cruz-RN
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Um dos marcos regulatórios para o Ensino Fundamental é a Resolução do CNE/CEB nº 04 de 13 de outubro de 2010. Quanto ao conteúdo da Resolução mencionada, está CORRETA a alternativa
 

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1451883 Ano: 2017
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Riacho Cruz-RN
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O papel da escola em relação ao Ler e escrever alterou-se nos últimos tempos, exigindo do educador a compreensão do contexto do mundo contemporâneo, onde a palavra escrita amplia os modos de atingir a população, e exige de todos competências para agir com autonomia e criticidade. Nesse sentido, é CORRETO afirmar que
 

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1451882 Ano: 2017
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Riacho Cruz-RN
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Uma das alternativas a seguir NÃO CORRESPONDE às diretrizes da política de educação inclusiva. Assinale-a.
 

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1451881 Ano: 2017
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Riacho Cruz-RN
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Assinale a alternativa CORRETA para identificar o objetivo geral da política nacional de educação especial, na perspectiva inclusiva.
 

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1451880 Ano: 2017
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Riacho Cruz-RN
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A questão seguinte, deverão ser respondidas com base na análise do texto a seguir. Para tanto, assinale em cada uma dessas questões, as alternativas CORRETAS.
Texto: O desafio que é combater o preconceito na educação
No ambiente escolar, a intolerância pode se intensificar. São apelidos, dedos apontados, críticas e desdém que, quando recorrentes, afetam
o emocional e até o desempenho escolar da vítima. Diálogo e incentivo à cultura de paz são essenciais no combate dessa prática.
É com lágrimas nos olhos e silêncio que a menina explica como se sente diante da crueldade com que é tratada por quem poderia ser parceiro. Clara (nome fictício) tem 12 anos, é aluna do 8º ano, mas sofre como “gente grande”. É chamada de “gorda” constantemente pelos colegas. Sofre. Deixou de frequentar a escola estadual, no Quintino Cunha, por duas semanas neste ano. Não aguentava mais a humilhação diária. Voltou, mas o incômodo continua. Sonha mudar de turma. “Eu não sei por que fazem isso. Eu não faço nada de mal”, lamenta. Clara é exemplo de triste situação que chega a ser comum no ambiente escolar: o preconceito. Para as “colegas” acusadoras, era apenas uma brincadeira. Mas brincadeira só existe quando os dois riem da situação. E, nesta história, Clara, a vítima, é só lágrimas e vergonha.
No ambiente escolar, não é difícil encontrar situações de preconceito. É algo que aparece quando há apelidos não aceitos, exclusão do indivíduo de um grupo, críticas, risos, dedos apontados para a diferença. E esse preconceito, quando emerge, demanda atitude dos educadores e da família. “Se na sociedade há preconceito de várias ordens, termina do mesmo jeito acontecendo na escola. E a escola tem obrigação de combater”, define a doutora em educação Nukácia Araújo. E como combater o preconceito no ambiente escolar? “Uma base que preze pela formação de valores e regras de convivência, pela cultura de paz e respeito às diferenças é segredo pra esse tipo de problema. E a escola é só uma das instituições das quais a criança faz parte. A família é a principal delas”, lembra a psicóloga e psicopedagoga Ana Letícia Nunes. Na primeira infância, até os sete anos, ela diz, é fundamental dialogar e explicar que as diferenças são naturais. “A criança nasce sabendo de nada. Ela escuta coisas e leva para si e para a escola. Ela é capaz de perceber a diferença, mas como natural. Para se tornar algo agressivo, tem o cunho extraescola, de ela ouvir em algum lugar. A base, na família, de formação de valores e de projetos que incluam conceitos como ética e diferenças, na escola, faz a prevenção”, destaca Ana Letícia. Caso esse primeiro momento não conte com tais ensinamentos, o tempo pode intensificar a agressividade entre os preconceituosos. Em todas as etapas, o diálogo é fundamental. [...]
Mariana Lazari - marianalazari@opovo.com.br | Fonte: http://www20.opovo.com.br/app/opovo/cotidiano/2014/08/23/noticiasjornalcotidiano,3303020/o-desafio-que-ecombater-o-preconceito-na-educacao.shtml. Acesso em 09/05/2017.
A educação é um direito subjetivo dos brasileiros e, conforme a LDB 9394/96, é entendida como dever da família e do estado. No caso em epígrafe, é possível afirmar
 

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1451879 Ano: 2017
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Riacho Cruz-RN
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A questão seguinte, deverão ser respondidas com base na análise do texto a seguir. Para tanto, assinale em cada uma dessas questões, as alternativas CORRETAS.
Texto: O desafio que é combater o preconceito na educação
No ambiente escolar, a intolerância pode se intensificar. São apelidos, dedos apontados, críticas e desdém que, quando recorrentes, afetam
o emocional e até o desempenho escolar da vítima. Diálogo e incentivo à cultura de paz são essenciais no combate dessa prática.
É com lágrimas nos olhos e silêncio que a menina explica como se sente diante da crueldade com que é tratada por quem poderia ser parceiro. Clara (nome fictício) tem 12 anos, é aluna do 8º ano, mas sofre como “gente grande”. É chamada de “gorda” constantemente pelos colegas. Sofre. Deixou de frequentar a escola estadual, no Quintino Cunha, por duas semanas neste ano. Não aguentava mais a humilhação diária. Voltou, mas o incômodo continua. Sonha mudar de turma. “Eu não sei por que fazem isso. Eu não faço nada de mal”, lamenta. Clara é exemplo de triste situação que chega a ser comum no ambiente escolar: o preconceito. Para as “colegas” acusadoras, era apenas uma brincadeira. Mas brincadeira só existe quando os dois riem da situação. E, nesta história, Clara, a vítima, é só lágrimas e vergonha.
No ambiente escolar, não é difícil encontrar situações de preconceito. É algo que aparece quando há apelidos não aceitos, exclusão do indivíduo de um grupo, críticas, risos, dedos apontados para a diferença. E esse preconceito, quando emerge, demanda atitude dos educadores e da família. “Se na sociedade há preconceito de várias ordens, termina do mesmo jeito acontecendo na escola. E a escola tem obrigação de combater”, define a doutora em educação Nukácia Araújo. E como combater o preconceito no ambiente escolar? “Uma base que preze pela formação de valores e regras de convivência, pela cultura de paz e respeito às diferenças é segredo pra esse tipo de problema. E a escola é só uma das instituições das quais a criança faz parte. A família é a principal delas”, lembra a psicóloga e psicopedagoga Ana Letícia Nunes. Na primeira infância, até os sete anos, ela diz, é fundamental dialogar e explicar que as diferenças são naturais. “A criança nasce sabendo de nada. Ela escuta coisas e leva para si e para a escola. Ela é capaz de perceber a diferença, mas como natural. Para se tornar algo agressivo, tem o cunho extraescola, de ela ouvir em algum lugar. A base, na família, de formação de valores e de projetos que incluam conceitos como ética e diferenças, na escola, faz a prevenção”, destaca Ana Letícia. Caso esse primeiro momento não conte com tais ensinamentos, o tempo pode intensificar a agressividade entre os preconceituosos. Em todas as etapas, o diálogo é fundamental. [...]
Mariana Lazari - marianalazari@opovo.com.br | Fonte: http://www20.opovo.com.br/app/opovo/cotidiano/2014/08/23/noticiasjornalcotidiano,3303020/o-desafio-que-ecombater-o-preconceito-na-educacao.shtml. Acesso em 09/05/2017.
As situações vivenciadas por “Clara”, no ambiente escolar, indicam que a mesma
 

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1451878 Ano: 2017
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Riacho Cruz-RN
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A questão seguinte, deverão ser respondidas com base na análise do texto a seguir. Para tanto, assinale em cada uma dessas questões, as alternativas CORRETAS.
Texto: O desafio que é combater o preconceito na educação
No ambiente escolar, a intolerância pode se intensificar. São apelidos, dedos apontados, críticas e desdém que, quando recorrentes, afetam
o emocional e até o desempenho escolar da vítima. Diálogo e incentivo à cultura de paz são essenciais no combate dessa prática.
É com lágrimas nos olhos e silêncio que a menina explica como se sente diante da crueldade com que é tratada por quem poderia ser parceiro. Clara (nome fictício) tem 12 anos, é aluna do 8º ano, mas sofre como “gente grande”. É chamada de “gorda” constantemente pelos colegas. Sofre. Deixou de frequentar a escola estadual, no Quintino Cunha, por duas semanas neste ano. Não aguentava mais a humilhação diária. Voltou, mas o incômodo continua. Sonha mudar de turma. “Eu não sei por que fazem isso. Eu não faço nada de mal”, lamenta. Clara é exemplo de triste situação que chega a ser comum no ambiente escolar: o preconceito. Para as “colegas” acusadoras, era apenas uma brincadeira. Mas brincadeira só existe quando os dois riem da situação. E, nesta história, Clara, a vítima, é só lágrimas e vergonha.
No ambiente escolar, não é difícil encontrar situações de preconceito. É algo que aparece quando há apelidos não aceitos, exclusão do indivíduo de um grupo, críticas, risos, dedos apontados para a diferença. E esse preconceito, quando emerge, demanda atitude dos educadores e da família. “Se na sociedade há preconceito de várias ordens, termina do mesmo jeito acontecendo na escola. E a escola tem obrigação de combater”, define a doutora em educação Nukácia Araújo. E como combater o preconceito no ambiente escolar? “Uma base que preze pela formação de valores e regras de convivência, pela cultura de paz e respeito às diferenças é segredo pra esse tipo de problema. E a escola é só uma das instituições das quais a criança faz parte. A família é a principal delas”, lembra a psicóloga e psicopedagoga Ana Letícia Nunes. Na primeira infância, até os sete anos, ela diz, é fundamental dialogar e explicar que as diferenças são naturais. “A criança nasce sabendo de nada. Ela escuta coisas e leva para si e para a escola. Ela é capaz de perceber a diferença, mas como natural. Para se tornar algo agressivo, tem o cunho extraescola, de ela ouvir em algum lugar. A base, na família, de formação de valores e de projetos que incluam conceitos como ética e diferenças, na escola, faz a prevenção”, destaca Ana Letícia. Caso esse primeiro momento não conte com tais ensinamentos, o tempo pode intensificar a agressividade entre os preconceituosos. Em todas as etapas, o diálogo é fundamental. [...]
Mariana Lazari - marianalazari@opovo.com.br | Fonte: http://www20.opovo.com.br/app/opovo/cotidiano/2014/08/23/noticiasjornalcotidiano,3303020/o-desafio-que-ecombater-o-preconceito-na-educacao.shtml. Acesso em 09/05/2017.
Conforme o texto, a escola tem o dever de combater o preconceito através de
 

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1451877 Ano: 2017
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Riacho Cruz-RN
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A educação escolar ao dialogar com a psicologia faz emergir abordagens ligadas à aprendizagem e ao desenvolvimento da criança. As afirmativas a seguir se fundamentam em princípios das diferentes abordagens. Analise cada alternativa e assinale a INCORRETA.
 

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1451876 Ano: 2017
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Riacho Cruz-RN
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Considere as proposições abaixo:
I - O planejamento escolar é uma tarefa que inclui a previsão das atividades didáticas em termos de sua organização e coordenação em face dos objetivos propostos, quanto à sua revisão e adequação no decorrer do processo de ensino.
II - Plano de ensino, plano de escola e plano de aulas pressupõem modalidades de planejamento desarticuladas entre si.
III - Os planos e programas oficiais de instrução se constituem um dos requisitos prévios para o planejamento.
IV - Ao planejarem o processo de ensino, a escola e os professores devem ter clareza de como o trabalho docente pode prestar um efetivo serviço à população.
V - O professor é responsável pelo cumprimento dos planos e programas e a tarefa de avaliá-los é do coordenador pedagógico.
Conclui-se que são VERDADEIRAS apenas
 

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