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O Gráfico a seguir mostra evolução das vendas de carros no Brasil, em milhões de unidades, no período de 2010 a 2019.

Disponível em: <https://g1.globo.com/carros/noticia>. Acesso em: 4 ago. 2020. (Adaptado).
De acordo com os dados apresentados, a quantidade de carros vendidos a mais, em 2019, em relação ao ano de 2018, foi de
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Dadas afirmações, P e Q, definimos a disjunção R pela composição: P ou Q.
Para as afirmações: P = não foi realizado o serviço; Q = foi efetivado o pagamento pelo serviço, considere R = P v Q.
Uma proposição que corresponde à negação da proposição R é:
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Em certo mês, um funcionário prestou diversos serviços e, ao realizar o acerto, recebeu cinco cédulas de 200 reais, uma de cem reais, quatro de 50 reais, três de 20 reais, uma de dez reais, três de cinco reais e quatro de dois reais.
Qual foi o valor total, em reais, que ele recebeu nesse acerto?
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Observe o Texto 3 para responder à questão 10.
Texto 3

Disponível em: <http://www.nanihumor.com/2010/10/tiras-as-galinhas-filosoficas_27.html>. Acesso em: 12 ago. 2020.
A tirinha do cartunista Nani extrai humor do fato de que
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Leia o Texto 2 para responder às questões 08 e 09.
Texto 2
Joana D’Arc
Por Juliana Bezerra
Joana nasceu aproximadamente em 6 de janeiro de 1412, no vilarejo de Domrémy, região da Lorena, na França. Joana D’Arc era filha de agricultores e artesãos. Como era comum entre camponeses, ela não aprendeu a ler e a escrever. Durante a adolescência ela teria ouvido vozes que lhe confiariam à missão de libertar a França e entronar o verdadeiro rei. Sua jornada começa no ano de 1429, quando Joana D’Arc tinha ainda 16 anos. Com cabelos curtos e vestindo trajes masculinos, ela percorre as linhas inimigas por quase um ano, lutando contra os Borguinhões, até alcançar Chinon, onde se encontra com o monarca Carlos VII.
Ao ouvir falar desta corajosa guerreira Carlos VII resolve testar a veracidade de suas visões. Para isso, o soberano a convida ao seu castelo, mas pede que ninguém revele sua identidade. Desta maneira, o rei nomeia Joana comandante do seu exército e lhe atribui uma tropa de mais de quatro mil homens. Com estes soldados, ela liberta a cidade de Orleans em apenas três dias. Joana cumpriu sua missão, mas foi capturada e entregue à Inquisição. Declarada culpada e condenada à fogueira, anos mais tarde seria considerada inocente pelo Papa Calisto III, em 1456.
Disponível em: <https://www.todamateria.com.br/joana-d-arc/>. Acesso em: 10 ago. 2020. (Adaptado).
A oração “Durante a adolescência ela teria ouvido vozes que lhe confiariam à missão de libertar a França” pode ser reescrita corretamente, sem comprometimento de seu significado, da seguinte forma:
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Leia o Texto 1 para responder às questões de 01 a 07.
Texto 1
Maria Quitéria de Jesus
Por Manoel Soríano Neto
Logo após a proclamação de nossa Independência, a Conciliadora de Defesa, de Cachoeira, na Bahia, conclamou os baianos do Recôncavo a se alistarem para assegurar a liberdade do Brasil.
Como nos ensina a escritora inglesa Mary Graham, Maria Quitéria sentiu o coração arder no peito e solicitou o consentimento do pai, Gonçalo Alves de Almeida, para ingressar nas fileiras das forças patrióticas que, celeremente, se formavam em solo baiano.
O velho pai da destemida moça negou a autorização pedida; porém, Maria Quitéria não desistiu de seu intento e, com a cumplicidade de uma irmã e do cunhado José Cordeiro de Medeiros, abandonou o lar vestida com as roupas de José Medeiros, assentando praça num regimento de artilharia, passando depois para a infantaria, ocasião em que se integrou ao "Batalhão de Voluntários do Príncipe D. Pedro" ou "Batalhão de Periquitos", assim cognominado por causa do verde bem acentuado das golas e dos punhos da farda dos seus componentes. Quando se apresentou para a guerra, ela deu o nome de "Medeiros", em reconhecido agradecimento aos favores que sua irmã e o cunhado Medeiros lhe prestaram.
Destarte, iria surgir a legenda de Maria Quitéria de Jesus, que escondeu a sua condição feminina, fato descoberto antes de a guerra terminar, passando à História o exemplo de bravura e extremado patriotismo do "soldado Medeiros"...
Disponível em: em:<http://www.ebrevistas.eb.mil.br/index.php/ADN/article/download/5726/4957>. Acesso em: 13 ago. 2020.
No enunciado “Maria Quitéria abandonou o lar vestida com as roupas de José Medeiros, assentando praça num regimento de artilharia”, a expressão destacada pode ser substituída por:
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Leia o Texto 1 para responder às questões de 01 a 07.
Texto 1
Maria Quitéria de Jesus
Por Manoel Soríano Neto
Logo após a proclamação de nossa Independência, a Conciliadora de Defesa, de Cachoeira, na Bahia, conclamou os baianos do Recôncavo a se alistarem para assegurar a liberdade do Brasil.
Como nos ensina a escritora inglesa Mary Graham, Maria Quitéria sentiu o coração arder no peito e solicitou o consentimento do pai, Gonçalo Alves de Almeida, para ingressar nas fileiras das forças patrióticas que, celeremente, se formavam em solo baiano.
O velho pai da destemida moça negou a autorização pedida; porém, Maria Quitéria não desistiu de seu intento e, com a cumplicidade de uma irmã e do cunhado José Cordeiro de Medeiros, abandonou o lar vestida com as roupas de José Medeiros, assentando praça num regimento de artilharia, passando depois para a infantaria, ocasião em que se integrou ao "Batalhão de Voluntários do Príncipe D. Pedro" ou "Batalhão de Periquitos", assim cognominado por causa do verde bem acentuado das golas e dos punhos da farda dos seus componentes. Quando se apresentou para a guerra, ela deu o nome de "Medeiros", em reconhecido agradecimento aos favores que sua irmã e o cunhado Medeiros lhe prestaram.
Destarte, iria surgir a legenda de Maria Quitéria de Jesus, que escondeu a sua condição feminina, fato descoberto antes de a guerra terminar, passando à História o exemplo de bravura e extremado patriotismo do "soldado Medeiros"...
Disponível em: em:<http://www.ebrevistas.eb.mil.br/index.php/ADN/article/download/5726/4957>. Acesso em: 13 ago. 2020.
No trecho “O velho pai da destemida moça” as palavras destacadas qualificam:
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Texto 1
Maria Quitéria de Jesus
Por Manoel Soríano Neto
Logo após a proclamação de nossa Independência, a Conciliadora de Defesa, de Cachoeira, na Bahia, conclamou os baianos do Recôncavo a se alistarem para assegurar a liberdade do Brasil.
Como nos ensina a escritora inglesa Mary Graham, Maria Quitéria sentiu o coração arder no peito e solicitou o consentimento do pai, Gonçalo Alves de Almeida, para ingressar nas fileiras das forças patrióticas que, celeremente, se formavam em solo baiano.
O velho pai da destemida moça negou a autorização pedida; porém, Maria Quitéria não desistiu de seu intento e, com a cumplicidade de uma irmã e do cunhado José Cordeiro de Medeiros, abandonou o lar vestida com as roupas de José Medeiros, assentando praça num regimento de artilharia, passando depois para a infantaria, ocasião em que se integrou ao "Batalhão de Voluntários do Príncipe D. Pedro" ou "Batalhão de Periquitos", assim cognominado por causa do verde bem acentuado das golas e dos punhos da farda dos seus componentes. Quando se apresentou para a guerra, ela deu o nome de "Medeiros", em reconhecido agradecimento aos favores que sua irmã e o cunhado Medeiros lhe prestaram.
Destarte, iria surgir a legenda de Maria Quitéria de Jesus, que escondeu a sua condição feminina, fato descoberto antes de a guerra terminar, passando à História o exemplo de bravura e extremado patriotismo do "soldado Medeiros"...
Disponível em: em:<http://www.ebrevistas.eb.mil.br/index.php/ADN/article/download/5726/4957>. Acesso em: 13 ago. 2020.
Releia: “solicitou o consentimento do pai, Gonçalo Alves de Almeida, para ingressar nas fileiras”. Nesse trecho do Texto 1, as vírgulas
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Texto 1
Maria Quitéria de Jesus
Por Manoel Soríano Neto
Logo após a proclamação de nossa Independência, a Conciliadora de Defesa, de Cachoeira, na Bahia, conclamou os baianos do Recôncavo a se alistarem para assegurar a liberdade do Brasil.
Como nos ensina a escritora inglesa Mary Graham, Maria Quitéria sentiu o coração arder no peito e solicitou o consentimento do pai, Gonçalo Alves de Almeida, para ingressar nas fileiras das forças patrióticas que, celeremente, se formavam em solo baiano.
O velho pai da destemida moça negou a autorização pedida; porém, Maria Quitéria não desistiu de seu intento e, com a cumplicidade de uma irmã e do cunhado José Cordeiro de Medeiros, abandonou o lar vestida com as roupas de José Medeiros, assentando praça num regimento de artilharia, passando depois para a infantaria, ocasião em que se integrou ao "Batalhão de Voluntários do Príncipe D. Pedro" ou "Batalhão de Periquitos", assim cognominado por causa do verde bem acentuado das golas e dos punhos da farda dos seus componentes. Quando se apresentou para a guerra, ela deu o nome de "Medeiros", em reconhecido agradecimento aos favores que sua irmã e o cunhado Medeiros lhe prestaram.
Destarte, iria surgir a legenda de Maria Quitéria de Jesus, que escondeu a sua condição feminina, fato descoberto antes de a guerra terminar, passando à História o exemplo de bravura e extremado patriotismo do "soldado Medeiros"...
Disponível em: em:<http://www.ebrevistas.eb.mil.br/index.php/ADN/article/download/5726/4957>. Acesso em: 13 ago. 2020.
Observe a palavra “assegurar”, que aparece no primeiro parágrafo do Texto 1. No contexto em que foi usada, ela significa
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Leia o Texto 1 para responder às questões de 01 a 07.
Texto 1
Maria Quitéria de Jesus
Por Manoel Soríano Neto
Logo após a proclamação de nossa Independência, a Conciliadora de Defesa, de Cachoeira, na Bahia, conclamou os baianos do Recôncavo a se alistarem para assegurar a liberdade do Brasil.
Como nos ensina a escritora inglesa Mary Graham, Maria Quitéria sentiu o coração arder no peito e solicitou o consentimento do pai, Gonçalo Alves de Almeida, para ingressar nas fileiras das forças patrióticas que, celeremente, se formavam em solo baiano.
O velho pai da destemida moça negou a autorização pedida; porém, Maria Quitéria não desistiu de seu intento e, com a cumplicidade de uma irmã e do cunhado José Cordeiro de Medeiros, abandonou o lar vestida com as roupas de José Medeiros, assentando praça num regimento de artilharia, passando depois para a infantaria, ocasião em que se integrou ao "Batalhão de Voluntários do Príncipe D. Pedro" ou "Batalhão de Periquitos", assim cognominado por causa do verde bem acentuado das golas e dos punhos da farda dos seus componentes. Quando se apresentou para a guerra, ela deu o nome de "Medeiros", em reconhecido agradecimento aos favores que sua irmã e o cunhado Medeiros lhe prestaram.
Destarte, iria surgir a legenda de Maria Quitéria de Jesus, que escondeu a sua condição feminina, fato descoberto antes de a guerra terminar, passando à História o exemplo de bravura e extremado patriotismo do "soldado Medeiros"...
Disponível em: em:<http://www.ebrevistas.eb.mil.br/index.php/ADN/article/download/5726/4957>. Acesso em: 13 ago. 2020.
O Texto 1 nos conta a história de Maria Quitéria. Sobre essa personagem, o texto nos revela que ela
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