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Foram encontradas 50 questões.

2495353 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Leia o texto para responder à questão.

Holandeses e japoneses

Lia o jornal enquanto aguardava meu voo para São Paulo, no pequeno e charmoso aeroporto Santos Dumont. Viajei muito de avião dentro do país desde um pouco antes do início da Copa até a semana passada e tive a impressão de que os aeroportos começaram a funcionar melhor do que em tempos normais. Meus voos todos saíram na hora. Vai entender. O Brasil é sempre uma caixinha de surpresas.

Não foram os adereços holandeses que chamaram a minha atenção nos dois sujeitos altos, esguios e endinheirados. Já estava acostumado a identificar a origem de torcedores. Gosto de pensar que essa capacidade de observação é meu superpoder. Mas tive de parar de ler para tentar entender o trambolho grande que um dos dois carregava com carinho em direção ao portão de embarque. O que poderia ser aquilo? Embrulhado em um pano branco, deveria ter 1,50 metro de altura. Não parecia pesar muito. Ele o levava em uma só mão. Era um berimbau, meu Deus.

Concluí que viajariam muito com o novo instrumento musical. Fiquei comovido com a ideia. A demonstração de carinho para com a cultura musical brasileira me emocionou. Estavam dispostos a sacrificar seu conforto para levar o instrumento para a Europa.

A Copa do Mundo é linda, pensei. Era cedo, domingo de manhã para ser exato. À minha frente, no caixa, havia outro holandês. Este me parecia já um pouco mais malandro. Solicitara a ajuda de uma comissária de bordo brasileira, bonita, para traduzir seu pedido ali na lanchonete. Ela estava ciente das verdadeiras intenções do forasteiro. Começou ali um flerte. Sugeriu um cheesebread. Explicou que era pão misturado com queijo, muito bom, e que ele iria gostar, tinha certeza. O cheesebread é capaz de sair vitorioso desta Copa. Esse holandês é capaz de se dar bem, também.

Não tenho dúvida de que o Brasil sairá ganhando da Copa. Muitos estrangeiros voltarão, recomendarão a música, falarão da simpatia e do acolhimento por parte do povo daqui. Crescerá o interesse pela cultura do país para além das suas fronteiras.

Mas seria de maior valor ainda se o Brasil soubesse aproveitar também algumas lições do Mundial. Quando os torcedores japoneses coletaram o lixo deixado no estádio do Recife após a derrota diante da Costa do Marfim, a atitude causou comoção na imprensa nacional, para dar um exemplo. E, convenhamos, não era para menos. A ideia é tão exótica que nunca ninguém aqui tinha pensado nela. A Copa, afinal, é um evento privado, lucrativo. A responsabilidade pelo lixo deveria ser dos organizadores. Ou não, mostraram os asiáticos. Eles levaram a discussão sobre os resíduos sólidos para outro patamar ético. Disseram, em suma, que somos responsáveis pelo nosso próprio impacto sobre o ambiente, qualquer que seja, onde quer que seja. Se soubermos aproveitar, essa lição trará um ganho histórico para o país. A Copa é linda.

(Matthew Shirts,Veja São Paulo, 02 de julho de 2014. Adaptado)

A frase do texto que contém expressão empregada com sentido figurado apresenta-se na alternativa:

 

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2495325 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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O governo de São Paulo e a prefeitura da capital anunciaram na noite de hoje (30.05.14) a criação de um centro para atendimento a imigrantes e refugiados.
No início do mês, a prefeitura paulistana já havia aberto um abrigo emergencial e provisório para receber os imigrantes que começaram a chegar em grande número à cidade. O fluxo começou depois do fechamento da estrutura que recebia essas pessoas no Acre.
(agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2014-05/sao-paulo.Adaptado)
O grande número de imigrantes que chegaram a São Paulo vindos do Acre são
 

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2495277 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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No MS-Windows 7, na sua configuração padrão, a sequência a partir da Área de Trabalho para criar uma pasta, usando um mouse, é:
 

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2494854 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Leia o texto para responder à questão.

Holandeses e japoneses

Lia o jornal enquanto aguardava meu voo para São Paulo, no pequeno e charmoso aeroporto Santos Dumont. Viajei muito de avião dentro do país desde um pouco antes do início da Copa até a semana passada e tive a impressão de que os aeroportos começaram a funcionar melhor do que em tempos normais. Meus voos todos saíram na hora. Vai entender. O Brasil é sempre uma caixinha de surpresas.

Não foram os adereços holandeses que chamaram a minha atenção nos dois sujeitos altos, esguios e endinheirados. Já estava acostumado a identificar a origem de torcedores. Gosto de pensar que essa capacidade de observação é meu superpoder. Mas tive de parar de ler para tentar entender o trambolho grande que um dos dois carregava com carinho em direção ao portão de embarque. O que poderia ser aquilo? Embrulhado em um pano branco, deveria ter 1,50 metro de altura. Não parecia pesar muito. Ele o levava em uma só mão. Era um berimbau, meu Deus.

Concluí que viajariam muito com o novo instrumento musical. Fiquei comovido com a ideia. A demonstração de carinho para com a cultura musical brasileira me emocionou. Estavam dispostos a sacrificar seu conforto para levar o instrumento para a Europa.

A Copa do Mundo é linda, pensei. Era cedo, domingo de manhã para ser exato. À minha frente, no caixa, havia outro holandês. Este me parecia já um pouco mais malandro. Solicitara a ajuda de uma comissária de bordo brasileira, bonita, para traduzir seu pedido ali na lanchonete. Ela estava ciente das verdadeiras intenções do forasteiro. Começou ali um flerte. Sugeriu um cheesebread. Explicou que era pão misturado com queijo, muito bom, e que ele iria gostar, tinha certeza. O cheesebread é capaz de sair vitorioso desta Copa. Esse holandês é capaz de se dar bem, também.

Não tenho dúvida de que o Brasil sairá ganhando da Copa. Muitos estrangeiros voltarão, recomendarão a música, falarão da simpatia e do acolhimento por parte do povo daqui. Crescerá o interesse pela cultura do país para além das suas fronteiras.

Mas seria de maior valor ainda se o Brasil soubesse aproveitar também algumas lições do Mundial. Quando os torcedores japoneses coletaram o lixo deixado no estádio do Recife após a derrota diante da Costa do Marfim, a atitude causou comoção na imprensa nacional, para dar um exemplo. E, convenhamos, não era para menos. A ideia é tão exótica que nunca ninguém aqui tinha pensado nela. A Copa, afinal, é um evento privado, lucrativo. A responsabilidade pelo lixo deveria ser dos organizadores. Ou não, mostraram os asiáticos. Eles levaram a discussão sobre os resíduos sólidos para outro patamar ético. Disseram, em suma, que somos responsáveis pelo nosso próprio impacto sobre o ambiente, qualquer que seja, onde quer que seja. Se soubermos aproveitar, essa lição trará um ganho histórico para o país. A Copa é linda.

(Matthew Shirts,Veja São Paulo, 02 de julho de 2014. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase do texto está corretamente reescrita, obedecendo à regência verbal ou nominal, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.

 

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2494544 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Leia o texto para responder à questão.

Holandeses e japoneses

Lia o jornal enquanto aguardava meu voo para São Paulo, no pequeno e charmoso aeroporto Santos Dumont. Viajei muito de avião dentro do país desde um pouco antes do início da Copa até a semana passada e tive a impressão de que os aeroportos começaram a funcionar melhor do que em tempos normais. Meus voos todos saíram na hora. Vai entender. O Brasil é sempre uma caixinha de surpresas.

Não foram os adereços holandeses que chamaram a minha atenção nos dois sujeitos altos, esguios e endinheirados. Já estava acostumado a identificar a origem de torcedores. Gosto de pensar que essa capacidade de observação é meu superpoder. Mas tive de parar de ler para tentar entender o trambolho grande que um dos dois carregava com carinho em direção ao portão de embarque. O que poderia ser aquilo? Embrulhado em um pano branco, deveria ter 1,50 metro de altura. Não parecia pesar muito. Ele o levava em uma só mão. Era um berimbau, meu Deus.

Concluí que viajariam muito com o novo instrumento musical. Fiquei comovido com a ideia. A demonstração de carinho para com a cultura musical brasileira me emocionou. Estavam dispostos a sacrificar seu conforto para levar o instrumento para a Europa.

A Copa do Mundo é linda, pensei. Era cedo, domingo de manhã para ser exato. À minha frente, no caixa, havia outro holandês. Este me parecia já um pouco mais malandro. Solicitara a ajuda de uma comissária de bordo brasileira, bonita, para traduzir seu pedido ali na lanchonete. Ela estava ciente das verdadeiras intenções do forasteiro. Começou ali um flerte. Sugeriu um cheesebread. Explicou que era pão misturado com queijo, muito bom, e que ele iria gostar, tinha certeza. O cheesebread é capaz de sair vitorioso desta Copa. Esse holandês é capaz de se dar bem, também.

Não tenho dúvida de que o Brasil sairá ganhando da Copa. Muitos estrangeiros voltarão, recomendarão a música, falarão da simpatia e do acolhimento por parte do povo daqui. Crescerá o interesse pela cultura do país para além das suas fronteiras.

Mas seria de maior valor ainda se o Brasil soubesse aproveitar também algumas lições do Mundial. Quando os torcedores japoneses coletaram o lixo deixado no estádio do Recife após a derrota diante da Costa do Marfim, a atitude causou comoção na imprensa nacional, para dar um exemplo. E, convenhamos, não era para menos. A ideia é tão exótica que nunca ninguém aqui tinha pensado nela. A Copa, afinal, é um evento privado, lucrativo. A responsabilidade pelo lixo deveria ser dos organizadores. Ou não, mostraram os asiáticos. Eles levaram a discussão sobre os resíduos sólidos para outro patamar ético. Disseram, em suma, que somos responsáveis pelo nosso próprio impacto sobre o ambiente, qualquer que seja, onde quer que seja. Se soubermos aproveitar, essa lição trará um ganho histórico para o país. A Copa é linda.

(Matthew Shirts,Veja São Paulo, 02 de julho de 2014. Adaptado)

Com o título – Holandeses e japoneses – e as informações textuais, conclui-se que o autor pretendeu destacar como assunto central da crônica

 

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2493601 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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O uso do “volume morto” do sistema Cantareira pode causar um colapso no sistema de abastecimento de água da Grande São Paulo e nos rios do interior do Estado.
(1.folha.uol.com.11.03.14. Adaptado)
Considerando as críticas sobre o uso do chamado “volume morto”, assinale a alternativa correta.
 

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2493335 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Leia o texto para responder à questão.

Holandeses e japoneses

Lia o jornal enquanto aguardava meu voo para São Paulo, no pequeno e charmoso aeroporto Santos Dumont. Viajei muito de avião dentro do país desde um pouco antes do início da Copa até a semana passada e tive a impressão de que os aeroportos começaram a funcionar melhor do que em tempos normais. Meus voos todos saíram na hora. Vai entender. O Brasil é sempre uma caixinha de surpresas.

Não foram os adereços holandeses que chamaram a minha atenção nos dois sujeitos altos, esguios e endinheirados. Já estava acostumado a identificar a origem de torcedores. Gosto de pensar que essa capacidade de observação é meu superpoder. Mas tive de parar de ler para tentar entender o trambolho grande que um dos dois carregava com carinho em direção ao portão de embarque. O que poderia ser aquilo? Embrulhado em um pano branco, deveria ter 1,50 metro de altura. Não parecia pesar muito. Ele o levava em uma só mão. Era um berimbau, meu Deus.

Concluí que viajariam muito com o novo instrumento musical. Fiquei comovido com a ideia. A demonstração de carinho para com a cultura musical brasileira me emocionou. Estavam dispostos a sacrificar seu conforto para levar o instrumento para a Europa.

A Copa do Mundo é linda, pensei. Era cedo, domingo de manhã para ser exato. À minha frente, no caixa, havia outro holandês. Este me parecia já um pouco mais malandro. Solicitara a ajuda de uma comissária de bordo brasileira, bonita, para traduzir seu pedido ali na lanchonete. Ela estava ciente das verdadeiras intenções do forasteiro. Começou ali um flerte. Sugeriu um cheesebread. Explicou que era pão misturado com queijo, muito bom, e que ele iria gostar, tinha certeza. O cheesebread é capaz de sair vitorioso desta Copa. Esse holandês é capaz de se dar bem, também.

Não tenho dúvida de que o Brasil sairá ganhando da Copa. Muitos estrangeiros voltarão, recomendarão a música, falarão da simpatia e do acolhimento por parte do povo daqui. Crescerá o interesse pela cultura do país para além das suas fronteiras.

Mas seria de maior valor ainda se o Brasil soubesse aproveitar também algumas lições do Mundial. Quando os torcedores japoneses coletaram o lixo deixado no estádio do Recife após a derrota diante da Costa do Marfim, a atitude causou comoção na imprensa nacional, para dar um exemplo. E, convenhamos, não era para menos. A ideia é tão exótica que nunca ninguém aqui tinha pensado nela. A Copa, afinal, é um evento privado, lucrativo. A responsabilidade pelo lixo deveria ser dos organizadores. Ou não, mostraram os asiáticos. Eles levaram a discussão sobre os resíduos sólidos para outro patamar ético. Disseram, em suma, que somos responsáveis pelo nosso próprio impacto sobre o ambiente, qualquer que seja, onde quer que seja. Se soubermos aproveitar, essa lição trará um ganho histórico para o país. A Copa é linda.

(Matthew Shirts,Veja São Paulo, 02 de julho de 2014. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a preposição em destaque vem seguida, entre parênteses, da correta relação que estabelece entre os termos.

 

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2493228 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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O primeiro filme de uma trilogia tem duração de 2 horas e 20 minutos e o tempo de duração do segundo filme corresponde a !$ \dfrac {4} {5} !$ do tempo do primeiro. Se o terceiro filme tem 26 minutos a mais que o segundo, então o tempo total de duração dos três filmes juntos é
 

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2493183 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Leia o texto para responder à questão.

Holandeses e japoneses

Lia o jornal enquanto aguardava meu voo para São Paulo, no pequeno e charmoso aeroporto Santos Dumont. Viajei muito de avião dentro do país desde um pouco antes do início da Copa até a semana passada e tive a impressão de que os aeroportos começaram a funcionar melhor do que em tempos normais. Meus voos todos saíram na hora. Vai entender. O Brasil é sempre uma caixinha de surpresas.

Não foram os adereços holandeses que chamaram a minha atenção nos dois sujeitos altos, esguios e endinheirados. Já estava acostumado a identificar a origem de torcedores. Gosto de pensar que essa capacidade de observação é meu superpoder. Mas tive de parar de ler para tentar entender o trambolho grande que um dos dois carregava com carinho em direção ao portão de embarque. O que poderia ser aquilo? Embrulhado em um pano branco, deveria ter 1,50 metro de altura. Não parecia pesar muito. Ele o levava em uma só mão. Era um berimbau, meu Deus.

Concluí que viajariam muito com o novo instrumento musical. Fiquei comovido com a ideia. A demonstração de carinho para com a cultura musical brasileira me emocionou. Estavam dispostos a sacrificar seu conforto para levar o instrumento para a Europa.

A Copa do Mundo é linda, pensei. Era cedo, domingo de manhã para ser exato. À minha frente, no caixa, havia outro holandês. Este me parecia já um pouco mais malandro. Solicitara a ajuda de uma comissária de bordo brasileira, bonita, para traduzir seu pedido ali na lanchonete. Ela estava ciente das verdadeiras intenções do forasteiro. Começou ali um flerte. Sugeriu um cheesebread. Explicou que era pão misturado com queijo, muito bom, e que ele iria gostar, tinha certeza. O cheesebread é capaz de sair vitorioso desta Copa. Esse holandês é capaz de se dar bem, também.

Não tenho dúvida de que o Brasil sairá ganhando da Copa. Muitos estrangeiros voltarão, recomendarão a música, falarão da simpatia e do acolhimento por parte do povo daqui. Crescerá o interesse pela cultura do país para além das suas fronteiras.

Mas seria de maior valor ainda se o Brasil soubesse aproveitar também algumas lições do Mundial. Quando os torcedores japoneses coletaram o lixo deixado no estádio do Recife após a derrota diante da Costa do Marfim, a atitude causou comoção na imprensa nacional, para dar um exemplo. E, convenhamos, não era para menos. A ideia é tão exótica que nunca ninguém aqui tinha pensado nela. A Copa, afinal, é um evento privado, lucrativo. A responsabilidade pelo lixo deveria ser dos organizadores. Ou não, mostraram os asiáticos. Eles levaram a discussão sobre os resíduos sólidos para outro patamar ético. Disseram, em suma, que somos responsáveis pelo nosso próprio impacto sobre o ambiente, qualquer que seja, onde quer que seja. Se soubermos aproveitar, essa lição trará um ganho histórico para o país. A Copa é linda.

(Matthew Shirts,Veja São Paulo, 02 de julho de 2014. Adaptado)

Observe os períodos:

  • Estavam dispostos a sacrificar seu conforto para levar o instrumento para a Europa.
  • Mas seria de maior valor ainda se o Brasil soubesse aproveitar também algumas lições do Mundial.
  • A ideia é tão exótica que nunca ninguém aqui tinha pensado nela.

Os termos em destaque estabelecem relações entre as orações, indicando, respectivamente, sentido de

 

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2492599 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Para uma reunião, foram preparados 60 relatórios e colocados em duas pastas, ambas podendo comportar um mesmo número máximo de relatórios. Sabendo-se que a primeira pasta ficou com o número máximo de relatórios que poderia comportar e que a segunda pasta ficou com !$ \dfrac {2} {3} !$ desse número máximo, então o número de relatórios colocados na primeira pasta foi
 

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