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Foram encontradas 50 questões.

2489441 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Uma pessoa pretende comprar, em determinada loja, uma balança de cozinha, uma jarra de vidro e uma forma para bolos. Se ela comprar os três itens, pagará R$ 50,00, mas, se comprar somente a balança mais a jarra, gastará R$ 37,00. Sabendo-se que a balança custa R$ 7,00 a mais do que a jarra, então o preço a ser pago na compra de duas jarras mais uma forma para bolo será
 

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2489022 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Considerando o MS-Outlook 2010, a partir da sua configuração padrão, assinale a alternativa que contém o nome da guia e o nome da opção, respectivamente, que permite acesso a “Configurações da Conta”, conforme ilustra a figura.
Enunciado 2900624-1
 

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2488855 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Em sessão solene desta quarta-feira (18.12.13), o Congresso
Nacional devolveu de maneira simbólica o mandato de presidente da República a (...), que foi destituído do cargo em 1964. A presidente Dilma Rousseff e ministros de Estado participaram da cerimônia.
A deposição, em 2 de abril de 1964, abriu caminho para a instalação do regime militar na época e para a posse do marechal Castelo Branco na Presidência.
(g1.globo.com/politica/noticia/2013/12/congresso-faz-devolucao-simbolica. Adaptado)
Realizada em dezembro de 2013, a restituição ao cargo ocorre na sequência dos trabalhos de investigação da Comissão Nacional da Verdade, sobre as causas da morte do presidente
 

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2488348 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Leia o texto para responder à questão.

Holandeses e japoneses

Lia o jornal enquanto aguardava meu voo para São Paulo, no pequeno e charmoso aeroporto Santos Dumont. Viajei muito de avião dentro do país desde um pouco antes do início da Copa até a semana passada e tive a impressão de que os aeroportos começaram a funcionar melhor do que em tempos normais. Meus voos todos saíram na hora. Vai entender. O Brasil é sempre uma caixinha de surpresas.

Não foram os adereços holandeses que chamaram a minha atenção nos dois sujeitos altos, esguios e endinheirados. Já estava acostumado a identificar a origem de torcedores. Gosto de pensar que essa capacidade de observação é meu superpoder. Mas tive de parar de ler para tentar entender o trambolho grande que um dos dois carregava com carinho em direção ao portão de embarque. O que poderia ser aquilo? Embrulhado em um pano branco, deveria ter 1,50 metro de altura. Não parecia pesar muito. Ele o levava em uma só mão. Era um berimbau, meu Deus.

Concluí que viajariam muito com o novo instrumento musical. Fiquei comovido com a ideia. A demonstração de carinho para com a cultura musical brasileira me emocionou. Estavam dispostos a sacrificar seu conforto para levar o instrumento para a Europa.

A Copa do Mundo é linda, pensei. Era cedo, domingo de manhã para ser exato. À minha frente, no caixa, havia outro holandês. Este me parecia já um pouco mais malandro. Solicitara a ajuda de uma comissária de bordo brasileira, bonita, para traduzir seu pedido ali na lanchonete. Ela estava ciente das verdadeiras intenções do forasteiro. Começou ali um flerte. Sugeriu um cheesebread. Explicou que era pão misturado com queijo, muito bom, e que ele iria gostar, tinha certeza. O cheesebread é capaz de sair vitorioso desta Copa. Esse holandês é capaz de se dar bem, também.

Não tenho dúvida de que o Brasil sairá ganhando da Copa. Muitos estrangeiros voltarão, recomendarão a música, falarão da simpatia e do acolhimento por parte do povo daqui. Crescerá o interesse pela cultura do país para além das suas fronteiras.

Mas seria de maior valor ainda se o Brasil soubesse aproveitar também algumas lições do Mundial. Quando os torcedores japoneses coletaram o lixo deixado no estádio do Recife após a derrota diante da Costa do Marfim, a atitude causou comoção na imprensa nacional, para dar um exemplo. E, convenhamos, não era para menos. A ideia é tão exótica que nunca ninguém aqui tinha pensado nela. A Copa, afinal, é um evento privado, lucrativo. A responsabilidade pelo lixo deveria ser dos organizadores. Ou não, mostraram os asiáticos. Eles levaram a discussão sobre os resíduos sólidos para outro patamar ético. Disseram, em suma, que somos responsáveis pelo nosso próprio impacto sobre o ambiente, qualquer que seja, onde quer que seja. Se soubermos aproveitar, essa lição trará um ganho histórico para o país. A Copa é linda.

(Matthew Shirts,Veja São Paulo, 02 de julho de 2014. Adaptado)

Segundo considerações do autor, os torcedores holandeses

 

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2488060 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Leia o texto para responder à questão.

Holandeses e japoneses

Lia o jornal enquanto aguardava meu voo para São Paulo, no pequeno e charmoso aeroporto Santos Dumont. Viajei muito de avião dentro do país desde um pouco antes do início da Copa até a semana passada e tive a impressão de que os aeroportos começaram a funcionar melhor do que em tempos normais. Meus voos todos saíram na hora. Vai entender. O Brasil é sempre uma caixinha de surpresas.

Não foram os adereços holandeses que chamaram a minha atenção nos dois sujeitos altos, esguios e endinheirados. Já estava acostumado a identificar a origem de torcedores. Gosto de pensar que essa capacidade de observação é meu superpoder. Mas tive de parar de ler para tentar entender o trambolho grande que um dos dois carregava com carinho em direção ao portão de embarque. O que poderia ser aquilo? Embrulhado em um pano branco, deveria ter 1,50 metro de altura. Não parecia pesar muito. Ele o levava em uma só mão. Era um berimbau, meu Deus.

Concluí que viajariam muito com o novo instrumento musical. Fiquei comovido com a ideia. A demonstração de carinho para com a cultura musical brasileira me emocionou. Estavam dispostos a sacrificar seu conforto para levar o instrumento para a Europa.

A Copa do Mundo é linda, pensei. Era cedo, domingo de manhã para ser exato. À minha frente, no caixa, havia outro holandês. Este me parecia já um pouco mais malandro. Solicitara a ajuda de uma comissária de bordo brasileira, bonita, para traduzir seu pedido ali na lanchonete. Ela estava ciente das verdadeiras intenções do forasteiro. Começou ali um flerte. Sugeriu um cheesebread. Explicou que era pão misturado com queijo, muito bom, e que ele iria gostar, tinha certeza. O cheesebread é capaz de sair vitorioso desta Copa. Esse holandês é capaz de se dar bem, também.

Não tenho dúvida de que o Brasil sairá ganhando da Copa. Muitos estrangeiros voltarão, recomendarão a música, falarão da simpatia e do acolhimento por parte do povo daqui. Crescerá o interesse pela cultura do país para além das suas fronteiras.

Mas seria de maior valor ainda se o Brasil soubesse aproveitar também algumas lições do Mundial. Quando os torcedores japoneses coletaram o lixo deixado no estádio do Recife após a derrota diante da Costa do Marfim, a atitude causou comoção na imprensa nacional, para dar um exemplo. E, convenhamos, não era para menos. A ideia é tão exótica que nunca ninguém aqui tinha pensado nela. A Copa, afinal, é um evento privado, lucrativo. A responsabilidade pelo lixo deveria ser dos organizadores. Ou não, mostraram os asiáticos. Eles levaram a discussão sobre os resíduos sólidos para outro patamar ético. Disseram, em suma, que somos responsáveis pelo nosso próprio impacto sobre o ambiente, qualquer que seja, onde quer que seja. Se soubermos aproveitar, essa lição trará um ganho histórico para o país. A Copa é linda.

(Matthew Shirts,Veja São Paulo, 02 de julho de 2014. Adaptado)

Considerando o contexto da crônica, no trecho – O cheesebread é capaz de sair vitorioso desta Copa. Esse holandês é capaz de se dar bem, também. – (4.º parágrafo), o advérbio em destaque reforça a ideia de que

 

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2487969 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Leia o texto para responder à questão.

Holandeses e japoneses

Lia o jornal enquanto aguardava meu voo para São Paulo, no pequeno e charmoso aeroporto Santos Dumont. Viajei muito de avião dentro do país desde um pouco antes do início da Copa até a semana passada e tive a impressão de que os aeroportos começaram a funcionar melhor do que em tempos normais. Meus voos todos saíram na hora. Vai entender. O Brasil é sempre uma caixinha de surpresas.

Não foram os adereços holandeses que chamaram a minha atenção nos dois sujeitos altos, esguios e endinheirados. Já estava acostumado a identificar a origem de torcedores. Gosto de pensar que essa capacidade de observação é meu superpoder. Mas tive de parar de ler para tentar entender o trambolho grande que um dos dois carregava com carinho em direção ao portão de embarque. O que poderia ser aquilo? Embrulhado em um pano branco, deveria ter 1,50 metro de altura. Não parecia pesar muito. Ele o levava em uma só mão. Era um berimbau, meu Deus.

Concluí que viajariam muito com o novo instrumento musical. Fiquei comovido com a ideia. A demonstração de carinho para com a cultura musical brasileira me emocionou. Estavam dispostos a sacrificar seu conforto para levar o instrumento para a Europa.

A Copa do Mundo é linda, pensei. Era cedo, domingo de manhã para ser exato. À minha frente, no caixa, havia outro holandês. Este me parecia já um pouco mais malandro. Solicitara a ajuda de uma comissária de bordo brasileira, bonita, para traduzir seu pedido ali na lanchonete. Ela estava ciente das verdadeiras intenções do forasteiro. Começou ali um flerte. Sugeriu um cheesebread. Explicou que era pão misturado com queijo, muito bom, e que ele iria gostar, tinha certeza. O cheesebread é capaz de sair vitorioso desta Copa. Esse holandês é capaz de se dar bem, também.

Não tenho dúvida de que o Brasil sairá ganhando da Copa. Muitos estrangeiros voltarão, recomendarão a música, falarão da simpatia e do acolhimento por parte do povo daqui. Crescerá o interesse pela cultura do país para além das suas fronteiras.

Mas seria de maior valor ainda se o Brasil soubesse aproveitar também algumas lições do Mundial. Quando os torcedores japoneses coletaram o lixo deixado no estádio do Recife após a derrota diante da Costa do Marfim, a atitude causou comoção na imprensa nacional, para dar um exemplo. E, convenhamos, não era para menos. A ideia é tão exótica que nunca ninguém aqui tinha pensado nela. A Copa, afinal, é um evento privado, lucrativo. A responsabilidade pelo lixo deveria ser dos organizadores. Ou não, mostraram os asiáticos. Eles levaram a discussão sobre os resíduos sólidos para outro patamar ético. Disseram, em suma, que somos responsáveis pelo nosso próprio impacto sobre o ambiente, qualquer que seja, onde quer que seja. Se soubermos aproveitar, essa lição trará um ganho histórico para o país. A Copa é linda.

(Matthew Shirts,Veja São Paulo, 02 de julho de 2014. Adaptado)

O autor do texto usa, em dois momentos, as seguintes frases – A Copa do Mundo é linda. – (após o 3.º parágrafo) e – A Copa é linda. – (no final do texto). Considerando o contexto, é correto afirmar que essa foi uma forma de o autor expressar

 

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2487528 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Uma pessoa quer confeccionar uma colcha, com 4,5 m2 de área, utilizando para isso retalhos de tecido, cada um deles com 12 cm2 de área. O menor número de retalhos necessários será
 

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2486343 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Leia o texto para responder à questão.

Holandeses e japoneses

Lia o jornal enquanto aguardava meu voo para São Paulo, no pequeno e charmoso aeroporto Santos Dumont. Viajei muito de avião dentro do país desde um pouco antes do início da Copa até a semana passada e tive a impressão de que os aeroportos começaram a funcionar melhor do que em tempos normais. Meus voos todos saíram na hora. Vai entender. O Brasil é sempre uma caixinha de surpresas.

Não foram os adereços holandeses que chamaram a minha atenção nos dois sujeitos altos, esguios e endinheirados. Já estava acostumado a identificar a origem de torcedores. Gosto de pensar que essa capacidade de observação é meu superpoder. Mas tive de parar de ler para tentar entender o trambolho grande que um dos dois carregava com carinho em direção ao portão de embarque. O que poderia ser aquilo? Embrulhado em um pano branco, deveria ter 1,50 metro de altura. Não parecia pesar muito. Ele o levava em uma só mão. Era um berimbau, meu Deus.

Concluí que viajariam muito com o novo instrumento musical. Fiquei comovido com a ideia. A demonstração de carinho para com a cultura musical brasileira me emocionou. Estavam dispostos a sacrificar seu conforto para levar o instrumento para a Europa.

A Copa do Mundo é linda, pensei. Era cedo, domingo de manhã para ser exato. À minha frente, no caixa, havia outro holandês. Este me parecia já um pouco mais malandro. Solicitara a ajuda de uma comissária de bordo brasileira, bonita, para traduzir seu pedido ali na lanchonete. Ela estava ciente das verdadeiras intenções do forasteiro. Começou ali um flerte. Sugeriu um cheesebread. Explicou que era pão misturado com queijo, muito bom, e que ele iria gostar, tinha certeza. O cheesebread é capaz de sair vitorioso desta Copa. Esse holandês é capaz de se dar bem, também.

Não tenho dúvida de que o Brasil sairá ganhando da Copa. Muitos estrangeiros voltarão, recomendarão a música, falarão da simpatia e do acolhimento por parte do povo daqui. Crescerá o interesse pela cultura do país para além das suas fronteiras.

Mas seria de maior valor ainda se o Brasil soubesse aproveitar também algumas lições do Mundial. Quando os torcedores japoneses coletaram o lixo deixado no estádio do Recife após a derrota diante da Costa do Marfim, a atitude causou comoção na imprensa nacional, para dar um exemplo. E, convenhamos, não era para menos. A ideia é tão exótica que nunca ninguém aqui tinha pensado nela. A Copa, afinal, é um evento privado, lucrativo. A responsabilidade pelo lixo deveria ser dos organizadores. Ou não, mostraram os asiáticos. Eles levaram a discussão sobre os resíduos sólidos para outro patamar ético. Disseram, em suma, que somos responsáveis pelo nosso próprio impacto sobre o ambiente, qualquer que seja, onde quer que seja. Se soubermos aproveitar, essa lição trará um ganho histórico para o país. A Copa é linda.

(Matthew Shirts,Veja São Paulo, 02 de julho de 2014. Adaptado)

Considerando a concordância verbal, assinale a alternativa em que a frase do texto, reescrita, obedece à norma--padrão da língua portuguesa.

 

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2486265 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Analise a seguinte planilha do MS-Excel 2010, na sua configuração padrão.
Enunciado 2830362-1
O resultado da fórmula =SE(SOMA(A1:B3)>10;C$1/5;D2*2), quando aplicada na célula D5, é:
 

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2485631 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das tirinhas.

Enunciado 2821651-1

Enunciado 2821651-2

 

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