Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
O CTB traz algumas definições de máquinas pesadas, das quais podemos citar:
I – Semirreboque: veículo de um ou mais eixos que se apoia na sua unidade tratora ou é a ela ligado por meio de articulação.
II – Trator: veículo automotor construído para realizar trabalho agrícola, de construção e pavimentação e tracionar outros veículos e equipamentos.
III – Motonoveladora: veículo de tração animal destinado ao transporte de pessoas.
Está correto o que se afirma em:
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BORIS PASTERNAK (1890 – 1960)
Boris Pasternak é mais famoso pelo romance Doutor Jivago, contrabandeado para fora da Rússia na década de 1950. Já havia sido traduzido para 18 idiomas em 1958, ano em que ele ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Mais tarde se transformou em um sucesso cinematográfico, dirigido por David Lean.
Pasternak começou a vida como integrante de uma família judia muito culta de Moscou e planejava, inicialmente, se tornar músico. Em vez disso, começou a estudar filosofia, antes de publicar os primeiros livros de poesia entre 1913 e 1922. Seus versos eram de vanguarda, mas muito respeitados. Porém, na década de 1930, ele não conseguiu mais publicar, pois sua obra não correspondia ao padrão de realismo socialista estabelecido para a literatura e as artes pelo comunismo soviético. Corre a história de que Stalin o teria chamado de “tolo sagrado” e que só poupou sua vida porque ele teria traduzido a poesia da Geórgia, terra natal do ditador. A tradução era a única forma de Pasternak ganhar a vida. Fez versões para o russo de Shakespeare, Shelley, Swinburne, Goethe, Verlaine e Rilke, dentre outros.
Em 1956, ele enviou o original de Doutor Jivago para uma revista de Moscou, que o rejeitou por caluniar a revolução bolchevique e o sistema soviético. Chegou ao Ocidente por intermédio de uma editora italiana e se tornou uma sensação. No país do próprio Pasternak, o livro só podia ser encontrado clandestinamente até a década de 1980. A conquista do Prêmio Nobel deu início a uma chuva de abusos e houve quem defendesse sua deportação. Ele se sentiu obrigado a recusar o prêmio e divulgou um pedido de desculpas. Disse a Nikita Khruschev, o primeiro-secretário do Partido Comunista da URSS, que “deixar minha terra natal seria uma sentença de morte para mim”. Viveu seus últimos meses sofrendo de câncer e doença cardíaca em casa, nas imediações de Moscou.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 313).
Com relação às conjunções, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – todavia: conjunção adversativa.
II – pois: conjunção explicativa.
III – e: conjunção adversativa.
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BORIS PASTERNAK (1890 – 1960)
Boris Pasternak é mais famoso pelo romance Doutor Jivago, contrabandeado para fora da Rússia na década de 1950. Já havia sido traduzido para 18 idiomas em 1958, ano em que ele ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Mais tarde se transformou em um sucesso cinematográfico, dirigido por David Lean.
Pasternak começou a vida como integrante de uma família judia muito culta de Moscou e planejava, inicialmente, se tornar músico. Em vez disso, começou a estudar filosofia, antes de publicar os primeiros livros de poesia entre 1913 e 1922. Seus versos eram de vanguarda, mas muito respeitados. Porém, na década de 1930, ele não conseguiu mais publicar, pois sua obra não correspondia ao padrão de realismo socialista estabelecido para a literatura e as artes pelo comunismo soviético. Corre a história de que Stalin o teria chamado de “tolo sagrado” e que só poupou sua vida porque ele teria traduzido a poesia da Geórgia, terra natal do ditador. A tradução era a única forma de Pasternak ganhar a vida. Fez versões para o russo de Shakespeare, Shelley, Swinburne, Goethe, Verlaine e Rilke, dentre outros.
Em 1956, ele enviou o original de Doutor Jivago para uma revista de Moscou, que o rejeitou por caluniar a revolução bolchevique e o sistema soviético. Chegou ao Ocidente por intermédio de uma editora italiana e se tornou uma sensação. No país do próprio Pasternak, o livro só podia ser encontrado clandestinamente até a década de 1980. A conquista do Prêmio Nobel deu início a uma chuva de abusos e houve quem defendesse sua deportação. Ele se sentiu obrigado a recusar o prêmio e divulgou um pedido de desculpas. Disse a Nikita Khruschev, o primeiro-secretário do Partido Comunista da URSS, que “deixar minha terra natal seria uma sentença de morte para mim”. Viveu seus últimos meses sofrendo de câncer e doença cardíaca em casa, nas imediações de Moscou.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 313).
Com relação aos substantivos coletivos, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – leva: coletivo de prisioneiros.
II – tertúlia: coletivo de amigos.
III – legião: coletivo de demônios.
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BORIS PASTERNAK (1890 – 1960)
Boris Pasternak é mais famoso pelo romance Doutor Jivago, contrabandeado para fora da Rússia na década de 1950. Já havia sido traduzido para 18 idiomas em 1958, ano em que ele ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Mais tarde se transformou em um sucesso cinematográfico, dirigido por David Lean.
Pasternak começou a vida como integrante de uma família judia muito culta de Moscou e planejava, inicialmente, se tornar músico. Em vez disso, começou a estudar filosofia, antes de publicar os primeiros livros de poesia entre 1913 e 1922. Seus versos eram de vanguarda, mas muito respeitados. Porém, na década de 1930, ele não conseguiu mais publicar, pois sua obra não correspondia ao padrão de realismo socialista estabelecido para a literatura e as artes pelo comunismo soviético. Corre a história de que Stalin o teria chamado de “tolo sagrado” e que só poupou sua vida porque ele teria traduzido a poesia da Geórgia, terra natal do ditador. A tradução era a única forma de Pasternak ganhar a vida. Fez versões para o russo de Shakespeare, Shelley, Swinburne, Goethe, Verlaine e Rilke, dentre outros.
Em 1956, ele enviou o original de Doutor Jivago para uma revista de Moscou, que o rejeitou por caluniar a revolução bolchevique e o sistema soviético. Chegou ao Ocidente por intermédio de uma editora italiana e se tornou uma sensação. No país do próprio Pasternak, o livro só podia ser encontrado clandestinamente até a década de 1980. A conquista do Prêmio Nobel deu início a uma chuva de abusos e houve quem defendesse sua deportação. Ele se sentiu obrigado a recusar o prêmio e divulgou um pedido de desculpas. Disse a Nikita Khruschev, o primeiro-secretário do Partido Comunista da URSS, que “deixar minha terra natal seria uma sentença de morte para mim”. Viveu seus últimos meses sofrendo de câncer e doença cardíaca em casa, nas imediações de Moscou.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 313).
Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma classificação de advérbio:
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BORIS PASTERNAK (1890 – 1960)
Boris Pasternak é mais famoso pelo romance Doutor Jivago, contrabandeado para fora da Rússia na década de 1950. Já havia sido traduzido para 18 idiomas em 1958, ano em que ele ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Mais tarde se transformou em um sucesso cinematográfico, dirigido por David Lean.
Pasternak começou a vida como integrante de uma família judia muito culta de Moscou e planejava, inicialmente, se tornar músico. Em vez disso, começou a estudar filosofia, antes de publicar os primeiros livros de poesia entre 1913 e 1922. Seus versos eram de vanguarda, mas muito respeitados. Porém, na década de 1930, ele não conseguiu mais publicar, pois sua obra não correspondia ao padrão de realismo socialista estabelecido para a literatura e as artes pelo comunismo soviético. Corre a história de que Stalin o teria chamado de “tolo sagrado” e que só poupou sua vida porque ele teria traduzido a poesia da Geórgia, terra natal do ditador. A tradução era a única forma de Pasternak ganhar a vida. Fez versões para o russo de Shakespeare, Shelley, Swinburne, Goethe, Verlaine e Rilke, dentre outros.
Em 1956, ele enviou o original de Doutor Jivago para uma revista de Moscou, que o rejeitou por caluniar a revolução bolchevique e o sistema soviético. Chegou ao Ocidente por intermédio de uma editora italiana e se tornou uma sensação. No país do próprio Pasternak, o livro só podia ser encontrado clandestinamente até a década de 1980. A conquista do Prêmio Nobel deu início a uma chuva de abusos e houve quem defendesse sua deportação. Ele se sentiu obrigado a recusar o prêmio e divulgou um pedido de desculpas. Disse a Nikita Khruschev, o primeiro-secretário do Partido Comunista da URSS, que “deixar minha terra natal seria uma sentença de morte para mim”. Viveu seus últimos meses sofrendo de câncer e doença cardíaca em casa, nas imediações de Moscou.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 313).
No início do primeiro parágrafo, o autor utiliza o verbo “ser” (Boris Pasternak é mais famoso). Assinale a alternativa que apresenta o modo/tempo em que tal verbo está conjugado:
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BORIS PASTERNAK (1890 – 1960)
Boris Pasternak é mais famoso pelo romance Doutor Jivago, contrabandeado para fora da Rússia na década de 1950. Já havia sido traduzido para 18 idiomas em 1958, ano em que ele ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Mais tarde se transformou em um sucesso cinematográfico, dirigido por David Lean.
Pasternak começou a vida como integrante de uma família judia muito culta de Moscou e planejava, inicialmente, se tornar músico. Em vez disso, começou a estudar filosofia, antes de publicar os primeiros livros de poesia entre 1913 e 1922. Seus versos eram de vanguarda, mas muito respeitados. Porém, na década de 1930, ele não conseguiu mais publicar, pois sua obra não correspondia ao padrão de realismo socialista estabelecido para a literatura e as artes pelo comunismo soviético. Corre a história de que Stalin o teria chamado de “tolo sagrado” e que só poupou sua vida porque ele teria traduzido a poesia da Geórgia, terra natal do ditador. A tradução era a única forma de Pasternak ganhar a vida. Fez versões para o russo de Shakespeare, Shelley, Swinburne, Goethe, Verlaine e Rilke, dentre outros.
Em 1956, ele enviou o original de Doutor Jivago para uma revista de Moscou, que o rejeitou por caluniar a revolução bolchevique e o sistema soviético. Chegou ao Ocidente por intermédio de uma editora italiana e se tornou uma sensação. No país do próprio Pasternak, o livro só podia ser encontrado clandestinamente até a década de 1980. A conquista do Prêmio Nobel deu início a uma chuva de abusos e houve quem defendesse sua deportação. Ele se sentiu obrigado a recusar o prêmio e divulgou um pedido de desculpas. Disse a Nikita Khruschev, o primeiro-secretário do Partido Comunista da URSS, que “deixar minha terra natal seria uma sentença de morte para mim”. Viveu seus últimos meses sofrendo de câncer e doença cardíaca em casa, nas imediações de Moscou.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 313).
No início do segundo parágrafo do texto, o autor utiliza o verbo “começar”. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o modo/tempo em que tal verbo está conjugado.
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BORIS PASTERNAK (1890 – 1960)
Boris Pasternak é mais famoso pelo romance Doutor Jivago, contrabandeado para fora da Rússia na década de 1950. Já havia sido traduzido para 18 idiomas em 1958, ano em que ele ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Mais tarde se transformou em um sucesso cinematográfico, dirigido por David Lean.
Pasternak começou a vida como integrante de uma família judia muito culta de Moscou e planejava, inicialmente, se tornar músico. Em vez disso, começou a estudar filosofia, antes de publicar os primeiros livros de poesia entre 1913 e 1922. Seus versos eram de vanguarda, mas muito respeitados. Porém, na década de 1930, ele não conseguiu mais publicar, pois sua obra não correspondia ao padrão de realismo socialista estabelecido para a literatura e as artes pelo comunismo soviético. Corre a história de que Stalin o teria chamado de “tolo sagrado” e que só poupou sua vida porque ele teria traduzido a poesia da Geórgia, terra natal do ditador. A tradução era a única forma de Pasternak ganhar a vida. Fez versões para o russo de Shakespeare, Shelley, Swinburne, Goethe, Verlaine e Rilke, dentre outros.
Em 1956, ele enviou o original de Doutor Jivago para uma revista de Moscou, que o rejeitou por caluniar a revolução bolchevique e o sistema soviético. Chegou ao Ocidente por intermédio de uma editora italiana e se tornou uma sensação. No país do próprio Pasternak, o livro só podia ser encontrado clandestinamente até a década de 1980. A conquista do Prêmio Nobel deu início a uma chuva de abusos e houve quem defendesse sua deportação. Ele se sentiu obrigado a recusar o prêmio e divulgou um pedido de desculpas. Disse a Nikita Khruschev, o primeiro-secretário do Partido Comunista da URSS, que “deixar minha terra natal seria uma sentença de morte para mim”. Viveu seus últimos meses sofrendo de câncer e doença cardíaca em casa, nas imediações de Moscou.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 313).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – O livro Doutor Jivago não foi escrito na Rússia.
II – O livro Doutor Jivago teve ao todo 18 edições.
III – Pasternak ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 1958.
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BORIS PASTERNAK (1890 – 1960)
Boris Pasternak é mais famoso pelo romance Doutor Jivago, contrabandeado para fora da Rússia na década de 1950. Já havia sido traduzido para 18 idiomas em 1958, ano em que ele ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Mais tarde se transformou em um sucesso cinematográfico, dirigido por David Lean.
Pasternak começou a vida como integrante de uma família judia muito culta de Moscou e planejava, inicialmente, se tornar músico. Em vez disso, começou a estudar filosofia, antes de publicar os primeiros livros de poesia entre 1913 e 1922. Seus versos eram de vanguarda, mas muito respeitados. Porém, na década de 1930, ele não conseguiu mais publicar, pois sua obra não correspondia ao padrão de realismo socialista estabelecido para a literatura e as artes pelo comunismo soviético. Corre a história de que Stalin o teria chamado de “tolo sagrado” e que só poupou sua vida porque ele teria traduzido a poesia da Geórgia, terra natal do ditador. A tradução era a única forma de Pasternak ganhar a vida. Fez versões para o russo de Shakespeare, Shelley, Swinburne, Goethe, Verlaine e Rilke, dentre outros.
Em 1956, ele enviou o original de Doutor Jivago para uma revista de Moscou, que o rejeitou por caluniar a revolução bolchevique e o sistema soviético. Chegou ao Ocidente por intermédio de uma editora italiana e se tornou uma sensação. No país do próprio Pasternak, o livro só podia ser encontrado clandestinamente até a década de 1980. A conquista do Prêmio Nobel deu início a uma chuva de abusos e houve quem defendesse sua deportação. Ele se sentiu obrigado a recusar o prêmio e divulgou um pedido de desculpas. Disse a Nikita Khruschev, o primeiro-secretário do Partido Comunista da URSS, que “deixar minha terra natal seria uma sentença de morte para mim”. Viveu seus últimos meses sofrendo de câncer e doença cardíaca em casa, nas imediações de Moscou.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 313).
De acordo com o autor do texto, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – A terra natal de Pasternak era a Geórgia.
II – Pasternak traduziu obras de Shakespeare, Joyce e Rilke.
III – A obra Doutor Jivago elogiava o regime comunista.
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BORIS PASTERNAK (1890 – 1960)
Boris Pasternak é mais famoso pelo romance Doutor Jivago, contrabandeado para fora da Rússia na década de 1950. Já havia sido traduzido para 18 idiomas em 1958, ano em que ele ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Mais tarde se transformou em um sucesso cinematográfico, dirigido por David Lean.
Pasternak começou a vida como integrante de uma família judia muito culta de Moscou e planejava, inicialmente, se tornar músico. Em vez disso, começou a estudar filosofia, antes de publicar os primeiros livros de poesia entre 1913 e 1922. Seus versos eram de vanguarda, mas muito respeitados. Porém, na década de 1930, ele não conseguiu mais publicar, pois sua obra não correspondia ao padrão de realismo socialista estabelecido para a literatura e as artes pelo comunismo soviético. Corre a história de que Stalin o teria chamado de “tolo sagrado” e que só poupou sua vida porque ele teria traduzido a poesia da Geórgia, terra natal do ditador. A tradução era a única forma de Pasternak ganhar a vida. Fez versões para o russo de Shakespeare, Shelley, Swinburne, Goethe, Verlaine e Rilke, dentre outros.
Em 1956, ele enviou o original de Doutor Jivago para uma revista de Moscou, que o rejeitou por caluniar a revolução bolchevique e o sistema soviético. Chegou ao Ocidente por intermédio de uma editora italiana e se tornou uma sensação. No país do próprio Pasternak, o livro só podia ser encontrado clandestinamente até a década de 1980. A conquista do Prêmio Nobel deu início a uma chuva de abusos e houve quem defendesse sua deportação. Ele se sentiu obrigado a recusar o prêmio e divulgou um pedido de desculpas. Disse a Nikita Khruschev, o primeiro-secretário do Partido Comunista da URSS, que “deixar minha terra natal seria uma sentença de morte para mim”. Viveu seus últimos meses sofrendo de câncer e doença cardíaca em casa, nas imediações de Moscou.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 313).
De acordo com o autor do texto, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Até a década de 1980, Doutor Jivago só podia ser encontrado clandestinamente no país de Pasternak.
II – Pasternak recusou o Prêmio Nobel de Literatura em razão de suas enfermidades.
III – Pasternak tornou-se um dos grandes amigos de Nikita Khruschev.
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BORIS PASTERNAK (1890 – 1960)
Boris Pasternak é mais famoso pelo romance Doutor Jivago, contrabandeado para fora da Rússia na década de 1950. Já havia sido traduzido para 18 idiomas em 1958, ano em que ele ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Mais tarde se transformou em um sucesso cinematográfico, dirigido por David Lean.
Pasternak começou a vida como integrante de uma família judia muito culta de Moscou e planejava, inicialmente, se tornar músico. Em vez disso, começou a estudar filosofia, antes de publicar os primeiros livros de poesia entre 1913 e 1922. Seus versos eram de vanguarda, mas muito respeitados. Porém, na década de 1930, ele não conseguiu mais publicar, pois sua obra não correspondia ao padrão de realismo socialista estabelecido para a literatura e as artes pelo comunismo soviético. Corre a história de que Stalin o teria chamado de “tolo sagrado” e que só poupou sua vida porque ele teria traduzido a poesia da Geórgia, terra natal do ditador. A tradução era a única forma de Pasternak ganhar a vida. Fez versões para o russo de Shakespeare, Shelley, Swinburne, Goethe, Verlaine e Rilke, dentre outros.
Em 1956, ele enviou o original de Doutor Jivago para uma revista de Moscou, que o rejeitou por caluniar a revolução bolchevique e o sistema soviético. Chegou ao Ocidente por intermédio de uma editora italiana e se tornou uma sensação. No país do próprio Pasternak, o livro só podia ser encontrado clandestinamente até a década de 1980. A conquista do Prêmio Nobel deu início a uma chuva de abusos e houve quem defendesse sua deportação. Ele se sentiu obrigado a recusar o prêmio e divulgou um pedido de desculpas. Disse a Nikita Khruschev, o primeiro-secretário do Partido Comunista da URSS, que “deixar minha terra natal seria uma sentença de morte para mim”. Viveu seus últimos meses sofrendo de câncer e doença cardíaca em casa, nas imediações de Moscou.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 313).
De acordo com o autor do texto, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Pasternak nasceu e faleceu no século XX.
II – Pasternak se tornou mais famoso pelo romance Doutor Fausto.
III – Pasternak dirigiu dezoito filmes.
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