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“A vida parece cruel aos olhos de alguns homens, mas o que ela requer de todo mundo é coragem. Coragem para continuar e não desistir jamais de realizar grandes feitos.”

Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita correta do enunciado acima, com mudanças na pontuação.
 

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“Uma lata existe para conter algo
Mas quando o poeta diz:
Lata Pode estar querendo dizer o incontível”
(“Metáfora”, de Gilberto Gil)

Em relação aos sentidos das palavras na estrofe acima, assinale a análise correta.
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Saudade do televizinho


    Houve tempo em que havia o televizinho. Será que sobra algum televizinho? Será que sobra, até mesmo, quem saiba o que é televizinho? Televizinho era a pessoa que, não tendo televisão em casa, se aproveitava da do vizinho. O jovem leitor duvida? Acha que se está aqui inventando vocábulo exótico, só para fazer graça? Pois corra aos dicionários. A palavra ali está, tanto no Aurélio como no Houaiss. Os dicionários têm isso de bom: conservam as palavras em desuso como os sedimentos conservam os fósseis. Neles repousam, em sono esplêndido, palavras como bufarinheiro e alcouceira, mandrana e parvajola. Ou então, diriam os moralistas, palavras que, embora em uso, identificam práticas em desuso: honestidade, vergonha, intimidade, virgindade...

    Quem viveu os primeiros anos da televisão sabe que o fenômeno da televizinhança não foi desprezível. Poucos tinham televisores em casa. Aos sem-TV, essa maioria de deserdados, restava correr à casa dos que a possuíam como os famintos correm aos sopões da caridade. O televizinho era um tipo social definido e reconhecido em seus direitos e sua individualidade. Os próprios apresentadores da TV se referiam a eles. Davam boa noite “aos televizinhos”. Depois, ele desapareceu. Desapareceu como, por exemplo, a figura do agregado, tão popular nos romances do século XIX. O agregado, mal comparando, era um televizinho sem televisão.

    As famílias livraram-se do agregado. Livraram-se em seguida, acrescente-se de passagem, do excesso de filhos e ficaram mais enxutas, para usar a palavra que lhes conviria se famílias fossem empresas – se é que não são. Mas, na medida em que, nos lares, se iam cortando os excessos, em matéria de seres humanos, iam-se, inversamente, multiplicando os aparelhos de TV. Ninguém mais deixava de tê-los. Nem mesmo os moradores de barracos. Triunfo! O televizinho de antes agora tinha seu próprio aparelho. Foi alcançado por ele, em seu  avanço irresistível, como a maré, ao subir, alcança a praia toda. O vocábulo que o identificava virou forma sem conteúdo. (...)
TOLEDO, Roberto Pompeu. Saudade do televizinho. Veja. 25 fev. 2002.
Disponível em <https://www.observatoriodaimprensa.com.br/primeirasedicoes/roberto-pompeu-de-toledo-4/>..
“Acha que se está aqui inventando vocábulo exótico, só para fazer graça?”

Assinale a alternativa que apresenta, na mesma ordem, palavras sinônimas para os vocábulos destacados no trecho acima.
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Saudade do televizinho


    Houve tempo em que havia o televizinho. Será que sobra algum televizinho? Será que sobra, até mesmo, quem saiba o que é televizinho? Televizinho era a pessoa que, não tendo televisão em casa, se aproveitava da do vizinho. O jovem leitor duvida? Acha que se está aqui inventando vocábulo exótico, só para fazer graça? Pois corra aos dicionários. A palavra ali está, tanto no Aurélio como no Houaiss. Os dicionários têm isso de bom: conservam as palavras em desuso como os sedimentos conservam os fósseis. Neles repousam, em sono esplêndido, palavras como bufarinheiro e alcouceira, mandrana e parvajola. Ou então, diriam os moralistas, palavras que, embora em uso, identificam práticas em desuso: honestidade, vergonha, intimidade, virgindade...

    Quem viveu os primeiros anos da televisão sabe que o fenômeno da televizinhança não foi desprezível. Poucos tinham televisores em casa. Aos sem-TV, essa maioria de deserdados, restava correr à casa dos que a possuíam como os famintos correm aos sopões da caridade. O televizinho era um tipo social definido e reconhecido em seus direitos e sua individualidade. Os próprios apresentadores da TV se referiam a eles. Davam boa noite “aos televizinhos”. Depois, ele desapareceu. Desapareceu como, por exemplo, a figura do agregado, tão popular nos romances do século XIX. O agregado, mal comparando, era um televizinho sem televisão.

    As famílias livraram-se do agregado. Livraram-se em seguida, acrescente-se de passagem, do excesso de filhos e ficaram mais enxutas, para usar a palavra que lhes conviria se famílias fossem empresas – se é que não são. Mas, na medida em que, nos lares, se iam cortando os excessos, em matéria de seres humanos, iam-se, inversamente, multiplicando os aparelhos de TV. Ninguém mais deixava de tê-los. Nem mesmo os moradores de barracos. Triunfo! O televizinho de antes agora tinha seu próprio aparelho. Foi alcançado por ele, em seu  avanço irresistível, como a maré, ao subir, alcança a praia toda. O vocábulo que o identificava virou forma sem conteúdo. (...)
TOLEDO, Roberto Pompeu. Saudade do televizinho. Veja. 25 fev. 2002.
Disponível em <https://www.observatoriodaimprensa.com.br/primeirasedicoes/roberto-pompeu-de-toledo-4/>..
Assinale a alternativa que apresenta uma ideia que se encontra no texto “Saudade do televizinho”.
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Saudade do televizinho


    Houve tempo em que havia o televizinho. Será que sobra algum televizinho? Será que sobra, até mesmo, quem saiba o que é televizinho? Televizinho era a pessoa que, não tendo televisão em casa, se aproveitava da do vizinho. O jovem leitor duvida? Acha que se está aqui inventando vocábulo exótico, só para fazer graça? Pois corra aos dicionários. A palavra ali está, tanto no Aurélio como no Houaiss. Os dicionários têm isso de bom: conservam as palavras em desuso como os sedimentos conservam os fósseis. Neles repousam, em sono esplêndido, palavras como bufarinheiro e alcouceira, mandrana e parvajola. Ou então, diriam os moralistas, palavras que, embora em uso, identificam práticas em desuso: honestidade, vergonha, intimidade, virgindade...

    Quem viveu os primeiros anos da televisão sabe que o fenômeno da televizinhança não foi desprezível. Poucos tinham televisores em casa. Aos sem-TV, essa maioria de deserdados, restava correr à casa dos que a possuíam como os famintos correm aos sopões da caridade. O televizinho era um tipo social definido e reconhecido em seus direitos e sua individualidade. Os próprios apresentadores da TV se referiam a eles. Davam boa noite “aos televizinhos”. Depois, ele desapareceu. Desapareceu como, por exemplo, a figura do agregado, tão popular nos romances do século XIX. O agregado, mal comparando, era um televizinho sem televisão.

    As famílias livraram-se do agregado. Livraram-se em seguida, acrescente-se de passagem, do excesso de filhos e ficaram mais enxutas, para usar a palavra que lhes conviria se famílias fossem empresas – se é que não são. Mas, na medida em que, nos lares, se iam cortando os excessos, em matéria de seres humanos, iam-se, inversamente, multiplicando os aparelhos de TV. Ninguém mais deixava de tê-los. Nem mesmo os moradores de barracos. Triunfo! O televizinho de antes agora tinha seu próprio aparelho. Foi alcançado por ele, em seu  avanço irresistível, como a maré, ao subir, alcança a praia toda. O vocábulo que o identificava virou forma sem conteúdo. (...)
TOLEDO, Roberto Pompeu. Saudade do televizinho. Veja. 25 fev. 2002.
Disponível em <https://www.observatoriodaimprensa.com.br/primeirasedicoes/roberto-pompeu-de-toledo-4/>..
Em relação ao texto “Saudade do televizinho”, é correto afirmar que o autor:
 

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Uma fórmula no Microsoft Excel é uma sequência de valores constantes, referências de células (o endereço da célula), nomes, funções ou operadores que produzem um novo valor a partir dos valores existentes. As fórmulas sempre começam com um sinal de:
 

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Utilizando o Microsoft Word para edição e formatação de textos, o atalho de teclado Ctrl+Alt+Z tem a função de:
 

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Enunciado 4780919-1

O Windows dispõe de ferramentas que auxiliam na interação do usuário com os recursos do sistema. O facilitador em destaque na imagem acima, que pode ser encontrado na parte inferior da área de trabalho, na barra de tarefas, tem como principal função:
 

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Dentre as opções a seguir, qual representa um navegador amplamente utilizado para acessar e interagir com conteúdo da internet?
 

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A área de trabalho é a principal área exibida na tela quando você liga o computador e faz logon no Windows. Nela, é possível criar novos itens, como:
 

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