Foram encontradas 42 questões.
Em um haras há ração suficiente para alimentar 15 cavalos durante 22 dias. Ao fim do sexto dia, o haras recebeu mais 9 cavalos. O número de dias que ainda restam para alimentar esses cavalos é:
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O número -4 é solução de qual das equações a seguir?
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Com relação à expressão !$ a=4+\dfrac{3}{2-\dfrac{3}{4}} !$ , é correto afirmar que:
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O triplo de um número natural somado com 40 é igual ao seu quadrado. O dobro desse número menos 10 é igual a:
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Assinale a alternativa correta de acordo com a norma culta quanto ao uso dos termos destacados:
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As palavras podem apresentar dois sentidos: denotativo ou conotativo. Analise os períodos:
I - Faça uma fogueira com o máximo cuidado.
Seu rosto foi consumido pela fogueira das minhas recordações.
Para atiçar a fogueira, queixou-se ao pai dos maus-tratos da mãe.
II - A superfície da pérola deve ser lisa e livre de qualquer marca ou risco.
A jovem tem olhos de pérola.
Ostra feliz não faz pérola.
Assinale a alternativa correta que apresenta, respectivamente, os sentidos das palavras em negrito:
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Leia o texto abaixo e responda às questões de 03 a 06 .
Texto 2
Algumas pessoas acham que dar limites aos filhos é uma questão de opção, mas essas pessoas não sabem que há uma progressão de problemas que podem derivar da falta de limites.
Ao contrário do que parece a quem nunca teve filhos, educar uma criança é um processo muito, muito complexo, com situações totalmente inesperadas para a maioria dos pais, que nem sonhavam em ter tanto trabalho, todo dia, todas as horas do dia.
De maneira geral, a criança não aceita logo nem as explicações que a nós, adultos, nos parecem as mais claras, límpidas e, portanto, as mais simples de serem atendidas. Mas, como nem o que é mais límpido e claro é atendido imediatamente, muito pelo contrário, às vezes você repete anos a fio um mesmo e simples objetivo até alcançá-lo, o que ocorre é que, ao ouvir falar em limites, muita gente interpreta logo como licença para exercer uma postura autoritária, de controle total ou até violência... Realmente é difícil saber quando acaba a autoridade e quando começa o autoritarismo.
Para ajudar, lembre: autoritário é aquele que exerce o poder utilizando como referencial apenas o seu ponto de vista (que é sempre visto como o único correto), a força física ou o poder que lhe confere sua posição ou o cargo que ocupa, nunca levando em conta o que o outro deseja ou pensa. Também poucas vezes age em prol do bem do outro, o que conta o mais das vezes é o seu próprio interesse. Assim, um pai autoritário é aquele que não deixa o filho entrar na sala porque naquele dia ele está de mau humor, mas num outro, de bem com a vida, não só permite como até exige a presença do menino...
O pai que tem autoridade, por outro lado, ouve e respeita seu filho, mas pode, por vezes, ter de agir de forma mais dura do que gostaria, às vezes até impositivamente, mas sempre o objetivo será o bem-estar do filho, protegê-lo de algum perigo ou orientá-lo em direção à cidadania.
O que queremos mostrar aqui é que, se agirmos com segurança e firmeza de propósitos, mas com muito afeto e carinho, poderemos atingir nossos objetivos educacionais sem autoritarismo e, muito menos, sem bater uma vez sequer nos nossos filhos.
Em outras palavras, dar limites absolutamente não se choca nem é o oposto, como muitos pensam, com dar amor, carinho, atenção e segurança.
(ZAGURY, Tânia. Limites sem trauma. Rio de Janeiro: Record, 2002. p. 31-32).
Assinale a alternativa que NÃO exprime corretamente o sentido das expressões do texto:
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Leia o texto abaixo e responda às questões de 03 a 06 .
Texto 2
Algumas pessoas acham que dar limites aos filhos é uma questão de opção, mas essas pessoas não sabem que há uma progressão de problemas que podem derivar da falta de limites.
Ao contrário do que parece a quem nunca teve filhos, educar uma criança é um processo muito, muito complexo, com situações totalmente inesperadas para a maioria dos pais, que nem sonhavam em ter tanto trabalho, todo dia, todas as horas do dia.
De maneira geral, a criança não aceita logo nem as explicações que a nós, adultos, nos parecem as mais claras, límpidas e, portanto, as mais simples de serem atendidas. Mas, como nem o que é mais límpido e claro é atendido imediatamente, muito pelo contrário, às vezes você repete anos a fio um mesmo e simples objetivo até alcançá-lo, o que ocorre é que, ao ouvir falar em limites, muita gente interpreta logo como licença para exercer uma postura autoritária, de controle total ou até violência... Realmente é difícil saber quando acaba a autoridade e quando começa o autoritarismo.
Para ajudar, lembre: autoritário é aquele que exerce o poder utilizando como referencial apenas o seu ponto de vista (que é sempre visto como o único correto), a força física ou o poder que lhe confere sua posição ou o cargo que ocupa, nunca levando em conta o que o outro deseja ou pensa. Também poucas vezes age em prol do bem do outro, o que conta o mais das vezes é o seu próprio interesse. Assim, um pai autoritário é aquele que não deixa o filho entrar na sala porque naquele dia ele está de mau humor, mas num outro, de bem com a vida, não só permite como até exige a presença do menino...
O pai que tem autoridade, por outro lado, ouve e respeita seu filho, mas pode, por vezes, ter de agir de forma mais dura do que gostaria, às vezes até impositivamente, mas sempre o objetivo será o bem-estar do filho, protegê-lo de algum perigo ou orientá-lo em direção à cidadania.
O que queremos mostrar aqui é que, se agirmos com segurança e firmeza de propósitos, mas com muito afeto e carinho, poderemos atingir nossos objetivos educacionais sem autoritarismo e, muito menos, sem bater uma vez sequer nos nossos filhos.
Em outras palavras, dar limites absolutamente não se choca nem é o oposto, como muitos pensam, com dar amor, carinho, atenção e segurança.
(ZAGURY, Tânia. Limites sem trauma. Rio de Janeiro: Record, 2002. p. 31-32).
Assinale a alternativa correta:
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Leia o texto abaixo e responda às questões de 03 a 06 .
Texto 2
Algumas pessoas acham que dar limites aos filhos é uma questão de opção, mas essas pessoas não sabem que há uma progressão de problemas que podem derivar da falta de limites.
Ao contrário do que parece a quem nunca teve filhos, educar uma criança é um processo muito, muito complexo, com situações totalmente inesperadas para a maioria dos pais, que nem sonhavam em ter tanto trabalho, todo dia, todas as horas do dia.
De maneira geral, a criança não aceita logo nem as explicações que a nós, adultos, nos parecem as mais claras, límpidas e, portanto, as mais simples de serem atendidas. Mas, como nem o que é mais límpido e claro é atendido imediatamente, muito pelo contrário, às vezes você repete anos a fio um mesmo e simples objetivo até alcançá-lo, o que ocorre é que, ao ouvir falar em limites, muita gente interpreta logo como licença para exercer uma postura autoritária, de controle total ou até violência... Realmente é difícil saber quando acaba a autoridade e quando começa o autoritarismo.
Para ajudar, lembre: autoritário é aquele que exerce o poder utilizando como referencial apenas o seu ponto de vista (que é sempre visto como o único correto), a força física ou o poder que lhe confere sua posição ou o cargo que ocupa, nunca levando em conta o que o outro deseja ou pensa. Também poucas vezes age em prol do bem do outro, o que conta o mais das vezes é o seu próprio interesse. Assim, um pai autoritário é aquele que não deixa o filho entrar na sala porque naquele dia ele está de mau humor, mas num outro, de bem com a vida, não só permite como até exige a presença do menino...
O pai que tem autoridade, por outro lado, ouve e respeita seu filho, mas pode, por vezes, ter de agir de forma mais dura do que gostaria, às vezes até impositivamente, mas sempre o objetivo será o bem-estar do filho, protegê-lo de algum perigo ou orientá-lo em direção à cidadania.
O que queremos mostrar aqui é que, se agirmos com segurança e firmeza de propósitos, mas com muito afeto e carinho, poderemos atingir nossos objetivos educacionais sem autoritarismo e, muito menos, sem bater uma vez sequer nos nossos filhos.
Em outras palavras, dar limites absolutamente não se choca nem é o oposto, como muitos pensam, com dar amor, carinho, atenção e segurança.
(ZAGURY, Tânia. Limites sem trauma. Rio de Janeiro: Record, 2002. p. 31-32).
Assinale a alternativa INCORRETA acerca do texto acima:
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Leia o texto abaixo e responda às questões de 03 a 06 .
Texto 2
Algumas pessoas acham que dar limites aos filhos é uma questão de opção, mas essas pessoas não sabem que há uma progressão de problemas que podem derivar da falta de limites.
Ao contrário do que parece a quem nunca teve filhos, educar uma criança é um processo muito, muito complexo, com situações totalmente inesperadas para a maioria dos pais, que nem sonhavam em ter tanto trabalho, todo dia, todas as horas do dia.
De maneira geral, a criança não aceita logo nem as explicações que a nós, adultos, nos parecem as mais claras, límpidas e, portanto, as mais simples de serem atendidas. Mas, como nem o que é mais límpido e claro é atendido imediatamente, muito pelo contrário, às vezes você repete anos a fio um mesmo e simples objetivo até alcançá-lo, o que ocorre é que, ao ouvir falar em limites, muita gente interpreta logo como licença para exercer uma postura autoritária, de controle total ou até violência... Realmente é difícil saber quando acaba a autoridade e quando começa o autoritarismo.
Para ajudar, lembre: autoritário é aquele que exerce o poder utilizando como referencial apenas o seu ponto de vista (que é sempre visto como o único correto), a força física ou o poder que lhe confere sua posição ou o cargo que ocupa, nunca levando em conta o que o outro deseja ou pensa. Também poucas vezes age em prol do bem do outro, o que conta o mais das vezes é o seu próprio interesse. Assim, um pai autoritário é aquele que não deixa o filho entrar na sala porque naquele dia ele está de mau humor, mas num outro, de bem com a vida, não só permite como até exige a presença do menino...
O pai que tem autoridade, por outro lado, ouve e respeita seu filho, mas pode, por vezes, ter de agir de forma mais dura do que gostaria, às vezes até impositivamente, mas sempre o objetivo será o bem-estar do filho, protegê-lo de algum perigo ou orientá-lo em direção à cidadania.
O que queremos mostrar aqui é que, se agirmos com segurança e firmeza de propósitos, mas com muito afeto e carinho, poderemos atingir nossos objetivos educacionais sem autoritarismo e, muito menos, sem bater uma vez sequer nos nossos filhos.
Em outras palavras, dar limites absolutamente não se choca nem é o oposto, como muitos pensam, com dar amor, carinho, atenção e segurança.
(ZAGURY, Tânia. Limites sem trauma. Rio de Janeiro: Record, 2002. p. 31-32).
Sobre o texto acima, é correto afirmar que:
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