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Se for inserida a fórmula =CONT.SES(B2:B5;"Sim";C2:C5;"Sim") na célula A7, tem-se:
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1708953
Ano: 2016
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
Sobre a unidade de controle dos microcomputadores, analise as afirmativas.
I - Contém circuitos que usam sinais elétricos para coordenar o computador inteiro para realizar ou executar instruções armazenadas de um programa.
II - Não executa instruções de programa, ao contrário, ela comanda outras partes do sistema para isso.
III - A unidade de controle deve comunicar-se tanto com a unidade lógica e aritmética quanto com a memória.
Estão corretas as afirmativas
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Cientistas devem visitar escolas
Muitas vezes me perguntam como comecei a me interessar por ciência, se era coisa de criança ou se foi na adolescência.
Gostaria de responder que tive mentores desde cedo, que um físico ou um biólogo visitou minha escola quando eu estava na 3ª série e fiquei encantado com o mundo da ciência. Mas não foi isso o que ocorreu comigo e não é, ainda, o que ocorre com a maioria das crianças.
Cientistas e engenheiros raramente visitam escolas, públicas ou privadas, para falar às crianças sobre o que fazem e por que o fazem. Nem mesmo as escolas de seus próprios filhos. Isso não faz o menor sentido.
A verdade é que meu interesse por ciência foi um acidente, algo que veio de dentro, uma urgência para entender como o mundo funciona e como podemos nos relacionar de forma profunda com a natureza.
Tive a sorte de passar meus verões na casa de meus avós em Teresópolis, na Serra dos Órgãos, a cerca de duas horas do Rio. Lá, colecionei insetos e pedras, cacei morcegos, pesquei, subi e desci morro, corri de cobras, aprendi quais aranhas eram as mais peçonhentas, trepei em árvore e explorei matagais. Minha exposição à natureza foi direta, parte da infância.
Apenas mais tarde, quando comecei a ter aulas de física, química e biologia na escola, entendi que existia um método para estudar o mundo e as suas criaturas, um método que poderia se tornar uma carreira, uma escolha de vida.
Aos 13 anos, sabia que faria algo relacionado a ciências ou engenharia. Isso sem nunca ter visto ou conversado com um só cientista! Minha fonte de informação eram os livros, a TV e a minha família. (Que, aliás, até hoje não tem outro cientista.)
Toda escola deveria ter um programa que traz cientistas, matemáticos e engenheiros ao menos uma ou duas vezes ao ano para falar sobre suas pesquisas e suas vidas. Não precisam ser pesquisadores famosos; alunos de doutorado também deveriam participar, da astronomia à zoologia. Pense na diferença enorme que um contato desses pode fazer na vida de um jovem.
Imagine a classe de 30 alunos sentados em suas mesas assistindo a uma apresentação cheia de imagens incríveis sobre o mundo das partículas, sobre a importância da química em nossas vidas, sobre os avanços da medicina, sobre como construir pontes e represas ou microchips e sondas espaciais, sobre buracos negros e outros planetas, sobre a revolução genética, sobre como a ciência define o mundo em que vivemos, mesmo que poucos parem para pensar sobre isso. Se cinco se interessarem, está ótimo.
Faço isso com frequência no Brasil e nos EUA. E vejo os olhos da meninada brilhando - até os adolescentes param de mandar torpedos -, a curiosidade aguçada, a possibilidade de um futuro que, antes, nem sabiam ser viável.
Falamos muito em transformar o ensino em nosso país, em reformas curriculares, formação de professores etc. Tudo muito importante. Mas um primeiro passo simples e eficaz é que cientistas, engenheiros e matemáticos tomem a iniciativa, contatem escolas em sua vizinhança, começando com as de seus filhos, e façam uma ou duas apresentações por ano. São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens.
Marcelo Gleiser
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em 18/05/13.)
No texto “Cientistas devem visitar escolas”, o autor
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Cientistas devem visitar escolas
Muitas vezes me perguntam como comecei a me interessar por ciência, se era coisa de criança ou se foi na adolescência.
Gostaria de responder que tive mentores desde cedo, que um físico ou um biólogo visitou minha escola quando eu estava na 3ª série e fiquei encantado com o mundo da ciência. Mas não foi isso o que ocorreu comigo e não é, ainda, o que ocorre com a maioria das crianças.
Cientistas e engenheiros raramente visitam escolas, públicas ou privadas, para falar às crianças sobre o que fazem e por que o fazem. Nem mesmo as escolas de seus próprios filhos. Isso não faz o menor sentido.
A verdade é que meu interesse por ciência foi um acidente, algo que veio de dentro, uma urgência para entender como o mundo funciona e como podemos nos relacionar de forma profunda com a natureza.
Tive a sorte de passar meus verões na casa de meus avós em Teresópolis, na Serra dos Órgãos, a cerca de duas horas do Rio. Lá, colecionei insetos e pedras, cacei morcegos, pesquei, subi e desci morro, corri de cobras, aprendi quais aranhas eram as mais peçonhentas, trepei em árvore e explorei matagais. Minha exposição à natureza foi direta, parte da infância.
Apenas mais tarde, quando comecei a ter aulas de física, química e biologia na escola, entendi que existia um método para estudar o mundo e as suas criaturas, um método que poderia se tornar uma carreira, uma escolha de vida.
Aos 13 anos, sabia que faria algo relacionado a ciências ou engenharia. Isso sem nunca ter visto ou conversado com um só cientista! Minha fonte de informação eram os livros, a TV e a minha família. (Que, aliás, até hoje não tem outro cientista.)
Toda escola deveria ter um programa que traz cientistas, matemáticos e engenheiros ao menos uma ou duas vezes ao ano para falar sobre suas pesquisas e suas vidas. Não precisam ser pesquisadores famosos; alunos de doutorado também deveriam participar, da astronomia à zoologia. Pense na diferença enorme que um contato desses pode fazer na vida de um jovem.
Imagine a classe de 30 alunos sentados em suas mesas assistindo a uma apresentação cheia de imagens incríveis sobre o mundo das partículas, sobre a importância da química em nossas vidas, sobre os avanços da medicina, sobre como construir pontes e represas ou microchips e sondas espaciais, sobre buracos negros e outros planetas, sobre a revolução genética, sobre como a ciência define o mundo em que vivemos, mesmo que poucos parem para pensar sobre isso. Se cinco se interessarem, está ótimo.
Faço isso com frequência no Brasil e nos EUA. E vejo os olhos da meninada brilhando - até os adolescentes param de mandar torpedos -, a curiosidade aguçada, a possibilidade de um futuro que, antes, nem sabiam ser viável.
Falamos muito em transformar o ensino em nosso país, em reformas curriculares, formação de professores etc. Tudo muito importante. Mas um primeiro passo simples e eficaz é que cientistas, engenheiros e matemáticos tomem a iniciativa, contatem escolas em sua vizinhança, começando com as de seus filhos, e façam uma ou duas apresentações por ano. São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens.
Marcelo Gleiser
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em 18/05/13.)
Considere o seguinte trecho: São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens. Sobre o termo em destaque, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Retoma um termo expresso anteriormente.
( ) Antecipa um termo que aparecerá posteriormente.
( ) Refere-se diretamente a cientistas, engenheiros e matemáticos.
( ) É um pronome pessoal do caso oblíquo.
( ) É um pronome possessivo.
Assinale a sequência correta.
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A coluna da esquerda apresenta os níveis de abstração na modelagem de dados e a da direita, a descrição de cada um. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 - Modelo descritivo
2 - Modelo conceitual
3 - Modelo computacional
4 - Modelo interno
( ) Estruturas conceituais de dados e operações conceituais sobre os dados.
( ) Estruturas internas de arquivos, programas e rotinas interpretáveis.
( ) Análise de requisitos, descrição dos entes, suas associações, regras e transações.
( ) Estruturas externas dos dados, métodos com programas e rotinas de processamento de dados.
Marque a sequência correta.
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1674609
Ano: 2016
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
- Engenharia de SoftwareAnálise e Projeto de Software
- UX/UIDesign de Interação
- UX/UIProjeto de Interface de Usuário
O processo de design de interação envolve atividades básicas. NÃO está envolvida nesse processo:
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A coluna da esquerda apresenta os comandos do sistema operacional Linux Ubuntu e a da direita, a descrição de cada um. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 - df
2 - du
3 - os
4 - pwd
( ) Exibe o tamanho de arquivos e/ou diretórios.
( ) Mostra o espaço em disco do sistema de arquivos usado por todas as partições.
( ) Permite saber em qual diretório o usuário está no momento.
( ) Apresenta um quadro atual, porém estático dos processos que estão sendo executados no sistema.
Marque a sequência correta.
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1647851
Ano: 2016
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
Na Programação Orientada a Objetos (POO), existem atributos compartilhados por todas as instâncias da classe, ou seja, somente um valor será armazenado, e, em caso desse valor ser modificado por uma das instâncias dessa classe, a modificação será refletida em todas as outras instâncias dela. Trata-se dos atributos
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Em que opção do menu está localizada a barra de ferramenta do MS Word 2007 apresentada na figura abaixo?

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1635937
Ano: 2016
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
Considerando os fundamentos de design de interação, o que é cognição?
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