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Foram encontradas 40 questões.

1512372 Ano: 2016
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
Sobre banco de dados, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Um banco de dados é uma coleção de dados ou informações relacionadas entre si, que representam aspectos do mundo real com significado próprio.
( ) Ao se projetar um banco de dados, tem-se em mente um conjunto de aplicações que primordialmente se deseja fazer sobre os dados.
( ) Bases de dados complexas envolvem muitos tipos diferentes de dados interdependentes e interrelacionados, como os dados corporativos de uma grande organização.
( ) Cada tipo de dados de uma base de dados corporativa pode conter até milhões de itens.
Assinale a sequência correta.
 

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1151259 Ano: 2016
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
Qual é o método que segue os níveis de abstração top-down, onde inicialmente é feito o modelo descritivo que se deriva para o modelo conceitual e deste para um modelo computacional?
 

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Cientistas devem visitar escolas
Muitas vezes me perguntam como comecei a me interessar por ciência, se era coisa de criança ou se foi na adolescência.
Gostaria de responder que tive mentores desde cedo, que um físico ou um biólogo visitou minha escola quando eu estava na 3ª série e fiquei encantado com o mundo da ciência. Mas não foi isso o que ocorreu comigo e não é, ainda, o que ocorre com a maioria das crianças.
Cientistas e engenheiros raramente visitam escolas, públicas ou privadas, para falar às crianças sobre o que fazem e por que o fazem. Nem mesmo as escolas de seus próprios filhos. Isso não faz o menor sentido.
A verdade é que meu interesse por ciência foi um acidente, algo que veio de dentro, uma urgência para entender como o mundo funciona e como podemos nos relacionar de forma profunda com a natureza.
Tive a sorte de passar meus verões na casa de meus avós em Teresópolis, na Serra dos Órgãos, a cerca de duas horas do Rio. Lá, colecionei insetos e pedras, cacei morcegos, pesquei, subi e desci morro, corri de cobras, aprendi quais aranhas eram as mais peçonhentas, trepei em árvore e explorei matagais. Minha exposição à natureza foi direta, parte da infância.
Apenas mais tarde, quando comecei a ter aulas de física, química e biologia na escola, entendi que existia um método para estudar o mundo e as suas criaturas, um método que poderia se tornar uma carreira, uma escolha de vida.
Aos 13 anos, sabia que faria algo relacionado a ciências ou engenharia. Isso sem nunca ter visto ou conversado com um só cientista! Minha fonte de informação eram os livros, a TV e a minha família. (Que, aliás, até hoje não tem outro cientista.)
Toda escola deveria ter um programa que traz cientistas, matemáticos e engenheiros ao menos uma ou duas vezes ao ano para falar sobre suas pesquisas e suas vidas. Não precisam ser pesquisadores famosos; alunos de doutorado também deveriam participar, da astronomia à zoologia. Pense na diferença enorme que um contato desses pode fazer na vida de um jovem.
Imagine a classe de 30 alunos sentados em suas mesas assistindo a uma apresentação cheia de imagens incríveis sobre o mundo das partículas, sobre a importância da química em nossas vidas, sobre os avanços da medicina, sobre como construir pontes e represas ou microchips e sondas espaciais, sobre buracos negros e outros planetas, sobre a revolução genética, sobre como a ciência define o mundo em que vivemos, mesmo que poucos parem para pensar sobre isso. Se cinco se interessarem, está ótimo.
Faço isso com frequência no Brasil e nos EUA. E vejo os olhos da meninada brilhando - até os adolescentes param de mandar torpedos -, a curiosidade aguçada, a possibilidade de um futuro que, antes, nem sabiam ser viável.
Falamos muito em transformar o ensino em nosso país, em reformas curriculares, formação de professores etc. Tudo muito importante. Mas um primeiro passo simples e eficaz é que cientistas, engenheiros e matemáticos tomem a iniciativa, contatem escolas em sua vizinhança, começando com as de seus filhos, e façam uma ou duas apresentações por ano. São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens.
Marcelo Gleiser
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em 18/05/13.)
O termo destacado em Se cinco se interessarem, está ótimo, pode ser substituído, sem alteração de sentido, por
 

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Qual a frequência turbo max do Processador Intel® Core™ i7-5960X Processor Extreme Edition com 20MB de Cache?
 

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Analise o fluxograma apresentado na figura abaixo.
Enunciado 938437-1
Qual o valor de x após a execução do fluxograma?
 

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815987 Ano: 2016
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
Sobre o conjunto de entidades (CE) do modelo de entidade-relacionamento, analise as afirmativas.
I - Um conjunto de entidades é um modelo matemático no sentido de que todos os elementos são distintos, e não existe qualquer ordem entre eles.
II - Os valores correspondentes dos atributos de um conjunto de entidades são todos iguais.
III - A lista de atributos de um conjunto de entidades deve ser suficiente para caracterizar completamente qualquer entidade do conjunto.
Estão corretas as afirmativas
 

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O território que hoje representa o Estado de Mato Grosso tinha, em 1960, apenas 34 municípios e uma população de 889.539 habitantes. Com a divisão do estado de Mato Grosso e criação de Mato Grosso do Sul, em 1977, MT ficou com 38 municípios. Entretanto, em 2000, Mato Grosso já contava com 140 municípios e uma população de 2.504.353 habitantes. Esse elevado crescimento populacional está relacionado

 

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Cientistas devem visitar escolas
Muitas vezes me perguntam como comecei a me interessar por ciência, se era coisa de criança ou se foi na adolescência.
Gostaria de responder que tive mentores desde cedo, que um físico ou um biólogo visitou minha escola quando eu estava na 3ª série e fiquei encantado com o mundo da ciência. Mas não foi isso o que ocorreu comigo e não é, ainda, o que ocorre com a maioria das crianças.
Cientistas e engenheiros raramente visitam escolas, públicas ou privadas, para falar às crianças sobre o que fazem e por que o fazem. Nem mesmo as escolas de seus próprios filhos. Isso não faz o menor sentido.
A verdade é que meu interesse por ciência foi um acidente, algo que veio de dentro, uma urgência para entender como o mundo funciona e como podemos nos relacionar de forma profunda com a natureza.
Tive a sorte de passar meus verões na casa de meus avós em Teresópolis, na Serra dos Órgãos, a cerca de duas horas do Rio. Lá, colecionei insetos e pedras, cacei morcegos, pesquei, subi e desci morro, corri de cobras, aprendi quais aranhas eram as mais peçonhentas, trepei em árvore e explorei matagais. Minha exposição à natureza foi direta, parte da infância.
Apenas mais tarde, quando comecei a ter aulas de física, química e biologia na escola, entendi que existia um método para estudar o mundo e as suas criaturas, um método que poderia se tornar uma carreira, uma escolha de vida.
Aos 13 anos, sabia que faria algo relacionado a ciências ou engenharia. Isso sem nunca ter visto ou conversado com um só cientista! Minha fonte de informação eram os livros, a TV e a minha família. (Que, aliás, até hoje não tem outro cientista.)
Toda escola deveria ter um programa que traz cientistas, matemáticos e engenheiros ao menos uma ou duas vezes ao ano para falar sobre suas pesquisas e suas vidas. Não precisam ser pesquisadores famosos; alunos de doutorado também deveriam participar, da astronomia à zoologia. Pense na diferença enorme que um contato desses pode fazer na vida de um jovem.
Imagine a classe de 30 alunos sentados em suas mesas assistindo a uma apresentação cheia de imagens incríveis sobre o mundo das partículas, sobre a importância da química em nossas vidas, sobre os avanços da medicina, sobre como construir pontes e represas ou microchips e sondas espaciais, sobre buracos negros e outros planetas, sobre a revolução genética, sobre como a ciência define o mundo em que vivemos, mesmo que poucos parem para pensar sobre isso. Se cinco se interessarem, está ótimo.
Faço isso com frequência no Brasil e nos EUA. E vejo os olhos da meninada brilhando - até os adolescentes param de mandar torpedos -, a curiosidade aguçada, a possibilidade de um futuro que, antes, nem sabiam ser viável.
Falamos muito em transformar o ensino em nosso país, em reformas curriculares, formação de professores etc. Tudo muito importante. Mas um primeiro passo simples e eficaz é que cientistas, engenheiros e matemáticos tomem a iniciativa, contatem escolas em sua vizinhança, começando com as de seus filhos, e façam uma ou duas apresentações por ano. São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens.
Marcelo Gleiser
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em 18/05/13.)
Assinale a alternativa em que o termo marcado NÃO se classifica morfologicamente da mesma forma que aliás.
 

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Sobre conceito de design de interação, analise as afirmativas.
I - Significa criar experiências que melhorem e estendam a maneira como as pessoas trabalham, se comunicam e interagem.
II - Consiste em encontrar maneiras de fornecer suporte às pessoas.
III - Utilizado na produção de todas as soluções computacionais.
Estão corretas as afirmativas
 

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241724 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
Enunciado 241724-1
Qual a informação apresentada na célula B7, se for inserida a fórmula =CONT.SE(B4:D4;"=Sim") ?
 

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