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César Coll, em seu texto Aprendizagem escolar e construção de conhecimento, apresenta uma perspectiva teórica sobre alguns princípios psicopedagógicos do currículo escolar e afirma: “Em qualquer caso, o aluno que inicia uma nova aprendizagem escolar o faz sempre a partir dos conceitos, concepções, representações e conhecimentos que construiu no decurso de suas experiências prévias, utilizando-os como instrumento de leitura e de interpretação que condicionam em um alto grau o resultado da nova aprendizagem”. Nessa perspectiva, é CORRETO afirmar:
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“Em geral, os atos e condutas dos professores dão a entender que eles querem que os alunos sejam passivos, pois os ativos ‘dão trabalho’, seja na disciplina comportamental, seja na disciplina intelectual”. Essa prática pedagógica é:
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
O fim da educação
Joathas Soares Bello*
A educação visa “ao pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”, diz a LDB. Vejamos essas metas.
A ideia de “pleno desenvolvimento” remete ao conceito aristotélico de felicidade, realização pessoal, que está em viver de acordo com o que nos é mais próprio: a razão. E isto não por força de uma norma extrínseca, mas porque esta é nossa condição: a inteligência capta a própria realidade, mas não imediatamente o que ela é, nem o que fazer com ela. A inteligência nos lança ao exercício da deliberação, pois não temos instintos capazes de determinar a nossa conduta. A realidade aparece como algo a ser dotado de sentido e como possibilidade a ser apropriada, sem uma direção prévia: surge a liberdade. Educar para a felicidade seria, assim, educar para um uso responsável da razão e da liberdade: procuro optar pelo que me parece razoável e bom, à luz da atenta observação da realidade, do estudo e da reflexão? Sou humilde para reconhecer meus erros e retificá-los?
Pela inteligência também estamos abertos aos demais inteligentes, vemo-los não só como “outros”, mas como outros “de nós” (nossa dimensão social). E que devemos nos apropriar socialmente das possibilidades herdadas da tradição (nossa dimensão histórica) para elaborar nossos modos pessoais e nosso modo comunitário de estar no mundo. As figuras de felicidade pessoais não podem ser obstáculo para o bem comum. A “pessoa” é um indivíduo aberto à comunidade, a qual é construída de modo interdependente. A formação deve levar o educando a perguntar-se (não se trata de um momento cronologicamente ulterior ao da formação para a felicidade, mas de um aprofundamento nas perguntas formuladas acima): minhas opções levam em conta os demais? Ajudam as possibilidades alheias ou as prejudicam? Sou capaz de reparar os danos e pedir perdão? Ajudo outras pessoas a se descobrirem autônomas e corresponsáveis pela sociedade?
Pela inteligência, damo-nos conta da realidade e das demais pessoas, e descobrimo-nos chamados a transformar, juntos, a realidade, através do trabalho, âmbito de realização pessoal e de exercício da cidadania. O educando deve ser preparado para, na empresa, no serviço público, autônomo ou do lar, desdobrar seus dons, aplicar os conhecimentos recebidos, estabelecer amizades, produzir riquezas que reverterão a toda a sociedade, lidar com dificuldades e até injustiças que clamarão por uma mais ativa participação política, dar testemunho de honestidade etc. E aí a pessoa deverá se questionar: faço bem o meu trabalho, consciente da minha responsabilidade pessoal e de sua repercussão social? Faço-o com espírito cooperativo? Meu fim é meramente o dinheiro, ou inclui formalmente o crescimento pessoal meu e daqueles que usufruirão do fruto do meu trabalho? Meu trabalho é honesto, ajuda outras pessoas a serem mais livres e a exercerem sua cidadania, ou gera cadeias que as oprimem?
Assim, a meta da educação é a felicidade que decorre de um exercício responsável de nossa razão e liberdade, numa abertura à realidade dos demais que inclui o respeito pela sua liberdade e a luta pelo seu crescimento pessoal, e no trabalho transformador, que cria condições propícias à vida feliz.
(BELLO, Joathas Soares. O fim da educação. Gazeta do Povo. 30 de março de 2015.)
* Joathas Soares Bello, doutor em Filosofia pela Universidade de Navarra, é professor da Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro, do Instituto Filosófico e Teológico São José do Seminário Arquidiocesano de Niterói e da Faetec-RJ.
Para o autor, o trabalho dever ser encarado como, EXCETO
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
O fim da educação
Joathas Soares Bello*
A educação visa “ao pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”, diz a LDB. Vejamos essas metas.
A ideia de “pleno desenvolvimento” remete ao conceito aristotélico de felicidade, realização pessoal, que está em viver de acordo com o que nos é mais próprio: a razão. E isto não por força de uma norma extrínseca, mas porque esta é nossa condição: a inteligência capta a própria realidade, mas não imediatamente o que ela é, nem o que fazer com ela. A inteligência nos lança ao exercício da deliberação, pois não temos instintos capazes de determinar a nossa conduta. A realidade aparece como algo a ser dotado de sentido e como possibilidade a ser apropriada, sem uma direção prévia: surge a liberdade. Educar para a felicidade seria, assim, educar para um uso responsável da razão e da liberdade: procuro optar pelo que me parece razoável e bom, à luz da atenta observação da realidade, do estudo e da reflexão? Sou humilde para reconhecer meus erros e retificá-los?
Pela inteligência também estamos abertos aos demais inteligentes, vemo-los não só como “outros”, mas como outros “de nós” (nossa dimensão social). E que devemos nos apropriar socialmente das possibilidades herdadas da tradição (nossa dimensão histórica) para elaborar nossos modos pessoais e nosso modo comunitário de estar no mundo. As figuras de felicidade pessoais não podem ser obstáculo para o bem comum. A “pessoa” é um indivíduo aberto à comunidade, a qual é construída de modo interdependente. A formação deve levar o educando a perguntar-se (não se trata de um momento cronologicamente ulterior ao da formação para a felicidade, mas de um aprofundamento nas perguntas formuladas acima): minhas opções levam em conta os demais? Ajudam as possibilidades alheias ou as prejudicam? Sou capaz de reparar os danos e pedir perdão? Ajudo outras pessoas a se descobrirem autônomas e corresponsáveis pela sociedade?
Pela inteligência, damo-nos conta da realidade e das demais pessoas, e descobrimo-nos chamados a transformar, juntos, a realidade, através do trabalho, âmbito de realização pessoal e de exercício da cidadania. O educando deve ser preparado para, na empresa, no serviço público, autônomo ou do lar, desdobrar seus dons, aplicar os conhecimentos recebidos, estabelecer amizades, produzir riquezas que reverterão a toda a sociedade, lidar com dificuldades e até injustiças que clamarão por uma mais ativa participação política, dar testemunho de honestidade etc. E aí a pessoa deverá se questionar: faço bem o meu trabalho, consciente da minha responsabilidade pessoal e de sua repercussão social? Faço-o com espírito cooperativo? Meu fim é meramente o dinheiro, ou inclui formalmente o crescimento pessoal meu e daqueles que usufruirão do fruto do meu trabalho? Meu trabalho é honesto, ajuda outras pessoas a serem mais livres e a exercerem sua cidadania, ou gera cadeias que as oprimem?
Assim, a meta da educação é a felicidade que decorre de um exercício responsável de nossa razão e liberdade, numa abertura à realidade dos demais que inclui o respeito pela sua liberdade e a luta pelo seu crescimento pessoal, e no trabalho transformador, que cria condições propícias à vida feliz.
(BELLO, Joathas Soares. O fim da educação. Gazeta do Povo. 30 de março de 2015.)
* Joathas Soares Bello, doutor em Filosofia pela Universidade de Navarra, é professor da Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro, do Instituto Filosófico e Teológico São José do Seminário Arquidiocesano de Niterói e da Faetec-RJ.
Segundo o texto, deve-se educar a pessoa para que seja capaz de, EXCETO
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No seu livro Compreensão de leitura: a língua como procedimento, traduzido por Fátima Murad, Ana Teberoski apresenta um texto de Isabel Solé, no qual a autora, falando em desfrutar da leitura, assim argumenta: “Falou-se tantas vezes que é muito difícil que as crianças leiam havendo tantos concorrentes mais atrativos que os livros (a televisão, o vídeo games, etc.) que parece que às vezes ‘jogamos a toalha’ antes de tentar ajudar os alunos a conhecerem o prazer de ler”. Entre as alternativas apresentadas pela autora para resgatar o prazer pela leitura, NÃO se encontra:
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Nos termos dos Parâmetros Curriculares Nacionais, as práticas educativas de Língua Portuguesa para o primeiro ciclo do ensino fundamental devem ser organizadas de modo a garantir, progressivamente, que os alunos, sejam capazes de:
I - Compreender o sentido e as possíveis intenções do autor, contidas nas entrelinhas, nas mensagens orais e escritas de que é destinatário direto ou indireto.
II - Utilizar a linguagem oral com eficácia, sabendo adequá-la a intenções e situações comunicativas que requeiram conversar num grupo, expressar sentimentos e opiniões, defender pontos de vista, relatar acontecimentos, expor sobre temas estudados.
III - Participar de diferentes situações de comunicação oral, acolhendo e considerando as opiniões alheias e respeitando os diferentes modos de falar.
IV - Escrever textos dos gêneros previstos para o ciclo, utilizando a escrita alfabética e preocupando-se com a forma ortográfica.
Conforme o documento acima citado, estão CORRETOS
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
O fim da educação
Joathas Soares Bello*
A educação visa “ao pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”, diz a LDB. Vejamos essas metas.
A ideia de “pleno desenvolvimento” remete ao conceito aristotélico de felicidade, realização pessoal, que está em viver de acordo com o que nos é mais próprio: a razão. E isto não por força de uma norma extrínseca, mas porque esta é nossa condição: a inteligência capta a própria realidade, mas não imediatamente o que ela é, nem o que fazer com ela. A inteligência nos lança ao exercício da deliberação, pois não temos instintos capazes de determinar a nossa conduta. A realidade aparece como algo a ser dotado de sentido e como possibilidade a ser apropriada, sem uma direção prévia: surge a liberdade. Educar para a felicidade seria, assim, educar para um uso responsável da razão e da liberdade: procuro optar pelo que me parece razoável e bom, à luz da atenta observação da realidade, do estudo e da reflexão? Sou humilde para reconhecer meus erros e retificá-los?
Pela inteligência também estamos abertos aos demais inteligentes, vemo-los não só como “outros”, mas como outros “de nós” (nossa dimensão social). E que devemos nos apropriar socialmente das possibilidades herdadas da tradição (nossa dimensão histórica) para elaborar nossos modos pessoais e nosso modo comunitário de estar no mundo. As figuras de felicidade pessoais não podem ser obstáculo para o bem comum. A “pessoa” é um indivíduo aberto à comunidade, a qual é construída de modo interdependente. A formação deve levar o educando a perguntar-se (não se trata de um momento cronologicamente ulterior ao da formação para a felicidade, mas de um aprofundamento nas perguntas formuladas acima): minhas opções levam em conta os demais? Ajudam as possibilidades alheias ou as prejudicam? Sou capaz de reparar os danos e pedir perdão? Ajudo outras pessoas a se descobrirem autônomas e corresponsáveis pela sociedade?
Pela inteligência, damo-nos conta da realidade e das demais pessoas, e descobrimo-nos chamados a transformar, juntos, a realidade, através do trabalho, âmbito de realização pessoal e de exercício da cidadania. O educando deve ser preparado para, na empresa, no serviço público, autônomo ou do lar, desdobrar seus dons, aplicar os conhecimentos recebidos, estabelecer amizades, produzir riquezas que reverterão a toda a sociedade, lidar com dificuldades e até injustiças que clamarão por uma mais ativa participação política, dar testemunho de honestidade etc. E aí a pessoa deverá se questionar: faço bem o meu trabalho, consciente da minha responsabilidade pessoal e de sua repercussão social? Faço-o com espírito cooperativo? Meu fim é meramente o dinheiro, ou inclui formalmente o crescimento pessoal meu e daqueles que usufruirão do fruto do meu trabalho? Meu trabalho é honesto, ajuda outras pessoas a serem mais livres e a exercerem sua cidadania, ou gera cadeias que as oprimem?
Assim, a meta da educação é a felicidade que decorre de um exercício responsável de nossa razão e liberdade, numa abertura à realidade dos demais que inclui o respeito pela sua liberdade e a luta pelo seu crescimento pessoal, e no trabalho transformador, que cria condições propícias à vida feliz.
(BELLO, Joathas Soares. O fim da educação. Gazeta do Povo. 30 de março de 2015.)
*Joathas Soares Bello, doutor em Filosofia pela Universidade de Navarra, é professor da Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro, do Instituto Filosófico e Teológico São José do Seminário Arquidiocesano de Niterói e da Faetec-RJ.
Sobre o texto, assinale a afirmativa INCORRETA.
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O Caderno de Introdução aos Parâmetros Curriculares Nacionais, ao falar dos princípios e fundamentos desse documento, assim orientam: “Além disso, é necessário ter em conta uma dinâmica de ensino que favoreça, não só o descobrimento das potencialidades do trabalho individual, mas também, e sobretudo, o trabalho coletivo”.
Nesse paradigma, é CORRETO afirmar:
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No texto “Saberes e práticas da inclusão. Avaliação para identificação das necessidades educacionais especiais”, os autores, sob a Coordenação Geral SEESP/MEC, quando falam da avaliação, assim observam: “Cumpre lembrar que a permanência da avaliação como diagnóstico clínico pode pressionar a criação de salas de recursos, como já acontece em algumas redes de ensino. Tais salas, desviando-se de sua finalidades, organizam-se como as classes especiais, agora com outro nome”. Com essa observação, os autores pretendem, EXCETO
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547508
Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Rubelita-MG
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Rubelita-MG
Provas:
As Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica – orientadas pela Resolução CEB/CNE nº 02/2001 – estabelecem: “Como modalidade da Educação Básica, a educação especial considerará as situações singulares, os perfis dos estudantes, as características biopsicossociais dos alunos e suas faixas etárias e se pautará em princípios éticos, políticos e estéticos, de modo a assegurar, EXCETO
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