Foram encontradas 40 questões.
4193483
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Mateus Maranhão-MA
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Mateus Maranhão-MA
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Texto disponível em https://cartum.folha.uol.com.br/
charges/2026/04/15/laerte.shtml , acesso em 23 de abril
de 2026.
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4193482
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Mateus Maranhão-MA
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Mateus Maranhão-MA
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4193481
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Mateus Maranhão-MA
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Mateus Maranhão-MA
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Estudo inédito da Fiocruz mostra que a
infecção por dengue aumenta em 17 vezes o risco de
desenvolver a síndrome de Guillain-Barré nas seis
semanas seguintes à doença.
Nas duas primeiras semanas após os sintomas,
o risco é ainda maior: chega a 30 vezes. O estudo
analisou mais de 5.000 internações por Guillain-Barré
entre 2023 e 2024. Em 89 casos, os pacientes tinham
tido dengue pouco antes.
Os pesquisadores defendem que a síndrome
passe a ser considerada uma complicação da dengue
nos protocolos de saúde. Também recomendam
atenção para sinais precoces e reforço na estrutura
hospitalar, como leitos de UTI.
A Guillain-Barré é uma doença rara em que o
sistema imunológico ataca os nervos. O principal
sintoma é fraqueza muscular que começa nas pernas e
pode subir para o resto do corpo. Em casos graves,
pode afetar a respiração.
Segundo o Ministério da Saúde, a incidência é
de 1 a 4 casos por 100 mil habitantes por ano. A maioria
dos pacientes se recupera, mas alguns ficam com
sequelas.
O tratamento está disponível no SUS e inclui
imunoglobulina e plasmaférese. Quanto mais cedo
começar, melhores são as chances de recuperação
Texto disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas
/monicabergamo/2026/04/dengue-aumenta-em-17-vezesrisco-de-sindrome-de-guillain-barre-diz-fiocruz.shtml, acesso
em 20 de abril de 2026.
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4193480
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Mateus Maranhão-MA
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Mateus Maranhão-MA
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Estudo inédito da Fiocruz mostra que a
infecção por dengue aumenta em 17 vezes o risco de
desenvolver a síndrome de Guillain-Barré nas seis
semanas seguintes à doença.
Nas duas primeiras semanas após os sintomas,
o risco é ainda maior: chega a 30 vezes. O estudo
analisou mais de 5.000 internações por Guillain-Barré
entre 2023 e 2024. Em 89 casos, os pacientes tinham
tido dengue pouco antes.
Os pesquisadores defendem que a síndrome
passe a ser considerada uma complicação da dengue
nos protocolos de saúde. Também recomendam
atenção para sinais precoces e reforço na estrutura
hospitalar, como leitos de UTI.
A Guillain-Barré é uma doença rara em que o
sistema imunológico ataca os nervos. O principal
sintoma é fraqueza muscular que começa nas pernas e
pode subir para o resto do corpo. Em casos graves,
pode afetar a respiração.
Segundo o Ministério da Saúde, a incidência é
de 1 a 4 casos por 100 mil habitantes por ano. A maioria
dos pacientes se recupera, mas alguns ficam com
sequelas.
O tratamento está disponível no SUS e inclui
imunoglobulina e plasmaférese. Quanto mais cedo
começar, melhores são as chances de recuperação
Texto disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas
/monicabergamo/2026/04/dengue-aumenta-em-17-vezesrisco-de-sindrome-de-guillain-barre-diz-fiocruz.shtml, acesso
em 20 de abril de 2026.
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4193479
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Mateus Maranhão-MA
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Mateus Maranhão-MA
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Estudo inédito da Fiocruz mostra que a
infecção por dengue aumenta em 17 vezes o risco de
desenvolver a síndrome de Guillain-Barré nas seis
semanas seguintes à doença.
Nas duas primeiras semanas após os sintomas,
o risco é ainda maior: chega a 30 vezes. O estudo
analisou mais de 5.000 internações por Guillain-Barré
entre 2023 e 2024. Em 89 casos, os pacientes tinham
tido dengue pouco antes.
Os pesquisadores defendem que a síndrome
passe a ser considerada uma complicação da dengue
nos protocolos de saúde. Também recomendam
atenção para sinais precoces e reforço na estrutura
hospitalar, como leitos de UTI.
A Guillain-Barré é uma doença rara em que o
sistema imunológico ataca os nervos. O principal
sintoma é fraqueza muscular que começa nas pernas e
pode subir para o resto do corpo. Em casos graves,
pode afetar a respiração.
Segundo o Ministério da Saúde, a incidência é
de 1 a 4 casos por 100 mil habitantes por ano. A maioria
dos pacientes se recupera, mas alguns ficam com
sequelas.
O tratamento está disponível no SUS e inclui
imunoglobulina e plasmaférese. Quanto mais cedo
começar, melhores são as chances de recuperação
Texto disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas
/monicabergamo/2026/04/dengue-aumenta-em-17-vezesrisco-de-sindrome-de-guillain-barre-diz-fiocruz.shtml, acesso
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4193478
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Mateus Maranhão-MA
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Mateus Maranhão-MA
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- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Estudo inédito da Fiocruz mostra que a
infecção por dengue aumenta em 17 vezes o risco de
desenvolver a síndrome de Guillain-Barré nas seis
semanas seguintes à doença.
Nas duas primeiras semanas após os sintomas,
o risco é ainda maior: chega a 30 vezes. O estudo
analisou mais de 5.000 internações por Guillain-Barré
entre 2023 e 2024. Em 89 casos, os pacientes tinham
tido dengue pouco antes.
Os pesquisadores defendem que a síndrome
passe a ser considerada uma complicação da dengue
nos protocolos de saúde. Também recomendam
atenção para sinais precoces e reforço na estrutura
hospitalar, como leitos de UTI.
A Guillain-Barré é uma doença rara em que o
sistema imunológico ataca os nervos. O principal
sintoma é fraqueza muscular que começa nas pernas e
pode subir para o resto do corpo. Em casos graves,
pode afetar a respiração.
Segundo o Ministério da Saúde, a incidência é
de 1 a 4 casos por 100 mil habitantes por ano. A maioria
dos pacientes se recupera, mas alguns ficam com
sequelas.
O tratamento está disponível no SUS e inclui
imunoglobulina e plasmaférese. Quanto mais cedo
começar, melhores são as chances de recuperação
Texto disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas
/monicabergamo/2026/04/dengue-aumenta-em-17-vezesrisco-de-sindrome-de-guillain-barre-diz-fiocruz.shtml, acesso
em 20 de abril de 2026.
I. “Estudo inédito da Fiocruz mostra que a infecção por dengue aumenta em 17 vezes o risco de desenvolver a síndrome de Guillain-Barré [...]”. O elemento coesivo destacado exerce a função sintática de objeto direto da forma verbal “mostra”.
II. “Os pesquisadores defendem que a síndrome passe a ser considerada uma complicação da dengue nos protocolos de saúde”. O elemento coesivo marcado é uma conjunção subordinativa integrante e não apresenta função sintática.
III. “A Guillain-Barré é uma doença rara em que o sistema imunológico ataca os nervos.” Os elementos coesivos marcados são anafóricos e exercem uma função sintática na oração que iniciam.
IV. “O principal sintoma é fraqueza muscular que começa nas pernas[...].” O coesivo formal destacado introduz uma oração subordinada substantiva.
Estão corretos:
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4193477
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
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Estudo inédito da Fiocruz mostra que a
infecção por dengue aumenta em 17 vezes o risco de
desenvolver a síndrome de Guillain-Barré nas seis
semanas seguintes à doença.
Nas duas primeiras semanas após os sintomas,
o risco é ainda maior: chega a 30 vezes. O estudo
analisou mais de 5.000 internações por Guillain-Barré
entre 2023 e 2024. Em 89 casos, os pacientes tinham
tido dengue pouco antes.
Os pesquisadores defendem que a síndrome
passe a ser considerada uma complicação da dengue
nos protocolos de saúde. Também recomendam
atenção para sinais precoces e reforço na estrutura
hospitalar, como leitos de UTI.
A Guillain-Barré é uma doença rara em que o
sistema imunológico ataca os nervos. O principal
sintoma é fraqueza muscular que começa nas pernas e
pode subir para o resto do corpo. Em casos graves,
pode afetar a respiração.
Segundo o Ministério da Saúde, a incidência é
de 1 a 4 casos por 100 mil habitantes por ano. A maioria
dos pacientes se recupera, mas alguns ficam com
sequelas.
O tratamento está disponível no SUS e inclui
imunoglobulina e plasmaférese. Quanto mais cedo
começar, melhores são as chances de recuperação
Texto disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas
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4193476
Ano: 2026
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infecção por dengue aumenta em 17 vezes o risco de
desenvolver a síndrome de Guillain-Barré nas seis
semanas seguintes à doença.
Nas duas primeiras semanas após os sintomas,
o risco é ainda maior: chega a 30 vezes. O estudo
analisou mais de 5.000 internações por Guillain-Barré
entre 2023 e 2024. Em 89 casos, os pacientes tinham
tido dengue pouco antes.
Os pesquisadores defendem que a síndrome
passe a ser considerada uma complicação da dengue
nos protocolos de saúde. Também recomendam
atenção para sinais precoces e reforço na estrutura
hospitalar, como leitos de UTI.
A Guillain-Barré é uma doença rara em que o
sistema imunológico ataca os nervos. O principal
sintoma é fraqueza muscular que começa nas pernas e
pode subir para o resto do corpo. Em casos graves,
pode afetar a respiração.
Segundo o Ministério da Saúde, a incidência é
de 1 a 4 casos por 100 mil habitantes por ano. A maioria
dos pacientes se recupera, mas alguns ficam com
sequelas.
O tratamento está disponível no SUS e inclui
imunoglobulina e plasmaférese. Quanto mais cedo
começar, melhores são as chances de recuperação
Texto disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas
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em 20 de abril de 2026.
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Questão presente nas seguintes provas
4193475
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
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Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Mateus Maranhão-MA
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Estudo inédito da Fiocruz mostra que a
infecção por dengue aumenta em 17 vezes o risco de
desenvolver a síndrome de Guillain-Barré nas seis
semanas seguintes à doença.
Nas duas primeiras semanas após os sintomas,
o risco é ainda maior: chega a 30 vezes. O estudo
analisou mais de 5.000 internações por Guillain-Barré
entre 2023 e 2024. Em 89 casos, os pacientes tinham
tido dengue pouco antes.
Os pesquisadores defendem que a síndrome
passe a ser considerada uma complicação da dengue
nos protocolos de saúde. Também recomendam
atenção para sinais precoces e reforço na estrutura
hospitalar, como leitos de UTI.
A Guillain-Barré é uma doença rara em que o
sistema imunológico ataca os nervos. O principal
sintoma é fraqueza muscular que começa nas pernas e
pode subir para o resto do corpo. Em casos graves,
pode afetar a respiração.
Segundo o Ministério da Saúde, a incidência é
de 1 a 4 casos por 100 mil habitantes por ano. A maioria
dos pacientes se recupera, mas alguns ficam com
sequelas.
O tratamento está disponível no SUS e inclui
imunoglobulina e plasmaférese. Quanto mais cedo
começar, melhores são as chances de recuperação
Texto disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas
/monicabergamo/2026/04/dengue-aumenta-em-17-vezesrisco-de-sindrome-de-guillain-barre-diz-fiocruz.shtml, acesso
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4193474
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
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Estudo inédito da Fiocruz mostra que a
infecção por dengue aumenta em 17 vezes o risco de
desenvolver a síndrome de Guillain-Barré nas seis
semanas seguintes à doença.
Nas duas primeiras semanas após os sintomas,
o risco é ainda maior: chega a 30 vezes. O estudo
analisou mais de 5.000 internações por Guillain-Barré
entre 2023 e 2024. Em 89 casos, os pacientes tinham
tido dengue pouco antes.
Os pesquisadores defendem que a síndrome
passe a ser considerada uma complicação da dengue
nos protocolos de saúde. Também recomendam
atenção para sinais precoces e reforço na estrutura
hospitalar, como leitos de UTI.
A Guillain-Barré é uma doença rara em que o
sistema imunológico ataca os nervos. O principal
sintoma é fraqueza muscular que começa nas pernas e
pode subir para o resto do corpo. Em casos graves,
pode afetar a respiração.
Segundo o Ministério da Saúde, a incidência é
de 1 a 4 casos por 100 mil habitantes por ano. A maioria
dos pacientes se recupera, mas alguns ficam com
sequelas.
O tratamento está disponível no SUS e inclui
imunoglobulina e plasmaférese. Quanto mais cedo
começar, melhores são as chances de recuperação
Texto disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas
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em 20 de abril de 2026.
“a dengue aumenta em 17 vezes o risco de síndrome de Guillain-Barré.”
Considerando o contexto de circulação de textos jornalísticos de divulgação científica, é correto afirmar que o objetivo principal da informação apresentada é
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