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951138
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Andar “colado” em caminhões é infração grave, dá multa e pontos na carteira
Quanto maior a velocidade do carro, maior deve ser a distância.
No período de fim de ano, a Polícia Rodoviária Federal reforçou um alerta contra uma imprudência comum e muito perigosa nas rodovias.
Motorista colado na traseira é um perigo. Para quem fica muito perto da carroceria de caminhão é mais arriscado ainda.
(Disponível em: http://g1.globo.com/jornal-
nacional/noticia/2016/12/nas-estradas-um-risco-dirigir-muito-perto-da-traseira-de-caminhoes.html.)
Além dessa infração considerada grave, podemos considerar como infração grave ou gravíssima pela atual lei de trânsito do Brasil:
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951137
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Marinha retira mais uma parte das grades da Orla Conde no Rio
Caminho pelo deque de madeira ficou livre. A Marinha tinha deixado grades alegando segurança. Frequentadores da Orla Conde, na Zona Portuária do Rio, aprovaram o primeiro fim de semana sem grades numa parte do passeio. A parte das grades que foi retirada neste sábado (24/12/2016) deixou livre o caminho pelo deque de madeira, onde há um jardim, às margens da Baía de Guanabara e o Museu do Amanhã.
(Disponível em: http://g1.globo.com/jornal-
nacional/noticia/2016/12/marinha-retira-mais-uma-parte-das-grades-da-orla-conde-no-rio.html.)
A Marinha Brasileira, uma das três Forças Armadas, é um órgão muito importante para o país. Sobre a Marinha Brasileira e suas funções, analise as afirmativas a seguir.
I. A Marinha tem como uma das missões garantir os poderes constitucionais e proteger os interesses nacionais.
II. É responsável, entre outras funções, pelo policiamento da costa brasileira e das águas interiores.
III. Foi a segunda das três Forças Armadas a ser criada, remontando à Marinha portuguesa.
IV. Desde o governo de Getúlio Vargas é permitido o ingresso de mulheres na Marinha, mas só na área administrativa.
Estão corretas apenas as afirmativas
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Analise as afirmativas a seguir sobre processadores.
I. É um chip normalmente produzido com silício que tem a função de responder pela execução de tarefas de um computador.
II. Ao ocorrer o “pulso de clock”, os dispositivos executam suas tarefas, param e vão para o próximo ciclo de clock. Esse mecanismo é coordenado pelo clock interno.
III. A memória ROM consiste de uma pequena quantidade de memória SRAM embutida no processador.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
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Considere a planilha produzida com a ferramenta Microsoft Office Excel 2007 (Configuração Padrão):

Se na célula C6 for inserida a fórmula =SE(B4=A6;SOMA(C2:C5);SOMA(C3:C4)), o resultado será:
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Se na célula de uma planilha produzida com a ferramenta Microsoft Office Excel 2007 (Configuração Padrão) for adicionada a fórmula =ARRED(3,156478;2) + 0,03, o resultado será:
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No laboratório de informática de uma instituição de ensino é utilizado o Sistema Operacional Microsoft Windows 7 (Configuração Padrão). Em um determinado computador, foi detectado pelo usuário que todos os ícones estavam ocultados. O procedimento para exibir estes ícones novamente é:
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“Um usuário precisa criar uma pasta para armazenar arquivos pessoais na área de trabalho do seu computador que utiliza o Sistema Operacional Microsoft Windows 7 (Configuração Padrão). O procedimento para realizar esta tarefa é clicar com o botão ____________ do mouse em uma área em branco da área de trabalho, apontar para ____________ e clicar em Pasta.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
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Feliz aniversário
[...] E à cabeceira da mesa grande a aniversariante que fazia hoje oitenta e nove anos.
Zilda, a dona da casa, arrumara a mesa cedo, enchera-a de guardanapos de papel colorido e copos de papelão alusivos à data, espalhara balões sungados pelo teto em alguns dos quais estava escrito “Happy Birthday!”, em outros “Feliz Aniversário!”. No centro havia disposto o enorme bolo açucarado. Para adiantar o expediente, enfeitara a mesa logo depois do almoço, encostara as cadeiras à parede, mandara os meninos brincar no vizinho para não desarrumar a mesa.
E, para adiantar o expediente, vestira a aniversariante logo depois do almoço. Pusera-lhe desde então a presilha em torno do pescoço e o broche, borrifara-lhe um pouco de água-de-colônia para disfarçar aquele seu cheiro de guardado — sentara-a à mesa. E desde as duas horas a aniversariante estava sentada à cabeceira da longa mesa vazia, tesa na sala silenciosa.
De vez em quando consciente dos guardanapos coloridos. Olhando curiosa um ou outro balão estremecer aos carros que passavam. E de vez em quando aquela angústia muda: quando acompanhava, fascinada e impotente, o voo da mosca em torno do bolo. [...]
Os músculos do rosto da aniversariante não a interpretavam mais, de modo que ninguém podia saber se ela estava alegre. Estava era posta à cabeceira. Tratava-se de uma velha grande, magra, imponente e morena. Parecia oca.
— Oitenta e nove anos, sim senhor! disse José, filho mais velho agora que Jonga tinha morrido. — Oitenta e nove anos, sim senhora! disse esfregando as mãos em admiração pública e como sinal imperceptível para todos.
Todos se interromperam atentos e olharam a aniversariante de um modo mais oficial. Alguns abanaram a cabeça em admiração como a um recorde. Cada ano vencido pela aniversariante era uma vaga etapa da família toda. Sim senhor! disseram alguns sorrindo timidamente.
— Oitenta e nove anos!, ecoou Manoel que era sócio de José. É um brotinho!, disse espirituoso e nervoso, e todos riram, menos sua esposa.
A velha não se manifestava.
Alguns não lhe haviam trazido presente nenhum. Outros trouxeram saboneteira, uma combinação de jérsei, um broche de fantasia, um vasinho de cactos — nada, nada que a dona da casa pudesse aproveitar para si mesma ou para seus filhos, nada que a própria aniversariante pudesse realmente aproveitar constituindo assim uma economia: a dona da casa guardava os presentes, amarga, irônica.
— Oitenta e nove anos! repetiu Manoel aflito, olhando para a esposa.
A velha não se manifestava...
(Clarice Lispector. “Laços de Família”, Editora Rocco – Rio de Janeiro, 1998. Fragmento.)
No fragmento extraído do conto “Feliz aniversário”, de Clarice Lispector, o narrador revela aspectos negativos referentes à forma de agir da família que podem ser comprovados pelos trechos em destaque a seguir, com EXCEÇÃO de:
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942096
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
“As fitas e os videocassetes, que um dia foram usados para guardar músicas, filmes e novelas, deram lugar aplataformas online, e hoje podemos ver e ouvir quase tudo com a ajuda da internet. Para quem curte programas de rádio, existem os podcasts. POD (de iPod) + BROADCAST (de transmissão) = PODCAST.”
(Disponível em: http://www.uol/noticias/especiais/podcasts.htm.)
Sobre os podcasts, é correto afirmar que:
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Feliz aniversário
[...] E à cabeceira da mesa grande a aniversariante que fazia hoje oitenta e nove anos.
Zilda, a dona da casa, arrumara a mesa cedo, enchera-a de guardanapos de papel colorido e copos de papelão alusivos à data, espalhara balões sungados pelo teto em alguns dos quais estava escrito “Happy Birthday!”, em outros “Feliz Aniversário!”. No centro havia disposto o enorme bolo açucarado. Para adiantar o expediente, enfeitara a mesa logo depois do almoço, encostara as cadeiras à parede, mandara os meninos brincar no vizinho para não desarrumar a mesa.
E, para adiantar o expediente, vestira a aniversariante logo depois do almoço. Pusera-lhe desde então a presilha em torno do pescoço e o broche, borrifara-lhe um pouco de água-de-colônia para disfarçar aquele seu cheiro de guardado — sentara-a à mesa. E desde as duas horas a aniversariante estava sentada à cabeceira da longa mesa vazia, tesa na sala silenciosa.
De vez em quando consciente dos guardanapos coloridos. Olhando curiosa um ou outro balão estremecer aos carros que passavam. E de vez em quando aquela angústia muda: quando acompanhava, fascinada e impotente, o voo da mosca em torno do bolo. [...]
Os músculos do rosto da aniversariante não a interpretavam mais, de modo que ninguém podia saber se ela estava alegre. Estava era posta à cabeceira. Tratava-se de uma velha grande, magra, imponente e morena. Parecia oca.
— Oitenta e nove anos, sim senhor! disse José, filho mais velho agora que Jonga tinha morrido. — Oitenta e nove anos, sim senhora! disse esfregando as mãos em admiração pública e como sinal imperceptível para todos.
Todos se interromperam atentos e olharam a aniversariante de um modo mais oficial. Alguns abanaram a cabeça em admiração como a um recorde. Cada ano vencido pela aniversariante era uma vaga etapa da família toda. Sim senhor! disseram alguns sorrindo timidamente.
— Oitenta e nove anos!, ecoou Manoel que era sócio de José. É um brotinho!, disse espirituoso e nervoso, e todos riram, menos sua esposa.
A velha não se manifestava.
Alguns não lhe haviam trazido presente nenhum. Outros trouxeram saboneteira, uma combinação de jérsei, um broche de fantasia, um vasinho de cactos — nada, nada que a dona da casa pudesse aproveitar para si mesma ou para seus filhos, nada que a própria aniversariante pudesse realmente aproveitar constituindo assim uma economia: a dona da casa guardava os presentes, amarga, irônica.
— Oitenta e nove anos! repetiu Manoel aflito, olhando para a esposa.
A velha não se manifestava...
(Clarice Lispector. “Laços de Família”, Editora Rocco – Rio de Janeiro, 1998. Fragmento.)
Tendo em vista que para a construção do período “E à cabeceira da mesa grande a aniversariante que fazia hoje oitenta e nove anos.” utilizou-se a omissão de termo subentendido a partir do contexto. Assinale a reescrita cuja preservação do sentido e da correção gramatical estão presentes.
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