Foram encontradas 50 questões.
Agora é científico: pessoas mal amadas sentem menos empatia
Cientistas descobrem a relação entre o “hormônio do amor”
e a falta de sensibilidade aos problemas dos outros.
e a falta de sensibilidade aos problemas dos outros.
Quando estamos apaixonados tudo é mil maravilhas. Não interessa se faz frio, calor ou se você perdeu o ônibus – o importante é estar com a pessoa amada. Não que seu parceiro ou parceira não tenha parte nessa sensação de plenitude, mas a grande responsável é a ocitocina, conhecida como hormônio do amor. A ocitocina é aquele sentimento de bem-estar quando abraçamos uma pessoa querida. Ela é produzida no hipotálamo e liberada quando nos ligamos emocionalmente a alguém – podem ser laços familiares, românticos e de amizade.
Além de interferir no estado de espírito, o “hormônio do amor” controla várias funções vitais do organismo como apetite, sede, sono, libido e controle de estresse. Quando o corpo não dá conta de produzir ocitocina o suficiente, a forma como a reagimos aos estímulos sociais é diretamente afetada, como lidamos com a nossa vida social. O que os cientistas não sabiam era que isso poderia interferir também no que sentimos por outras pessoas. Um novo estudo realizado pela Universidade de Cardiff, no Reino Unido, descobriu que pessoas com baixos índices de ocitocina sentem menos empatia pelos outros.
Os cientistas avaliaram 20 indivíduos com Diabetes insipidus CDI, que acontece quando o corpo não consegue tratar corretamente os fluidos. Trata-se de uma disfunção hormonal em que não há produção ou liberação dos hormônios diuréticos. Pacientes com CDI têm taxas muito reduzidas de vasopressina, o hormônio responsável pelo controle da urina, cuja estrutura é muito parecida com a da ocitocina. Eles também acompanharam 15 pessoas com hipopituitarismo, uma condição que diminui a liberação dos hormônios sintetizados na hipófise – e, consequentemente, também da ocitocina. Esses dois grupos de pacientes com níveis baixos de “hormônio do amor” foram comparados com 20 pessoas saudáveis.
Todos eles fizeram duas atividades para testar suas demonstrações de empatia com base em reconhecimento das expressões de emoções. Além dos testes, os cientistas também examinaram os voluntários para medir as taxas de ocitocina e perceberam que os dois grupos doentes foram os que tiveram os piores resultados nas tarefas de empatia e os níveis mais baixos do hormônio. Ou seja, quanto menos hormônio do amor no organismo, menos sensibilidade aos problemas e sofrimentos alheios.
A pesquisa, apresentada na conferência anual da Sociedade de Endocrinologia, em Brighton, é pioneira ao estudar seres humanos com ocitocina reduzida (hormonalmente falando, os “mal amados”) como resultado de problemas clínicos e não a partir de disfunções psicológicas como depressão e estresse, por exemplo.
Os cientistas querem replicar o estudo para comprovar se a reposição da substância pode ser uma boa saída para melhorar as condições psicológicas dos pacientes que sofrem com poucas doses do hormônio do amor no organismo. Suplementação de ocitocina para aqueles casos em que um abraço não resolve.
(Por: Pamela Carbonari. Revista Superinteressante. Disponível
em: http://super.abril.com.br/saude/agora-e-cientifico-pessoas-mal-amadassentem- menos-empatia/. Acesso em: 01/12/2016. Adaptado.)
O texto tem como finalidade informar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Agora é científico: pessoas mal amadas sentem menos empatia
Cientistas descobrem a relação entre o “hormônio do amor”
e a falta de sensibilidade aos problemas dos outros.
e a falta de sensibilidade aos problemas dos outros.
Quando estamos apaixonados tudo é mil maravilhas. Não interessa se faz frio, calor ou se você perdeu o ônibus – o importante é estar com a pessoa amada. Não que seu parceiro ou parceira não tenha parte nessa sensação de plenitude, mas a grande responsável é a ocitocina, conhecida como hormônio do amor. A ocitocina é aquele sentimento de bem-estar quando abraçamos uma pessoa querida. Ela é produzida no hipotálamo e liberada quando nos ligamos emocionalmente a alguém – podem ser laços familiares, românticos e de amizade.
Além de interferir no estado de espírito, o “hormônio do amor” controla várias funções vitais do organismo como apetite, sede, sono, libido e controle de estresse. Quando o corpo não dá conta de produzir ocitocina o suficiente, a forma como a reagimos aos estímulos sociais é diretamente afetada, como lidamos com a nossa vida social. O que os cientistas não sabiam era que isso poderia interferir também no que sentimos por outras pessoas. Um novo estudo realizado pela Universidade de Cardiff, no Reino Unido, descobriu que pessoas com baixos índices de ocitocina sentem menos empatia pelos outros.
Os cientistas avaliaram 20 indivíduos com Diabetes insipidus CDI, que acontece quando o corpo não consegue tratar corretamente os fluidos. Trata-se de uma disfunção hormonal em que não há produção ou liberação dos hormônios diuréticos. Pacientes com CDI têm taxas muito reduzidas de vasopressina, o hormônio responsável pelo controle da urina, cuja estrutura é muito parecida com a da ocitocina. Eles também acompanharam 15 pessoas com hipopituitarismo, uma condição que diminui a liberação dos hormônios sintetizados na hipófise – e, consequentemente, também da ocitocina. Esses dois grupos de pacientes com níveis baixos de “hormônio do amor” foram comparados com 20 pessoas saudáveis.
Todos eles fizeram duas atividades para testar suas demonstrações de empatia com base em reconhecimento das expressões de emoções. Além dos testes, os cientistas também examinaram os voluntários para medir as taxas de ocitocina e perceberam que os dois grupos doentes foram os que tiveram os piores resultados nas tarefas de empatia e os níveis mais baixos do hormônio. Ou seja, quanto menos hormônio do amor no organismo, menos sensibilidade aos problemas e sofrimentos alheios.
A pesquisa, apresentada na conferência anual da Sociedade de Endocrinologia, em Brighton, é pioneira ao estudar seres humanos com ocitocina reduzida (hormonalmente falando, os “mal amados”) como resultado de problemas clínicos e não a partir de disfunções psicológicas como depressão e estresse, por exemplo.
Os cientistas querem replicar o estudo para comprovar se a reposição da substância pode ser uma boa saída para melhorar as condições psicológicas dos pacientes que sofrem com poucas doses do hormônio do amor no organismo. Suplementação de ocitocina para aqueles casos em que um abraço não resolve.
(Por: Pamela Carbonari. Revista Superinteressante. Disponível
em: http://super.abril.com.br/saude/agora-e-cientifico-pessoas-mal-amadassentem- menos-empatia/. Acesso em: 01/12/2016. Adaptado.)
No trecho “Os cientistas querem replicar o estudo para comprovar se a reposição da substância pode ser uma boa saída para melhorar as condições psicológicas dos pacientes que sofrem com poucas doses do hormônio do amor no organismo.”, a expressão “replicar” significa
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Uma empresa de vendas pela internet, na tentativa de atrair mais clientes, resolveu inovar com a seguinte promoção: ao finalizar uma compra nesta empresa, o cliente poderá escolher entre:
• frete grátis; e,
• desconto de 5%.
• desconto de 5%.
Um cliente fez uma consulta e descobriu que o frete cobrado para entregar em sua residência será de R$ 20,00, independente do valor da compra a ser realizada. Neste caso, para que o desconto de 5% se torne mais vantajoso do que o frete grátis, é preciso que o valor da compra feita por este cliente seja maior do que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Dados os conjuntos:
• H = {1, 3, 4, 5, 7, 10, 13}.
• G = {x !$ \in !$
*|x < 7}.
• G = {x !$ \in !$
*|x < 7}.
Qual alternativa apresenta o conjunto H – G?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um professor de matemática tem três filhos e quando alguém pergunta a idade deles, ele responde: “a soma das idades dos meus três filhos é 115; o meu filho mais novo tem a metade da idade do mais velho. E o mais velho tem 10 anos a mais que o filho do meio”. Neste caso, a idade do filho mais novo deste professor é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1297829
Ano: 2016
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Provas:
Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, os candidatos poderão habilitar-se nas categorias de A a E, obedecida uma gradação. A graduação que se refere à categoria D é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1297713
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Provas:
“Em meados da década de 1980, muitos jovens se encontravam com bastante frequência no Largo São Bento, centro da cidade de São Paulo.Eles faziam parte de um movimento político-cultural que discutia as condições sociais do negro em nossa sociedade. Nesse lugar eles se expressavam por meio da arte, como a dança, a música, a poesia e o grafite. Apesar de não ser mais o palco desse movimento, foi lá que tudo começou.” Trata-se do:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Uma pesquisa de avaliação da gestão de uma cidade deseja entrevistar todos os seus 20.000 eleitores. Para fazer essa pesquisa foram contratadas 25 pessoas. Sabendo que duas pessoas conseguem entrevistar 32 eleitores por dia, quantos dias serão necessários para finalizar a pesquisa?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
976522
Ano: 2016
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Provas:
Deixar de dar passagem às ambulâncias, quando em serviço de urgência e devidamente identificadas por dispositivos regulamentados de alarme sonoro e iluminação vermelha intermitentes, constitui infração:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
976485
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Provas:
Ao longo de sua história, o Brasil passou por vários modelos econômicos até alcançar certa estabilidade. Até 1930 a economia brasileira era:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container