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Uma viagem foi realizada em 2 horas e 30 minutos e durante o percurso a velocidade foi de 80 Km por hora. Se esta viagem fosse realizada a uma velocidade de 75 Km por hora, a duração da viagem seria igual a:
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Evandro foi realizar um saque no caixa eletrônico e verificou que ele possuía somente notas de R$ 50,00 e R$ 10,00. Se ele sacou o total de R$ 400,00 e recebeu 12 notas, a quantidade de notas de R$ 10,00 que recebeu é igual a metade de:
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Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Salgado Filho-PR
Uma loja de artigos de limpeza trabalha com uma margem de 60% em seus produtos. O dono da loja sabe que normalmente é necessário trabalhar com um desconto nos produtos, o qual é solicitado pelos clientes. Se um produto tem preço de custo de R$ 200,00, após a margem de lucro passou a custar R$ 320,00 e foi vendido a R$ 256,00 teve um desconto com relação ao preço final de venda igual a:
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Ozempic corre risco de faltar em farmácias devido à alta procura
O Ozempic, remédio indicado para tratamento do diabetes tipo dois, corre risco de entrar em falta no Brasil neste primeiro trimestre, segundo a Novo Nordisk, fabricante do medicamento. Embora não tenha indicação na bula, o fármaco também é utilizado contra obesidade. A possível falta do remédio no mercado brasileiro resulta de uma demanda maior do que a esperada pela Novo Nordisk. Segundo a farmacêutica, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) já foi notificada a respeito das limitações no fornecimento. A previsão é de que, somente no segundo trimestre, o reabastecimento volte a ser normalizado.
O Ozempic, que é uma caneta injetável, é o nome comercial para a semaglutida 1,0 mg. A substância é indicada oficialmente para o tratamento da diabetes tipo dois. No entanto, benefícios foram vistos para a perda de peso em razão das ações que o princípio ativo tem algumas ações no organismo humano. Uma delas consiste em aumentar a sensação de saciedade e reduzir o apetite. Como resultado, o paciente emagrece. A Folha questionou a Novo Nordisk se os problemas de fornecimento do medicamento têm relação com o uso dele para emagrecimento. A farmacêutica respondeu que “não é possível rastrear a finalidade de uso do produto pelo paciente”. A empresa ainda ressaltou que não incentiva o uso “off-label”, que é quando um remédio é utilizado para tratamento de algo que não consta na bula. Caso um paciente com diabetes tipo dois encontre dificuldades em encontrar o medicamento, é possível adotar outras alternativas da mesma classe de medicamentos —eles são chamados de análogos de GLP- Nesse caso, é importante conversar com o médico afim de ter as orientações adequadas.
O Brasil já conta com remédios com indicações oficiais para obesidade. O Wegovy é um deles. O medicamento leva a semaglutida em sua composição—nesse caso, na dosagem de 2,4mg— e tem recomendação na bula para o tratamento da obesidade. Ele também é fabricado pela farmacêutica Novo Nordisk e recebeu autorização para ser comercializado no Brasil em janeiro deste ano. Por enquanto, o remédio ainda não tem preço definido nem data certa para chegar ao mercado brasileiro, mas a expectativa da farmacêutica é que a disponibilidade do Wegovy no Brasil deva ocorrer no segundo semestre deste ano.
Outras opções disponíveis no Brasil são o orlistate e a sibutramina. O primeiro deles inibe uma enzima que temos no intestino com a função de absorver gordura. Quando a pessoa come um alimento gorduroso e está tomando o orlistate, o remédio barra a enzima e a gordura é descartada nas fezes. O problema é que esse mecanismo pode causar diarreias em razão da gordura sair durante a defecação. Já a sibutramina age no cérebro diminuindo a vontade de comer alimentos que dão prazer ao paciente. O dilema é que ela tem associação com efeitos colaterais, não sendo recomendada para pessoas com doenças cardíacas, por exemplo. Já que uma quantidade considerável de pessoas obesas tem complicações cardiovasculares, uma parcela delas não pode utilizar o remédio. Além disso, atividades físicas praticadas regularmente e manter uma dieta equilibrada são essenciais para o controle da obesidade, de acordo com os médicos. Especialistas indicam que os fármacos são aliados na perda de peso, enquanto as alterações nos hábitos de vida são essenciais.
Fonte: Folha de São Paulo, 8 de fevereiro de 2023
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pela oração subordinada em destaque no período: Quando a pessoa come um alimento gorduroso e está tomando o orlistate, o remédio barra a enzima e a gordura é descartada nas fezes:
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- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicativo
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoSujeito
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplementos VerbaisObjeto Direto
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplementos VerbaisObjeto Indireto
- SintaxeTermos Acessórios e IndependentesTermos AcessóriosAposto
Ozempic corre risco de faltar em farmácias devido à alta procura
O Ozempic, remédio indicado para tratamento do diabetes tipo dois, corre risco de entrar em falta no Brasil neste primeiro trimestre, segundo a Novo Nordisk, fabricante do medicamento. Embora não tenha indicação na bula, o fármaco também é utilizado contra obesidade. A possível falta do remédio no mercado brasileiro resulta de uma demanda maior do que a esperada pela Novo Nordisk. Segundo a farmacêutica, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) já foi notificada a respeito das limitações no fornecimento. A previsão é de que, somente no segundo trimestre, o reabastecimento volte a ser normalizado.
O Ozempic, que é uma caneta injetável, é o nome comercial para a semaglutida 1,0 mg. A substância é indicada oficialmente para o tratamento da diabetes tipo dois. No entanto, benefícios foram vistos para a perda de peso em razão das ações que o princípio ativo tem algumas ações no organismo humano. Uma delas consiste em aumentar a sensação de saciedade e reduzir o apetite. Como resultado, o paciente emagrece. A Folha questionou a Novo Nordisk se os problemas de fornecimento do medicamento têm relação com o uso dele para emagrecimento. A farmacêutica respondeu que “não é possível rastrear a finalidade de uso do produto pelo paciente”. A empresa ainda ressaltou que não incentiva o uso “off-label”, que é quando um remédio é utilizado para tratamento de algo que não consta na bula. Caso um paciente com diabetes tipo dois encontre dificuldades em encontrar o medicamento, é possível adotar outras alternativas da mesma classe de medicamentos —eles são chamados de análogos de GLP- Nesse caso, é importante conversar com o médico afim de ter as orientações adequadas.
O Brasil já conta com remédios com indicações oficiais para obesidade. O Wegovy é um deles. O medicamento leva a semaglutida em sua composição—nesse caso, na dosagem de 2,4mg— e tem recomendação na bula para o tratamento da obesidade. Ele também é fabricado pela farmacêutica Novo Nordisk e recebeu autorização para ser comercializado no Brasil em janeiro deste ano. Por enquanto, o remédio ainda não tem preço definido nem data certa para chegar ao mercado brasileiro, mas a expectativa da farmacêutica é que a disponibilidade do Wegovy no Brasil deva ocorrer no segundo semestre deste ano.
Outras opções disponíveis no Brasil são o orlistate e a sibutramina. O primeiro deles inibe uma enzima que temos no intestino com a função de absorver gordura. Quando a pessoa come um alimento gorduroso e está tomando o orlistate, o remédio barra a enzima e a gordura é descartada nas fezes. O problema é que esse mecanismo pode causar diarreias em razão da gordura sair durante a defecação. Já a sibutramina age no cérebro diminuindo a vontade de comer alimentos que dão prazer ao paciente. O dilema é que ela tem associação com efeitos colaterais, não sendo recomendada para pessoas com doenças cardíacas, por exemplo. Já que uma quantidade considerável de pessoas obesas tem complicações cardiovasculares, uma parcela delas não pode utilizar o remédio. Além disso, atividades físicas praticadas regularmente e manter uma dieta equilibrada são essenciais para o controle da obesidade, de acordo com os médicos. Especialistas indicam que os fármacos são aliados na perda de peso, enquanto as alterações nos hábitos de vida são essenciais.
Fonte: Folha de São Paulo, 8 de fevereiro de 2023
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pelo termo em destaque no período: Especialistas indicam que os fármacos são aliados na perda de peso, enquanto as alterações nos hábitos de vida são essenciais.
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Ozempic corre risco de faltar em farmácias devido à alta procura
O Ozempic, remédio indicado para tratamento do diabetes tipo dois, corre risco de entrar em falta no Brasil neste primeiro trimestre, segundo a Novo Nordisk, fabricante do medicamento. Embora não tenha indicação na bula, o fármaco também é utilizado contra obesidade. A possível falta do remédio no mercado brasileiro resulta de uma demanda maior do que a esperada pela Novo Nordisk. Segundo a farmacêutica, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) já foi notificada a respeito das limitações no fornecimento. A previsão é de que, somente no segundo trimestre, o reabastecimento volte a ser normalizado.
O Ozempic, que é uma caneta injetável, é o nome comercial para a semaglutida 1,0 mg. A substância é indicada oficialmente para o tratamento da diabetes tipo dois. No entanto, benefícios foram vistos para a perda de peso em razão das ações que o princípio ativo tem algumas ações no organismo humano. Uma delas consiste em aumentar a sensação de saciedade e reduzir o apetite. Como resultado, o paciente emagrece. A Folha questionou a Novo Nordisk se os problemas de fornecimento do medicamento têm relação com o uso dele para emagrecimento. A farmacêutica respondeu que “não é possível rastrear a finalidade de uso do produto pelo paciente”. A empresa ainda ressaltou que não incentiva o uso “off-label”, que é quando um remédio é utilizado para tratamento de algo que não consta na bula. Caso um paciente com diabetes tipo dois encontre dificuldades em encontrar o medicamento, é possível adotar outras alternativas da mesma classe de medicamentos —eles são chamados de análogos de GLP- Nesse caso, é importante conversar com o médico afim de ter as orientações adequadas.
O Brasil já conta com remédios com indicações oficiais para obesidade. O Wegovy é um deles. O medicamento leva a semaglutida em sua composição—nesse caso, na dosagem de 2,4mg— e tem recomendação na bula para o tratamento da obesidade. Ele também é fabricado pela farmacêutica Novo Nordisk e recebeu autorização para ser comercializado no Brasil em janeiro deste ano. Por enquanto, o remédio ainda não tem preço definido nem data certa para chegar ao mercado brasileiro, mas a expectativa da farmacêutica é que a disponibilidade do Wegovy no Brasil deva ocorrer no segundo semestre deste ano.
Outras opções disponíveis no Brasil são o orlistate e a sibutramina. O primeiro deles inibe uma enzima que temos no intestino com a função de absorver gordura. Quando a pessoa come um alimento gorduroso e está tomando o orlistate, o remédio barra a enzima e a gordura é descartada nas fezes. O problema é que esse mecanismo pode causar diarreias em razão da gordura sair durante a defecação. Já a sibutramina age no cérebro diminuindo a vontade de comer alimentos que dão prazer ao paciente. O dilema é que ela tem associação com efeitos colaterais, não sendo recomendada para pessoas com doenças cardíacas, por exemplo. Já que uma quantidade considerável de pessoas obesas tem complicações cardiovasculares, uma parcela delas não pode utilizar o remédio. Além disso, atividades físicas praticadas regularmente e manter uma dieta equilibrada são essenciais para o controle da obesidade, de acordo com os médicos. Especialistas indicam que os fármacos são aliados na perda de peso, enquanto as alterações nos hábitos de vida são essenciais.
Fonte: Folha de São Paulo, 8 de fevereiro de 2023
Assinale a alternativa que apresente a classe morfológica da palavra em destaque no período: Outras opções disponíveis no Brasil são o orlistate e a sibutramina.
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Ozempic corre risco de faltar em farmácias devido à alta procura
O Ozempic, remédio indicado para tratamento do diabetes tipo dois, corre risco de entrar em falta no Brasil neste primeiro trimestre, segundo a Novo Nordisk, fabricante do medicamento. Embora não tenha indicação na bula, o fármaco também é utilizado contra obesidade. A possível falta do remédio no mercado brasileiro resulta de uma demanda maior do que a esperada pela Novo Nordisk. Segundo a farmacêutica, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) já foi notificada a respeito das limitações no fornecimento. A previsão é de que, somente no segundo trimestre, o reabastecimento volte a ser normalizado.
O Ozempic, que é uma caneta injetável, é o nome comercial para a semaglutida 1,0 mg. A substância é indicada oficialmente para o tratamento da diabetes tipo dois. No entanto, benefícios foram vistos para a perda de peso em razão das ações que o princípio ativo tem algumas ações no organismo humano. Uma delas consiste em aumentar a sensação de saciedade e reduzir o apetite. Como resultado, o paciente emagrece. A Folha questionou a Novo Nordisk se os problemas de fornecimento do medicamento têm relação com o uso dele para emagrecimento. A farmacêutica respondeu que “não é possível rastrear a finalidade de uso do produto pelo paciente”. A empresa ainda ressaltou que não incentiva o uso “off-label”, que é quando um remédio é utilizado para tratamento de algo que não consta na bula. Caso um paciente com diabetes tipo dois encontre dificuldades em encontrar o medicamento, é possível adotar outras alternativas da mesma classe de medicamentos —eles são chamados de análogos de GLP- Nesse caso, é importante conversar com o médico afim de ter as orientações adequadas.
O Brasil já conta com remédios com indicações oficiais para obesidade. O Wegovy é um deles. O medicamento leva a semaglutida em sua composição—nesse caso, na dosagem de 2,4mg— e tem recomendação na bula para o tratamento da obesidade. Ele também é fabricado pela farmacêutica Novo Nordisk e recebeu autorização para ser comercializado no Brasil em janeiro deste ano. Por enquanto, o remédio ainda não tem preço definido nem data certa para chegar ao mercado brasileiro, mas a expectativa da farmacêutica é que a disponibilidade do Wegovy no Brasil deva ocorrer no segundo semestre deste ano.
Outras opções disponíveis no Brasil são o orlistate e a sibutramina. O primeiro deles inibe uma enzima que temos no intestino com a função de absorver gordura. Quando a pessoa come um alimento gorduroso e está tomando o orlistate, o remédio barra a enzima e a gordura é descartada nas fezes. O problema é que esse mecanismo pode causar diarreias em razão da gordura sair durante a defecação. Já a sibutramina age no cérebro diminuindo a vontade de comer alimentos que dão prazer ao paciente. O dilema é que ela tem associação com efeitos colaterais, não sendo recomendada para pessoas com doenças cardíacas, por exemplo. Já que uma quantidade considerável de pessoas obesas tem complicações cardiovasculares, uma parcela delas não pode utilizar o remédio. Além disso, atividades físicas praticadas regularmente e manter uma dieta equilibrada são essenciais para o controle da obesidade, de acordo com os médicos. Especialistas indicam que os fármacos são aliados na perda de peso, enquanto as alterações nos hábitos de vida são essenciais.
Fonte: Folha de São Paulo, 8 de fevereiro de 2023
Assinale a alternativa cuja palavra seja acentuada pela mesma regra da palavra possível:
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Ozempic corre risco de faltar em farmácias devido à alta procura
O Ozempic, remédio indicado para tratamento do diabetes tipo dois, corre risco de entrar em falta no Brasil neste primeiro trimestre, segundo a Novo Nordisk, fabricante do medicamento. Embora não tenha indicação na bula, o fármaco também é utilizado contra obesidade. A possível falta do remédio no mercado brasileiro resulta de uma demanda maior do que a esperada pela Novo Nordisk. Segundo a farmacêutica, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) já foi notificada a respeito das limitações no fornecimento. A previsão é de que, somente no segundo trimestre, o reabastecimento volte a ser normalizado.
O Ozempic, que é uma caneta injetável, é o nome comercial para a semaglutida 1,0 mg. A substância é indicada oficialmente para o tratamento da diabetes tipo dois. No entanto, benefícios foram vistos para a perda de peso em razão das ações que o princípio ativo tem algumas ações no organismo humano. Uma delas consiste em aumentar a sensação de saciedade e reduzir o apetite. Como resultado, o paciente emagrece. A Folha questionou a Novo Nordisk se os problemas de fornecimento do medicamento têm relação com o uso dele para emagrecimento. A farmacêutica respondeu que “não é possível rastrear a finalidade de uso do produto pelo paciente”. A empresa ainda ressaltou que não incentiva o uso “off-label”, que é quando um remédio é utilizado para tratamento de algo que não consta na bula. Caso um paciente com diabetes tipo dois encontre dificuldades em encontrar o medicamento, é possível adotar outras alternativas da mesma classe de medicamentos —eles são chamados de análogos de GLP- Nesse caso, é importante conversar com o médico afim de ter as orientações adequadas.
O Brasil já conta com remédios com indicações oficiais para obesidade. O Wegovy é um deles. O medicamento leva a semaglutida em sua composição—nesse caso, na dosagem de 2,4mg— e tem recomendação na bula para o tratamento da obesidade. Ele também é fabricado pela farmacêutica Novo Nordisk e recebeu autorização para ser comercializado no Brasil em janeiro deste ano. Por enquanto, o remédio ainda não tem preço definido nem data certa para chegar ao mercado brasileiro, mas a expectativa da farmacêutica é que a disponibilidade do Wegovy no Brasil deva ocorrer no segundo semestre deste ano.
Outras opções disponíveis no Brasil são o orlistate e a sibutramina. O primeiro deles inibe uma enzima que temos no intestino com a função de absorver gordura. Quando a pessoa come um alimento gorduroso e está tomando o orlistate, o remédio barra a enzima e a gordura é descartada nas fezes. O problema é que esse mecanismo pode causar diarreias em razão da gordura sair durante a defecação. Já a sibutramina age no cérebro diminuindo a vontade de comer alimentos que dão prazer ao paciente. O dilema é que ela tem associação com efeitos colaterais, não sendo recomendada para pessoas com doenças cardíacas, por exemplo. Já que uma quantidade considerável de pessoas obesas tem complicações cardiovasculares, uma parcela delas não pode utilizar o remédio. Além disso, atividades físicas praticadas regularmente e manter uma dieta equilibrada são essenciais para o controle da obesidade, de acordo com os médicos. Especialistas indicam que os fármacos são aliados na perda de peso, enquanto as alterações nos hábitos de vida são essenciais.
Fonte: Folha de São Paulo, 8 de fevereiro de 2023
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO possua dígrafo:
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Ozempic corre risco de faltar em farmácias devido à alta procura
O Ozempic, remédio indicado para tratamento do diabetes tipo dois, corre risco de entrar em falta no Brasil neste primeiro trimestre, segundo a Novo Nordisk, fabricante do medicamento. Embora não tenha indicação na bula, o fármaco também é utilizado contra obesidade. A possível falta do remédio no mercado brasileiro resulta de uma demanda maior do que a esperada pela Novo Nordisk. Segundo a farmacêutica, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) já foi notificada a respeito das limitações no fornecimento. A previsão é de que, somente no segundo trimestre, o reabastecimento volte a ser normalizado.
O Ozempic, que é uma caneta injetável, é o nome comercial para a semaglutida 1,0 mg. A substância é indicada oficialmente para o tratamento da diabetes tipo dois. No entanto, benefícios foram vistos para a perda de peso em razão das ações que o princípio ativo tem algumas ações no organismo humano. Uma delas consiste em aumentar a sensação de saciedade e reduzir o apetite. Como resultado, o paciente emagrece. A Folha questionou a Novo Nordisk se os problemas de fornecimento do medicamento têm relação com o uso dele para emagrecimento. A farmacêutica respondeu que “não é possível rastrear a finalidade de uso do produto pelo paciente”. A empresa ainda ressaltou que não incentiva o uso “off-label”, que é quando um remédio é utilizado para tratamento de algo que não consta na bula. Caso um paciente com diabetes tipo dois encontre dificuldades em encontrar o medicamento, é possível adotar outras alternativas da mesma classe de medicamentos —eles são chamados de análogos de GLP- Nesse caso, é importante conversar com o médico afim de ter as orientações adequadas.
O Brasil já conta com remédios com indicações oficiais para obesidade. O Wegovy é um deles. O medicamento leva a semaglutida em sua composição—nesse caso, na dosagem de 2,4mg— e tem recomendação na bula para o tratamento da obesidade. Ele também é fabricado pela farmacêutica Novo Nordisk e recebeu autorização para ser comercializado no Brasil em janeiro deste ano. Por enquanto, o remédio ainda não tem preço definido nem data certa para chegar ao mercado brasileiro, mas a expectativa da farmacêutica é que a disponibilidade do Wegovy no Brasil deva ocorrer no segundo semestre deste ano.
Outras opções disponíveis no Brasil são o orlistate e a sibutramina. O primeiro deles inibe uma enzima que temos no intestino com a função de absorver gordura. Quando a pessoa come um alimento gorduroso e está tomando o orlistate, o remédio barra a enzima e a gordura é descartada nas fezes. O problema é que esse mecanismo pode causar diarreias em razão da gordura sair durante a defecação. Já a sibutramina age no cérebro diminuindo a vontade de comer alimentos que dão prazer ao paciente. O dilema é que ela tem associação com efeitos colaterais, não sendo recomendada para pessoas com doenças cardíacas, por exemplo. Já que uma quantidade considerável de pessoas obesas tem complicações cardiovasculares, uma parcela delas não pode utilizar o remédio. Além disso, atividades físicas praticadas regularmente e manter uma dieta equilibrada são essenciais para o controle da obesidade, de acordo com os médicos. Especialistas indicam que os fármacos são aliados na perda de peso, enquanto as alterações nos hábitos de vida são essenciais.
Fonte: Folha de São Paulo, 8 de fevereiro de 2023
Assinale a alternativa cuja divisão silábica da palavra esteja INCORRETA:
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Ozempic corre risco de faltar em farmácias devido à alta procura
O Ozempic, remédio indicado para tratamento do diabetes tipo dois, corre risco de entrar em falta no Brasil neste primeiro trimestre, segundo a Novo Nordisk, fabricante do medicamento. Embora não tenha indicação na bula, o fármaco também é utilizado contra obesidade. A possível falta do remédio no mercado brasileiro resulta de uma demanda maior do que a esperada pela Novo Nordisk. Segundo a farmacêutica, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) já foi notificada a respeito das limitações no fornecimento. A previsão é de que, somente no segundo trimestre, o reabastecimento volte a ser normalizado.
O Ozempic, que é uma caneta injetável, é o nome comercial para a semaglutida 1,0 mg. A substância é indicada oficialmente para o tratamento da diabetes tipo dois. No entanto, benefícios foram vistos para a perda de peso em razão das ações que o princípio ativo tem algumas ações no organismo humano. Uma delas consiste em aumentar a sensação de saciedade e reduzir o apetite. Como resultado, o paciente emagrece. A Folha questionou a Novo Nordisk se os problemas de fornecimento do medicamento têm relação com o uso dele para emagrecimento. A farmacêutica respondeu que “não é possível rastrear a finalidade de uso do produto pelo paciente”. A empresa ainda ressaltou que não incentiva o uso “off-label”, que é quando um remédio é utilizado para tratamento de algo que não consta na bula. Caso um paciente com diabetes tipo dois encontre dificuldades em encontrar o medicamento, é possível adotar outras alternativas da mesma classe de medicamentos —eles são chamados de análogos de GLP- Nesse caso, é importante conversar com o médico afim de ter as orientações adequadas.
O Brasil já conta com remédios com indicações oficiais para obesidade. O Wegovy é um deles. O medicamento leva a semaglutida em sua composição—nesse caso, na dosagem de 2,4mg— e tem recomendação na bula para o tratamento da obesidade. Ele também é fabricado pela farmacêutica Novo Nordisk e recebeu autorização para ser comercializado no Brasil em janeiro deste ano. Por enquanto, o remédio ainda não tem preço definido nem data certa para chegar ao mercado brasileiro, mas a expectativa da farmacêutica é que a disponibilidade do Wegovy no Brasil deva ocorrer no segundo semestre deste ano.
Outras opções disponíveis no Brasil são o orlistate e a sibutramina. O primeiro deles inibe uma enzima que temos no intestino com a função de absorver gordura. Quando a pessoa come um alimento gorduroso e está tomando o orlistate, o remédio barra a enzima e a gordura é descartada nas fezes. O problema é que esse mecanismo pode causar diarreias em razão da gordura sair durante a defecação. Já a sibutramina age no cérebro diminuindo a vontade de comer alimentos que dão prazer ao paciente. O dilema é que ela tem associação com efeitos colaterais, não sendo recomendada para pessoas com doenças cardíacas, por exemplo. Já que uma quantidade considerável de pessoas obesas tem complicações cardiovasculares, uma parcela delas não pode utilizar o remédio. Além disso, atividades físicas praticadas regularmente e manter uma dieta equilibrada são essenciais para o controle da obesidade, de acordo com os médicos. Especialistas indicam que os fármacos são aliados na perda de peso, enquanto as alterações nos hábitos de vida são essenciais.
Fonte: Folha de São Paulo, 8 de fevereiro de 2023
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA:
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