Foram encontradas 125 questões.
Qual é o resultado da expressão 560 - 145 + 78?
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Uma pessoa comprou um produto por R$ 125,00 e
pagou com uma nota de R$ 200,00. Qual foi o valor do
troco recebido?
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Uma quantidade de 840 unidades deve ser distribuída
igualmente entre 7 grupos. Quantas unidades cada
grupo receberá?
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Uma sala possui 5 metros de comprimento e 4 metros de
largura. Qual é a medida do perímetro dessa sala?
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Qual é o valor de um produto que custa R$ 500,00 após
um aumento de 10%?
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
HEPATITE B
O Brasil alcançou uma importante conquista no
combate à hepatite B: o país atingiu as metas
internacionais para eliminar a transmissão do vírus da
mãe para o bebê durante a gravidez ou o parto.
O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde durante
o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, no Rio
de Janeiro. Nos últimos dois anos, menos de 0,1% das
crianças com até cinco anos apresentaram infecção ativa
pelo vírus da hepatite B (HBV), índice considerado
adequado pelos padrões internacionais.
Com o resultado, o Brasil solicitou à Organização
Pan-Americana da Saúde (Opas) a certificação oficial da
eliminação da transmissão vertical da hepatite B. Em
2025, a taxa de transmissão de mãe para filho ficou em
0,0111%, abaixo do limite internacional de 0,1%.
O país também superou metas relacionadas ao
acompanhamento das gestantes e à vacinação dos
bebês. O pré-natal alcançou mais de 98% de cobertura
entre 2024 e 2025, enquanto a vacinação contra a
hepatite B nas primeiras horas de vida chegou a 97% em
2024 e 100% em 2025.
Segundo o Ministério da Saúde, esse avanço foi
resultado de ações como testes durante o pré-natal,
tratamento antiviral quando necessário, vacinação dos
recém-nascidos e aplicação de imunoglobulina em bebês
de mães com hepatite B.
O ministro Alexandre Padilha destacou que o
fortalecimento da atenção primária e das ações de saúde
nas comunidades foi fundamental para alcançar o
resultado.
Em 2025, o Brasil também recebeu a certificação
internacional pela eliminação da transmissão vertical do
HIV. A meta agora é eliminar, até 2030, a transmissão de
outras doenças da mãe para o bebê, como sífilis, doença
de Chagas, HTLV e hepatite B.
Sobre a sífilis, Padilha afirmou que o principal
desafio é proteger as mulheres durante toda a gestação,
já que algumas podem voltar a ser infectadas pelo
parceiro mesmo após o tratamento.
Por R. G. Silveira (2026).
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- Clínica MédicaHepatites
- Doenças Transmissíveis, Infecciosas e Parasitárias
- Saúde da MulherRotinas de Atenção no Pré-Natal
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
HEPATITE B
O Brasil alcançou uma importante conquista no
combate à hepatite B: o país atingiu as metas
internacionais para eliminar a transmissão do vírus da
mãe para o bebê durante a gravidez ou o parto.
O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde durante
o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, no Rio
de Janeiro. Nos últimos dois anos, menos de 0,1% das
crianças com até cinco anos apresentaram infecção ativa
pelo vírus da hepatite B (HBV), índice considerado
adequado pelos padrões internacionais.
Com o resultado, o Brasil solicitou à Organização
Pan-Americana da Saúde (Opas) a certificação oficial da
eliminação da transmissão vertical da hepatite B. Em
2025, a taxa de transmissão de mãe para filho ficou em
0,0111%, abaixo do limite internacional de 0,1%.
O país também superou metas relacionadas ao
acompanhamento das gestantes e à vacinação dos
bebês. O pré-natal alcançou mais de 98% de cobertura
entre 2024 e 2025, enquanto a vacinação contra a
hepatite B nas primeiras horas de vida chegou a 97% em
2024 e 100% em 2025.
Segundo o Ministério da Saúde, esse avanço foi
resultado de ações como testes durante o pré-natal,
tratamento antiviral quando necessário, vacinação dos
recém-nascidos e aplicação de imunoglobulina em bebês
de mães com hepatite B.
O ministro Alexandre Padilha destacou que o
fortalecimento da atenção primária e das ações de saúde
nas comunidades foi fundamental para alcançar o
resultado.
Em 2025, o Brasil também recebeu a certificação
internacional pela eliminação da transmissão vertical do
HIV. A meta agora é eliminar, até 2030, a transmissão de
outras doenças da mãe para o bebê, como sífilis, doença
de Chagas, HTLV e hepatite B.
Sobre a sífilis, Padilha afirmou que o principal
desafio é proteger as mulheres durante toda a gestação,
já que algumas podem voltar a ser infectadas pelo
parceiro mesmo após o tratamento.
Por R. G. Silveira (2026).
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
HEPATITE B
O Brasil alcançou uma importante conquista no
combate à hepatite B: o país atingiu as metas
internacionais para eliminar a transmissão do vírus da
mãe para o bebê durante a gravidez ou o parto.
O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde durante
o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, no Rio
de Janeiro. Nos últimos dois anos, menos de 0,1% das
crianças com até cinco anos apresentaram infecção ativa
pelo vírus da hepatite B (HBV), índice considerado
adequado pelos padrões internacionais.
Com o resultado, o Brasil solicitou à Organização
Pan-Americana da Saúde (Opas) a certificação oficial da
eliminação da transmissão vertical da hepatite B. Em
2025, a taxa de transmissão de mãe para filho ficou em
0,0111%, abaixo do limite internacional de 0,1%.
O país também superou metas relacionadas ao
acompanhamento das gestantes e à vacinação dos
bebês. O pré-natal alcançou mais de 98% de cobertura
entre 2024 e 2025, enquanto a vacinação contra a
hepatite B nas primeiras horas de vida chegou a 97% em
2024 e 100% em 2025.
Segundo o Ministério da Saúde, esse avanço foi
resultado de ações como testes durante o pré-natal,
tratamento antiviral quando necessário, vacinação dos
recém-nascidos e aplicação de imunoglobulina em bebês
de mães com hepatite B.
O ministro Alexandre Padilha destacou que o
fortalecimento da atenção primária e das ações de saúde
nas comunidades foi fundamental para alcançar o
resultado.
Em 2025, o Brasil também recebeu a certificação
internacional pela eliminação da transmissão vertical do
HIV. A meta agora é eliminar, até 2030, a transmissão de
outras doenças da mãe para o bebê, como sífilis, doença
de Chagas, HTLV e hepatite B.
Sobre a sífilis, Padilha afirmou que o principal
desafio é proteger as mulheres durante toda a gestação,
já que algumas podem voltar a ser infectadas pelo
parceiro mesmo após o tratamento.
Por R. G. Silveira (2026).
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- Clínica MédicaHepatites
- Doenças Transmissíveis, Infecciosas e ParasitáriasDST: Doenças Sexualmente TransmissíveisHIV/AIDS
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
HEPATITE B
O Brasil alcançou uma importante conquista no
combate à hepatite B: o país atingiu as metas
internacionais para eliminar a transmissão do vírus da
mãe para o bebê durante a gravidez ou o parto.
O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde durante
o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, no Rio
de Janeiro. Nos últimos dois anos, menos de 0,1% das
crianças com até cinco anos apresentaram infecção ativa
pelo vírus da hepatite B (HBV), índice considerado
adequado pelos padrões internacionais.
Com o resultado, o Brasil solicitou à Organização
Pan-Americana da Saúde (Opas) a certificação oficial da
eliminação da transmissão vertical da hepatite B. Em
2025, a taxa de transmissão de mãe para filho ficou em
0,0111%, abaixo do limite internacional de 0,1%.
O país também superou metas relacionadas ao
acompanhamento das gestantes e à vacinação dos
bebês. O pré-natal alcançou mais de 98% de cobertura
entre 2024 e 2025, enquanto a vacinação contra a
hepatite B nas primeiras horas de vida chegou a 97% em
2024 e 100% em 2025.
Segundo o Ministério da Saúde, esse avanço foi
resultado de ações como testes durante o pré-natal,
tratamento antiviral quando necessário, vacinação dos
recém-nascidos e aplicação de imunoglobulina em bebês
de mães com hepatite B.
O ministro Alexandre Padilha destacou que o
fortalecimento da atenção primária e das ações de saúde
nas comunidades foi fundamental para alcançar o
resultado.
Em 2025, o Brasil também recebeu a certificação
internacional pela eliminação da transmissão vertical do
HIV. A meta agora é eliminar, até 2030, a transmissão de
outras doenças da mãe para o bebê, como sífilis, doença
de Chagas, HTLV e hepatite B.
Sobre a sífilis, Padilha afirmou que o principal
desafio é proteger as mulheres durante toda a gestação,
já que algumas podem voltar a ser infectadas pelo
parceiro mesmo após o tratamento.
Por R. G. Silveira (2026).
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
HEPATITE B
O Brasil alcançou uma importante conquista no
combate à hepatite B: o país atingiu as metas
internacionais para eliminar a transmissão do vírus da
mãe para o bebê durante a gravidez ou o parto.
O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde durante
o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, no Rio
de Janeiro. Nos últimos dois anos, menos de 0,1% das
crianças com até cinco anos apresentaram infecção ativa
pelo vírus da hepatite B (HBV), índice considerado
adequado pelos padrões internacionais.
Com o resultado, o Brasil solicitou à Organização
Pan-Americana da Saúde (Opas) a certificação oficial da
eliminação da transmissão vertical da hepatite B. Em
2025, a taxa de transmissão de mãe para filho ficou em
0,0111%, abaixo do limite internacional de 0,1%.
O país também superou metas relacionadas ao
acompanhamento das gestantes e à vacinação dos
bebês. O pré-natal alcançou mais de 98% de cobertura
entre 2024 e 2025, enquanto a vacinação contra a
hepatite B nas primeiras horas de vida chegou a 97% em
2024 e 100% em 2025.
Segundo o Ministério da Saúde, esse avanço foi
resultado de ações como testes durante o pré-natal,
tratamento antiviral quando necessário, vacinação dos
recém-nascidos e aplicação de imunoglobulina em bebês
de mães com hepatite B.
O ministro Alexandre Padilha destacou que o
fortalecimento da atenção primária e das ações de saúde
nas comunidades foi fundamental para alcançar o
resultado.
Em 2025, o Brasil também recebeu a certificação
internacional pela eliminação da transmissão vertical do
HIV. A meta agora é eliminar, até 2030, a transmissão de
outras doenças da mãe para o bebê, como sífilis, doença
de Chagas, HTLV e hepatite B.
Sobre a sífilis, Padilha afirmou que o principal
desafio é proteger as mulheres durante toda a gestação,
já que algumas podem voltar a ser infectadas pelo
parceiro mesmo após o tratamento.
Por R. G. Silveira (2026).
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