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Foram encontradas 30 questões.

670192 Ano: 2014
Disciplina: Estatística
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Santa Izabel Pará-PA
Após a aplicação de um formulário de pesquisa para saber sobre a clientela e o tratamento de certa doença, o resultado foi tabulado conforme descrito abaixo:
enunciado 2005150-1
Com base nesses dados, é correto afirmar que a
 

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628915 Ano: 2014
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Santa Izabel Pará-PA
As leishmanioses são doenças consideradas primariamente como zoonoses que podem acometer o homem quando este entra em contato com o ciclo de transmissão do parasito, transformando-se em uma antropozoonose. Atualmente, essa doença encontra-se entre as seis endemias consideradas prioritárias no mundo. Para evitar os riscos de transmissão, algumas medidas devem ser tomadas para combater os agentes transmissores, dentre as quais o(a)
 

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628884 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Santa Izabel Pará-PA
Para a questão a seguir, considere que uma gota equivale a 3 microgotas e que cada ml corresponde a 20 gotas.
Quatro mil e duzentos mililitros (4200ml) foram prescritos para serem aplicados, com microgotas, em 10 horas. Assim, a cada minuto serão aplicadas
 

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598684 Ano: 2014
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Santa Izabel Pará-PA
A orientação da alimentação saudável em nível de Atenção à Saúde compõe o conjunto de ações como um recurso de promoção de saúde e, também, como tratamento para o controle e prevenção de agravos nas doenças crônicas como diabetes mellitus, hipertensão arterial entre outras. O Ministério da
Saúde elenca dez passos para uma alimentação saudável como subsídios importantes para a orientação nutricional às pessoas com doenças crônicas. Quanto a esses passos, é correto afirmar que
 

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593071 Ano: 2014
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Santa Izabel Pará-PA
A amamentação é um ato que proporciona um desenvolvimento saudável e que se reflete na saúde bucal da criança. Crianças que mamam no peito têm melhor desenvolvimento da fala, da respiração e da formação da dentição. Ao abordar a mãe que amamenta seu filho, o agente comunitário de saúde deve
 

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576020 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Santa Izabel Pará-PA
No período de 2010 a 2014, os recursos do Governo Federal repassados para a Atenção Básica de Saúde encontram-se representados no gráfico abaixo.
enunciado 1995491-1
Por esse gráfico, pode-se afirmar que o aumento de recursos no período foi de aproximadamente
 

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568700 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Santa Izabel Pará-PA
Para a questão a seguir, considere que uma gota equivale a 3 microgotas e que cada ml corresponde a 20 gotas.
Uma solução medicamentosa foi prescrita para ser ministrada na dosagem de 100 gotas por minuto durante 12 horas. No total, portanto, foram prescritos
 

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567738 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Santa Izabel Pará-PA
Ah, se a hepatite fosse a aids...
Cristiane Segatto
Algumas doenças assustam e comovem. Outras, não. A razão nada tem a ver com a real ameaça que elas representam. Tudo é uma questão de percepção. O que determina se a sociedade vai se apavorar ou negligenciar depende, em grande parte, da forma como a história é contada e registrada.
Para um poeta do início do século XX, sofrer de tuberculose era quase que um sinal de distinção. A doença que matou Franz Kafka e George Orwell e influenciou a obra do modernista Manuel Bandeira chegou a ser considerada um estímulo à criatividade. Hoje ela é erroneamente percebida pela sociedade como um mal dos pobres.
A doença é a mesma, o bacilo causador é o mesmo (embora tenha se tornado mais perigoso e resistente aos medicamentos), mas a sensação de que a classe média abastada e esclarecida está protegida contribui para a expansão da pandemia que mata 1,7 milhão de pessoas no mundo a cada ano. Qualquer um pode pegar a doença. No ônibus, no metrô, no avião. Pouco ouvimos falar sobre ela.
O mesmo silêncio letal acomete as hepatites. Pelo menos 1,5 milhão de brasileiros têm um dos vírus causadores da doença. Essa é uma estimativa bastante conservadora. O número real de infectados pode chegar a 5 milhões. A maioria nem desconfia. O vírus pode permanecer 20 anos no organismo sem dar nenhum sinal. Quando é descoberto, a infecção já provocou cirrose hepática ou câncer.
Nesses casos, quase sempre o destino dos doentes é a fila de transplantes – a mais cruel de todas. Um fígado é mais disputado que um coração ou os rins. A maioria dos pacientes morre antes de conseguir o transplante.
Não existe remédio capaz de reavivar as funções de um fígado que entrou em falência. O problema é gravíssimo, mas pode ser evitado. O que salva é o conhecimento e a prevenção. (...) Se as doenças do fígado afetam muito mais gente, por que só temos olhos (e dinheiro) para o HIV?
O vírus da hepatite B também é transmitido sexualmente e é cem vezes mais contagioso que o da aids. Quantas campanhas sobre aids você se lembra de ter visto? E sobre hepatite?
Não quero sugerir que as pessoas deixem de se preocupar com a aids. Ela é uma doença gravíssima, que pode e deve ser evitada. Os portadores do HIV merecem continuar recebendo o tratamento que conquistaram a duras penas, mas é preciso entender que hoje as hepatites são um problema muito maior para o Brasil que a aids. Elas deveriam receber a mesma atenção que a aids recebe. No mínimo. (...)
Nesta semana, o Ministério da Saúde anunciou que vai oferecer duas novas drogas para o tratamento da hepatite C. O destaque que a imprensa deu para a doença foi mínimo. No dia 28, a Organização Mundial da Saúde lança uma campanha internacional para aumentar a consciência sobre o risco das hepatites. Será que vai emplacar em algum lugar? Notícia fraca, sem graça, um vírus sem charme.
Charmosas ou feiosas, as hepatites não podem mais ser ignoradas.
Disponível em: < http://revistaepoca.globo.com/Saude-e-bem-estar/cristiane-segatto/noticia/2012/07/ah-se-hepatite-fosse-aids.html>
Acesso em: 20 out. 2014
Em “por que só temos olhos (e dinheiro) para o HIV?”, os parênteses são usados para
 

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554070 Ano: 2014
Disciplina: Estatística
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Santa Izabel Pará-PA
O gráfico de uma pesquisa é exibido abaixo e mostra que o Programa Saúde da Família foi avaliado como Muito Bom ou Bom por 80,6% dos entrevistados, como Regular por 14% e como Ruim ou Muito Ruim por 5,4%.
enunciado 1993672-1
O gráfico permite deduzir que,
 

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552332 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Santa Izabel Pará-PA
Ah, se a hepatite fosse a aids...
Cristiane Segatto
Algumas doenças assustam e comovem. Outras, não. A razão nada tem a ver com a real ameaça que elas representam. Tudo é uma questão de percepção. O que determina se a sociedade vai se apavorar ou negligenciar depende, em grande parte, da forma como a história é contada e registrada.
Para um poeta do início do século XX, sofrer de tuberculose era quase que um sinal de distinção. A doença que matou Franz Kafka e George Orwell e influenciou a obra do modernista Manuel Bandeira chegou a ser considerada um estímulo à criatividade. Hoje ela é erroneamente percebida pela sociedade como um mal dos pobres.
A doença é a mesma, o bacilo causador é o mesmo (embora tenha se tornado mais perigoso e resistente aos medicamentos), mas a sensação de que a classe média abastada e esclarecida está protegida contribui para a expansão da pandemia que mata 1,7 milhão(a) de pessoas no mundo a cada ano. Qualquer um pode pegar a doença. No ônibus, no metrô, no avião. Pouco ouvimos falar sobre ela.
O mesmo silêncio letal acomete as hepatites. Pelo menos 1,5 milhão(b) de brasileiros têm um dos vírus causadores da doença. Essa é uma estimativa bastante conservadora. O número real de infectados pode chegar a 5 milhões(c). A maioria nem desconfia. O vírus pode permanecer 20 anos(d) no organismo sem dar nenhum sinal. Quando é descoberto, a infecção já provocou cirrose hepática ou câncer.
Nesses casos, quase sempre o destino dos doentes é a fila de transplantes – a mais cruel de todas. Um fígado é mais disputado que um coração ou os rins. A maioria dos pacientes morre antes de conseguir o transplante.
Não existe remédio capaz de reavivar as funções de um fígado que entrou em falência. O problema é gravíssimo, mas pode ser evitado. O que salva é o conhecimento e a prevenção. (...) Se as doenças do fígado afetam muito mais gente, por que só temos olhos (e dinheiro) para o HIV?
O vírus da hepatite B também é transmitido sexualmente e é cem vezes mais contagioso que o da aids. Quantas campanhas sobre aids você se lembra de ter visto? E sobre hepatite?
Não quero sugerir que as pessoas deixem de se preocupar com a aids. Ela é uma doença gravíssima, que pode e deve ser evitada. Os portadores do HIV merecem continuar recebendo o tratamento que conquistaram a duras penas, mas é preciso entender que hoje as hepatites são um problema muito maior para o Brasil que a aids. Elas deveriam receber a mesma atenção que a aids recebe. No mínimo. (...)
Nesta semana, o Ministério da Saúde anunciou que vai oferecer duas novas drogas para o tratamento da hepatite C. O destaque que a imprensa deu para a doença foi mínimo. No dia 28, a Organização Mundial da Saúde lança uma campanha internacional para aumentar a consciência sobre o risco das hepatites. Será que vai emplacar em algum lugar? Notícia fraca, sem graça, um vírus sem charme.
Charmosas ou feiosas, as hepatites não podem mais ser ignoradas.
Disponível em: < http://revistaepoca.globo.com/Saude-e-bem-estar/cristiane-segatto/noticia/2012/07/ah-se-hepatite-fosse-aids.html>
Acesso em: 20 out. 2014
Em relação aos números citados no texto, é falsa a relação indicada em
 

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