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Foram encontradas 134 questões.

369122 Ano: 2017
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
Ensinar e Aprender História é tomar a dimensão disciplinar da História e considerar o próprio processo de escolarização. Sobre o conhecimento histórico, é CORRETO afirmar:
 

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369121 Ano: 2017
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
Uma das noções mais significativas na formação dos alunos é a noção de tempo histórico. Sobre tempo histórico, é CORRETO afirmar:
 

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369120 Ano: 2017
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
Leia o texto abaixo. Ele servirá de base para a questão.
O Cogumelo Venenoso
Publicado em 1938, O cogumelo venenoso é um dos livros de texto para as escolas em que transparecia com mais clareza a virulência antissemita difundida na sociedade alemã:
O pequeno Franz foi com sua mãe procurar cogumelos no bosque. [...] Pelo caminho, a mãe diz:
- Olha, Franz, como acontece com os cogumelos no bosque, o mesmo ocorre também com as pessoas na terra. Há cogumelos bons e pessoas boas. Existem cogumelos venenosos, cogumelos maus, e pessoas más. E dessas pessoas é preciso ter cuidado como com os cogumelos venenosos, Entende?
- Sim, mãe, compreendo – diz Franz -, se confiarmos em pessoas más, pode ocorrer uma desgraça, assim como se comermos um cogumelo venenoso, podemos morrer!
- E sabe quem são essas pessoas más, esses cogumelos venenosos da humanidade? – Pressiona a mãe. Franz demonstra segurança.
- Certamente, mamãe! Sei muito bem. São.... os judeus. Nosso professor o diz com frequência na escola. [...]
- Exatamente! – Aplaude a mãe. E depois continua falando, muito séria.
- Os judeus são pessoas más. São como os cogumelos venenosos. E assim como é difícil muitas vezes distinguir os cogumelos venenosos dos bons, é igualmente difícil reconhecer os judeus como pilantras e delinquentes. Como os cogumelos venenosos se apresentam com as mais variadas cores, assim também os judeus conseguem tornar-se irreconhecíveis assumindo os mais estranhos aspectos.
- Em que aspectos estranhos pensas? – Pergunta o pequeno Franz.
A mãe compreende que o menino não captou ainda totalmente o sentido. E, imperturbável, continua explicando.
- Então, escuta! Há, por exemplo, o judeu ambulante. Com tecidos e todo tipo de mercadoria possível vai de aldeia em aldeia. Elogia sua mercadoria como a melhor e menos cara. Na realidade é a pior e a mais cara. Não deves confiar nele! [...] O mesmo ocorre com os judeus que criam animais, com os judeus dos mercados, com os açougueiros, com os médicos judeus, com os judeus batizados etc. Mesmo que finjam, mesmo que se mostrem gentis e, se mil vezes dizem que querem apenas nosso bem, não podemos acreditar neles. São judeus e continuam sendo judeus. São venenosos para nosso povo! [...] Do mesmo modo que com um cogumelo venenoso se pode matar uma família inteira, um único judeu pode aniquilar uma aldeia inteira, uma cidade, até mesmo todo um povo.
Franz compreendeu a mãe.
- Mãe, todos os não judeus sabem que o judeu é perigoso como um cogumelo venenoso?
- Infelizmente, não, meu filho. Há muitos milhões de não judeus que ainda não conheceram o judeu. E por isso devemos informá-los e deixá-los de sobreaviso com relação aos judeus. Devemos, porém, advertir também nossa juventude sobre os judeus. Nossos meninos e meninas devem saber imediatamente quem são os judeus. Devem saber que o judeu é o cogumelo venenoso mais perigoso que pode existir. Como os cogumelos crescem em toda parte, assim também o judeu se encontra em todos os países do mundo. Como os cogumelos venenosos provocam muitas vezes graves desgraças, assim também o judeu é causa de miséria e sofrimento de infecção e morte.
(História Ilustrada do Nazismo/Volume 2: O poder e as consequências: 1933-1945. São Paulo: Larousse, 2009, p. 114)
A interdisciplinaridade e a transversalidade são projetos, ou seja, configuram uma ação pedagógica planejada com a proposição de um trabalho determinado pela natureza do conhecimento a ser desenvolvido e dos objetivos da atividade didática. Com relação a esses dois projetos do trabalho pedagógico, é CORRETO afirmar:
 

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369119 Ano: 2017
Disciplina: Psicologia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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São consequências do assédio moral para o corpo, EXCETO:
 

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369118 Ano: 2017
Disciplina: Psicologia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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O indivíduo apresenta medos exagerados de se contaminar, lava as mãos a todo o momento, revisa diversas vezes a porta, o fogão ou o gás ao sair de casa, não passa em certos lugares com receio de que algo ruim possa acontecer depois, fica aflito porque as roupas não estão bem arrumadas no guarda-roupa, procura ainda evitar o contado com determinados lugares (por exemplo, banheiros públicos, hospitais, cemitérios). Estes são alguns exemplos de sintomas característicos de um transtorno de personalidade.
As características descritas acima correspondem a qual transtorno?
 

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369117 Ano: 2017
Disciplina: Psicologia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2020 a depressão será o segundo maior fator incapacitante do trabalho no mundo, perdendo apenas para doenças cardíacas. Condições de trabalho ruins, assédio moral, exploração da mão-de-obra, excesso de cobranças e prazos, não reconhecimento financeiro do desempenho e das qualidades do trabalhador são alguns dos fatores que levam à depressão proveniente do ambiente de trabalho. Os sintomas mais comuns da doença são, EXCETO:
 

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369116 Ano: 2017
Disciplina: Psicologia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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Segundo Cunha (1996), o Teste Psicodiagnóstico Miocinético, mais conhecido como PMK, focaliza alguns aspectos grafológicos e outros, relacionados a movimentos musculares expressivos. Pressupõe que cada indivíduo tem facilidade em produzir certo conjunto de movimentos, que, por lhe serem típicos, refletem sua atitude mental e traços caracterológicos. Dessa forma, podem ser analisados através de traçados do sujeito, em diferentes dimensões espaciais. O teste Psicodiagnóstico Miocinético - PMK visa:
I. Avaliação da personalidade (especialmente a agressividade, emocionalidade, extra e intratensão, tônus psicomotor, tendência à inibição ou excitação, aspectos psicopatológicos, etc.). II. Avaliação de condições para orientação e seleção profissional. III. Avaliação da capacidade de exatidão e clareza de raciocínio lógico com poder de discriminação nos níveis mais altos de inteligência.
É CORRETO o que se afirma em:
 

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369115 Ano: 2017
Disciplina: Psicologia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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Ao término do processo de recrutamento e seleção, os candidatos são admitidos na empresa e se tornam funcionários da mesma. O trabalho da área de Recursos Humanos ainda continua após a admissão desses novos funcionários, pois, após esta etapa, ele deverá:
 

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369114 Ano: 2017
Disciplina: História
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
Leia o texto abaixo. Ele servirá de base para a questão.
O Cogumelo Venenoso
Publicado em 1938, O cogumelo venenoso é um dos livros de texto para as escolas em que transparecia com mais clareza a virulência antissemita difundida na sociedade alemã:
O pequeno Franz foi com sua mãe procurar cogumelos no bosque. [...] Pelo caminho, a mãe diz:
- Olha, Franz, como acontece com os cogumelos no bosque, o mesmo ocorre também com as pessoas na terra. Há cogumelos bons e pessoas boas. Existem cogumelos venenosos, cogumelos maus, e pessoas más. E dessas pessoas é preciso ter cuidado como com os cogumelos venenosos, Entende?
- Sim, mãe, compreendo – diz Franz -, se confiarmos em pessoas más, pode ocorrer uma desgraça, assim como se comermos um cogumelo venenoso, podemos morrer!
- E sabe quem são essas pessoas más, esses cogumelos venenosos da humanidade? – Pressiona a mãe. Franz demonstra segurança.
- Certamente, mamãe! Sei muito bem. São.... os judeus. Nosso professor o diz com frequência na escola. [...]
- Exatamente! – Aplaude a mãe. E depois continua falando, muito séria.
- Os judeus são pessoas más. São como os cogumelos venenosos. E assim como é difícil muitas vezes distinguir os cogumelos venenosos dos bons, é igualmente difícil reconhecer os judeus como pilantras e delinquentes. Como os cogumelos venenosos se apresentam com as mais variadas cores, assim também os judeus conseguem tornar-se irreconhecíveis assumindo os mais estranhos aspectos.
- Em que aspectos estranhos pensas? – Pergunta o pequeno Franz.
A mãe compreende que o menino não captou ainda totalmente o sentido. E, imperturbável, continua explicando.
- Então, escuta! Há, por exemplo, o judeu ambulante. Com tecidos e todo tipo de mercadoria possível vai de aldeia em aldeia. Elogia sua mercadoria como a melhor e menos cara. Na realidade é a pior e a mais cara. Não deves confiar nele! [...] O mesmo ocorre com os judeus que criam animais, com os judeus dos mercados, com os açougueiros, com os médicos judeus, com os judeus batizados etc. Mesmo que finjam, mesmo que se mostrem gentis e, se mil vezes dizem que querem apenas nosso bem, não podemos acreditar neles. São judeus e continuam sendo judeus. São venenosos para nosso povo! [...] Do mesmo modo que com um cogumelo venenoso se pode matar uma família inteira, um único judeu pode aniquilar uma aldeia inteira, uma cidade, até mesmo todo um povo.
Franz compreendeu a mãe.
- Mãe, todos os não judeus sabem que o judeu é perigoso como um cogumelo venenoso?
- Infelizmente, não, meu filho. Há muitos milhões de não judeus que ainda não conheceram o judeu. E por isso devemos informá-los e deixá-los de sobreaviso com relação aos judeus. Devemos, porém, advertir também nossa juventude sobre os judeus. Nossos meninos e meninas devem saber imediatamente quem são os judeus. Devem saber que o judeu é o cogumelo venenoso mais perigoso que pode existir. Como os cogumelos crescem em toda parte, assim também o judeu se encontra em todos os países do mundo. Como os cogumelos venenosos provocam muitas vezes graves desgraças, assim também o judeu é causa de miséria e sofrimento de infecção e morte.
(História Ilustrada do Nazismo/Volume 2: O poder e as consequências: 1933-1945. São Paulo: Larousse, 2009, p. 114)
Assim como os judeus eram vistos como raça inferior no mundo alemão do século XX, no Brasil as questões raciais passavam, principalmente no século XIX, pelo histórico da escravidão. O negro vindo da África era inferiorizado sob justificativa racial, utilizado como mão de obra e tratado como coisa. Caio Prado Júnior, em História Econômica do Brasil, ao tratar da substituição pelo trabalho livre analisa o contexto de substituição da mão de obra. A ideia do autor sobre a substituição do trabalho escravo no Brasil está corretamente apresentada na afirmativa:
 

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369113 Ano: 2017
Disciplina: História
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
Leia o texto abaixo. Ele servirá de base para a questão.
O Cogumelo Venenoso
Publicado em 1938, O cogumelo venenoso é um dos livros de texto para as escolas em que transparecia com mais clareza a virulência antissemita difundida na sociedade alemã:
O pequeno Franz foi com sua mãe procurar cogumelos no bosque. [...] Pelo caminho, a mãe diz:
- Olha, Franz, como acontece com os cogumelos no bosque, o mesmo ocorre também com as pessoas na terra. Há cogumelos bons e pessoas boas. Existem cogumelos venenosos, cogumelos maus, e pessoas más. E dessas pessoas é preciso ter cuidado como com os cogumelos venenosos, Entende?
- Sim, mãe, compreendo – diz Franz -, se confiarmos em pessoas más, pode ocorrer uma desgraça, assim como se comermos um cogumelo venenoso, podemos morrer!
- E sabe quem são essas pessoas más, esses cogumelos venenosos da humanidade? – Pressiona a mãe. Franz demonstra segurança.
- Certamente, mamãe! Sei muito bem. São.... os judeus. Nosso professor o diz com frequência na escola. [...]
- Exatamente! – Aplaude a mãe. E depois continua falando, muito séria.
- Os judeus são pessoas más. São como os cogumelos venenosos. E assim como é difícil muitas vezes distinguir os cogumelos venenosos dos bons, é igualmente difícil reconhecer os judeus como pilantras e delinquentes. Como os cogumelos venenosos se apresentam com as mais variadas cores, assim também os judeus conseguem tornar-se irreconhecíveis assumindo os mais estranhos aspectos.
- Em que aspectos estranhos pensas? – Pergunta o pequeno Franz.
A mãe compreende que o menino não captou ainda totalmente o sentido. E, imperturbável, continua explicando.
- Então, escuta! Há, por exemplo, o judeu ambulante. Com tecidos e todo tipo de mercadoria possível vai de aldeia em aldeia. Elogia sua mercadoria como a melhor e menos cara. Na realidade é a pior e a mais cara. Não deves confiar nele! [...] O mesmo ocorre com os judeus que criam animais, com os judeus dos mercados, com os açougueiros, com os médicos judeus, com os judeus batizados etc. Mesmo que finjam, mesmo que se mostrem gentis e, se mil vezes dizem que querem apenas nosso bem, não podemos acreditar neles. São judeus e continuam sendo judeus. São venenosos para nosso povo! [...] Do mesmo modo que com um cogumelo venenoso se pode matar uma família inteira, um único judeu pode aniquilar uma aldeia inteira, uma cidade, até mesmo todo um povo.
Franz compreendeu a mãe.
- Mãe, todos os não judeus sabem que o judeu é perigoso como um cogumelo venenoso?
- Infelizmente, não, meu filho. Há muitos milhões de não judeus que ainda não conheceram o judeu. E por isso devemos informá-los e deixá-los de sobreaviso com relação aos judeus. Devemos, porém, advertir também nossa juventude sobre os judeus. Nossos meninos e meninas devem saber imediatamente quem são os judeus. Devem saber que o judeu é o cogumelo venenoso mais perigoso que pode existir. Como os cogumelos crescem em toda parte, assim também o judeu se encontra em todos os países do mundo. Como os cogumelos venenosos provocam muitas vezes graves desgraças, assim também o judeu é causa de miséria e sofrimento de infecção e morte.
(História Ilustrada do Nazismo/Volume 2: O poder e as consequências: 1933-1945. São Paulo: Larousse, 2009, p. 114)
Em 1938, o Brasil iniciava o Estado Novo com a adoção de um sistema de Ditadura Civil com contornos nacionalistas. A preocupação nacional para o país que definia as ações no plano nacional e internacional e que foi articulada pelas políticas públicas se assentava em princípios defensivos para conter as ameaças. Assim como os alemães que apontavam o judeu como ameaça, a política varguista associava ao estrangeiro o risco de quisto social que poderia levar ao enfraquecimento do país. As ações de Vargas para conter a ameaça estrangeira estão apresentadas corretamente, EXCETO em:
 

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