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Foram encontradas 674 questões.

2551824 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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Analise o período “ Clarissa é muito meiga e atenciosa.”
No período apresentado, o predicado é classificado como:
 

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2551779 Ano: 2018
Disciplina: Museologia
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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As exposições são compreendidas, cada vez mais, como uma forma de comunicação entre o acervo/objeto e o visitante.
Neste contexto, é CORRETO afirmar que:
 

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2551764 Ano: 2018
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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De acordo com a Lei Orgânica, o município de Santa Luzia divide-se administrativamente em distritos e subdistritos e possui, atualmente, as seguintes confrontações, EXCETO:

 

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2551758 Ano: 2018
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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Jardinagem não é mero divertimento, embora componha recreação com suas alegrias, e tem conteúdo científico suficiente para ocupar a vida toda de uma pessoa. Quem trabalha na área deve conhecer os tipos e as propriedades físicas e químicas dos solos, por exemplo. No processo natural de formação do solo, desenvolvem-se camadas diferenciadas (coloração, textura, estrutura e consistência) que recebem o nome de horizontes e ao conjunto de horizontes de um solo dá-se o nome perfil.
De acordo com Braga (2012), assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE a formação e a característica do “Horizonte 0”.
 

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2551756 Ano: 2018
Disciplina: Geologia
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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Sobre os aspectos que devem estar presentes em um sistema de monitoramento do ambiente físico (geossistema), analise os itens a seguir:
I- Monitoramento espacial.
II- Monitoramento biogeoquímico.
III- Monitoramento de fluxos.
IV- Monitoramento físico-mecânico.
Estão CORRETOS os itens apresentados em:
 

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2551719 Ano: 2018
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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Sobre o sistema operacional Linux, analise as afirmativas a seguir:
I- São exemplos de distribuições existentes do Linux: Ubuntu, Mint, Debian e Fedora. Algumas dessas distribuições provêm ferramentas administrativas específicas que facilitam o trabalho de configuração do sistema.
II- No sistema Linux, novos usuários podem ser adicionados usando o comando addUser.
III- No Linux, o diretório /etc contém arquivos críticos de inicialização e configuração do sistema.
Estão CORRETAS as afirmativas:
 

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O Ministério Público do Estado de Minas Gerais ajuizou ação civil pública contra a Prefeitura de Santa Luzia/MG, haja vista a desafetação irregular de bem público. A propósito do referido tema, analise as afirmativas a seguir:
I- Na desafetação, o bem é subtraído à dominialidade pública para ser incorporado ao domínio privado, do Estado ou do administrado.
II- Os bens dominicais são alienáveis, porém a alienabilidade não é absoluta, já que podem perdê-la pelo instituto da afetação.
III- Os bens de uso comum do povo não comportam desafetação, pois, por sua própria natureza, são insuscetíveis de valoração patrimonial.
Está (ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s):
 

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2551685 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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Em uma prova classificatória de vagas de emprego, as atividades se iniciaram às 8h30min e foram finalizadas às 10h40min.
A duração dessa prova equivale a:
 

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2551673 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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Cientistas descobrem que a música clássica evolui por seleção natural
O trítono – um conjunto de notas dissonante que era evitado na Idade Média – se tornou um favorito dos compositores em 1900. E sua adoção seguiu padrões matemáticos similares aos da evolução de seres vivos.
26 de outubro de 2018
A evolução por seleção natural foi descoberta por Charles Darwin como uma espécie de lei da natureza. Mas ela não se aplica só a animais ou plantas. Na verdade, ela está mais para uma constatação matemática – um fenômeno inevitável que entra em vigor sempre que certas condições são cumpridas.
Para tirar o papo dessa abstração maluca de CDF, vamos a um exemplo prático (ainda que hipotético): imagine um grupo de empresas farmacêuticas competindo. A demanda do consumidor por remédios é limitada. Um cientista derrama um frasco numa placa de Petri sem querer e descobre um antibiótico capaz de matar superbactérias. Bingo: a empresa toma conta do mercado e as outras vão à falência. Seleção natural.
O caso acima, porém, é uma exceção: na maior parte das vezes, a inovação em uma empresa é fruto da vontade deliberada, e não de um acidente. E uma das premissas da seleção natural é justamente que mutações no DNA são aleatórias, majoritariamente péssimas e jamais voltadas a um objetivo. Só em intervalos de tempo extremamente longos (e sempre por acidente) surgem modificações vantajosas. E é por isso que a evolução de uma espécie leva milhões de anos.
Quando uma característica dá benefícios a seu portador e permite que ele se reproduza mais que os demais membros de sua população, ela tende a se espalhar seguindo padrões estatísticos extremamente precisos – que na época de Darwin não eram conhecidos, mas hoje são especialidade de uma área de pesquisa chamada “genética de populações”.
O ser humano foi agraciado pela seleção natural com um troço notável – um cérebro imenso e autoconsciente – e desde então tudo que ele faz tende a ser pensado para dar certo, em vez de dar certo por acaso. Alguns fenômenos culturais, porém, continuam sujeitos à evolução darwinista, simplesmente porque são abordados por nós de maneira inconsciente, intuitiva. É o caso da música.
Para saber se o estilo e o gosto musical se desenvolvem à moda darwinista, Eita Nakamura, da Universidade de Kyoto, e Kunihiko Kaneko, da Universidade de Tóquio, analisaram 9996 peças de 76 compositores da tradição europeia entre 1500 e 1900. Ou, em resumo, o que se chama de “música clássica”. Eles estavam em busca de ideias e recursos musicais que – simplesmente por serem muito legais – se espalhassem pelas composições ao longo do tempo – como uma bactéria resistente a antibióticos se espalha no organismo de alguém com tuberculose.
A seleção natural, é claro, precisa selecionar alguma coisa. Na biologia, há diversas unidades de seleção bem estabelecidas. Isso, inclusive, é motivo de debate: alguns dizem que é o gene para a característica vantajosa que é escolhido pela natureza. Outros adotam o indivíduo beneficiado como um todo. Não importa: o ponto é que todo pesquisador admite que a seleção natural atua sobre uma entidade bem definida, seja lá qual for ela. Na música, isso é mais difícil de fazer. Qual será a unidade fundamental? A nota? O acorde? Nakamura e Kaneko não chegaram a uma resposta definitiva, mas encontraram um item do repertório musical que era um bom candidato a sofrer de darwinismo crônico: o trítono.
Um trítono é um intervalo musical – isto é, duas notas tocadas ao mesmo tempo – que soa especialmente dissonante em relação aos outros. Há um post inteiro neste blog explicando do ponto de vista matemático porque ele soa tão sinistro. Até hoje rola por aí a lenda de que o trítono foi proibido pela Igreja Católica na Idade Média por sua natureza demoníaca – mas isso é mito (outra coisa que você pode entender no post já mencionado).
É óbvio que uma composição nova, para dar certo, não pode ser só ruptura: ela também precisa incluir elementos da tradição musical pré-existente, com que os ouvidos já estão familiarizados. Em outras palavras, precisa conter elementos musicais manjados e de eficiência garantida (como um elefante na savana) – acompanhados de toques de novidade (como um elefante com uma tromba mais flexível).
O trítono é justamente o toque de novidade: era quase inexistente na harmonia suave dos corais medievais, mas é onipresente no jazz e na música modernista de Schoenberg, 500 anos depois. Em resumo, um toque de dissonância que foi absorvido aos poucos. Calculando a maneira como o trítono se espalhou por aí da época de Cabral até a de Coltrane, os japoneses descobriram que sua disseminação seguiu um padrão matemático chamado distribuição beta. O mesmo verificado na evolução de seres vivos.
É claro que isso não é o mesmo que dizer que a música é regida pela aleatoriedade, e não pelo talento de certos gênios. A questão é: o novo sempre vem. E você acaba adotando ele sem perceber. Nas palavras dos pesquisadores: “Nós concluímos que algumas tendências na música podem ser formuladas como leis estatísticas evolutivas em vez das circunstâncias dos compositores individuais”.
VAIANO, Bruno. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistas-descobrem-que-a-musica-classica-evolui-por-selecao-natural/. Acesso em: 30 out. 2018. Adaptado
O trítono – um conjunto de notas dissonante que era evitado na Idade Média – se tornou um favorito dos compositores em 1900.
Sobre a concordância nesse fragmento, assinale a avaliação CORRETA:
 

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2551656 Ano: 2018
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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São espécies de renúncia de receitas, EXCETO:
 

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