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2009980 Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
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A oxigenoterapia hiperbárica como terapia complementar no tratamento do transtorno do espectro do autismo


Por FERREIRA, Luís et al. (trecho de artigo adaptado).
O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), segundo a classificação da DSM-5, insere-se nos Transtornos de Neurodesenvolvimento e se assenta em dois critérios fundamentais, os défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos e os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. Nos défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos, é incluída a comunicação verbal e não-verbal e a expressão de emoções, que se manifestam com maior ou menor intensidade. Os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades estão relacionados aos comportamentos rotineiros, hiper ou hiporreatividade a estímulos sensoriais, demonstração de interesse fixo em intensidade ou foco e outros comportamentos (American Psychiatric Association, 2014)
Gillet (2014) afirma que crianças com TEA apresentam alterações neuropsicológicas, manifestando-se em comportamentos característicos, consoante a área do cérebro afetada. Cody, Pelphrey e Piven (2002) se referem à existência de anormalidades anatómicas ao nível do córtex cerebral, sistema ventricular e o cerebelo em indivíduos com TEA. Segundo Rossingnol e Rossingnol (2006), as crianças com TEA têm apresentado níveis aumentados de neuroinflamação, alteração dos níveis de citocinas e stress oxidativo, pelo que a OHB pode contribuir para a reversão dessas alterações melhorando os sintomas do TEA.
A oxigenoterapia hiperbárica (OHB) consiste em providenciar Oxigênio (O2) a concentrações superiores a 21%, sob aumento de pressão (Atmospheres absolutes - ATA), com o objetivo de melhorar a hipoperfusão e inflamação dos tecidos. Os efeitos da OHB nos órgãos e tecidos do organismo são multifacetados. Nessas condições, o O2 comporta-se como uma droga, provocando o aumento do metabolismo. A OHB tem sido utilizada em múltiplas patologias, nomeadamente nos Acidentes Vasculares Cerebrais (Singhal, 2007), nas paralisias cerebrais (Collet et al, 2001), no auxílio do tratamento de feridas, em caso de intoxicação com monóxido de carbono, surdez súbita (Undersea and Hyperbaric Medical Society, 2014), traumatismo craniano (Rockswold, Rockswold, & Defillo, 2007), esclerose múltipla (Bennett & Heard, 2004) e outras situações.
(FERREIRA, Luís et al. La oxigenoterapia hiperbárica como tratamiento adyuvante en el trastorno del espectro autista. Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental, Porto, n. 15, p. 37-44, jun. 2016.)
Leia o texto 'A oxigenoterapia hiperbárica como terapia complementar no tratamento do transtorno do espectro do autismo' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. No indivíduo submetido à oxigenoterapia hiperbárica, o oxigênio comporta-se como uma droga provocando a redução do metabolismo e da percepção espacial, como se pode concluir a partir da análise das informações do texto.

II. O texto procura deixar claro para o leitor que O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) insere-se nos Transtornos de Neurodesenvolvimento e se assenta em dois critérios fundamentais, os défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos e os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades.

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2009975 Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
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Influência da assistência de enfermagem na prática da amamentação no puerpério imediato


Por BATISTA, 2013 (trecho de artigo adaptado).
A prática do aleitamento materno está relacionada a fatores de ordem física, psicológica e social, sendo reconhecida a influência dos profissionais de saúde envolvidos nesse processo (MARINHO; LEAL, 2004).
A partir de 1981, o Brasil passou por importantes transformações sociais no cenário do aleitamento materno, com o desenvolvimento de uma política estatal, estabelecida pelo Ministério da Saúde, focada na temática específica para o setor de saúde (SYDRONIO, 2006). Entretanto, não obstante o incentivo à amamentação e a sua comprovada importância, o desmame precoce é uma realidade ainda predominante.
Supõe-se que uma das justificativas para essa realidade seja o fato de os profissionais de saúde terem atitudes e discursos favoráveis ao ato de amamentar, mas muitas vezes não estão próximos, vivenciando os momentos de (in)sucesso da mulher no processo de lactação. O profissional de enfermagem é o profissional que deve ser capaz de identificar e oportunizar momentos educativos, facilitando a amamentação, o diagnóstico e o tratamento adequados, considerando ser ele capacitado para o trabalho com o aleitamento materno, e que poderá atuar junto à população, não somente prestando assistência, mas também na promoção e educação continuada, de forma efetiva (AMORIM; ANDRADE, 2009). Dessa forma, ter como estratégia a promoção da saúde, reconhecendo que, entre outros princípios, a educação e a alimentação são fundamentais; e que deve propiciar, sobretudo, o fortalecimento das ações comunitárias e o desenvolvimento de habilidades pessoais (TEMPORÃO; PENELLO, 2010).
(BATISTA, Kadydja Russell de Araújo; FARIAS, Maria do Carmo Andrade Duarte de; MELO, Wanderson dos Santos Nunes de. Influência da assistência de enfermagem na prática da amamentação no puerpério imediato. Saúde debate, Rio de Janeiro, v. 37, n. 96, p. 130-138, Mar. 2013.)
Leia o texto 'Influência da assistência de enfermagem na prática da amamentação no puerpério imediato' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O texto leva o leitor a concluir que uma das justificativas para o desmame precoce seja o fato de os profissionais de saúde terem atitudes e discursos favoráveis ao ato de amamentar, mas muitas vezes não estão próximos, vivenciando os momentos de (in)sucesso da mulher no processo de lactação.

II. Entre as informações presentes no texto, destaca-se o papel que os profissionais de enfermagem possuem no esclarecimento das lactentes sobre os riscos e os prejuízos de manter a amamentação por um período superior a seis meses após o nascimento da criança.

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2009973 Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
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A oxigenoterapia hiperbárica como terapia complementar no tratamento do transtorno do espectro do autismo


Por FERREIRA, Luís et al. (trecho de artigo adaptado).
O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), segundo a classificação da DSM-5, insere-se nos Transtornos de Neurodesenvolvimento e se assenta em dois critérios fundamentais, os défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos e os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. Nos défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos, é incluída a comunicação verbal e não-verbal e a expressão de emoções, que se manifestam com maior ou menor intensidade. Os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades estão relacionados aos comportamentos rotineiros, hiper ou hiporreatividade a estímulos sensoriais, demonstração de interesse fixo em intensidade ou foco e outros comportamentos (American Psychiatric Association, 2014)
Gillet (2014) afirma que crianças com TEA apresentam alterações neuropsicológicas, manifestando-se em comportamentos característicos, consoante a área do cérebro afetada. Cody, Pelphrey e Piven (2002) se referem à existência de anormalidades anatómicas ao nível do córtex cerebral, sistema ventricular e o cerebelo em indivíduos com TEA. Segundo Rossingnol e Rossingnol (2006), as crianças com TEA têm apresentado níveis aumentados de neuroinflamação, alteração dos níveis de citocinas e stress oxidativo, pelo que a OHB pode contribuir para a reversão dessas alterações melhorando os sintomas do TEA.
A oxigenoterapia hiperbárica (OHB) consiste em providenciar Oxigênio (O2) a concentrações superiores a 21%, sob aumento de pressão (Atmospheres absolutes - ATA), com o objetivo de melhorar a hipoperfusão e inflamação dos tecidos. Os efeitos da OHB nos órgãos e tecidos do organismo são multifacetados. Nessas condições, o O2 comporta-se como uma droga, provocando o aumento do metabolismo. A OHB tem sido utilizada em múltiplas patologias, nomeadamente nos Acidentes Vasculares Cerebrais (Singhal, 2007), nas paralisias cerebrais (Collet et al, 2001), no auxílio do tratamento de feridas, em caso de intoxicação com monóxido de carbono, surdez súbita (Undersea and Hyperbaric Medical Society, 2014), traumatismo craniano (Rockswold, Rockswold, & Defillo, 2007), esclerose múltipla (Bennett & Heard, 2004) e outras situações.
(FERREIRA, Luís et al. La oxigenoterapia hiperbárica como tratamiento adyuvante en el trastorno del espectro autista. Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental, Porto, n. 15, p. 37-44, jun. 2016.)
Leia o texto 'A oxigenoterapia hiperbárica como terapia complementar no tratamento do transtorno do espectro do autismo' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que a oxigenoterapia hiperbárica contribui para o aumento da taxa de ozônio nos órgãos e tecidos do organismo do indivíduo com transtorno do espectro do autismo, de modo a reduzir o tempo necessário para que esse paciente reverta o quadro de déficit causado pelo TEA.

II. Após a análise do texto, é possível inferir que, nos défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos, é incluída a comunicação verbal e nãoverbal e a expressão de emoções, que se manifestam com maior ou menor intensidade.

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2009971 Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
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A oxigenoterapia hiperbárica como terapia complementar no tratamento do transtorno do espectro do autismo


Por FERREIRA, Luís et al. (trecho de artigo adaptado).
O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), segundo a classificação da DSM-5, insere-se nos Transtornos de Neurodesenvolvimento e se assenta em dois critérios fundamentais, os défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos e os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. Nos défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos, é incluída a comunicação verbal e não-verbal e a expressão de emoções, que se manifestam com maior ou menor intensidade. Os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades estão relacionados aos comportamentos rotineiros, hiper ou hiporreatividade a estímulos sensoriais, demonstração de interesse fixo em intensidade ou foco e outros comportamentos (American Psychiatric Association, 2014)
Gillet (2014) afirma que crianças com TEA apresentam alterações neuropsicológicas, manifestando-se em comportamentos característicos, consoante a área do cérebro afetada. Cody, Pelphrey e Piven (2002) se referem à existência de anormalidades anatómicas ao nível do córtex cerebral, sistema ventricular e o cerebelo em indivíduos com TEA. Segundo Rossingnol e Rossingnol (2006), as crianças com TEA têm apresentado níveis aumentados de neuroinflamação, alteração dos níveis de citocinas e stress oxidativo, pelo que a OHB pode contribuir para a reversão dessas alterações melhorando os sintomas do TEA.
A oxigenoterapia hiperbárica (OHB) consiste em providenciar Oxigênio (O2) a concentrações superiores a 21%, sob aumento de pressão (Atmospheres absolutes - ATA), com o objetivo de melhorar a hipoperfusão e inflamação dos tecidos. Os efeitos da OHB nos órgãos e tecidos do organismo são multifacetados. Nessas condições, o O2 comporta-se como uma droga, provocando o aumento do metabolismo. A OHB tem sido utilizada em múltiplas patologias, nomeadamente nos Acidentes Vasculares Cerebrais (Singhal, 2007), nas paralisias cerebrais (Collet et al, 2001), no auxílio do tratamento de feridas, em caso de intoxicação com monóxido de carbono, surdez súbita (Undersea and Hyperbaric Medical Society, 2014), traumatismo craniano (Rockswold, Rockswold, & Defillo, 2007), esclerose múltipla (Bennett & Heard, 2004) e outras situações.
(FERREIRA, Luís et al. La oxigenoterapia hiperbárica como tratamiento adyuvante en el trastorno del espectro autista. Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental, Porto, n. 15, p. 37-44, jun. 2016.)
Leia o texto 'A oxigenoterapia hiperbárica como terapia complementar no tratamento do transtorno do espectro do autismo' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. A oxigenoterapia hiperbárica tem sido utilizada em múltiplas patologias, nomeadamente nos acidentes vasculares cerebrais, nas paralisias cerebrais, na tuberculose e no tratamento de queimaduras nos membros inferiores, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto.

II. As informações presentes no texto permitem inferir que crianças com o transtorno do espectro do autismo apresentam alterações neuropsicológicas, manifestando-se em comportamentos característicos, consoante à área do cérebro afetada.

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2009968 Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
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A oxigenoterapia hiperbárica como terapia complementar no tratamento do transtorno do espectro do autismo


Por FERREIRA, Luís et al. (trecho de artigo adaptado).
O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), segundo a classificação da DSM-5, insere-se nos Transtornos de Neurodesenvolvimento e se assenta em dois critérios fundamentais, os défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos e os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. Nos défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos, é incluída a comunicação verbal e não-verbal e a expressão de emoções, que se manifestam com maior ou menor intensidade. Os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades estão relacionados aos comportamentos rotineiros, hiper ou hiporreatividade a estímulos sensoriais, demonstração de interesse fixo em intensidade ou foco e outros comportamentos (American Psychiatric Association, 2014)
Gillet (2014) afirma que crianças com TEA apresentam alterações neuropsicológicas, manifestando-se em comportamentos característicos, consoante a área do cérebro afetada. Cody, Pelphrey e Piven (2002) se referem à existência de anormalidades anatómicas ao nível do córtex cerebral, sistema ventricular e o cerebelo em indivíduos com TEA. Segundo Rossingnol e Rossingnol (2006), as crianças com TEA têm apresentado níveis aumentados de neuroinflamação, alteração dos níveis de citocinas e stress oxidativo, pelo que a OHB pode contribuir para a reversão dessas alterações melhorando os sintomas do TEA.
A oxigenoterapia hiperbárica (OHB) consiste em providenciar Oxigênio (O2) a concentrações superiores a 21%, sob aumento de pressão (Atmospheres absolutes - ATA), com o objetivo de melhorar a hipoperfusão e inflamação dos tecidos. Os efeitos da OHB nos órgãos e tecidos do organismo são multifacetados. Nessas condições, o O2 comporta-se como uma droga, provocando o aumento do metabolismo. A OHB tem sido utilizada em múltiplas patologias, nomeadamente nos Acidentes Vasculares Cerebrais (Singhal, 2007), nas paralisias cerebrais (Collet et al, 2001), no auxílio do tratamento de feridas, em caso de intoxicação com monóxido de carbono, surdez súbita (Undersea and Hyperbaric Medical Society, 2014), traumatismo craniano (Rockswold, Rockswold, & Defillo, 2007), esclerose múltipla (Bennett & Heard, 2004) e outras situações.
(FERREIRA, Luís et al. La oxigenoterapia hiperbárica como tratamiento adyuvante en el trastorno del espectro autista. Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental, Porto, n. 15, p. 37-44, jun. 2016.)
Leia o texto 'A oxigenoterapia hiperbárica como terapia complementar no tratamento do transtorno do espectro do autismo' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. As informações presentes no texto permitem concluir que as crianças com o transtorno do espectro do autismo têm apresentado níveis aumentados de neuroinflamação, alteração dos níveis de citocinas e stress oxidativo, pelo que a oxigenoterapia hiperbárica pode contribuir para a reversão destas alterações melhorando os sintomas do TEA.

II. Após a análise do texto, é possível concluir que os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades estão relacionados aos comportamentos rotineiros, hiper ou hiporreatividade a estímulos sensoriais, demonstração de interesse fixo em intensidade ou foco e outros comportamentos.

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2009967 Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
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Influência da assistência de enfermagem na prática da amamentação no puerpério imediato


Por BATISTA, 2013 (trecho de artigo adaptado).
A prática do aleitamento materno está relacionada a fatores de ordem física, psicológica e social, sendo reconhecida a influência dos profissionais de saúde envolvidos nesse processo (MARINHO; LEAL, 2004).
A partir de 1981, o Brasil passou por importantes transformações sociais no cenário do aleitamento materno, com o desenvolvimento de uma política estatal, estabelecida pelo Ministério da Saúde, focada na temática específica para o setor de saúde (SYDRONIO, 2006). Entretanto, não obstante o incentivo à amamentação e a sua comprovada importância, o desmame precoce é uma realidade ainda predominante.
Supõe-se que uma das justificativas para essa realidade seja o fato de os profissionais de saúde terem atitudes e discursos favoráveis ao ato de amamentar, mas muitas vezes não estão próximos, vivenciando os momentos de (in)sucesso da mulher no processo de lactação. O profissional de enfermagem é o profissional que deve ser capaz de identificar e oportunizar momentos educativos, facilitando a amamentação, o diagnóstico e o tratamento adequados, considerando ser ele capacitado para o trabalho com o aleitamento materno, e que poderá atuar junto à população, não somente prestando assistência, mas também na promoção e educação continuada, de forma efetiva (AMORIM; ANDRADE, 2009). Dessa forma, ter como estratégia a promoção da saúde, reconhecendo que, entre outros princípios, a educação e a alimentação são fundamentais; e que deve propiciar, sobretudo, o fortalecimento das ações comunitárias e o desenvolvimento de habilidades pessoais (TEMPORÃO; PENELLO, 2010).
(BATISTA, Kadydja Russell de Araújo; FARIAS, Maria do Carmo Andrade Duarte de; MELO, Wanderson dos Santos Nunes de. Influência da assistência de enfermagem na prática da amamentação no puerpério imediato. Saúde debate, Rio de Janeiro, v. 37, n. 96, p. 130-138, Mar. 2013.)
Leia o texto 'Influência da assistência de enfermagem na prática da amamentação no puerpério imediato' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Uma das ideias presentes no texto é a de que o fortalecimento das ações comunitárias e o desenvolvimento de habilidades pessoais são fatores prejudiciais ao processo de aleitamento materno.

II. O texto leva o leitor a entender que, não obstante o incentivo à amamentação e a sua comprovada importância, o desmame precoce é uma realidade ainda predominante.

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2009960 Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
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Analise as afirmativas a seguir:

I. Iniciar uma conversa com uma atitude amigável e prestativa em relação ao usuário dos serviços é uma forma de contribuir para a qualidade no atendimento.

II. Conhecer as atividades realizadas pelos demais servidores públicos na instituição é um fator favorável à qualidade no atendimento ao usuário dos serviços.

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2009959 Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
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Influência da assistência de enfermagem na prática da amamentação no puerpério imediato


Por BATISTA, 2013 (trecho de artigo adaptado).
A prática do aleitamento materno está relacionada a fatores de ordem física, psicológica e social, sendo reconhecida a influência dos profissionais de saúde envolvidos nesse processo (MARINHO; LEAL, 2004).
A partir de 1981, o Brasil passou por importantes transformações sociais no cenário do aleitamento materno, com o desenvolvimento de uma política estatal, estabelecida pelo Ministério da Saúde, focada na temática específica para o setor de saúde (SYDRONIO, 2006). Entretanto, não obstante o incentivo à amamentação e a sua comprovada importância, o desmame precoce é uma realidade ainda predominante.
Supõe-se que uma das justificativas para essa realidade seja o fato de os profissionais de saúde terem atitudes e discursos favoráveis ao ato de amamentar, mas muitas vezes não estão próximos, vivenciando os momentos de (in)sucesso da mulher no processo de lactação. O profissional de enfermagem é o profissional que deve ser capaz de identificar e oportunizar momentos educativos, facilitando a amamentação, o diagnóstico e o tratamento adequados, considerando ser ele capacitado para o trabalho com o aleitamento materno, e que poderá atuar junto à população, não somente prestando assistência, mas também na promoção e educação continuada, de forma efetiva (AMORIM; ANDRADE, 2009). Dessa forma, ter como estratégia a promoção da saúde, reconhecendo que, entre outros princípios, a educação e a alimentação são fundamentais; e que deve propiciar, sobretudo, o fortalecimento das ações comunitárias e o desenvolvimento de habilidades pessoais (TEMPORÃO; PENELLO, 2010).
(BATISTA, Kadydja Russell de Araújo; FARIAS, Maria do Carmo Andrade Duarte de; MELO, Wanderson dos Santos Nunes de. Influência da assistência de enfermagem na prática da amamentação no puerpério imediato. Saúde debate, Rio de Janeiro, v. 37, n. 96, p. 130-138, Mar. 2013.)
Leia o texto 'Influência da assistência de enfermagem na prática da amamentação no puerpério imediato' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Os profissionais de saúde contribuem positivamente para o processo do aleitamento materno, conforme sugere o texto.

II. O texto leva o leitor a inferir que, a partir de 1981, no Brasil, foi desenvolvida uma política estatal, estabelecida pelo Ministério da Saúde, focada na temática específica do aleitamento materno para o setor de saúde.

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2009958 Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
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Analise as afirmativas a seguir:

I. No contexto do atendimento ao público, o profissional proativo é aquele que mantém a qualidade de um agente que se antecipa nas diversas tomadas de decisão.

II. Quando a percepção e as expectativas do usuário sobre a prestação de serviços são maiores que a qualidade do atendimento recebido, ocorre a insatisfação do usuário dos serviços.

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2009957 Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
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Analise as afirmativas a seguir:

I. Perguntar ao usuário dos serviços como você pode ajudá-lo e procurar entendê-lo é uma das regras mais importantes para se realizar um bom atendimento.

II. Ao atender um usuário dos serviços, é recomendável ao servidor público usar um tom de voz elevado, demonstrando rudez e grosseria na voz, pois apenas dessa forma o usuário dos serviços pode compreender que ele possui pouca importância no contexto da organização pública.

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