Foram encontradas 40 questões.
Cresci em um casarão construído na primeira metade do século 20, cercado de árvores e bichos de todas as espécies. No quintal, tínhamos pé de manga, jambo, pitanga, graviola e caju, além de coqueiros, bananeiras, goiabeiras e uma rica variedade de ervas que usávamos para remediar qualquer tipo de mazela: boldo para indigestão e ressaca, erva-doce para cólica, capim-santo e camomila para aliviar o estresse e mastruz para combater inflamações.
Nunca conheci uma casa tão movimentada como a nossa! No terraço, deitada com a cabeça em uma enorme almofada azul, eu ficava à espreita dos lanches enquanto prestava atenção nas conversas dos adultos.
Das muitas “reminiscências” que os irmãos compartilhavam entre si, a minha avó comentava sobre a época da guerra, de quando estudava em um internato e precisava cobrir as janelas do seu quarto para não deixar escapar qualquer luminosidade, por medo de um possível bombardeio.
Ela e os irmãos também comentavam como o pai havia se estabelecido no Brasil. De tanto ouvir essas lembranças, eu costumava pensar que deveria existir algo em comum entre mim e o restante da família da minha mãe; qualquer coisa de imaterial que, ao tornar-se evidente a partir das nossas semelhanças físicas, fosse capaz de oferecer uma explicação para o interesse e o cuidado que nutríamos uns pelos outros.
A minha avó também recebia a visita das amigas do bairro e de gente antiga que havia trabalhado para ela e para o meu avô. Havia, igualmente, quem chegasse do interior para passar uma temporada conosco enquanto tratava da saúde.
Dessas pessoas eu ouvia histórias de hospital e de doenças terminais. [...] Algumas relatavam casos de curas milagrosas e pediam autorização para preparar infusões a partir das nossas plantas. Outras reportavam experiências religiosas e sobrenaturais. Na minha cabeça, todos esses relatos se misturavam e serviam para trazer o mundo e a história para dentro do nosso quintal, a emprestar uma dimensão humana ao que eu vislumbrava na natureza.
(Juliana de Albuquerque. www1.folha.uol.com.br. Adaptado).
Analise a frase abaixo para responder à questão.
“Todos esses relatos se misturavam e serviam para emprestar uma dimensão humana ‘ao que eu vislumbrava na natureza’”.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto ao uso de pronomes, assinale a alternativa que apresenta a correta substituição dos termos destacados por um pronome pessoal respeitando o sentido da frase.
Provas
Cresci em um casarão construído na primeira metade do século 20, cercado de árvores e bichos de todas as espécies. No quintal, tínhamos pé de manga, jambo, pitanga, graviola e caju, além de coqueiros, bananeiras, goiabeiras e uma rica variedade de ervas que usávamos para remediar qualquer tipo de mazela: boldo para indigestão e ressaca, erva-doce para cólica, capim-santo e camomila para aliviar o estresse e mastruz para combater inflamações.
Nunca conheci uma casa tão movimentada como a nossa! No terraço, deitada com a cabeça em uma enorme almofada azul, eu ficava à espreita dos lanches enquanto prestava atenção nas conversas dos adultos.
Das muitas “reminiscências” que os irmãos compartilhavam entre si, a minha avó comentava sobre a época da guerra, de quando estudava em um internato e precisava cobrir as janelas do seu quarto para não deixar escapar qualquer luminosidade, por medo de um possível bombardeio.
Ela e os irmãos também comentavam como o pai havia se estabelecido no Brasil. De tanto ouvir essas lembranças, eu costumava pensar que deveria existir algo em comum entre mim e o restante da família da minha mãe; qualquer coisa de imaterial que, ao tornar-se evidente a partir das nossas semelhanças físicas, fosse capaz de oferecer uma explicação para o interesse e o cuidado que nutríamos uns pelos outros.
A minha avó também recebia a visita das amigas do bairro e de gente antiga que havia trabalhado para ela e para o meu avô. Havia, igualmente, quem chegasse do interior para passar uma temporada conosco enquanto tratava da saúde.
Dessas pessoas eu ouvia histórias de hospital e de doenças terminais. [...] Algumas relatavam casos de curas milagrosas e pediam autorização para preparar infusões a partir das nossas plantas. Outras reportavam experiências religiosas e sobrenaturais. Na minha cabeça, todos esses relatos se misturavam e serviam para trazer o mundo e a história para dentro do nosso quintal, a emprestar uma dimensão humana ao que eu vislumbrava na natureza.
(Juliana de Albuquerque. www1.folha.uol.com.br. Adaptado).
Analise as frases abaixo para responder à questão.
“Uma rica variedade de ervas ‘que’ usávamos para remediar qualquer tipo de mazela”.
“Eu costumava pensar ‘que’ deveria existir algo em comum entre mim e o restante da família da minha mãe”.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto às classes de palavras, assinale a alternativa que apresenta correta e respectivamente a classificação das palavras destacadas acima.
Provas
Cresci em um casarão construído na primeira metade do século 20, cercado de árvores e bichos de todas as espécies. No quintal, tínhamos pé de manga, jambo, pitanga, graviola e caju, além de coqueiros, bananeiras, goiabeiras e uma rica variedade de ervas que usávamos para remediar qualquer tipo de mazela: boldo para indigestão e ressaca, erva-doce para cólica, capim-santo e camomila para aliviar o estresse e mastruz para combater inflamações.
Nunca conheci uma casa tão movimentada como a nossa! No terraço, deitada com a cabeça em uma enorme almofada azul, eu ficava à espreita dos lanches enquanto prestava atenção nas conversas dos adultos.
Das muitas “reminiscências” que os irmãos compartilhavam entre si, a minha avó comentava sobre a época da guerra, de quando estudava em um internato e precisava cobrir as janelas do seu quarto para não deixar escapar qualquer luminosidade, por medo de um possível bombardeio.
Ela e os irmãos também comentavam como o pai havia se estabelecido no Brasil. De tanto ouvir essas lembranças, eu costumava pensar que deveria existir algo em comum entre mim e o restante da família da minha mãe; qualquer coisa de imaterial que, ao tornar-se evidente a partir das nossas semelhanças físicas, fosse capaz de oferecer uma explicação para o interesse e o cuidado que nutríamos uns pelos outros.
A minha avó também recebia a visita das amigas do bairro e de gente antiga que havia trabalhado para ela e para o meu avô. Havia, igualmente, quem chegasse do interior para passar uma temporada conosco enquanto tratava da saúde.
Dessas pessoas eu ouvia histórias de hospital e de doenças terminais. [...] Algumas relatavam casos de curas milagrosas e pediam autorização para preparar infusões a partir das nossas plantas. Outras reportavam experiências religiosas e sobrenaturais. Na minha cabeça, todos esses relatos se misturavam e serviam para trazer o mundo e a história para dentro do nosso quintal, a emprestar uma dimensão humana ao que eu vislumbrava na natureza.
(Juliana de Albuquerque. www1.folha.uol.com.br. Adaptado).
Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra “reminiscências” destacada no texto.
Provas
Cresci em um casarão construído na primeira metade do século 20, cercado de árvores e bichos de todas as espécies. No quintal, tínhamos pé de manga, jambo, pitanga, graviola e caju, além de coqueiros, bananeiras, goiabeiras e uma rica variedade de ervas que usávamos para remediar qualquer tipo de mazela: boldo para indigestão e ressaca, erva-doce para cólica, capim-santo e camomila para aliviar o estresse e mastruz para combater inflamações.
Nunca conheci uma casa tão movimentada como a nossa! No terraço, deitada com a cabeça em uma enorme almofada azul, eu ficava à espreita dos lanches enquanto prestava atenção nas conversas dos adultos.
Das muitas “reminiscências” que os irmãos compartilhavam entre si, a minha avó comentava sobre a época da guerra, de quando estudava em um internato e precisava cobrir as janelas do seu quarto para não deixar escapar qualquer luminosidade, por medo de um possível bombardeio.
Ela e os irmãos também comentavam como o pai havia se estabelecido no Brasil. De tanto ouvir essas lembranças, eu costumava pensar que deveria existir algo em comum entre mim e o restante da família da minha mãe; qualquer coisa de imaterial que, ao tornar-se evidente a partir das nossas semelhanças físicas, fosse capaz de oferecer uma explicação para o interesse e o cuidado que nutríamos uns pelos outros.
A minha avó também recebia a visita das amigas do bairro e de gente antiga que havia trabalhado para ela e para o meu avô. Havia, igualmente, quem chegasse do interior para passar uma temporada conosco enquanto tratava da saúde.
Dessas pessoas eu ouvia histórias de hospital e de doenças terminais. [...] Algumas relatavam casos de curas milagrosas e pediam autorização para preparar infusões a partir das nossas plantas. Outras reportavam experiências religiosas e sobrenaturais. Na minha cabeça, todos esses relatos se misturavam e serviam para trazer o mundo e a história para dentro do nosso quintal, a emprestar uma dimensão humana ao que eu vislumbrava na natureza.
(Juliana de Albuquerque. www1.folha.uol.com.br. Adaptado).
De acordo com o texto, é correto afirmar que
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
A Guerra da Ucrânia, que nesta sexta-feira, 3 de junho, completa cem dias, já forçou ao menos 6,8 milhões de pessoas a deixarem suas casas em busca de segurança em países vizinhos. É como se toda a população da cidade do Rio de Janeiro tivesse fugido.
(Folha de S. Paulo).
Sobre a notícia acima, assinale a alternativa INCORRETA.
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Além das mortes provocadas por quedas de barreira e enchentes, a tragédia do fim de maio deixou mais de 60 mil desalojados em
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Sobre a Cúpula das Américas, ocorrida em 6 de junho na cidade de Los Angeles, é correto afirmar que
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
No Reino Unido, mais de 200 mil eventos comemoram Jubileu de Platina em meio a crises política, econômica e da família real.
(Folha de S. Paulo).
Sobre o assunto, analise as proposições abaixo.
I. A notícia se refere à celebração dos 70 anos de reinado da mulher que por mais tempo chefiou a monarquia do país, Elizabeth 2ª.
II. As celebrações incluíram apenas desfiles militares e atos religiosos por todo o país.
III. Esse é o terceiro Jubileu de Platina na história do Reino Unido.
É correto o que se afirma em
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou, no dia 5 de junho, que já foram confirmados 780 casos de em todo o mundo. O número corresponde ao intervalo entre 13 de maio e 2 de junho e contabiliza apenas pacientes identificados em locais onde a doença não é endêmica. Segundo a organização, investigações epidemiológicas estão em curso. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
Provas
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Marcelo comprou uma casa e para isso necessitou de um empréstimo imobiliário de R$ 200.000,00 que será pago em 30 anos, em parcelas mensais iguais, a uma taxa de juros simples de 9% ao ano. Assinale a alternativa que apresenta qual será, aproximadamente, o valor da parcela mensal paga por Marcelo nesse empréstimo.
Provas
Caderno Container