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Foram encontradas 40 questões.

Sabendo que no ano de 2023 o Dia das Mães acontecerá em 14 de maio e que o feriado de Corpus Christi acontecerá exatamente 25 dias após essa data, assinale a alternativa que apresenta em qual dia ocorrerá o feriado de Corpus Christi em 2023.
 

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De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à concordância verbal, assinale a alternativa correta.
 

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De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à acentuação, assinale a alternativa correta.
 

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Analise a frase abaixo para responder à questão.
Sob potente tsunami emocional revivi lutos acumulados e buracos por décadas fragilmente acobertados foram escancarados de uma só vez.
(www.semprefamilia.com.br. Adaptado).
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à pontuação, assinale a alternativa correta.
 

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Os pais precisam conversar de forma ____________ para não afetar os filhos, é preciso resolver os problemas ____________ e com paciência.


De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à ortografia, assinale a alternativa que preencha corretamente as lacunas.
 

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Analise a frase abaixo para responder à questão.

“Contudo, nada nos prepara para ‘certas’ ausências”.

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto às classes de palavras, assinale a alternativa em que a palavra destacada tem a mesma classificação que “certas” destacada na frase acima.
 

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Analise a frase abaixo para responder à questão.
“Deixo lá meus likes como se depositasse ‘pedrinhas’ no jazigo dos entes queridos”.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à colocação pronominal, assinale a alternativa que substitui corretamente o termo destacado.
 

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Leia o trecho abaixo para responder às questões de 1 a 5.

Semana passada, um conhecido morreu de forma trágica, o que gerou imensa comoção e o compartilhamento de ternas homenagens pelas redes sociais. Somos adultos, sim. Sabemos que pessoas morrem e que, com o passar do tempo, tendem a morrer com mais frequência. Contudo, nada nos prepara para certas ausências, principalmente porque são duas, na prática: a física e a digital.

Confesso ter dificuldade para o luto online. Até hoje, não consigo desfazer amizade com duas grandes amigas. Ambas morreram há mais de cinco anos e, é claro, eu poderia clicar na opção "deixar de seguir". Mas como encará-las como não pessoas? Os avatares resistem e, por vezes, passeio por suas publicações. Algo me escapa entre os retratos, porém segue sendo vínculo. Talvez últimas palavras, numa legenda feliz do Instagram.

Ao vasculhar minha caixa de e-mails, é comum que um termo da busca traga por acaso meu pai e nossa antiga troca de mensagens. Vou relendo tudo embargada de emoção, reconhecendo seu modo de se expressar. Ao contrário das cartas, que amarelam, o que corre pela tela é um fluxo vivo de pensamento, como se conversássemos de novo a partir daquelas linhas. Sua voz grave ecoando na minha cabeça.

Seria a vida digital, então, a verdadeira vida após a morte? Afinal, podemos ir para o céu, para o inferno, inclusive para o nada. Certeza, mesmo, apenas a dessa reencarnação promovida não por um deus, mas pelas operadoras de celular: quando o número de telefone enfim muda de dono e nos deparamos com a foto de um estranho entre nossos contatos. Mero invólucro de pixels.

É por isso que tantos perfis continuam no ar, feito memoriais. Deles surge toda sorte de atualizações, como votos de saudade e feliz aniversário. Memórias datadas de "há tantos anos, neste dia". Deixo lá meus likes como se depositasse pedrinhas no jazigo dos entes queridos. Seguem mortos, mas não desconectados da nossa realidade.

(Bia Braune. www1.folha.uol.com.br. Adaptado).

Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo para a palavra “invólucro” destacada no texto.

 

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Analise o trecho abaixo para responder à questão.

“Afinal, podemos ir para o céu, para o inferno, inclusive para o nada. Certeza, mesmo, apenas a dessa reencarnação promovida não por um deus, mas pelas operadoras de celular: quando o número de telefone enfim muda de dono e nos deparamos com a foto de um estranho entre nossos contatos”.
Assinale a alternativa que apresenta a correta paráfrase do trecho acima.
 

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Leia o trecho abaixo para responder à questão.
Semana passada, um conhecido morreu de forma trágica, o que gerou imensa comoção e o compartilhamento de ternas homenagens pelas redes sociais. Somos adultos, sim. Sabemos que pessoas morrem e que, com o passar do tempo, tendem a morrer com mais frequência. Contudo, nada nos prepara para certas ausências, principalmente porque são duas, na prática: a física e a digital.
Confesso ter dificuldade para o luto online. Até hoje, não consigo desfazer amizade com duas grandes amigas. Ambas morreram há mais de cinco anos e, é claro, eu poderia clicar na opção "deixar de seguir". Mas como encará-las como não pessoas? Os avatares resistem e, por vezes, passeio por suas publicações. Algo me escapa entre os retratos, porém segue sendo vínculo. Talvez últimas palavras, numa legenda feliz do Instagram.
Ao vasculhar minha caixa de e-mails, é comum que um termo da busca traga por acaso meu pai e nossa antiga troca de mensagens. Vou relendo tudo embargada de emoção, reconhecendo seu modo de se expressar. Ao contrário das cartas, que amarelam, o que corre pela tela é um fluxo vivo de pensamento, como se conversássemos de novo a partir daquelas linhas. Sua voz grave ecoando na minha cabeça.
Seria a vida digital, então, a verdadeira vida após a morte? Afinal, podemos ir para o céu, para o inferno, inclusive para o nada. Certeza, mesmo, apenas a dessa reencarnação promovida não por um deus, mas pelas operadoras de celular: quando o número de telefone enfim muda de dono e nos deparamos com a foto de um estranho entre nossos contatos. Mero “invólucro” de pixels.
É por isso que tantos perfis continuam no ar, feito memoriais. Deles surge toda sorte de atualizações, como votos de saudade e feliz aniversário. Memórias datadas de "há tantos anos, neste dia". Deixo lá meus likes como se depositasse pedrinhas no jazigo dos entes queridos. Seguem mortos, mas não desconectados da nossa realidade.
(Bia Braune. www1.folha.uol.com.br. Adaptado).
De acordo com o texto, é correto afirmar que
 

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