Foram encontradas 40 questões.
Mariana começou a fazer salgados para vender e após um
tempo, resolveu comprar uma máquina para ajudar na
produção. Sabendo que a máquina faz 204 salgados em
uma hora e meia, assinale a alternativa que apresenta
quanto tempo demorará para que a máquina produza
816 salgados.
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3338028
Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Sabendo que no ano de 2023 o Dia das Mães acontecerá
em 14 de maio e que o feriado de Corpus Christi acontecerá
exatamente 25 dias após essa data, assinale a alternativa
que apresenta em qual dia ocorrerá o feriado de Corpus
Christi em 2023.
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De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e
quanto à concordância verbal, assinale a alternativa
correta.
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De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e
quanto à acentuação, assinale a alternativa correta.
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Analise a frase abaixo para responder à questão.
Sob potente tsunami emocional revivi lutos acumulados e
buracos por décadas fragilmente acobertados foram
escancarados de uma só vez.
(www.semprefamilia.com.br. Adaptado).
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Os pais precisam conversar de forma ____________ para
não afetar os filhos, é preciso resolver os problemas
____________ e com paciência.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à ortografia, assinale a alternativa que preencha corretamente as lacunas.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à ortografia, assinale a alternativa que preencha corretamente as lacunas.
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Analise a frase abaixo para responder à questão.
“Contudo, nada nos prepara para ‘certas’ ausências”.
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Analise a frase abaixo para responder à questão.
“Deixo lá meus likes como se depositasse ‘pedrinhas’ no
jazigo dos entes queridos”.
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Analise o trecho abaixo para responder à questão.
“Afinal, podemos ir para o céu, para o inferno, inclusive para
o nada. Certeza, mesmo, apenas a dessa reencarnação
promovida não por um deus, mas pelas operadoras de
celular: quando o número de telefone enfim muda de dono
e nos deparamos com a foto de um estranho entre nossos
contatos”.
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Leia o trecho abaixo para responder à questão.
Semana passada, um conhecido morreu de forma trágica,
o que gerou imensa comoção e o compartilhamento de ternas
homenagens pelas redes sociais. Somos adultos, sim. Sabemos
que pessoas morrem e que, com o passar do tempo, tendem a
morrer com mais frequência. Contudo, nada nos prepara para
certas ausências, principalmente porque são duas, na prática: a
física e a digital.
Confesso ter dificuldade para o luto online. Até hoje, não
consigo desfazer amizade com duas grandes amigas. Ambas
morreram há mais de cinco anos e, é claro, eu poderia clicar na
opção "deixar de seguir". Mas como encará-las como não
pessoas? Os avatares resistem e, por vezes, passeio por suas
publicações. Algo me escapa entre os retratos, porém segue
sendo vínculo. Talvez últimas palavras, numa legenda feliz do
Instagram.
Ao vasculhar minha caixa de e-mails, é comum que um
termo da busca traga por acaso meu pai e nossa antiga troca de
mensagens. Vou relendo tudo embargada de emoção,
reconhecendo seu modo de se expressar. Ao contrário das
cartas, que amarelam, o que corre pela tela é um fluxo vivo de
pensamento, como se conversássemos de novo a partir daquelas
linhas. Sua voz grave ecoando na minha cabeça.
Seria a vida digital, então, a verdadeira vida após a morte?
Afinal, podemos ir para o céu, para o inferno, inclusive para o
nada. Certeza, mesmo, apenas a dessa reencarnação promovida
não por um deus, mas pelas operadoras de celular: quando o
número de telefone enfim muda de dono e nos deparamos com
a foto de um estranho entre nossos contatos. Mero “invólucro”
de pixels.
É por isso que tantos perfis continuam no ar, feito
memoriais. Deles surge toda sorte de atualizações, como votos
de saudade e feliz aniversário. Memórias datadas de "há tantos
anos, neste dia". Deixo lá meus likes como se depositasse
pedrinhas no jazigo dos entes queridos. Seguem mortos, mas
não desconectados da nossa realidade.
(Bia Braune. www1.folha.uol.com.br. Adaptado).
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