Foram encontradas 30 questões.
4138355
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Referindo-se à concordância nominal, assinale a alternativa incorreta.
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4138354
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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A respeito da correta ortografia, marque as alternativas com V (verdadeiro) ou F (falso) e
assinale a correta.
( ) Usaremos “há” quando houver ideia de tempo passado ou com sentido de existir.
( ) A preposição “a” ocorre quando aparece ideia de distância ou futuro.
( ) Mal pode aparecer como substantivo, advérbio (geralmente de modo) e conjunção (com valor temporal).
( ) A expressão mau é sempre um adjetivo.
( ) Usaremos “há” quando houver ideia de tempo passado ou com sentido de existir.
( ) A preposição “a” ocorre quando aparece ideia de distância ou futuro.
( ) Mal pode aparecer como substantivo, advérbio (geralmente de modo) e conjunção (com valor temporal).
( ) A expressão mau é sempre um adjetivo.
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4138353
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Dadas as orações:
I- Por que se demitiu?
II- Eles não explicaram os caminhos porque passaram.
III- Aurora não revelou o porquê de sua saída repentina.
IV- A porta está fechada, por que?
O uso dos porquês está correto:
I- Por que se demitiu?
II- Eles não explicaram os caminhos porque passaram.
III- Aurora não revelou o porquê de sua saída repentina.
IV- A porta está fechada, por que?
O uso dos porquês está correto:
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4138352
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Aludindo-se a figuras de linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.
Coluna I.
A- Hipérbole.
B- Eufemismo.
C- Ironia.
D- Prosopopeia.
E- Zeugma.
Coluna II.
1- Era fino como um hipopótamo.
2- Ele faltou com a verdade.
3- As árvores pensam coisas lindas.
4- Alguns alunos estudam, outros não.
5- Repeti um milhão de vezes.
Coluna I.
A- Hipérbole.
B- Eufemismo.
C- Ironia.
D- Prosopopeia.
E- Zeugma.
Coluna II.
1- Era fino como um hipopótamo.
2- Ele faltou com a verdade.
3- As árvores pensam coisas lindas.
4- Alguns alunos estudam, outros não.
5- Repeti um milhão de vezes.
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4138351
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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A relação entre amor, ódio e indiferença. (Isaias Costa).
O amor é um tema fascinante, porém, ele é o apenas um lado da moeda, existe uma tênue linha
que separa o amor do ódio e da indiferença, e é sobre isso que quero falar um pouco hoje.
É impressionante notarmos que existem muitas relações interpessoais carregadas de ódio. Mas
quando paramos para analisar muitas dessas relações, vemos que um dia houve amor e num
outro dia passou a existir ódio. Vou dar um exemplo. Um casal se ama, mas vive aquele amor
sufocante, grudado, ciumento, dependente, possessivo. De repente, acontece alguma coisa que
faz com que os dois se separem. Não é raro acontecer em casos como esse de um dos dois
transformar todo o amor que sentia em ódio, porque ela não consegue admitir que o amor
acabou. Não consegue administrar os próprios sentimentos e transfere toda a sua insatisfação
em forma de ódio para a outra pessoa.
Esse cenário descrito aqui em cima infelizmente é bastante comum, principalmente nos dias de
hoje. É até difícil de afirmar se em um relacionamento existe amor de verdade, porque são
tantas as pessoas instáveis, que mudam do dia para a noite todo o sentimento nutrido pela
pessoa. É por isso que eu digo que a relação entre amor e ódio é muito mais próxima do que se
pode imaginar.
Só por curiosidade! No cérebro, a mesma região do amor também é a do ódio. A diferença está
nas ações, no ódio a pessoa tem mais capacidade de planejar ações, o que pode ser ruim, pois
estas ações podem ser vingativas ou até pior do que isso. Depois de muito tempo eu comecei a
entender um pouco como diminuir esse sentimento chamado ódio.
Sabe como é? É você procurar não ver apenas o lado negativo de alguém. Todos nós temos
qualidades e defeitos, mas se você se focar só nos defeitos, o que vai acontecer? Simples. Não
vai mais existir encantamento pela pessoa, e logicamente, você vai escancarar as portas do seu
coração e da sua mente para instalar o ódio. Fica a dica para todos…
Outro sentimento que também tem muita proximidade com o amor e o ódio é a indiferença. O
que é a indiferença? É um sentimento terrível, em alguns casos eu digo que chega a ser até pior
do que o ódio. Pode ser pior do que o ódio porque a indiferença envolve frieza nas pessoas, o
que é algo devastador. Vou citar dois exemplos para mostrar o quanto a indiferença é ruim, um
exemplo pessoal e outro mais geral.
Quando eu cursava Física, minha orientadora de iniciação científica era uma pessoa muito
extrovertida, comunicativa e extremamente respeitada, mas ela nutria uma relação de
indiferença comigo, não sei dizer o porquê mas ela nutria. O que aconteceu é que ela me
orientou por um bom tempo, mas eu era apenas mais um aluno na sua vida, não existia nada em
mim que a fizesse dar uma atenção diferenciada, ou pelo menos uma atenção estimulante. Vou
confessar que isso era horrível, eu não suportava viver daquele jeito, fazia tudo que era para ser
feito, era interessado no trabalho, mas de nada valia para minha orientadora.
Chegando ao fim do curso, para ficar bem clara a sua indiferença por mim, não importava, se eu
quisesse fazer mestrado na Física, beleza. Se eu quisesse fazer mestrado em outro
departamento, beleza do mesmo jeito. Se eu não quisesse fazer mais nada da minha vida, beleza
do mesmo jeito. Entendem o que estou querendo dizer! Para ela, simplesmente não importava
em nada o que seria do meu futuro. Então eu fiz o que um ser humano com noção faria, “pulei
fora”. Eu tenho respeito próprio, não vou trabalhar em um lugar onde sou apenas uma sombra.
Vou trabalhar em um lugar que me faça bem e que existam pessoas que me apoiam. Que me
ajudam a crescer e torcem pelo meu sucesso.
Outro exemplo clássico de indiferença são os muitos casais que vivem “casamentos de
fachada”. O que existe na maioria desses casos é uma relação de indiferença. Duas pessoas
que dividem o mesmo teto, muitas vezes até a mesma cama, mas são como estranhos no ninho.
Não dialogam, não perguntam se tiveram um bom dia de trabalho, não se preocupam se estão
felizes, não saem mais para passear, não tem mais carícias nem sexo, etc. Esses casamentos
tendem à ruína, porque o amor, esse sentimento lindo que um dia uniu os dois, se transformou
em indiferença, que é uma destruidora silenciosa de relações afetivas, vai corroendo tudo aos
poucos, de um jeito muito manso, e que vai criando forma até culminar em uma separação. É
uma triste realidade vivida por muitos casais. Nestes casos chega a ser pior do que o ódio.
Porque é algo que vai se alastrando e vai corroendo a pessoa pouco a pouco. Pelo menos no
ódio, muitos agem pelo impulso e terminam de uma vez algo que poderia levar até anos de
sofrimento.
Portanto amigos. Vamos fazer uma bela reflexão sobre a nossa vida e sobre o amor. É esta a
mensagem que quero deixar, saibam que entre o amor, ódio e indiferença, não existe um abismo
separando, mas apenas uma linha muito fina, que se não cuidada, pode se romper a qualquer
momento.
Fonte: https://www.google.com.br/search?q
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4138350
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Provas:
A relação entre amor, ódio e indiferença. (Isaias Costa).
O amor é um tema fascinante, porém, ele é o apenas um lado da moeda, existe uma tênue linha
que separa o amor do ódio e da indiferença, e é sobre isso que quero falar um pouco hoje.
É impressionante notarmos que existem muitas relações interpessoais carregadas de ódio. Mas
quando paramos para analisar muitas dessas relações, vemos que um dia houve amor e num
outro dia passou a existir ódio. Vou dar um exemplo. Um casal se ama, mas vive aquele amor
sufocante, grudado, ciumento, dependente, possessivo. De repente, acontece alguma coisa que
faz com que os dois se separem. Não é raro acontecer em casos como esse de um dos dois
transformar todo o amor que sentia em ódio, porque ela não consegue admitir que o amor
acabou. Não consegue administrar os próprios sentimentos e transfere toda a sua insatisfação
em forma de ódio para a outra pessoa.
Esse cenário descrito aqui em cima infelizmente é bastante comum, principalmente nos dias de
hoje. É até difícil de afirmar se em um relacionamento existe amor de verdade, porque são
tantas as pessoas instáveis, que mudam do dia para a noite todo o sentimento nutrido pela
pessoa. É por isso que eu digo que a relação entre amor e ódio é muito mais próxima do que se
pode imaginar.
Só por curiosidade! No cérebro, a mesma região do amor também é a do ódio. A diferença está
nas ações, no ódio a pessoa tem mais capacidade de planejar ações, o que pode ser ruim, pois
estas ações podem ser vingativas ou até pior do que isso. Depois de muito tempo eu comecei a
entender um pouco como diminuir esse sentimento chamado ódio.
Sabe como é? É você procurar não ver apenas o lado negativo de alguém. Todos nós temos
qualidades e defeitos, mas se você se focar só nos defeitos, o que vai acontecer? Simples. Não
vai mais existir encantamento pela pessoa, e logicamente, você vai escancarar as portas do seu
coração e da sua mente para instalar o ódio. Fica a dica para todos…
Outro sentimento que também tem muita proximidade com o amor e o ódio é a indiferença. O
que é a indiferença? É um sentimento terrível, em alguns casos eu digo que chega a ser até pior
do que o ódio. Pode ser pior do que o ódio porque a indiferença envolve frieza nas pessoas, o
que é algo devastador. Vou citar dois exemplos para mostrar o quanto a indiferença é ruim, um
exemplo pessoal e outro mais geral.
Quando eu cursava Física, minha orientadora de iniciação científica era uma pessoa muito
extrovertida, comunicativa e extremamente respeitada, mas ela nutria uma relação de
indiferença comigo, não sei dizer o porquê mas ela nutria. O que aconteceu é que ela me
orientou por um bom tempo, mas eu era apenas mais um aluno na sua vida, não existia nada em
mim que a fizesse dar uma atenção diferenciada, ou pelo menos uma atenção estimulante. Vou
confessar que isso era horrível, eu não suportava viver daquele jeito, fazia tudo que era para ser
feito, era interessado no trabalho, mas de nada valia para minha orientadora.
Chegando ao fim do curso, para ficar bem clara a sua indiferença por mim, não importava, se eu
quisesse fazer mestrado na Física, beleza. Se eu quisesse fazer mestrado em outro
departamento, beleza do mesmo jeito. Se eu não quisesse fazer mais nada da minha vida, beleza
do mesmo jeito. Entendem o que estou querendo dizer! Para ela, simplesmente não importava
em nada o que seria do meu futuro. Então eu fiz o que um ser humano com noção faria, “pulei
fora”. Eu tenho respeito próprio, não vou trabalhar em um lugar onde sou apenas uma sombra.
Vou trabalhar em um lugar que me faça bem e que existam pessoas que me apoiam. Que me
ajudam a crescer e torcem pelo meu sucesso.
Outro exemplo clássico de indiferença são os muitos casais que vivem “casamentos de
fachada”. O que existe na maioria desses casos é uma relação de indiferença. Duas pessoas
que dividem o mesmo teto, muitas vezes até a mesma cama, mas são como estranhos no ninho.
Não dialogam, não perguntam se tiveram um bom dia de trabalho, não se preocupam se estão
felizes, não saem mais para passear, não tem mais carícias nem sexo, etc. Esses casamentos
tendem à ruína, porque o amor, esse sentimento lindo que um dia uniu os dois, se transformou
em indiferença, que é uma destruidora silenciosa de relações afetivas, vai corroendo tudo aos
poucos, de um jeito muito manso, e que vai criando forma até culminar em uma separação. É
uma triste realidade vivida por muitos casais. Nestes casos chega a ser pior do que o ódio.
Porque é algo que vai se alastrando e vai corroendo a pessoa pouco a pouco. Pelo menos no
ódio, muitos agem pelo impulso e terminam de uma vez algo que poderia levar até anos de
sofrimento.
Portanto amigos. Vamos fazer uma bela reflexão sobre a nossa vida e sobre o amor. É esta a
mensagem que quero deixar, saibam que entre o amor, ódio e indiferença, não existe um abismo
separando, mas apenas uma linha muito fina, que se não cuidada, pode se romper a qualquer
momento.
Fonte: https://www.google.com.br/search?q
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4138349
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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A relação entre amor, ódio e indiferença. (Isaias Costa).
O amor é um tema fascinante, porém, ele é o apenas um lado da moeda, existe uma tênue linha
que separa o amor do ódio e da indiferença, e é sobre isso que quero falar um pouco hoje.
É impressionante notarmos que existem muitas relações interpessoais carregadas de ódio. Mas
quando paramos para analisar muitas dessas relações, vemos que um dia houve amor e num
outro dia passou a existir ódio. Vou dar um exemplo. Um casal se ama, mas vive aquele amor
sufocante, grudado, ciumento, dependente, possessivo. De repente, acontece alguma coisa que
faz com que os dois se separem. Não é raro acontecer em casos como esse de um dos dois
transformar todo o amor que sentia em ódio, porque ela não consegue admitir que o amor
acabou. Não consegue administrar os próprios sentimentos e transfere toda a sua insatisfação
em forma de ódio para a outra pessoa.
Esse cenário descrito aqui em cima infelizmente é bastante comum, principalmente nos dias de
hoje. É até difícil de afirmar se em um relacionamento existe amor de verdade, porque são
tantas as pessoas instáveis, que mudam do dia para a noite todo o sentimento nutrido pela
pessoa. É por isso que eu digo que a relação entre amor e ódio é muito mais próxima do que se
pode imaginar.
Só por curiosidade! No cérebro, a mesma região do amor também é a do ódio. A diferença está
nas ações, no ódio a pessoa tem mais capacidade de planejar ações, o que pode ser ruim, pois
estas ações podem ser vingativas ou até pior do que isso. Depois de muito tempo eu comecei a
entender um pouco como diminuir esse sentimento chamado ódio.
Sabe como é? É você procurar não ver apenas o lado negativo de alguém. Todos nós temos
qualidades e defeitos, mas se você se focar só nos defeitos, o que vai acontecer? Simples. Não
vai mais existir encantamento pela pessoa, e logicamente, você vai escancarar as portas do seu
coração e da sua mente para instalar o ódio. Fica a dica para todos…
Outro sentimento que também tem muita proximidade com o amor e o ódio é a indiferença. O
que é a indiferença? É um sentimento terrível, em alguns casos eu digo que chega a ser até pior
do que o ódio. Pode ser pior do que o ódio porque a indiferença envolve frieza nas pessoas, o
que é algo devastador. Vou citar dois exemplos para mostrar o quanto a indiferença é ruim, um
exemplo pessoal e outro mais geral.
Quando eu cursava Física, minha orientadora de iniciação científica era uma pessoa muito
extrovertida, comunicativa e extremamente respeitada, mas ela nutria uma relação de
indiferença comigo, não sei dizer o porquê mas ela nutria. O que aconteceu é que ela me
orientou por um bom tempo, mas eu era apenas mais um aluno na sua vida, não existia nada em
mim que a fizesse dar uma atenção diferenciada, ou pelo menos uma atenção estimulante. Vou
confessar que isso era horrível, eu não suportava viver daquele jeito, fazia tudo que era para ser
feito, era interessado no trabalho, mas de nada valia para minha orientadora.
Chegando ao fim do curso, para ficar bem clara a sua indiferença por mim, não importava, se eu
quisesse fazer mestrado na Física, beleza. Se eu quisesse fazer mestrado em outro
departamento, beleza do mesmo jeito. Se eu não quisesse fazer mais nada da minha vida, beleza
do mesmo jeito. Entendem o que estou querendo dizer! Para ela, simplesmente não importava
em nada o que seria do meu futuro. Então eu fiz o que um ser humano com noção faria, “pulei
fora”. Eu tenho respeito próprio, não vou trabalhar em um lugar onde sou apenas uma sombra.
Vou trabalhar em um lugar que me faça bem e que existam pessoas que me apoiam. Que me
ajudam a crescer e torcem pelo meu sucesso.
Outro exemplo clássico de indiferença são os muitos casais que vivem “casamentos de
fachada”. O que existe na maioria desses casos é uma relação de indiferença. Duas pessoas
que dividem o mesmo teto, muitas vezes até a mesma cama, mas são como estranhos no ninho.
Não dialogam, não perguntam se tiveram um bom dia de trabalho, não se preocupam se estão
felizes, não saem mais para passear, não tem mais carícias nem sexo, etc. Esses casamentos
tendem à ruína, porque o amor, esse sentimento lindo que um dia uniu os dois, se transformou
em indiferença, que é uma destruidora silenciosa de relações afetivas, vai corroendo tudo aos
poucos, de um jeito muito manso, e que vai criando forma até culminar em uma separação. É
uma triste realidade vivida por muitos casais. Nestes casos chega a ser pior do que o ódio.
Porque é algo que vai se alastrando e vai corroendo a pessoa pouco a pouco. Pelo menos no
ódio, muitos agem pelo impulso e terminam de uma vez algo que poderia levar até anos de
sofrimento.
Portanto amigos. Vamos fazer uma bela reflexão sobre a nossa vida e sobre o amor. É esta a
mensagem que quero deixar, saibam que entre o amor, ódio e indiferença, não existe um abismo
separando, mas apenas uma linha muito fina, que se não cuidada, pode se romper a qualquer
momento.
Fonte: https://www.google.com.br/search?q
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4138348
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Provas:
A relação entre amor, ódio e indiferença. (Isaias Costa).
O amor é um tema fascinante, porém, ele é o apenas um lado da moeda, existe uma tênue linha
que separa o amor do ódio e da indiferença, e é sobre isso que quero falar um pouco hoje.
É impressionante notarmos que existem muitas relações interpessoais carregadas de ódio. Mas
quando paramos para analisar muitas dessas relações, vemos que um dia houve amor e num
outro dia passou a existir ódio. Vou dar um exemplo. Um casal se ama, mas vive aquele amor
sufocante, grudado, ciumento, dependente, possessivo. De repente, acontece alguma coisa que
faz com que os dois se separem. Não é raro acontecer em casos como esse de um dos dois
transformar todo o amor que sentia em ódio, porque ela não consegue admitir que o amor
acabou. Não consegue administrar os próprios sentimentos e transfere toda a sua insatisfação
em forma de ódio para a outra pessoa.
Esse cenário descrito aqui em cima infelizmente é bastante comum, principalmente nos dias de
hoje. É até difícil de afirmar se em um relacionamento existe amor de verdade, porque são
tantas as pessoas instáveis, que mudam do dia para a noite todo o sentimento nutrido pela
pessoa. É por isso que eu digo que a relação entre amor e ódio é muito mais próxima do que se
pode imaginar.
Só por curiosidade! No cérebro, a mesma região do amor também é a do ódio. A diferença está
nas ações, no ódio a pessoa tem mais capacidade de planejar ações, o que pode ser ruim, pois
estas ações podem ser vingativas ou até pior do que isso. Depois de muito tempo eu comecei a
entender um pouco como diminuir esse sentimento chamado ódio.
Sabe como é? É você procurar não ver apenas o lado negativo de alguém. Todos nós temos
qualidades e defeitos, mas se você se focar só nos defeitos, o que vai acontecer? Simples. Não
vai mais existir encantamento pela pessoa, e logicamente, você vai escancarar as portas do seu
coração e da sua mente para instalar o ódio. Fica a dica para todos…
Outro sentimento que também tem muita proximidade com o amor e o ódio é a indiferença. O
que é a indiferença? É um sentimento terrível, em alguns casos eu digo que chega a ser até pior
do que o ódio. Pode ser pior do que o ódio porque a indiferença envolve frieza nas pessoas, o
que é algo devastador. Vou citar dois exemplos para mostrar o quanto a indiferença é ruim, um
exemplo pessoal e outro mais geral.
Quando eu cursava Física, minha orientadora de iniciação científica era uma pessoa muito
extrovertida, comunicativa e extremamente respeitada, mas ela nutria uma relação de
indiferença comigo, não sei dizer o porquê mas ela nutria. O que aconteceu é que ela me
orientou por um bom tempo, mas eu era apenas mais um aluno na sua vida, não existia nada em
mim que a fizesse dar uma atenção diferenciada, ou pelo menos uma atenção estimulante. Vou
confessar que isso era horrível, eu não suportava viver daquele jeito, fazia tudo que era para ser
feito, era interessado no trabalho, mas de nada valia para minha orientadora.
Chegando ao fim do curso, para ficar bem clara a sua indiferença por mim, não importava, se eu
quisesse fazer mestrado na Física, beleza. Se eu quisesse fazer mestrado em outro
departamento, beleza do mesmo jeito. Se eu não quisesse fazer mais nada da minha vida, beleza
do mesmo jeito. Entendem o que estou querendo dizer! Para ela, simplesmente não importava
em nada o que seria do meu futuro. Então eu fiz o que um ser humano com noção faria, “pulei
fora”. Eu tenho respeito próprio, não vou trabalhar em um lugar onde sou apenas uma sombra.
Vou trabalhar em um lugar que me faça bem e que existam pessoas que me apoiam. Que me
ajudam a crescer e torcem pelo meu sucesso.
Outro exemplo clássico de indiferença são os muitos casais que vivem “casamentos de
fachada”. O que existe na maioria desses casos é uma relação de indiferença. Duas pessoas
que dividem o mesmo teto, muitas vezes até a mesma cama, mas são como estranhos no ninho.
Não dialogam, não perguntam se tiveram um bom dia de trabalho, não se preocupam se estão
felizes, não saem mais para passear, não tem mais carícias nem sexo, etc. Esses casamentos
tendem à ruína, porque o amor, esse sentimento lindo que um dia uniu os dois, se transformou
em indiferença, que é uma destruidora silenciosa de relações afetivas, vai corroendo tudo aos
poucos, de um jeito muito manso, e que vai criando forma até culminar em uma separação. É
uma triste realidade vivida por muitos casais. Nestes casos chega a ser pior do que o ódio.
Porque é algo que vai se alastrando e vai corroendo a pessoa pouco a pouco. Pelo menos no
ódio, muitos agem pelo impulso e terminam de uma vez algo que poderia levar até anos de
sofrimento.
Portanto amigos. Vamos fazer uma bela reflexão sobre a nossa vida e sobre o amor. É esta a
mensagem que quero deixar, saibam que entre o amor, ódio e indiferença, não existe um abismo
separando, mas apenas uma linha muito fina, que se não cuidada, pode se romper a qualquer
momento.
Fonte: https://www.google.com.br/search?q
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4138609
Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Provas:
Três amigos — Ana, Bruno e Carla — estavam brincando de adivinhação. Cada um escolheu
uma fruta diferente: maçã, banana e laranja. As pistas são:
1. Ana não escolheu maçã.
2. Quem escolheu banana não foi Bruno.
3. Carla não escolheu laranja.
Com base nessas informações, qual fruta cada um escolheu?
1. Ana não escolheu maçã.
2. Quem escolheu banana não foi Bruno.
3. Carla não escolheu laranja.
Com base nessas informações, qual fruta cada um escolheu?
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4138608
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Provas:
Nos processos de formação de palavras, marque a coluna com parênteses de acordo com os significados das palavras da coluna numerada.
1- Derivação prefixal ou prefixação.
2- Derivação sufixal ou sufixação.
3- Derivação sufixal e prefixal.
4- Composição por aglutinação.
( ) Infeliz.
( ) Pernalta.
( ) Amoroso.
( ) Infelizmente.
1- Derivação prefixal ou prefixação.
2- Derivação sufixal ou sufixação.
3- Derivação sufixal e prefixal.
4- Composição por aglutinação.
( ) Infeliz.
( ) Pernalta.
( ) Amoroso.
( ) Infelizmente.
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