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Um homem de 58 anos, com Diabetes Mellitus tipo, 2 há 10 anos, em uso de metformina
2.000 mg/dia e glibenclamida, procura atendimento por controle glicêmico inadequado.
Apresenta HbA1c de 9,2%. Refere ganho ponderal recente e episódios ocasionais de
hipoglicemia leve. Tem história de infarto prévio há 3 anos e doença renal crônica estágio 3,
(TFG estimada: 48 mL/min/1,73m²). PA controlada. Levando-se em conta as diretrizes mais
recentes, qual é a melhor estratégia terapêutica para intensificação do tratamento?
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Uma mulher de 34 anos procura atendimento por desconforto epigástrico recorrente há 4
meses, descrito como sensação de plenitude pós-prandial e saciedade precoce. Nega pirose ou
regurgitação. Sem perda ponderal, anemia, vômitos persistentes ou disfagia. Não faz uso de
anti-inflamatórios. Exame físico sem alterações. Considerando-se a melhor abordagem inicial
para esse quadro, qual é a conduta mais adequada?
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Um homem de 41 anos, previamente hígido, residente em área rural, procura atendimento
por dor abdominal intermitente e episódios de diarreia há cerca de 2 semanas. Evolui com tosse
seca e sibilância nos últimos dias. Nega febre. Ao exame: abdome discretamente doloroso
difusamente e sibilos esparsos à ausculta pulmonar. Hemograma mostra leucocitose com
eosinofilia significativa. Parasitológico de fezes ainda não disponível. Tendo em vista o
diagnóstico mais provável, qual é a melhor conduta inicial?
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Uma puérpera de 29 anos, no 5º dia pós-parto, procura atendimento por dor mamária
intensa à esquerda, associada à área endurecida e hiperemiada. Refere febre, (38,5 °C) e mal
estar nas últimas 24 horas. O recém-nascido está em aleitamento materno exclusivo, com boa
pega segundo relato. Ao exame: área dolorosa, quente e mal - delimitada na mama esquerda, sem
flutuação. Não há sinais de sepse. Qual é a conduta mais adequada?
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Uma mulher de 36 anos procura atendimento por cefaleia de início há 5 dias, progressiva, de
forte intensidade, holocraniana, associada a náuseas e piora ao deitar. Refere episódio recente
de uso de anticoncepcional oral combinado e viagem longa há cerca de 10 dias. Nega história
prévia de enxaqueca. Ao exame: papiledema bilateral, sem déficits neurológicos focais.
Temperatura normal. Qual é o diagnóstico mais provável?
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Um homem de 57 anos, etilista crônico, dá entrada com febre, cefaleia intensa e rebaixamento
do nível de consciência há 12 horas. Ao exame: Glasgow 12, rigidez de nuca, sem déficits focais
evidentes. São coletadas hemoculturas e iniciada antibioticoterapia empírica. A análise do
líquor, obtido após tomografia de crânio sem contraindicações, revela: 1.800 leucócitos/mm³
(90% neutrófilos), glicose 28 mg/dL, (glicemia sérica 110 mg/dL), proteína 220 mg/dL.
Considerando-se o agente etiológico mais provável nesse contexto clínico, qual é o esquema antimicrobiano empírico mais adequado?
Considerando-se o agente etiológico mais provável nesse contexto clínico, qual é o esquema antimicrobiano empírico mais adequado?
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Um homem de 68 anos, com diagnóstico de Doença de Parkinson há 6 anos, em uso de
levodopa/carbidopa em doses fracionadas, refere piora progressiva da mobilidade ao longo do
dia, com períodos de boa resposta intercalados com episódios de rigidez e bradicinesia,
(“wearing-off”). Relata, ainda, surgimento recente de movimentos involuntários coreiformes nos
períodos de melhor resposta à medicação. Nega sintomas psicóticos. Ao exame, apresenta
discinesias de pico de dose e flutuações motoras previsíveis. Qual é a melhor estratégia
terapêutica inicial para manejo desse quadro?
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Uma mulher de 62 anos, com diagnóstico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, (DPOC),
GOLD III e uso recente de antibiótico por exacerbação há 20 dias, procura atendimento por
febre, dispneia progressiva e tosse produtiva. Ao exame: FR 30 irpm, PA 92/58 mmHg, FC 118
bpm, SatO₂ 88% em ar ambiente. Apresenta confusão leve. Radiografia de tórax mostra infiltrado
multilobar. Foi internada em enfermaria nas últimas 3 semanas por exacerbação da DPOC. A
partir do quadro clínico e fatores de risco, qual é a melhor conduta inicial em relação à
antibioticoterapia empírica?
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Um homem de 64 anos, com histórico de Hipertensão Arterial Sistêmica e Diabetes Mellitus
tipo 2, é admitido com quadro de dor torácica súbita, evoluindo com diagnóstico de infarto
agudo do miocárdio. Após 48 horas de internação, apresenta choque cardiogênico e evolui a
óbito. Ao preencher a Declaração de Óbito, o médico deve registrar, corretamente, a sequência
causal na Parte I do documento. Qual é a forma mais adequada de preenchimento?
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4167813
Ano: 2026
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Durante plantão em hospital geral, o médico atende um paciente com quadro de febre alta,
exantema maculopapular, conjuntivite e tosse, com história recente de viagem internacional.
Diante da suspeita clínica de Sarampo, o profissional opta por iniciar medidas de isolamento,
coleta de exames e programar a notificação no sistema ao final do plantão, junto com os demais
casos do dia. Tendo em vista as normas vigentes no Brasil, qual é a conduta mais adequada em
relação à notificação?
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