Foram encontradas 588 questões.
Texto 02:
Nos termos do texto, uma análise criteriosa das
ideias expressas por Theodore Kaczynski revela
uma crítica incisiva à sociedade industrial e suas
ramificações nefastas. Assinale a opção que
melhor sintetiza a perspectiva defendida pelo
autor? A sociedade industrial e suas
consequências têm sido um desastre para a raça
humana. Elas não apenas aumentaram em muito a
expectativa de vida nos países "avançados", como
também desestabilizaram a sociedade, tornaram a
vida frustrante, sujeitaram os seres humanos a
indignidades, provocaram sofrimento psicológico
generalizado (no Terceiro Mundo, sofrimentos físicos
também) e infligiram graves danos ao mundo
natural. O contínuo desenvolvimento da tecnologia
irá agravar essa situação.
O sistema tecnológico industrial poderá sobreviver, ou poderá entrar em colapso. Se sobreviver, é possível -apenas possível- que com o tempo chegue a um nível reduzido de sofrimento físico e psicológico. Mas isso só poderá acontecer depois de passado um período longo e muito doloroso de adaptação, e apenas ao custo da redução permanente dos seres humanos e muitos outros organismos vivos à situação de produtos criados artificialmente e meras peças na máquina social.
Se o sistema entrar em colapso, as consequências serão muito dolorosas. Mas quanto mais o sistema crescer mais desastrosos serão os resultados de sua ruptura. Portanto, se pretendemos provocar sua ruptura é melhor fazê-lo mais cedo do que mais tarde.
Por essas razões defendemos uma revolução contra o sistema industrial. Essa revolução pode ou não fazer uso da violência. Ela poderá ser repentina ou ser um processo relativamente gradativo, estendendo-se por algumas décadas.
(Excerto do livro "A Sociedade Industrial e Seu Futuro", também conhecido como "Manifesto Unabomber", escrito por Theodore Kaczynski)
O sistema tecnológico industrial poderá sobreviver, ou poderá entrar em colapso. Se sobreviver, é possível -apenas possível- que com o tempo chegue a um nível reduzido de sofrimento físico e psicológico. Mas isso só poderá acontecer depois de passado um período longo e muito doloroso de adaptação, e apenas ao custo da redução permanente dos seres humanos e muitos outros organismos vivos à situação de produtos criados artificialmente e meras peças na máquina social.
Se o sistema entrar em colapso, as consequências serão muito dolorosas. Mas quanto mais o sistema crescer mais desastrosos serão os resultados de sua ruptura. Portanto, se pretendemos provocar sua ruptura é melhor fazê-lo mais cedo do que mais tarde.
Por essas razões defendemos uma revolução contra o sistema industrial. Essa revolução pode ou não fazer uso da violência. Ela poderá ser repentina ou ser um processo relativamente gradativo, estendendo-se por algumas décadas.
(Excerto do livro "A Sociedade Industrial e Seu Futuro", também conhecido como "Manifesto Unabomber", escrito por Theodore Kaczynski)
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A questão tem como base o texto 01.
Texto 01:
O CASO ESCOLA BASE
Nos últimos 20 anos, os jornais sofreram
vertiginosa transformação. Há pouco mais de duas
décadas, porém, o modelo convencional de
jornalismo cometeu uma das maiores “barrigas”, com
efeitos trágicos sobre a vida dos personagens
envolvidos. Barriga é jargão entre jornalistas.
Significa erro, falha, informação improcedente, uma
mentira publicada, enfim.
Em março de 1994, os brasileiros tomaram conhecimento, pelos jornais diários, revistas, emissoras de rádio e televisão que havia uma grave denúncia contra professores e funcionários de uma escola para crianças, no bairro da Aclimação, zona sul de São Paulo. Eles eram acusados da prática de abuso sexual contra os menores. As manchetes, taxativas. Na Escola de Educação Infantil Base, as crianças seriam vítimas de abusos em orgias gravadas em fitas que depois eram exibidas nos aparelhos de videocassete. As reportagens foram elaboradas a partir das informações colhidas com fontes autorizadas, delegados de polícia, investigadores e mães de pelo menos quatro crianças.
A “escolinha do sexo” virou palco da vingança e da tragédia. Funcionários foram torturados por policiais. O local, pichado, depredado. Os proprietários presos. O inferno chegara após avisá-los pelos jornais.
A irresponsabilidade originada das denúncias validadas pela autoridade policial contaminou jornais e jornalistas. O caso realçou o “fontismo”, termo que indica a dependência do jornalista pelas declarações das fontes de informação, sem que o contraditório seja apurado, investigado.
Em março de 1994, os brasileiros tomaram conhecimento, pelos jornais diários, revistas, emissoras de rádio e televisão que havia uma grave denúncia contra professores e funcionários de uma escola para crianças, no bairro da Aclimação, zona sul de São Paulo. Eles eram acusados da prática de abuso sexual contra os menores. As manchetes, taxativas. Na Escola de Educação Infantil Base, as crianças seriam vítimas de abusos em orgias gravadas em fitas que depois eram exibidas nos aparelhos de videocassete. As reportagens foram elaboradas a partir das informações colhidas com fontes autorizadas, delegados de polícia, investigadores e mães de pelo menos quatro crianças.
A “escolinha do sexo” virou palco da vingança e da tragédia. Funcionários foram torturados por policiais. O local, pichado, depredado. Os proprietários presos. O inferno chegara após avisá-los pelos jornais.
A irresponsabilidade originada das denúncias validadas pela autoridade policial contaminou jornais e jornalistas. O caso realçou o “fontismo”, termo que indica a dependência do jornalista pelas declarações das fontes de informação, sem que o contraditório seja apurado, investigado.
Mais tarde, constatou-se que nenhuma
prova fora produzida contra os acusados. Eram
inocentes.
Uma cadeia de erros foi construída. Entre
os grandes jornais paulistas, somente o Diário
Popular, com uma tiragem acima dos 200 mil
exemplares/dia, recusou-se a se contaminar pelo engano. E publicou apenas uma nota, nas páginas
internas da edição da terça-feira, 29 de março
daquele ano. Mas, a parcimônia e o cuidado dos
jornalistas do Diário Popular não foram critérios para
os concorrentes. Todos os outros foram conduzidos
pelo estado emocional das mães que acusavam a
escola de ser palco das orgias com seus filhos e pelas
declarações do delegado responsável pelo inquérito.
Os proprietários, Icushiro Shimada e a
esposa, Maria Aparecida Shimada, ingressaram com
ações cíveis contra os jornais. Editora Abril, Folha de
São Paulo, Rede Globo, SBT, entre outras empresas,
foram sentenciadas a indenizá-los, como ao
motorista Maurício Alvarenga. Icushiro e Maria
Aparecida morreram sem ter recebido as
indenizações. Ele, de infarto no miocárdio em abril
deste ano. Ela, de câncer, em 2007.
A verdade no jornalismo é provisória. E
depende dos processos nos quais informações e
contrainformações bem apuradas se debatem por um
lugar nas páginas impressas, nas telas digitais ou na
edição audiovisual. Desrespeitar tais fundamentos é
arriscar repetir o caso Escola de Base e aprofundar o
grau de descrédito sobre um jornalismo rasteiro,
apressado e descompromissado com os fatos.
Inverter essa equação é desafio para jornais,
jornalistas e sociedade.
(Autoria Professor Mestre Marcel J. Cheida. Disponível em https://www.puccampinas.edu.br/artigo-o-caso-escola-base-profme-marcel-j-cheida/)
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O CASO ESCOLA BASE
Nos últimos 20 anos, os jornais sofreram
vertiginosa transformação. Há pouco mais de duas
décadas, porém, o modelo convencional de
jornalismo cometeu uma das maiores “barrigas”, com
efeitos trágicos sobre a vida dos personagens
envolvidos. Barriga é jargão entre jornalistas.
Significa erro, falha, informação improcedente, uma
mentira publicada, enfim.
Em março de 1994, os brasileiros tomaram conhecimento, pelos jornais diários, revistas, emissoras de rádio e televisão que havia uma grave denúncia contra professores e funcionários de uma escola para crianças, no bairro da Aclimação, zona sul de São Paulo. Eles eram acusados da prática de abuso sexual contra os menores. As manchetes, taxativas. Na Escola de Educação Infantil Base, as crianças seriam vítimas de abusos em orgias gravadas em fitas que depois eram exibidas nos aparelhos de videocassete. As reportagens foram elaboradas a partir das informações colhidas com fontes autorizadas, delegados de polícia, investigadores e mães de pelo menos quatro crianças.
A “escolinha do sexo” virou palco da vingança e da tragédia. Funcionários foram torturados por policiais. O local, pichado, depredado. Os proprietários presos. O inferno chegara após avisá-los pelos jornais.
A irresponsabilidade originada das denúncias validadas pela autoridade policial contaminou jornais e jornalistas. O caso realçou o “fontismo”, termo que indica a dependência do jornalista pelas declarações das fontes de informação, sem que o contraditório seja apurado, investigado.
Em março de 1994, os brasileiros tomaram conhecimento, pelos jornais diários, revistas, emissoras de rádio e televisão que havia uma grave denúncia contra professores e funcionários de uma escola para crianças, no bairro da Aclimação, zona sul de São Paulo. Eles eram acusados da prática de abuso sexual contra os menores. As manchetes, taxativas. Na Escola de Educação Infantil Base, as crianças seriam vítimas de abusos em orgias gravadas em fitas que depois eram exibidas nos aparelhos de videocassete. As reportagens foram elaboradas a partir das informações colhidas com fontes autorizadas, delegados de polícia, investigadores e mães de pelo menos quatro crianças.
A “escolinha do sexo” virou palco da vingança e da tragédia. Funcionários foram torturados por policiais. O local, pichado, depredado. Os proprietários presos. O inferno chegara após avisá-los pelos jornais.
A irresponsabilidade originada das denúncias validadas pela autoridade policial contaminou jornais e jornalistas. O caso realçou o “fontismo”, termo que indica a dependência do jornalista pelas declarações das fontes de informação, sem que o contraditório seja apurado, investigado.
Mais tarde, constatou-se que nenhuma
prova fora produzida contra os acusados. Eram
inocentes.
Uma cadeia de erros foi construída. Entre
os grandes jornais paulistas, somente o Diário
Popular, com uma tiragem acima dos 200 mil
exemplares/dia, recusou-se a se contaminar pelo engano. E publicou apenas uma nota, nas páginas
internas da edição da terça-feira, 29 de março
daquele ano. Mas, a parcimônia e o cuidado dos
jornalistas do Diário Popular não foram critérios para
os concorrentes. Todos os outros foram conduzidos
pelo estado emocional das mães que acusavam a
escola de ser palco das orgias com seus filhos e pelas
declarações do delegado responsável pelo inquérito.
Os proprietários, Icushiro Shimada e a
esposa, Maria Aparecida Shimada, ingressaram com
ações cíveis contra os jornais. Editora Abril, Folha de
São Paulo, Rede Globo, SBT, entre outras empresas,
foram sentenciadas a indenizá-los, como ao
motorista Maurício Alvarenga. Icushiro e Maria
Aparecida morreram sem ter recebido as
indenizações. Ele, de infarto no miocárdio em abril
deste ano. Ela, de câncer, em 2007.
A verdade no jornalismo é provisória. E
depende dos processos nos quais informações e
contrainformações bem apuradas se debatem por um
lugar nas páginas impressas, nas telas digitais ou na
edição audiovisual. Desrespeitar tais fundamentos é
arriscar repetir o caso Escola de Base e aprofundar o
grau de descrédito sobre um jornalismo rasteiro,
apressado e descompromissado com os fatos.
Inverter essa equação é desafio para jornais,
jornalistas e sociedade.
(Autoria Professor Mestre Marcel J. Cheida. Disponível em https://www.puccampinas.edu.br/artigo-o-caso-escola-base-profme-marcel-j-cheida/)
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Texto 01:
O CASO ESCOLA BASE
Nos últimos 20 anos, os jornais sofreram
vertiginosa transformação. Há pouco mais de duas
décadas, porém, o modelo convencional de
jornalismo cometeu uma das maiores “barrigas”, com
efeitos trágicos sobre a vida dos personagens
envolvidos. Barriga é jargão entre jornalistas.
Significa erro, falha, informação improcedente, uma
mentira publicada, enfim.
Em março de 1994, os brasileiros tomaram conhecimento, pelos jornais diários, revistas, emissoras de rádio e televisão que havia uma grave denúncia contra professores e funcionários de uma escola para crianças, no bairro da Aclimação, zona sul de São Paulo. Eles eram acusados da prática de abuso sexual contra os menores. As manchetes, taxativas. Na Escola de Educação Infantil Base, as crianças seriam vítimas de abusos em orgias gravadas em fitas que depois eram exibidas nos aparelhos de videocassete. As reportagens foram elaboradas a partir das informações colhidas com fontes autorizadas, delegados de polícia, investigadores e mães de pelo menos quatro crianças.
A “escolinha do sexo” virou palco da vingança e da tragédia. Funcionários foram torturados por policiais. O local, pichado, depredado. Os proprietários presos. O inferno chegara após avisá-los pelos jornais.
A irresponsabilidade originada das denúncias validadas pela autoridade policial contaminou jornais e jornalistas. O caso realçou o “fontismo”, termo que indica a dependência do jornalista pelas declarações das fontes de informação, sem que o contraditório seja apurado, investigado.
Em março de 1994, os brasileiros tomaram conhecimento, pelos jornais diários, revistas, emissoras de rádio e televisão que havia uma grave denúncia contra professores e funcionários de uma escola para crianças, no bairro da Aclimação, zona sul de São Paulo. Eles eram acusados da prática de abuso sexual contra os menores. As manchetes, taxativas. Na Escola de Educação Infantil Base, as crianças seriam vítimas de abusos em orgias gravadas em fitas que depois eram exibidas nos aparelhos de videocassete. As reportagens foram elaboradas a partir das informações colhidas com fontes autorizadas, delegados de polícia, investigadores e mães de pelo menos quatro crianças.
A “escolinha do sexo” virou palco da vingança e da tragédia. Funcionários foram torturados por policiais. O local, pichado, depredado. Os proprietários presos. O inferno chegara após avisá-los pelos jornais.
A irresponsabilidade originada das denúncias validadas pela autoridade policial contaminou jornais e jornalistas. O caso realçou o “fontismo”, termo que indica a dependência do jornalista pelas declarações das fontes de informação, sem que o contraditório seja apurado, investigado.
Mais tarde, constatou-se que nenhuma
prova fora produzida contra os acusados. Eram
inocentes.
Uma cadeia de erros foi construída. Entre
os grandes jornais paulistas, somente o Diário
Popular, com uma tiragem acima dos 200 mil
exemplares/dia, recusou-se a se contaminar pelo engano. E publicou apenas uma nota, nas páginas
internas da edição da terça-feira, 29 de março
daquele ano. Mas, a parcimônia e o cuidado dos
jornalistas do Diário Popular não foram critérios para
os concorrentes. Todos os outros foram conduzidos
pelo estado emocional das mães que acusavam a
escola de ser palco das orgias com seus filhos e pelas
declarações do delegado responsável pelo inquérito.
Os proprietários, Icushiro Shimada e a
esposa, Maria Aparecida Shimada, ingressaram com
ações cíveis contra os jornais. Editora Abril, Folha de
São Paulo, Rede Globo, SBT, entre outras empresas,
foram sentenciadas a indenizá-los, como ao
motorista Maurício Alvarenga. Icushiro e Maria
Aparecida morreram sem ter recebido as
indenizações. Ele, de infarto no miocárdio em abril
deste ano. Ela, de câncer, em 2007.
A verdade no jornalismo é provisória. E
depende dos processos nos quais informações e
contrainformações bem apuradas se debatem por um
lugar nas páginas impressas, nas telas digitais ou na
edição audiovisual. Desrespeitar tais fundamentos é
arriscar repetir o caso Escola de Base e aprofundar o
grau de descrédito sobre um jornalismo rasteiro,
apressado e descompromissado com os fatos.
Inverter essa equação é desafio para jornais,
jornalistas e sociedade.
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3270818
Ano: 2024
Disciplina: Serviço Social
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Santo Amaro Maranhão-MA
Disciplina: Serviço Social
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Santo Amaro Maranhão-MA
Provas:
Conforme letra de lei, nos artigos 17 e 18 do
Código de Ética, é vedado ao/à assistente social
revelar sigilo profissional só sendo admissível
quando:
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3270817
Ano: 2024
Disciplina: Serviço Social
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Santo Amaro Maranhão-MA
Disciplina: Serviço Social
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Santo Amaro Maranhão-MA
Provas:
São deveres do/a assistente social, conforme
art.21, alínea “a”:
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Questão presente nas seguintes provas
3270816
Ano: 2024
Disciplina: Serviço Social
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Santo Amaro Maranhão-MA
Disciplina: Serviço Social
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Santo Amaro Maranhão-MA
Provas:
A pena de suspensão acarreta ao/à assistente
social a interdição do exercício profissional em
todo o território nacional, pelo prazo de:
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3270815
Ano: 2024
Disciplina: Serviço Social
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Santo Amaro Maranhão-MA
Disciplina: Serviço Social
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Santo Amaro Maranhão-MA
Provas:
Conforme o art. 33, §2° do Código de Ética do
Assistente Social, em caso de cassação do
exercício profissional, além dos editais e das
comunicações feitas às autoridades competentes
interessadas no assunto, proceder-se-á:
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3270814
Ano: 2024
Disciplina: Serviço Social
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Santo Amaro Maranhão-MA
Disciplina: Serviço Social
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Santo Amaro Maranhão-MA
Provas:
- Assistência Social
- Planejamento, Monitoramento e Avaliação
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
Como o planejamento contribui para a
consolidação do SUAS (Sistema Único de
Assistência Social):
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3270813
Ano: 2024
Disciplina: Serviço Social
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Santo Amaro Maranhão-MA
Disciplina: Serviço Social
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Santo Amaro Maranhão-MA
Provas:
O que antecede o ato de planejar na Assistência
Social:
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