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Gordura de fígado
Esteatose hepática. Fígado gordo. Gordura no fígado. Diagnósticos frequentes em pessoas que fazem exames de imagem do abdome: ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética. Muitos médicos e pacientes não levam a sério essa condição, mas ela pode acarretar problemas graves. Até falência do funcionamento adequado do fígado.
O acúmulo progressivo de gordura, basicamente triglicérides, entre as células do fígado é geralmente assintomático. Os indivíduos não têm percepção dessa condição clínica, até a realização, por qualquer motivo, de um exame radiológico do abdome.
Apesar de não provocar nenhum sinal ou sintoma, a esteatose pode se associar à elevação significativa dos riscos de morte por doenças diversas, como infarto ou derrame cerebral, doenças do fígado e até por tumores malignos. A esteatose é ainda mais comum em pessoas obesas, ou que sofram de diabetes. Mas sua ocorrência não é restrita a esse grupo de pacientes.
Curiosamente, no entanto, muitas pessoas que comem ou bebem em excesso não têm nenhum sinal de gordura no fígado, e não é raro encontrar pessoas magras, com dietas balanceadas e sem excessos com esteatose hepática importante.
Um estudo recentemente publicado na revista New England Journal of Medicine conseguiu encontrar uma pista que explica a suscetibilidade diferenciada entre os indivíduos. Pesquisadores examinaram um grupo de voluntários do sexo masculino, que não apresentavam fatores de risco claros para a doença. Não eram obesos, alcoólatras ou diabéticos. Pesquisaram nessas pessoas a presença de um gene chamado Apoc3 e solicitaram que avaliassem a quantidade de gordura em seus fígados. Quando foi correlacionada a presença da doença com as alterações genéticas do Apoc3, os cientistas observaram que nos indivíduos sem essas alterações do gene não havia nenhum caso de gordura no fígado.
Por outro lado, nos indivíduos com presença das alterações genéticas do gene, 38% tinham infiltração gordurosa significativa no fígado e também apresentavam maiores concentrações de triglicérides no sangue.
Em relação à observação de que pessoas com esteatose hepática extensa podem desenvolver inflamação do fígado, a chamada hepatite, o significado dos resultados obtidos nesse estudo ficam ainda mais óbvios. Existe a possibilidade de identificar as pessoas com maior risco de gordura no fígado; e nesse grupo, as pessoas que podem apresentar quadro de hepatite grave. Os autores dessa publicação alertam para a necessidade de portadores da doença passarem por uma avaliação detalhada por especialistas, para reverter o quadro e evitar complicações potencialmente graves.
(Riad Younes, CartaCapital, 28 julho, 2010. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a expressão em destaque estabelece relação de concessão.
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1390311
Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
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Duas amigas, Carla e Bete, foram a uma loja comprar canecas que estavam em promoção, todas pelo mesmo preço. Carla comprou 20 canecas e gastou mais R$ 100,00 em outros artigos, e Bete comprou 35 canecas e obteve um desconto de R$ 20,00. Se ambas gastaram a mesma quantia de dinheiro, então o valor de uma caneca era
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Gordura de fígado
Esteatose hepática. Fígado gordo. Gordura no fígado. Diagnósticos frequentes em pessoas que fazem exames de imagem do abdome: ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética. Muitos médicos e pacientes não levam a sério essa condição, mas ela pode acarretar problemas graves. Até falência do funcionamento adequado do fígado.
O acúmulo progressivo de gordura, basicamente triglicérides, entre as células do fígado é geralmente assintomático. Os indivíduos não têm percepção dessa condição clínica, até a realização, por qualquer motivo, de um exame radiológico do abdome.
Apesar de não provocar nenhum sinal ou sintoma, a esteatose pode se associar à elevação significativa dos riscos de morte por doenças diversas, como infarto ou derrame cerebral, doenças do fígado e até por tumores malignos. A esteatose é ainda mais comum em pessoas obesas, ou que sofram de diabetes. Mas sua ocorrência não é restrita a esse grupo de pacientes.
Curiosamente, no entanto, muitas pessoas que comem ou bebem em excesso não têm nenhum sinal de gordura no fígado, e não é raro encontrar pessoas magras, com dietas balanceadas e sem excessos com esteatose hepática importante.
Um estudo recentemente publicado na revista New England Journal of Medicine conseguiu encontrar uma pista que explica a suscetibilidade diferenciada entre os indivíduos. Pesquisadores examinaram um grupo de voluntários do sexo masculino, que não apresentavam fatores de risco claros para a doença. Não eram obesos, alcoólatras ou diabéticos. Pesquisaram nessas pessoas a presença de um gene chamado Apoc3 e solicitaram que avaliassem a quantidade de gordura em seus fígados. Quando foi correlacionada a presença da doença com as alterações genéticas do Apoc3, os cientistas observaram que nos indivíduos sem essas alterações do gene não havia nenhum caso de gordura no fígado.
Por outro lado, nos indivíduos com presença das alterações genéticas do gene, 38% tinham infiltração gordurosa significativa no fígado e também apresentavam maiores concentrações de triglicérides no sangue.
Em relação à observação de que pessoas com esteatose hepática extensa podem desenvolver inflamação do fígado, a chamada hepatite, o significado dos resultados obtidos nesse estudo ficam ainda mais óbvios. Existe a possibilidade de identificar as pessoas com maior risco de gordura no fígado; e nesse grupo, as pessoas que podem apresentar quadro de hepatite grave. Os autores dessa publicação alertam para a necessidade de portadores da doença passarem por uma avaliação detalhada por especialistas, para reverter o quadro e evitar complicações potencialmente graves.
(Riad Younes, CartaCapital, 28 julho, 2010. Adaptado)
Segundo o texto, pode-se concluir que
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Leia o texto para responder à questão.
Até hoje permanece certa confusão em torno da morte de Quincas Berro D’Água. Dúvidas por explicar, detalhes absurdos, contradições no depoimento das testemunhas, lacunas diversas. Não há clareza sobre hora, local e frase derradeira. A família, apoiada por vizinhos e conhecidos, mantém-se intransigente na versão da tranquila morte matinal, sem testemunhas, sem aparato, sem frase, acontecida quase vinte horas antes daquela outra propalada e comentada morte na agonia da noite, quando a lua se desfez sobre o mar e aconteceram mistérios na orla do cais da Bahia. Presenciada, no entanto, por testemunhas idôneas, largamente falada nas ladeiras e becos escusos, a frase final repetida de boca em boca representou, na opinião daquela gente, mais que uma simples despedida do mundo, um testemunho profético, mensagem do profundo conteúdo (como escrevia um jovem autor de nosso tempo).
(Jorge Amado, A Morte e a morte de Quincas Berro D’Água.)
A morte de Quincas Berro D’Água
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O porto de Santos, por onde passam 25% do comércio exterior do País, voltou a ter congestionamentos com as exportações em alta. Apenas em maio último, o porto movimentou 8,959 milhões de toneladas, o maior volume mensal em seus 118 anos. A previsão de 89 milhões de toneladas em 2010 deve ser superada. Circulam diariamente pelo cais 14 mil caminhões. O transporte rodoviário responde por 81% das cargas recepcionadas pelo porto santista. O tempo de espera para despachar carga chega a 30 horas.
(Folha de S.Paulo, 17 jun. 2010, p. A1)
Sobre o conteúdo do texto, são feitas as seguintes afirmações:
I. As maiores exportações brasileiras são de produtos dos setores farmacêutico e de informática.
II. Os congestionamentos no porto e nas rodovias demonstram um dos gargalos na infraestrutura da economia.
III. O porto de Santos deixou de ser o mais movimentado de São Paulo, cedendo lugar ao porto de São Sebastião.
II. Os congestionamentos no porto e nas rodovias demonstram um dos gargalos na infraestrutura da economia.
III. O porto de Santos deixou de ser o mais movimentado de São Paulo, cedendo lugar ao porto de São Sebastião.
Está correto somente o que se afirma em
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Gordura de fígado
Esteatose hepática. Fígado gordo. Gordura no fígado. Diagnósticos frequentes em pessoas que fazem exames de imagem do abdome: ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética. Muitos médicos e pacientes não levam a sério essa condição, mas ela pode acarretar problemas graves. Até falência do funcionamento adequado do fígado.
O acúmulo progressivo de gordura, basicamente triglicérides, entre as células do fígado é geralmente assintomático. Os indivíduos não têm percepção dessa condição clínica, até a realização, por qualquer motivo, de um exame radiológico do abdome.
Apesar de não provocar nenhum sinal ou sintoma, a esteatose pode se associar à elevação significativa dos riscos de morte por doenças diversas, como infarto ou derrame cerebral, doenças do fígado e até por tumores malignos. A esteatose é ainda mais comum em pessoas obesas, ou que sofram de diabetes. Mas sua ocorrência não é restrita a esse grupo de pacientes.
Curiosamente, no entanto, muitas pessoas que comem ou bebem em excesso não têm nenhum sinal de gordura no fígado, e não é raro encontrar pessoas magras, com dietas balanceadas e sem excessos com esteatose hepática importante.
Um estudo recentemente publicado na revista New England Journal of Medicine conseguiu encontrar uma pista que explica a suscetibilidade diferenciada entre os indivíduos. Pesquisadores examinaram um grupo de voluntários do sexo masculino, que não apresentavam fatores de risco claros para a doença. Não eram obesos, alcoólatras ou diabéticos. Pesquisaram nessas pessoas a presença de um gene chamado Apoc3 e solicitaram que avaliassem a quantidade de gordura em seus fígados. Quando foi correlacionada a presença da doença com as alterações genéticas do Apoc3, os cientistas observaram que nos indivíduos sem essas alterações do gene não havia nenhum caso de gordura no fígado.
Por outro lado, nos indivíduos com presença das alterações genéticas do gene, 38% tinham infiltração gordurosa significativa no fígado e também apresentavam maiores concentrações de triglicérides no sangue.
Em relação à observação de que pessoas com esteatose hepática extensa podem desenvolver inflamação do fígado, a chamada hepatite, o significado dos resultados obtidos nesse estudo ficam ainda mais óbvios. Existe a possibilidade de identificar as pessoas com maior risco de gordura no fígado; e nesse grupo, as pessoas que podem apresentar quadro de hepatite grave. Os autores dessa publicação alertam para a necessidade de portadores da doença passarem por uma avaliação detalhada por especialistas, para reverter o quadro e evitar complicações potencialmente graves.
(Riad Younes, CartaCapital, 28 julho, 2010. Adaptado)
Leia as frases.
I. Ainda não se chegou a conclusões quanto à causa da esteatose.
II. À partir dos diagnósticos feitos com exames de imagem, pode-se evitar a esteatose.
III. O estudo referia-se à suscetibilidade diferenciada que ocorre entre os indivíduos.
IV. Pessoas que têm diabetes são mais propensas à essa doença.
II. À partir dos diagnósticos feitos com exames de imagem, pode-se evitar a esteatose.
III. O estudo referia-se à suscetibilidade diferenciada que ocorre entre os indivíduos.
IV. Pessoas que têm diabetes são mais propensas à essa doença.
Quanto ao uso ou não do acento indicativo da crase, estão corretas, apenas, as frases
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Gordura de fígado
Esteatose hepática. Fígado gordo. Gordura no fígado. Diagnósticos frequentes em pessoas que fazem exames de imagem do abdome: ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética. Muitos médicos e pacientes não levam a sério essa condição, mas ela pode acarretar problemas graves. Até falência do funcionamento adequado do fígado.
O acúmulo progressivo de gordura, basicamente triglicérides, entre as células do fígado é geralmente assintomático. Os indivíduos não têm percepção dessa condição clínica, até a realização, por qualquer motivo, de um exame radiológico do abdome.
Apesar de não provocar nenhum sinal ou sintoma, a esteatose pode se associar à elevação significativa dos riscos de morte por doenças diversas, como infarto ou derrame cerebral, doenças do fígado e até por tumores malignos. A esteatose é ainda mais comum em pessoas obesas, ou que sofram de diabetes. Mas sua ocorrência não é restrita a esse grupo de pacientes.
Curiosamente, no entanto, muitas pessoas que comem ou bebem em excesso não têm nenhum sinal de gordura no fígado, e não é raro encontrar pessoas magras, com dietas balanceadas e sem excessos com esteatose hepática importante.
Um estudo recentemente publicado na revista New England Journal of Medicine conseguiu encontrar uma pista que explica a suscetibilidade diferenciada entre os indivíduos. Pesquisadores examinaram um grupo de voluntários do sexo masculino, que não apresentavam fatores de risco claros para a doença. Não eram obesos, alcoólatras ou diabéticos. Pesquisaram nessas pessoas a presença de um gene chamado Apoc3 e solicitaram que avaliassem a quantidade de gordura em seus fígados. Quando foi correlacionada a presença da doença com as alterações genéticas do Apoc3, os cientistas observaram que nos indivíduos sem essas alterações do gene não havia nenhum caso de gordura no fígado.
Por outro lado, nos indivíduos com presença das alterações genéticas do gene, 38% tinham infiltração gordurosa significativa no fígado e também apresentavam maiores concentrações de triglicérides no sangue.
Em relação à observação de que pessoas com esteatose hepática extensa podem desenvolver inflamação do fígado, a chamada hepatite, o significado dos resultados obtidos nesse estudo ficam ainda mais óbvios. Existe a possibilidade de identificar as pessoas com maior risco de gordura no fígado; e nesse grupo, as pessoas que podem apresentar quadro de hepatite grave. Os autores dessa publicação alertam para a necessidade de portadores da doença passarem por uma avaliação detalhada por especialistas, para reverter o quadro e evitar complicações potencialmente graves.
(Riad Younes, CartaCapital, 28 julho, 2010. Adaptado)
De acordo com as informações contidas no texto, a esteatose hepática
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Analise os mapas para responder à questão.
Expansão da área cultivada com o produto agrícola X

(Hervé Théry & Neli Aparecida de Mello, Atlas do Brasil. Adaptado)
O produto agrícola representado nos mapas é
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Gordura de fígado
Esteatose hepática. Fígado gordo. Gordura no fígado. Diagnósticos frequentes em pessoas que fazem exames de imagem do abdome: ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética. Muitos médicos e pacientes não levam a sério essa condição, mas ela pode acarretar problemas graves. Até falência do funcionamento adequado do fígado.
O acúmulo progressivo de gordura, basicamente triglicérides, entre as células do fígado é geralmente assintomático. Os indivíduos não têm percepção dessa condição clínica, até a realização, por qualquer motivo, de um exame radiológico do abdome.
Apesar de não provocar nenhum sinal ou sintoma, a esteatose pode se associar à elevação significativa dos riscos de morte por doenças diversas, como infarto ou derrame cerebral, doenças do fígado e até por tumores malignos. A esteatose é ainda mais comum em pessoas obesas, ou que sofram de diabetes. Mas sua ocorrência não é restrita a esse grupo de pacientes.
Curiosamente, no entanto, muitas pessoas que comem ou bebem em excesso não têm nenhum sinal de gordura no fígado, e não é raro encontrar pessoas magras, com dietas balanceadas e sem excessos com esteatose hepática importante.
Um estudo recentemente publicado na revista New England Journal of Medicine conseguiu encontrar uma pista que explica a suscetibilidade diferenciada entre os indivíduos. Pesquisadores examinaram um grupo de voluntários do sexo masculino, que não apresentavam fatores de risco claros para a doença. Não eram obesos, alcoólatras ou diabéticos. Pesquisaram nessas pessoas a presença de um gene chamado Apoc3 e solicitaram que avaliassem a quantidade de gordura em seus fígados. Quando foi correlacionada a presença da doença com as alterações genéticas do Apoc3, os cientistas observaram que nos indivíduos sem essas alterações do gene não havia nenhum caso de gordura no fígado.
Por outro lado, nos indivíduos com presença das alterações genéticas do gene, 38% tinham infiltração gordurosa significativa no fígado e também apresentavam maiores concentrações de triglicérides no sangue.
Em relação à observação de que pessoas com esteatose hepática extensa podem desenvolver inflamação do fígado, a chamada hepatite, o significado dos resultados obtidos nesse estudo ficam ainda mais óbvios. Existe a possibilidade de identificar as pessoas com maior risco de gordura no fígado; e nesse grupo, as pessoas que podem apresentar quadro de hepatite grave. Os autores dessa publicação alertam para a necessidade de portadores da doença passarem por uma avaliação detalhada por especialistas, para reverter o quadro e evitar complicações potencialmente graves.
(Riad Younes, CartaCapital, 28 julho, 2010. Adaptado)
Tendo-se em conta a flexão e o emprego dos verbos, assinale a alternativa em que a forma entre parênteses completa corretamente a lacuna da frase.
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Gordura de fígado
Esteatose hepática. Fígado gordo. Gordura no fígado. Diagnósticos frequentes em pessoas que fazem exames de imagem do abdome: ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética. Muitos médicos e pacientes não levam a sério essa condição, mas ela pode acarretar problemas graves. Até falência do funcionamento adequado do fígado.
O acúmulo progressivo de gordura, basicamente triglicérides, entre as células do fígado é geralmente assintomático. Os indivíduos não têm percepção dessa condição clínica, até a realização, por qualquer motivo, de um exame radiológico do abdome.
Apesar de não provocar nenhum sinal ou sintoma, a esteatose pode se associar à elevação significativa dos riscos de morte por doenças diversas, como infarto ou derrame cerebral, doenças do fígado e até por tumores malignos. A esteatose é ainda mais comum em pessoas obesas, ou que sofram de diabetes. Mas sua ocorrência não é restrita a esse grupo de pacientes.
Curiosamente, no entanto, muitas pessoas que comem ou bebem em excesso não têm nenhum sinal de gordura no fígado, e não é raro encontrar pessoas magras, com dietas balanceadas e sem excessos com esteatose hepática importante.
Um estudo recentemente publicado na revista New England Journal of Medicine conseguiu encontrar uma pista que explica a suscetibilidade diferenciada entre os indivíduos. Pesquisadores examinaram um grupo de voluntários do sexo masculino, que não apresentavam fatores de risco claros para a doença. Não eram obesos, alcoólatras ou diabéticos. Pesquisaram nessas pessoas a presença de um gene chamado Apoc3 e solicitaram que avaliassem a quantidade de gordura em seus fígados. Quando foi correlacionada a presença da doença com as alterações genéticas do Apoc3, os cientistas observaram que nos indivíduos sem essas alterações do gene não havia nenhum caso de gordura no fígado.
Por outro lado, nos indivíduos com presença das alterações genéticas do gene, 38% tinham infiltração gordurosa significativa no fígado e também apresentavam maiores concentrações de triglicérides no sangue.
Em relação à observação de que pessoas com esteatose hepática extensa podem desenvolver inflamação do fígado, a chamada hepatite, o significado dos resultados obtidos nesse estudo ficam ainda mais óbvios. Existe a possibilidade de identificar as pessoas com maior risco de gordura no fígado; e nesse grupo, as pessoas que podem apresentar quadro de hepatite grave. Os autores dessa publicação alertam para a necessidade de portadores da doença passarem por uma avaliação detalhada por especialistas, para reverter o quadro e evitar complicações potencialmente graves.
(Riad Younes, CartaCapital, 28 julho, 2010. Adaptado)
No segundo parágrafo, em – Os indivíduos não têm percepção dessa condição clínica, até a realização, por qualquer motivo, de um exame radiológico do abdome. – a expressão em destaque refere-se
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