Foram encontradas 100 questões.
2690158
Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. São Cristóvão-SE
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. São Cristóvão-SE
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Texto CB1A7
Quando está triste, coxeia. É assim desde o começo,
quando deu os primeiros passos agarrado ao armário branco da
casa de seus pais. Começou a andar direito e assim prosseguiu o
caminho habitual dos homens, mas sempre que alguma coisa
correu menos bem (uma bolacha que lhe foi recusada, uma sopa
que o forçaram a sorver, um grito que ouviu a meio do dia, um
beijo que lhe foi deixado em suspensão) ele perdeu a força numa
das pernas. Hoje, varado de saudade da ex-mulher, caminha
sozinho e coxo pelas ruas escuras da aldeia. Não se preocupa
nem um pouco com a chuva que o encharca da cabeça aos pés,
nem com o frio. Leva sim a mão à perna direita como quem tenta
trazê-la à razão. E pela primeira vez em quarenta anos repara: a
dor não vem do joelho nem do pé, nem sequer vem do osso
epicôndilo medial. É o nervo ciático que lhe dói. Atravessa-lhe a
perna inteira mas insiste mesmo é na coxa. A mesma sob a qual
todos aqueles que lhe fizeram promessas colocaram a mão, mas
logo em velocidade a retiraram. Continua então o seu caminho
pela aldeia, agarrado aos muros brancos, sem grande epifania, só
mais dorido que o habitual. Coxeia, porque quando está triste ele
coxeia.
Matilde Campilho. In: Flecha. São Paulo: Editora 34, 2022.
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2690157
Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
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Disciplina: Português
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Texto CB1A7
Quando está triste, coxeia. É assim desde o começo,
quando deu os primeiros passos agarrado ao armário branco da
casa de seus pais. Começou a andar direito e assim prosseguiu o
caminho habitual dos homens, mas sempre que alguma coisa
correu menos bem (uma bolacha que lhe foi recusada, uma sopa
que o forçaram a sorver, um grito que ouviu a meio do dia, um
beijo que lhe foi deixado em suspensão) ele perdeu a força numa
das pernas. Hoje, varado de saudade da ex-mulher, caminha
sozinho e coxo pelas ruas escuras da aldeia. Não se preocupa
nem um pouco com a chuva que o encharca da cabeça aos pés,
nem com o frio. Leva sim a mão à perna direita como quem tenta
trazê-la à razão. E pela primeira vez em quarenta anos repara: a
dor não vem do joelho nem do pé, nem sequer vem do osso
epicôndilo medial. É o nervo ciático que lhe dói. Atravessa-lhe a
perna inteira mas insiste mesmo é na coxa. A mesma sob a qual
todos aqueles que lhe fizeram promessas colocaram a mão, mas
logo em velocidade a retiraram. Continua então o seu caminho
pela aldeia, agarrado aos muros brancos, sem grande epifania, só
mais dorido que o habitual. Coxeia, porque quando está triste ele
coxeia.
Matilde Campilho. In: Flecha. São Paulo: Editora 34, 2022.
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2690156
Ano: 2023
Disciplina: Português
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Disciplina: Português
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Texto CB1A7
Quando está triste, coxeia. É assim desde o começo,
quando deu os primeiros passos agarrado ao armário branco da
casa de seus pais. Começou a andar direito e assim prosseguiu o
caminho habitual dos homens, mas sempre que alguma coisa
correu menos bem (uma bolacha que lhe foi recusada, uma sopa
que o forçaram a sorver, um grito que ouviu a meio do dia, um
beijo que lhe foi deixado em suspensão) ele perdeu a força numa
das pernas. Hoje, varado de saudade da ex-mulher, caminha
sozinho e coxo pelas ruas escuras da aldeia. Não se preocupa
nem um pouco com a chuva que o encharca da cabeça aos pés,
nem com o frio. Leva sim a mão à perna direita como quem tenta
trazê-la à razão. E pela primeira vez em quarenta anos repara: a
dor não vem do joelho nem do pé, nem sequer vem do osso
epicôndilo medial. É o nervo ciático que lhe dói. Atravessa-lhe a
perna inteira mas insiste mesmo é na coxa. A mesma sob a qual
todos aqueles que lhe fizeram promessas colocaram a mão, mas
logo em velocidade a retiraram. Continua então o seu caminho
pela aldeia, agarrado aos muros brancos, sem grande epifania, só
mais dorido que o habitual. Coxeia, porque quando está triste ele
coxeia.
Matilde Campilho. In: Flecha. São Paulo: Editora 34, 2022.
I Em “Não se preocupa nem um pouco com a chuva” (quinto período), o pronome “se” poderia ser corretamente empregado logo após a forma verbal preocupa, escrevendo-se Não preocupa-se.
II Em “mas logo em velocidade a retiraram” (décimo período), a forma pronominal “a” refere-se a “coxa”, no período anterior.
III A inserção de uma vírgula logo após “chuva” (quinto período) prejudicaria a correção gramatical do texto.
Assinale a opção correta.
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2690155
Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
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Texto CB1A7
Quando está triste, coxeia. É assim desde o começo,
quando deu os primeiros passos agarrado ao armário branco da
casa de seus pais. Começou a andar direito e assim prosseguiu o
caminho habitual dos homens, mas sempre que alguma coisa
correu menos bem (uma bolacha que lhe foi recusada, uma sopa
que o forçaram a sorver, um grito que ouviu a meio do dia, um
beijo que lhe foi deixado em suspensão) ele perdeu a força numa
das pernas. Hoje, varado de saudade da ex-mulher, caminha
sozinho e coxo pelas ruas escuras da aldeia. Não se preocupa
nem um pouco com a chuva que o encharca da cabeça aos pés,
nem com o frio. Leva sim a mão à perna direita como quem tenta
trazê-la à razão. E pela primeira vez em quarenta anos repara: a
dor não vem do joelho nem do pé, nem sequer vem do osso
epicôndilo medial. É o nervo ciático que lhe dói. Atravessa-lhe a
perna inteira mas insiste mesmo é na coxa. A mesma sob a qual
todos aqueles que lhe fizeram promessas colocaram a mão, mas
logo em velocidade a retiraram. Continua então o seu caminho
pela aldeia, agarrado aos muros brancos, sem grande epifania, só
mais dorido que o habitual. Coxeia, porque quando está triste ele
coxeia.
Matilde Campilho. In: Flecha. São Paulo: Editora 34, 2022.
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2690154
Ano: 2023
Disciplina: Português
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Texto CB1A7
Quando está triste, coxeia. É assim desde o começo,
quando deu os primeiros passos agarrado ao armário branco da
casa de seus pais. Começou a andar direito e assim prosseguiu o
caminho habitual dos homens, mas sempre que alguma coisa
correu menos bem (uma bolacha que lhe foi recusada, uma sopa
que o forçaram a sorver, um grito que ouviu a meio do dia, um
beijo que lhe foi deixado em suspensão) ele perdeu a força numa
das pernas. Hoje, varado de saudade da ex-mulher, caminha
sozinho e coxo pelas ruas escuras da aldeia. Não se preocupa
nem um pouco com a chuva que o encharca da cabeça aos pés,
nem com o frio. Leva sim a mão à perna direita como quem tenta
trazê-la à razão. E pela primeira vez em quarenta anos repara: a
dor não vem do joelho nem do pé, nem sequer vem do osso
epicôndilo medial. É o nervo ciático que lhe dói. Atravessa-lhe a
perna inteira mas insiste mesmo é na coxa. A mesma sob a qual
todos aqueles que lhe fizeram promessas colocaram a mão, mas
logo em velocidade a retiraram. Continua então o seu caminho
pela aldeia, agarrado aos muros brancos, sem grande epifania, só
mais dorido que o habitual. Coxeia, porque quando está triste ele
coxeia.
Matilde Campilho. In: Flecha. São Paulo: Editora 34, 2022.
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2690153
Ano: 2023
Disciplina: Português
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Texto CB1A7
Quando está triste, coxeia. É assim desde o começo,
quando deu os primeiros passos agarrado ao armário branco da
casa de seus pais. Começou a andar direito e assim prosseguiu o
caminho habitual dos homens, mas sempre que alguma coisa
correu menos bem (uma bolacha que lhe foi recusada, uma sopa
que o forçaram a sorver, um grito que ouviu a meio do dia, um
beijo que lhe foi deixado em suspensão) ele perdeu a força numa
das pernas. Hoje, varado de saudade da ex-mulher, caminha
sozinho e coxo pelas ruas escuras da aldeia. Não se preocupa
nem um pouco com a chuva que o encharca da cabeça aos pés,
nem com o frio. Leva sim a mão à perna direita como quem tenta
trazê-la à razão. E pela primeira vez em quarenta anos repara: a
dor não vem do joelho nem do pé, nem sequer vem do osso
epicôndilo medial. É o nervo ciático que lhe dói. Atravessa-lhe a
perna inteira mas insiste mesmo é na coxa. A mesma sob a qual
todos aqueles que lhe fizeram promessas colocaram a mão, mas
logo em velocidade a retiraram. Continua então o seu caminho
pela aldeia, agarrado aos muros brancos, sem grande epifania, só
mais dorido que o habitual. Coxeia, porque quando está triste ele
coxeia.
Matilde Campilho. In: Flecha. São Paulo: Editora 34, 2022.
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2690152
Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. São Cristóvão-SE
Disciplina: Português
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Texto CB1A1-I
Mais da metade da população mundial (55%) reside em
áreas urbanas, e essa proporção pode se aproximar de 70% até
2050. Na América Latina, uma das regiões mais urbanizadas do
mundo, estima-se que mais de 500 milhões de pessoas, ou 80%
da população da região, viva em cidades.
No Brasil, os deslocamentos populacionais caracterizados
pela migração do campo para a cidade foram significativos entre
1960 e 1980, delineando um processo de intensificação da
urbanização. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE), em 2004, 82,7% da população brasileira já
vivia em centros urbanos e em 2014 o percentual era de 85,1%.
Segundo pesquisa do IBGE, em 2016, as menores taxas de
urbanização foram observadas no Maranhão, no Piauí, no Pará e
em Sergipe (variando de 59,2% a 71,7%), e as maiores, no Rio
de Janeiro, em São Paulo, no Distrito Federal e em Goiás,
unidades federativas que concentraram quase a totalidade de sua
população em áreas urbanas (variando de 91,6 a 97,4%).
Em sua diversidade, o Brasil, com suas megacidades e um
enorme contingente de cidades pequenas e médias, de
crescimento rápido e heterogêneas no que tange aos ambientes
físicos, econômicos e sociais, é profundamente marcado por
iniquidades sociais, de saúde e de ameaça ao meio ambiente.
Internet: <https://saudeamanha.fiocruz.br> (com adaptações).
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2690151
Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. São Cristóvão-SE
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
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Texto CB1A1-I
Mais da metade da população mundial (55%) reside em
áreas urbanas, e essa proporção pode se aproximar de 70% até
2050. Na América Latina, uma das regiões mais urbanizadas do
mundo, estima-se que mais de 500 milhões de pessoas, ou 80%
da população da região, viva em cidades.
No Brasil, os deslocamentos populacionais caracterizados
pela migração do campo para a cidade foram significativos entre
1960 e 1980, delineando um processo de intensificação da
urbanização. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE), em 2004, 82,7% da população brasileira já
vivia em centros urbanos e em 2014 o percentual era de 85,1%.
Segundo pesquisa do IBGE, em 2016, as menores taxas de
urbanização foram observadas no Maranhão, no Piauí, no Pará e
em Sergipe (variando de 59,2% a 71,7%), e as maiores, no Rio
de Janeiro, em São Paulo, no Distrito Federal e em Goiás,
unidades federativas que concentraram quase a totalidade de sua
população em áreas urbanas (variando de 91,6 a 97,4%).
Em sua diversidade, o Brasil, com suas megacidades e um
enorme contingente de cidades pequenas e médias, de
crescimento rápido e heterogêneas no que tange aos ambientes
físicos, econômicos e sociais, é profundamente marcado por
iniquidades sociais, de saúde e de ameaça ao meio ambiente.
Internet: <https://saudeamanha.fiocruz.br> (com adaptações).
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2690150
Ano: 2023
Disciplina: Português
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Disciplina: Português
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Texto CB1A1-I
Mais da metade da população mundial (55%) reside em
áreas urbanas, e essa proporção pode se aproximar de 70% até
2050. Na América Latina, uma das regiões mais urbanizadas do
mundo, estima-se que mais de 500 milhões de pessoas, ou 80%
da população da região, viva em cidades.
No Brasil, os deslocamentos populacionais caracterizados
pela migração do campo para a cidade foram significativos entre
1960 e 1980, delineando um processo de intensificação da
urbanização. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE), em 2004, 82,7% da população brasileira já
vivia em centros urbanos e em 2014 o percentual era de 85,1%.
Segundo pesquisa do IBGE, em 2016, as menores taxas de
urbanização foram observadas no Maranhão, no Piauí, no Pará e
em Sergipe (variando de 59,2% a 71,7%), e as maiores, no Rio
de Janeiro, em São Paulo, no Distrito Federal e em Goiás,
unidades federativas que concentraram quase a totalidade de sua
população em áreas urbanas (variando de 91,6 a 97,4%).
Em sua diversidade, o Brasil, com suas megacidades e um
enorme contingente de cidades pequenas e médias, de
crescimento rápido e heterogêneas no que tange aos ambientes
físicos, econômicos e sociais, é profundamente marcado por
iniquidades sociais, de saúde e de ameaça ao meio ambiente.
Internet: <https://saudeamanha.fiocruz.br> (com adaptações).
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2690149
Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. São Cristóvão-SE
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. São Cristóvão-SE
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Texto CB1A1-I
Mais da metade da população mundial (55%) reside em
áreas urbanas, e essa proporção pode se aproximar de 70% até
2050. Na América Latina, uma das regiões mais urbanizadas do
mundo, estima-se que mais de 500 milhões de pessoas, ou 80%
da população da região, viva em cidades.
No Brasil, os deslocamentos populacionais caracterizados
pela migração do campo para a cidade foram significativos entre
1960 e 1980, delineando um processo de intensificação da
urbanização. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE), em 2004, 82,7% da população brasileira já
vivia em centros urbanos e em 2014 o percentual era de 85,1%.
Segundo pesquisa do IBGE, em 2016, as menores taxas de
urbanização foram observadas no Maranhão, no Piauí, no Pará e
em Sergipe (variando de 59,2% a 71,7%), e as maiores, no Rio
de Janeiro, em São Paulo, no Distrito Federal e em Goiás,
unidades federativas que concentraram quase a totalidade de sua
população em áreas urbanas (variando de 91,6 a 97,4%).
Em sua diversidade, o Brasil, com suas megacidades e um
enorme contingente de cidades pequenas e médias, de
crescimento rápido e heterogêneas no que tange aos ambientes
físicos, econômicos e sociais, é profundamente marcado por
iniquidades sociais, de saúde e de ameaça ao meio ambiente.
Internet: <https://saudeamanha.fiocruz.br> (com adaptações).
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