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Identifique a sentença em que a expressão em destaque classifica-se como complemento nominal.
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Nas orações a seguir, assinale a alternativa que apresenta uma vírgula optativa.
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Leia:

A oração subordinada que desempenha a função sintática equivalente à do sujeito encontra-se em:
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Nas orações:
I- Fruta é bom para a saúde.
II- Seguem inclusa as notas promissórias.
III- A fruta é boa para a saúde.
Estão incorretas:
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Leia.
Por que todo mundo usava peruca na Europa dos séculos XVII e XVIII?
Não era todo mundo, apenas os aristocratas. A moda começou com Luís IV (1638-1715), rei da França, durante seu governo, o monarca adotou a peruca pelo mesmo motivo que muita gente usa o acessório ainda hoje: para esconder a calvície.
O resto da nobreza gostou da ideia e o costume pegou.
[...]
Mas, por mais elegante que parecesse ao pessoal da época, a moda das perucas também era nojenta: “proliferava todo tipo de bicho, de baratas, de camundongos, nesses cabelos postiços”, afirma o estilista João Braga, professor de História da Moda das Faculdades Senac, EM São Paulo.
Em 1789, com a Revolução Francesa, veio a guilhotina, que extirpou a maioria das cabeças com perucas. Símbolo de uma nobreza que se desejava exterminar, elas logo caíram em desuso. [...]
(Mundo Estranho, nº 3.)
No primeiro parágrafo identificamos os seguintes objetos diretos:
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Texto para a questão.
Era um sonho dantesco!... o tombadilho,
Que das luzernas avermelha o brilho,
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar...
Negras mulheres, suspendendo às tetas
Magras crianças, cujas bocas pretas
Rega o sangue das mães:
Outras, moças, mas nuas e espantadas,
No turbilhão de espectros arrastadas,
Em ânsias e mágoas vãs!
E ri-se a orquestra, irônica, estridente...
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais...
Se o velho arqueja, se no chão resvala,
Ouvem-se gritos... o chicote estala.
E voam mais e mais...
No entanto o capitão manda a manobra.
E após fitando o céu que se desdobra
Tão puro sobre o mar
Diz do fumo entre os densos nevoeiros:
“Vibrai rijo o chicote, marinheiros!
Fazei-os mais dançar!.
E ri-se a orquestra irônica, estridente...
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais...
Qual num sonho dantesco as sombras voam!...
Gritos, ais, maldições, preces ressoam!
E ri-se Satanás!...
(Espumas flutuantes. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, s.d. p. 184-5.)
Em: “a orquestra” e “a serpente” temos:
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Texto para a questão.
Era um sonho dantesco!... o tombadilho,
Que das luzernas avermelha o brilho,
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar...
Negras mulheres, suspendendo às tetas
Magras crianças, cujas bocas pretas
Rega o sangue das mães:
Outras, moças, mas nuas e espantadas,
No turbilhão de espectros arrastadas,
Em ânsias e mágoas vãs!
E ri-se a orquestra, irônica, estridente...
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais...
Se o velho arqueja, se no chão resvala,
Ouvem-se gritos... o chicote estala.
E voam mais e mais...
No entanto o capitão manda a manobra.
E após fitando o céu que se desdobra
Tão puro sobre o mar
Diz do fumo entre os densos nevoeiros:
“Vibrai rijo o chicote, marinheiros!
Fazei-os mais dançar!.
E ri-se a orquestra irônica, estridente...
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais...
Qual num sonho dantesco as sombras voam!...
Gritos, ais, maldições, preces ressoam!
E ri-se Satanás!...
(Espumas flutuantes. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, s.d. p. 184-5.)
No poema de Castro Alves há antíteses. Além delas encontramos:
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Leia o texto e marque o que se pede.
Soneto
Pálida, à luz da lâmpada sombria,
Sobre o leito de flores reclinada,
Como a lua por noite embalsamada,
Entre as nuvens do amor ela dormia!
Era a virgem do mar! na escuma fria
Pela maré das águas embalada!
Era um anjo entre nuvens d’alvorada
Que em sonhos se banhava e se esquecia!
Era mais bela! o seio palpitando...
Negros olhos as pálpebras abrindo...
Formas nua no leito resvalando...
Não te rias de mim, meu anjo
[lindo!
Por ti – as noites eu velei
[chorando,
Por ti – nos sonhos morrerei
[sorrindo
(In: Álvares de Azevedo. Seleção de textos de Bárbara Heller, Luís Percival L. Britto e Marisa Lajolo. São Paulo: Abril Educação, 1982. p. 22. Literatura Comentada.)
A expressão “meu anjo lindo” transmite um sentido êmulo. Marque a alternativa que justifique essa afirmativa.
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Na frase “Todas as manhãs, depois de caminhar, eu e minha família assistimos à televisão”. Temos:
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Observe, atentamente, o diálogo entre as personagens da tirinha em quadrinhos e, em seguida, escolha a única alternativa em que não é possível identificar a presença de uma afirmação pleonástica.

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