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820650
Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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Violência no ambiente escolar
Toda semana são noticiados casos de violência nas escolas brasileiras. Infelizmente, o problema não é um exagero
criado pela mídia, mas sim uma realidade enfrentada diariamente por milhares de professores das redes pública e
privada.
Dentre os casos mais comuns de violência, podemos citar as ameaças feitas por alunos a professores, sobretudo a
respeito de baixo rendimento escolar. Uma nota abaixo da média nem sempre é entendida como um alerta para que o
aluno melhore e estude com mais afinco: para muitos estudantes, a nota é compreendida como ofensa pessoal. Alguns
ficam no enfrentamento verbal, enquanto outros partem para agressão física ou danos a bens do professor, sobretudo
carros (pneus furados são os relatos mais comuns). Depredações a patrimônios da escola e arrombamentos de salas
também integram o vasto rol de atitudes violentas no ambiente escolar. O tipo de violência mais comum, entretanto, se
dá entre os próprios estudantes.
Apesar de a violência física estampar um número muito maior de manchetes, é a violência moral que mais assusta
aos professores de todos os níveis de ensino, desde o Infantil ao Superior. Xingamentos, gestos obscenos, perturbações,
indisciplina. Problemas que atrapalham o andamento das atividades pedagógicas e os relacionamentos dentro da
escola. Os casos de bullying – a violência moral entre os próprios alunos – também chocam educadores e familiares,
inclusive ultrapassando os muros da escola e chegando ao ambiente virtual, onde situações vexatórias de alunos podem
ser acessadas por qualquer pessoa.
Apontar as causas para a violência no ambiente escolar é uma tarefa árdua, que demanda uma grande quantidade
de informações, estatísticas, pesquisas e, até mesmo, suposições. Problemas familiares, de relacionamento, baixa
autoestima, falta de segurança, drogas, pouca participação dos familiares, exclusão social, entre outras, são algumas das
possíveis origens para a violência. Na realidade, situações violentas no âmbito escolar espelham os problemas sociais e
o clima violento presentes no País e no mundo.
Contudo, sabe-se que a solução para a violência não está unicamente na repressão, mas sim num Projeto
Político-Pedagógico que contemple outras instâncias além do ensino-aprendizado. É preciso envolver os familiares, a
comunidade e o poder público para que o problema seja discutido e novas ações sejam planejadas para minimizar o
problema. Afinal, não é somente na escola que aprendemos novos valores e perspectivas.
Uma das soluções encontradas pelas escolas é envolver, cada vez mais, os alunos em projetos fora da sala de aula,
que tornem a experiência acadêmica muito mais ampla e prazerosa do que o ensino tradicional. É preciso que o
professor esteja ciente de que, por vezes, se a classe vive situações conflituosas, vale mais a pena estimular uma
conversa do que ministrar uma aula que não será bem aproveitada. Se o aprendizado do conteúdo é importante,
fundamental mesmo é promover a criação de laços de solidariedade entre a comunidade acadêmica, fornecer subsídios
para o exercício pleno da cidadania e preparar os estudantes para uma vivência ética em sociedade.
(Por Lideli Crepaldi. Revista do professor. Disponível em: http://www.revistaoprofessor.com.br/wordpress/?p=102. Acesso em: 14/10/2016. Adaptado.)
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820637
Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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Violência no ambiente escolar
Toda semana são noticiados casos de violência nas escolas brasileiras. Infelizmente, o problema não é um exagero
criado pela mídia, mas sim uma realidade enfrentada diariamente por milhares de professores das redes pública e
privada.
Dentre os casos mais comuns de violência, podemos citar as ameaças feitas por alunos a professores, sobretudo a
respeito de baixo rendimento escolar. Uma nota abaixo da média nem sempre é entendida como um alerta para que o
aluno melhore e estude com mais afinco: para muitos estudantes, a nota é compreendida como ofensa pessoal. Alguns
ficam no enfrentamento verbal, enquanto outros partem para agressão física ou danos a bens do professor, sobretudo
carros (pneus furados são os relatos mais comuns). Depredações a patrimônios da escola e arrombamentos de salas
também integram o vasto rol de atitudes violentas no ambiente escolar. O tipo de violência mais comum, entretanto, se
dá entre os próprios estudantes.
Apesar de a violência física estampar um número muito maior de manchetes, é a violência moral que mais assusta
aos professores de todos os níveis de ensino, desde o Infantil ao Superior. Xingamentos, gestos obscenos, perturbações,
indisciplina. Problemas que atrapalham o andamento das atividades pedagógicas e os relacionamentos dentro da
escola. Os casos de bullying – a violência moral entre os próprios alunos – também chocam educadores e familiares,
inclusive ultrapassando os muros da escola e chegando ao ambiente virtual, onde situações vexatórias de alunos podem
ser acessadas por qualquer pessoa.
Apontar as causas para a violência no ambiente escolar é uma tarefa árdua, que demanda uma grande quantidade
de informações, estatísticas, pesquisas e, até mesmo, suposições. Problemas familiares, de relacionamento, baixa
autoestima, falta de segurança, drogas, pouca participação dos familiares, exclusão social, entre outras, são algumas das
possíveis origens para a violência. Na realidade, situações violentas no âmbito escolar espelham os problemas sociais e
o clima violento presentes no País e no mundo.
Contudo, sabe-se que a solução para a violência não está unicamente na repressão, mas sim num Projeto
Político-Pedagógico que contemple outras instâncias além do ensino-aprendizado. É preciso envolver os familiares, a
comunidade e o poder público para que o problema seja discutido e novas ações sejam planejadas para minimizar o
problema. Afinal, não é somente na escola que aprendemos novos valores e perspectivas.
Uma das soluções encontradas pelas escolas é envolver, cada vez mais, os alunos em projetos fora da sala de aula,
que tornem a experiência acadêmica muito mais ampla e prazerosa do que o ensino tradicional. É preciso que o
professor esteja ciente de que, por vezes, se a classe vive situações conflituosas, vale mais a pena estimular uma
conversa do que ministrar uma aula que não será bem aproveitada. Se o aprendizado do conteúdo é importante,
fundamental mesmo é promover a criação de laços de solidariedade entre a comunidade acadêmica, fornecer subsídios
para o exercício pleno da cidadania e preparar os estudantes para uma vivência ética em sociedade.
(Por Lideli Crepaldi. Revista do professor. Disponível em: http://www.revistaoprofessor.com.br/wordpress/?p=102. Acesso em: 14/10/2016. Adaptado.)
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820632
Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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Violência no ambiente escolar
Toda semana são noticiados casos de violência nas escolas brasileiras. Infelizmente, o problema não é um exagero
criado pela mídia, mas sim uma realidade enfrentada diariamente por milhares de professores das redes pública e
privada.
Dentre os casos mais comuns de violência, podemos citar as ameaças feitas por alunos a professores, sobretudo a
respeito de baixo rendimento escolar. Uma nota abaixo da média nem sempre é entendida como um alerta para que o
aluno melhore e estude com mais afinco: para muitos estudantes, a nota é compreendida como ofensa pessoal. Alguns
ficam no enfrentamento verbal, enquanto outros partem para agressão física ou danos a bens do professor, sobretudo
carros (pneus furados são os relatos mais comuns). Depredações a patrimônios da escola e arrombamentos de salas
também integram o vasto rol de atitudes violentas no ambiente escolar. O tipo de violência mais comum, entretanto, se
dá entre os próprios estudantes.
Apesar de a violência física estampar um número muito maior de manchetes, é a violência moral que mais assusta
aos professores de todos os níveis de ensino, desde o Infantil ao Superior. Xingamentos, gestos obscenos, perturbações,
indisciplina. Problemas que atrapalham o andamento das atividades pedagógicas e os relacionamentos dentro da
escola. Os casos de bullying – a violência moral entre os próprios alunos – também chocam educadores e familiares,
inclusive ultrapassando os muros da escola e chegando ao ambiente virtual, onde situações vexatórias de alunos podem
ser acessadas por qualquer pessoa.
Apontar as causas para a violência no ambiente escolar é uma tarefa árdua, que demanda uma grande quantidade
de informações, estatísticas, pesquisas e, até mesmo, suposições. Problemas familiares, de relacionamento, baixa
autoestima, falta de segurança, drogas, pouca participação dos familiares, exclusão social, entre outras, são algumas das
possíveis origens para a violência. Na realidade, situações violentas no âmbito escolar espelham os problemas sociais e
o clima violento presentes no País e no mundo.
Contudo, sabe-se que a solução para a violência não está unicamente na repressão, mas sim num Projeto
Político-Pedagógico que contemple outras instâncias além do ensino-aprendizado. É preciso envolver os familiares, a
comunidade e o poder público para que o problema seja discutido e novas ações sejam planejadas para minimizar o
problema. Afinal, não é somente na escola que aprendemos novos valores e perspectivas.
Uma das soluções encontradas pelas escolas é envolver, cada vez mais, os alunos em projetos fora da sala de aula,
que tornem a experiência acadêmica muito mais ampla e prazerosa do que o ensino tradicional. É preciso que o
professor esteja ciente de que, por vezes, se a classe vive situações conflituosas, vale mais a pena estimular uma
conversa do que ministrar uma aula que não será bem aproveitada. Se o aprendizado do conteúdo é importante,
fundamental mesmo é promover a criação de laços de solidariedade entre a comunidade acadêmica, fornecer subsídios
para o exercício pleno da cidadania e preparar os estudantes para uma vivência ética em sociedade.
(Por Lideli Crepaldi. Revista do professor. Disponível em: http://www.revistaoprofessor.com.br/wordpress/?p=102. Acesso em: 14/10/2016. Adaptado.)
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820629
Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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Violência no ambiente escolar
Toda semana são noticiados casos de violência nas escolas brasileiras. Infelizmente, o problema não é um exagero
criado pela mídia, mas sim uma realidade enfrentada diariamente por milhares de professores das redes pública e
privada.
Dentre os casos mais comuns de violência, podemos citar as ameaças feitas por alunos a professores, sobretudo a
respeito de baixo rendimento escolar. Uma nota abaixo da média nem sempre é entendida como um alerta para que o
aluno melhore e estude com mais afinco: para muitos estudantes, a nota é compreendida como ofensa pessoal. Alguns
ficam no enfrentamento verbal, enquanto outros partem para agressão física ou danos a bens do professor, sobretudo
carros (pneus furados são os relatos mais comuns). Depredações a patrimônios da escola e arrombamentos de salas
também integram o vasto rol de atitudes violentas no ambiente escolar. O tipo de violência mais comum, entretanto, se
dá entre os próprios estudantes.
Apesar de a violência física estampar um número muito maior de manchetes, é a violência moral que mais assusta
aos professores de todos os níveis de ensino, desde o Infantil ao Superior. Xingamentos, gestos obscenos, perturbações,
indisciplina. Problemas que atrapalham o andamento das atividades pedagógicas e os relacionamentos dentro da
escola. Os casos de bullying – a violência moral entre os próprios alunos – também chocam educadores e familiares,
inclusive ultrapassando os muros da escola e chegando ao ambiente virtual, onde situações vexatórias de alunos podem
ser acessadas por qualquer pessoa.
Apontar as causas para a violência no ambiente escolar é uma tarefa árdua, que demanda uma grande quantidade
de informações, estatísticas, pesquisas e, até mesmo, suposições. Problemas familiares, de relacionamento, baixa
autoestima, falta de segurança, drogas, pouca participação dos familiares, exclusão social, entre outras, são algumas das
possíveis origens para a violência. Na realidade, situações violentas no âmbito escolar espelham os problemas sociais e
o clima violento presentes no País e no mundo.
Contudo, sabe-se que a solução para a violência não está unicamente na repressão, mas sim num Projeto
Político-Pedagógico que contemple outras instâncias além do ensino-aprendizado. É preciso envolver os familiares, a
comunidade e o poder público para que o problema seja discutido e novas ações sejam planejadas para minimizar o
problema. Afinal, não é somente na escola que aprendemos novos valores e perspectivas.
Uma das soluções encontradas pelas escolas é envolver, cada vez mais, os alunos em projetos fora da sala de aula,
que tornem a experiência acadêmica muito mais ampla e prazerosa do que o ensino tradicional. É preciso que o
professor esteja ciente de que, por vezes, se a classe vive situações conflituosas, vale mais a pena estimular uma
conversa do que ministrar uma aula que não será bem aproveitada. Se o aprendizado do conteúdo é importante,
fundamental mesmo é promover a criação de laços de solidariedade entre a comunidade acadêmica, fornecer subsídios
para o exercício pleno da cidadania e preparar os estudantes para uma vivência ética em sociedade.
(Por Lideli Crepaldi. Revista do professor. Disponível em: http://www.revistaoprofessor.com.br/wordpress/?p=102. Acesso em: 14/10/2016. Adaptado.)
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820623
Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Provas:
“Considerado por ambientalistas e pelo próprio governo federal como uma das maiores tragédias ambientais do país,
assolou, no ano de 2015, um importante rio que atravessa o estado do Espírito Santo sendo palco de importantes
discussões no cenário socioambiental brasileiro.” O rio retratado na questão é:
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820594
Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Provas:
Argentina, Paraguai, Uruguai e Brasil, além de alguns aspectos físicos, compartilham importantes características
históricas. Um aspecto importante comum a todos esses países é:
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820589
Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Provas:
A maior parte da energia elétrica produzida no Brasil é proveniente de:
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820587
Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Provas:
Os recursos naturais são os elementos da natureza utilizados pelas sociedades para satisfazer às suas necessidades.
Esses recursos se formam e se renovam ao longo do tempo em ritmos diferentes podendo ser classificados como
renováveis e não renováveis. São considerados recursos naturais não renováveis, EXCETO:
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1414979
Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
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Violência no ambiente escolar
Toda semana são noticiados casos de violência nas escolas brasileiras. Infelizmente, o problema não é um exagero
criado pela mídia, mas sim uma realidade enfrentada diariamente por milhares de professores das redes pública e
privada.
Dentre os casos mais comuns de violência, podemos citar as ameaças feitas por alunos a professores, sobretudo a
respeito de baixo rendimento escolar. Uma nota abaixo da média nem sempre é entendida como um alerta para que o
aluno melhore e estude com mais afinco: para muitos estudantes, a nota é compreendida como ofensa pessoal. Alguns
ficam no enfrentamento verbal, enquanto outros partem para agressão física ou danos a bens do professor, sobretudo
carros (pneus furados são os relatos mais comuns). Depredações a patrimônios da escola e arrombamentos de salas
também integram o vasto rol de atitudes violentas no ambiente escolar. O tipo de violência mais comum, entretanto, se
dá entre os próprios estudantes.
Apesar de a violência física estampar um número muito maior de manchetes, é a violência moral que mais assusta
aos professores de todos os níveis de ensino, desde o Infantil ao Superior. Xingamentos, gestos obscenos, perturbações,
indisciplina. Problemas que atrapalham o andamento das atividades pedagógicas e os relacionamentos dentro da
escola. Os casos de bullying – a violência moral entre os próprios alunos – também chocam educadores e familiares,
inclusive ultrapassando os muros da escola e chegando ao ambiente virtual, onde situações vexatórias de alunos podem
ser acessadas por qualquer pessoa.
Apontar as causas para a violência no ambiente escolar é uma tarefa árdua, que demanda uma grande quantidade
de informações, estatísticas, pesquisas e, até mesmo, suposições. Problemas familiares, de relacionamento, baixa
autoestima, falta de segurança, drogas, pouca participação dos familiares, exclusão social, entre outras, são algumas das
possíveis origens para a violência. Na realidade, situações violentas no âmbito escolar espelham os problemas sociais e
o clima violento presentes no País e no mundo.
Contudo, sabe-se que a solução para a violência não está unicamente na repressão, mas sim num Projeto
Político-Pedagógico que contemple outras instâncias além do ensino-aprendizado. É preciso envolver os familiares, a
comunidade e o poder público para que o problema seja discutido e novas ações sejam planejadas para minimizar o
problema. Afinal, não é somente na escola que aprendemos novos valores e perspectivas.
Uma das soluções encontradas pelas escolas é envolver, cada vez mais, os alunos em projetos fora da sala de aula,
que tornem a experiência acadêmica muito mais ampla e prazerosa do que o ensino tradicional. É preciso que o
professor esteja ciente de que, por vezes, se a classe vive situações conflituosas, vale mais a pena estimular uma
conversa do que ministrar uma aula que não será bem aproveitada. Se o aprendizado do conteúdo é importante,
fundamental mesmo é promover a criação de laços de solidariedade entre a comunidade acadêmica, fornecer subsídios
para o exercício pleno da cidadania e preparar os estudantes para uma vivência ética em sociedade.
(Por Lideli Crepaldi. Revista do professor. Disponível em: http://www.revistaoprofessor.com.br/wordpress/?p=102. Acesso em: 14/10/2016. Adaptado.)
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820786
Ano: 2017
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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“Pesquisa da Anvisa aponta a laranja e o abacaxi como alimentos com maior risco por agrotóxico. Ao avaliar 12 mil
amostras de vegetais diversos, a agência encontrou agrotóxico em nível de risco agudo em 1,11%. Num estudo da
Anvisa divulgado nesta sexta-feira (25), foram analisadas mais de 12 mil amostras de 25 tipos de alimentos; a laranja e o
abacaxi apareceram como os vegetais com maior número de casos de resíduos de agrotóxicos que apresentam risco
agudo para a saúde. A análise ocorreu entre 2013 e 2015.”
(Disponível em: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/pesquisa-da-anvisa-aponta-laranja-e-abacaxi-como-alimentos-com-maior-risco-poragrotoxico.ghtml. Acesso em: 26/11/2016.)
As intoxicações crônicas são causadas pela longa exposição aos produtos contaminados por agrotóxicos, podendo gerar problemas graves. São consideradas doenças graves causadas pela intoxicação, EXCETO:
As intoxicações crônicas são causadas pela longa exposição aos produtos contaminados por agrotóxicos, podendo gerar problemas graves. São consideradas doenças graves causadas pela intoxicação, EXCETO:
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